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Cats Can't Write


Algumas pessoas podem começar a acreditar que a minha missão de vida é levá-las a ler fanfics, talvez seja, talvez não, quem sabe! Separei alguns sites que eu conheço, frequento e até já postei minhas histórias. Antes de mais nada, eles não são única e exclusivamente voltados para as fanfics, alguns podem tê-las em maior peso, porém acredito que todos tenham a sua porcentagem de história originais e posso garantir que história boa não falta.  

Portanto, se você é uma pessoa interessa em ler algo, ou até mesmo postar uma história, segue a lista com alguns sites que podem atender suas necessidades:

Wattpad
Provavelmente o maior e mais conhecido, o Wattpad eu diria que é bem voltado as histórias originais, conta com um número maior de pessoas que estão há anos escrevendo, mas também tem muita fanfic, galera que está começando a escrever, enfim, tem de tudo um pouco. Eu dou uma mega ponto positivo para o app do Wattpad, que é um coisa divina, quantas vezes nos longos passeios de ônibus pela minha cidade eu não fiquei lendo algo no Wattpad. Esse é um dos meus sites preferidos para ler. E também é uma opção para quem gosta de ler inglês (e até mesmo outras línguas), no site tem gente de vários lugares.

Fanfic Obsession
Acredito eu que se tratando de fanfics interativas, o FFOBS é o maior e mais conhecido. Bom, para quem não sabe, uma fanfic interativa permite que a pessoa que for ler possa colocar os nomes que quiser nos personagens, entre outras coisinhas que autor permitir mudar, é bem comum entre as fanfics de fandons como One Direction, Justin Bieber, etc. Mas no FFOBS não se encontra apenas as fanfics, também tem muitas histórias originais. 

Nyah
Esse é outro site grande e bem famoso, nele você pode encontrar histórias dos mais variados gêneros e categorias, tem de celebridades, filmes, livros, e para quem gosta de animes, também tem várias fanfics do tipo. 

Social Spirit
O Social Spirit segue a mesma linha do Nyah, você pode encontrar de tudo um pouco. 

Ficcionando
Esse e o próximo são sites que eu nunca li e nem postei nada, mas vejo muitas pessoas usarem e elogiarem. O Ficcionando é um site novo, se não me engano estreou no começo desse ano, ele segue mais ou menos a linha do FFOBS, tem a opção de histórias interativas, todas as histórias postadas passam por uma beta (pessoas responsáveis por revisar e colocar o html na história). 

Espaço Criativo
Assim como o Ficcionando e o FFOBS, trabalha com histórias interativas. 

Fanfiction
O Fanfiction é um site gringo, que para quem gosta de se aventurar no inglês é o lugar ideal para dar uma treinadinha na língua. Eu não sei dizer se tem história em outros idiomas, porque o que eu vi até hoje foi apenas o inglês. 

Tumblr
Para quem não sabe, o Tumblr também é um bom lugar para se encontrar várias histórias, uma dica é você pesquisar pela tag “web br” e “webs br”, são tags criadas pela galera Br para todo mundo se situar, assim fica mais fácil para quem quer ler encontrar as histórias brasileiras e quem está postando poder divulgar a sua história. 

Universo Paralelo
Não conheço muito o UP, o que posso dizer é que ele segue uma linha um pouco diferente dos outros, o site reúne algumas escritoras e no site elas postam suas histórias, então seria um site mais voltado para leitura.

Writers Of Atlantis
Também é um site que reúne algumas autoras, onde elas postam suas histórias. O site costuma lançar alguns concursos de escrita, que é a forma de outras pessoas ingressarem no site. 


Já conhecia os sites? Ou conhece outros?


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Não é muito difícil eu ver alguém no meu feed do Ask Fm perguntando a outro alguém sobre o que a pessoa acha de tal gênero, ou o que ela acha de uma história de tal forma. O que eu sempre percebo são pessoas com histórias ousadas, porém que tem medo de serem justamente ousadas e totalmente originais. 

Se tem uma coisa que eu tenho aprendido com louvor no último um ano é: quanto mais ousada tento ser, mais feliz vou ficando. 

Eu considero Aniquilação o meu marco zero, essa história é a transição de uma escrita conformada e acomodada, para algo que agora tento sempre se superar. Eu sempre tive um fraco por histórias de super heróis, quando eu era criança eu gostava de criar as minhas próprias versões de heróis, mas por que eu nunca tinha tentado escrever nada do gênero? Porque eu achava que era de mais para mim, na verdade considerava de mais até para quem estaria disposto a ler na internet. Por que alguém leria a minha história com várias comics da Marvel e DC espalhadas pela internet? 

Graças a Deus surgiu o Challenge do FFOBS na minha vida, eu estava em um momento tão louco, que acredito que independente do tema que tivesse saído naquele agosto de 2015, eu teria me jogado de cabeça no projeto. E Aniquilação me ensinou a valiosa lição de que ser ousado nunca é de mais, se você acha que está sendo ousado na sua história atual, espere só até a próxima!

Como escritores, criadores de conteúdo e de ideias, não podemos simplesmente nos deixar acomodar, temos tanta criatividade brotando dentro de nossas mentes, então por que limitá-la? Isso não faz sentido algum! Saiba que por mais louca que a sua ideia possa parecer, por mais absurda que ela soe, o mundo sempre estará pronto para algo absurdamente maluco, na verdade até acredito que o mundo precise dessa loucura criativa, pois essa limitação da realidade já nos basta. 


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O que eu vou falar hoje pode até soar um pouco loucura, principalmente para aqueles escritores que gostam de ter a sua história bem planejada antes de começar a escrever. Acho que já falei algumas vezes que sou aquele tipo de autora que começa uma história com a primeira cena que vem a cabeça, define um final e o que vem no meio disso é um punhado de cenas que já tinha em mente e outras que vieram ao acaso, então o que eu vou falar super combina com a forma como escrevo e tem dado certo comigo.

Provavelmente um dos maiores medos, temores, ataques de raiva e sei lá mais o que, de um escritor é o tal do bloqueio criativo. Desde que ouvi um podcast falando a respeito disso, onde os autores afirmaram o ponto de vista de que o bloqueio criativo é um baita mito criado por nós mesmos, não vou entrar em detalhes sobre o que foi discutido no podcast, mas foram argumentos um tanto convincentes, convincentes o suficiente para me deixar pensando sobre o assunto não uma ou duas vezes, mas diversas vezes. 

Eu percebi que muitas vezes o que eu chamava de bloqueio criativo, na verdade era uma pura falta de vontade de escrever, ao invés de parar para escrever eu ficava procurando outras coisas para fazer (era uma preguiça vagabunda mesmo haha). Porém eu tinha outro problema, como eu falei, não tenho o costume de criar um roteiro bem elaborado sobre as minhas história, no máximo faço um resumão e a possibilidade dele mudar é bem grande, então direto eu passava pelo problemão de estar escrevendo uma cena, que já estava em mente, e quando ela acabava eu não sabia como preencher o buraco entre a cena escrita e a próxima que tinha em mente, não dava para simplesmente fazer o tempo passar, tinha que ter uma conexão ali para  a cena seguinte fazer sentido. 

Diversas vezes eu travava em uma história por conta disso, era bem frustrante ter a cena lá na frente e não poder continuar por causa da dita conexão que não existia naquele momento. Nesse mesmo podcast, além dele abrir a minha mente em relação ao que eu dizia ser o meu bloqueio criativo, me foi dada a solução do problema com as conexão das cenas: escrevê-las mesmo sem as conexões!

Juro que na hora comecei a rir sozinha, porque eu nunca tinha pensando nisso. Eu já não tinha a história totalmente planejada mesmo, qual seria o problema de escrever a cena que já estava em mente e depois voltar para conecta-la com a anterior? Eu tinha na minha cabeça que era preciso escrever tudo na ordem certinha, não podia sair da linha do tempo do enredo, quando na verdade não tinha problema nenhum em escrever de forma não linear.

O importante é: seguir em frente. Eu tenho que colocar no papel aquilo que já está na minha mente, eu não posso perder isso, algumas boas revisões depois de ter todo o rascunho pronto vai conectar tudo, vai juntar as pontas soltas, arrumar aquilo que ficou no ar, ou mudar aquilo que não está fazendo muito sentido. 

Essas descobertas fizeram toda diferença no meu jeito de escrever, o tempo que antes que eu gastava travada em um pedaço que não estava planejado ainda, hoje eu faço bom uso continuando outra cena que está mais para frente. 

E quanto ao bloqueio criativo, quanto menos você o alimenta, quanto menos você acredita nele, menos ele aparece. Não vou dizer “o bloqueio criativo é um mito”, porque acima de tudo cada um tem direito a sua opinião sobre o assunto, o que eu posso dizer é: quanto menos tenho acreditado nele, menos ele tem me aparecido.

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Quando eu decidi  começar um blog fui atrás de algumas informações que me fossem úteis, por exemplo, os melhores sites para se ter um blog, se eu já devia ou não começar comprando um domínio, se era possível ganhar dinheiro com isso, a questão de layout, enfim, eu pesquisei bastante, pois não fazia ideia de como começar. 

Encontrei muito conteúdo legal, alguns me ajudaram mais que outros, alguns repetiam as mesmas coisas que outros, outros tiraram exatamente aquela duvida que estava rodeando a minha mente, foi um tempo que “perdi” que valeu muito a pena. Hoje venho com o meu guia pessoal para iniciantes, apesar do blog não ter nem um ano, eu já estou há quase dois anos inserida nesse mundo blogosferico e assim como muitos me ajudaram nesse tempo, hoje eu quero ajudar também.

Antes de tudo, o que eu estou dizendo aqui não é lei e nem regra, foi tudo baseado na minha experiência com blogs e ai cabe a cada um concordar, ou discordar.  

Não espere se tornar uma pessoa segura para criar um blog, deixe o mesmo fazer isso por você. 
Eu já falei sobre o quanto o blog tem me ajudado a ser mais segura comigo mesmas, ser segura com a minha escrita e até mesmo com a minha opinião. Não esperei eu ser segura para fazer isso (graças a Deus!), eu senti vontade de fazer o blog e me joguei na ideia. Quando você entra na blogosfera e começa a ter contato com diversos blogs e pessoas, você percebe que não está só, em algum lugar tem alguém que te entende, alguém que passou pelas mesmas coisas, alguém com os mesmos gostos, você percebe que não tem problema nenhum em você assumir sua personalidade e mostrar ao mundo quem você é. Se joga na ideia de ter um blog!

Não comece um blog pensando em ganhar dinheiro e ficar famoso(a).
Todo mundo bate nessa tecla e eu também vou insistir nela, porque em pleno 2016 e as pessoas só querem saber de grana e fama (não que seja ruim, né?). Não comece o blog apenas por essas motivações, pois isso exige carinho, exige dedicação. É possível ganhar dinheiro? Sim! Tem vários blogs por aí que provam isso, mas vai pesquisar o que esses blogueiros fizeram para conseguirem o que tem hoje, foram anos de dedicação.  

Sobre compra um domínio. 
Esse não é um assunto que eu domino, tanto que eu nem comprei um ainda, a questão é: compre no momento que você achar oportuno. Eu não senti necessidade de fazer isso até o momento, eu pretendo comprar um dia, mas esse dia não é hoje. Se você quer começar um blog já com o domínio, não tem problema algum, você só precisa saber que isso não é regra, você não precisa já começar com o domínio em mãos.

Crie um conteúdo com o qual se identifique. 
Se você ama de paixão literatura não vai ficar fazendo look do dia só porque “atrai” mais pessoas (a não ser que você realmente goste de look do dia). Não fique seguindo modismo porque as pessoas dizem que está em alta, às vezes você nem gosta daquele assunto. Isso já é um assunto bem batido, mas que ainda precisa ser falado, escreva apenas sobre aquilo que gosta, vale a pena arriscar outros assuntos quando você está a fim de tentar novas coisas, mas faça porque você quer e não porque pensa que é o que deve ser feito. 

Divulgue nos lugares certos. 
Existe uma infinidade de grupos no Facebook e comunidades no Google Plus para você divulgar seu blog sem medo de ser feliz (vou deixar o link de alguns no fim do post), porém existem grupo que é de interação, o objetivo deles é promover interação entre os blogueiros, alguns têm projetos bem legais, e nesses grupos normalmente você não pode ir chegando e postar seu link por lá. Se o seu objetivo é unicamente a divulgação recomendo nem entrar nesse tipo de grupo, pois como falei são específicos de interação, mas por outro eu digo que é muito bom participar desses grupos, principalmente por conta dos projetos maravilhosos que você pode encontrar e então participar.

Você não é obrigado a comentar em todos os blogs que te visitam, mas os visite também.
É extremamente comum as pessoas comentarem deixando o link dos seus blogs no final do comentários, você também pode fazer isso. Não vai cair o dedo de ninguém abrir o blog da pessoa e dar uma olhada, viu algum post legal? Comente. Agora não encontrou nada que você tenha algum comentário para fazer, não fique com peso na consciência, apesar de alguns acreditarem que tem sim a obrigação de retribuir o comentário, eu sou muito mais adepta da ideia: se não tenho nada de útil pra comentar, não comento. Isso é melhor do que fazer algo forçado.

Conheça novos blogs, faça amigos. 
Antes de mais nada não estou dizendo para fazer amigos na intenção de se auto promover, não seja essa pessoa! Faça amigos porque você quer conhecer pessoas legais e que estão inseridas no mesmo meio que você. Uma maneira de divulgar o seu blog é conhecendo novos blogs, todo mundo quando vai comentar em alguma postagem costuma deixar o link no final do comentário, mas vamos deixar algo claro, não vá comentar apenas na intenção de se auto-promover, comente porque você quer comentar, tem algo a dizer, pois é muito chato você se dedicar para fazer um post e ver pessoas dizerem três palavrinhas e deixar todos o links das redes sociais dela. Você não quer ver isso acontecendo com você, portanto não faça com os outros. Faça amigos, conheça pessoas, crie parcerias!


Enfim, essa lista tem dicas bem pessoais, o que eu falei aqui pode não ser a mesma coisa que outro blogueiro acredita. O que eu recomendo? Pesquise bastante assim como eu fiz, às vezes você vai se identificar com as dicas de outro blogueiro, com uma opinião diferente da minha.

Eu estou sempre aberta a pedidos de ajuda, no que eu posso ajudar e tirar dúvida, eu vou o fazer sem hesitar. Então agora eu pergunto: o que você está esperando para criar o seu blog?

Alguns lugares para você divulgar o seu blog:
Facebook: [1] [2] [3]
Google Plus: [1] [2] [3] [4]

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Hoje venho com um post de utilidade pública, ao menos para aqueles que postam histórias da internet. Se você não sabe o que é fic, fic é abreviação de fanfic, que é abreviação de fanfiction, apesar de ser um termo mais usado para histórias que estejam dentro de um fandom (seja Harry Potter, One Direction, ou quadrinhos), meio que é um termo geralzão para histórias postadas na internet. Vou apresentar para vocês um projetinho criado por mim, onde o meu único e principal foco é: acabar com essa "cultura" de leitores anônimos. 

Há algum tempo eu falei a respeito da falta de feedback que nós temos quando postamos algo, todo mundo cobra atualização das histórias e quando a danada finalmente sai, cadê o povo pra comentar o que achou? Aí surge só um “posta mais”. É PRA MORRER! E ainda tem aquele povo que reclama de não ter comentários em suas histórias, mas quando lê a de outra pessoa também não comentam! Olha só, o deus da escrita está de olho nisso! 

Então pensando nessa coisa de feedback, ou melhor, na falta dele, eu resolvi lançar uma campanha/projeto: Adote 1 Fic, ou adote uma historia, enfim, só adote. 

E o que eu proponho a você, caro leitor/escritor? Eu peço que escolha uma única história, pode ser mais se quiser, mas faça um esforço e escolha pelo menos uma (de preferência em andamento), então você vai aceitar a missão de acompanhar essa história até o seu final, vai comentar nela sempre que ler e não é comentário “Hmm, legal, continua”, é comentar pra valer! Xingue o personagem que você não gostou, despeje amor e elogio no personagem que amou, viu que o autor(a) cometeu algum errinho, comenta numa boa, dá uma dica para a pessoa. E ainda tem mais! Mostre que você se importa com a pessoa que está escrevendo a história, vá nas redes sociais dela, pergunte como ela está, comente o quanto está gostando da história, cobre atualização, tire dúvidas, enfim, mostre que você se importa com a pessoa que escreve a história que você tano gosta.

O que eu quero mostrar com esse projeto? Que o dedo de ninguém cai quando comenta, ou pergunta para o autor(a) se está tudo bem com ele(a). Se importar não arranca pedaço de ninguém, do mesmo jeito que você odeia ficar no vácuo quando posta a atualização da sua história, aquela pessoa de quem você lê a história também não gosta. Ver o número de view subir não ajuda muito, a view não diz o que a pessoa achou da história, não diz se ela achou que o escritor pecou em alguma coisa, não diz que personagem ela ama, ou qual odeia. Você que está lendo isso tem nas pontas dos seus dedos o poder de fazer alguém feliz com um simples comentário. 

Então convido você a fazer parte desse projeto, quando a história que você escolheu chegar ao fim, você vai perceber que valeu a pena o minutinho que "perdeu" em cada capítulo para comentar, vai perceber que isso não te arranca pedaço, isso não te faz perder um tempo precioso. Então adote uma história e faça a diferença! 

Você não sabe onde procurar fanfics/histórias para ler? Então segue alguns links úteis para você:

Sites de fanfics/histórias: 
Wattpad // Fanfic Obsession // Ficcionando // Espaço Criativo // Fanfiction // Social Spirit

Alguns lugares onde você pode pedir indicações de histórias:
@queendica // @aquelafic // @idfplus // @eudivulgofanfics // @divulgofanfic 
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Você está planejando uma história, eis que no momento de criar um nome para uma cidade a criatividade resolve dar uma volta e você trava. Ou você está precisando de um nome para aquele vilão e simplesmente não faz ideia de que nome colocar. Em algum momento a criatividade falha e ficamos na mão, pior é quando tudo o que falta para você começar é o tal nome e por não ter o mesmo você é obrigado a ficar parado esperando uma iluminação no fim do túnel. Isso é um balde de água fria em cima da inspiração. 

Mas existem pessoas muito boas que pensaram nesses momentos, os super heróis da falta de criatividade, eles criaram uma coisinha chamada geradores de nomes. SÃO OS DEUSES DOS NOMES!

Estava passando por uma situação assim, eu precisava de um nome para um vilão e um herói, mas quem disse que eu tinha ideia para algum nome legal? Então me lembrei desses tais geradores e resolvi pesquisar na esperança de encontrar alguns que pudessem me ajudar especificamente com o que queria. E eu achei!

Eu encontrei o verdadeira paraíso dos nomes e não podia simplesmente guardá-los para mim, então agora vou falar dos geradores que encontrei e não tem só para heróis não, tem gerador para tudo o que você imaginar, até mesmo gerador de épicos de fantasia, então se segura ai na cadeira, porque tem gerador para fazer você pirar. 

GERADOR DE NOME DE SUPER HERÓIS 
Esse é um gerador bem simples, ele vai gerando um nome de cada vez, não gostou do nome sorteado? Clica no botão do gerador de novo e um nome diferente irá aparecer. 

GERADOR DE NOMES DE FANTASIA 
Agora vem um site Br, ele tem uma porção de geradores como nomes para heróis e vilões, elfos, anões, dragões, demônios, entre muitos outros. E existe uma opção para você escolher se quer um nome pequeno, médio ou grande. 

ONLINE NAME GENERATOR 
Nesse gerador você vai poder encontrar nomes para empresas, projetos, nomes de heróis, nomes para bandas, para clãs, grupos e muito mais. Ganhou um cãozinho novo e não sabe que nome colocar? Sim! Nesse site tem até gerador de nome para o seu novo bichinho de estimação. 

MITHRIL & MAGES 
Fuçando no menu no alto da página você vai encontrando uma porção absurda de geradores, destaco nesse site os geradores de nomes do Velho Oeste, para ruas, tem até um gerador de nomes para formações naturais da Terra como praias, baias, entre muitas outras coisas. E você encontrar também um gerador interessantíssimo de doenças e fraquezas, a própria descrição dessa categoria já sugere que é onde você pode encontrar as fraquezas do seu herói. 

POLYGON MAP GENERATION DEMO  
Esse gerador possibilita você criar um mapa de uma ilha, existem algumas funções para você escolher um formato para essa ilha e tem várias formas de visualização da mesma, como por exemplo: em 2D, 3D, biomas, elevações, etc.

Agora vão os dois geradores que mais gostei...

CHARACTER NAME GENERATOR 
Esse gerador é voltado mais para épicos medievais. O legal desse site é que ele vai pedir algumas informações do seu personagem para criar um nome e títulos (são as formas que as pessoas podem chamá-lo, você vai entender quando usar o gerador u-u) para o seu personagem. Ele pergunta o sexo, raça, a profissão e até o nível de fama do seu personagem dentro da história, assim criando um nome com base nas informações do personagem.

FANTASY GENERATOR 
Agora vamos respirar fundo, porque esse site tem geradores suficientes para você sair dele com cada detalhe do seu épico construído em sua mente. E digo isso porque mostrei o gerador para uma amiga, ela surtou e já tem uma história!
Vamos por partes... Ele tem várias categorias de geradores, eu bisbilhotei tudo, mas me concentrei em fantasia e science fiction. Em fantasia você tem uma listinha de tipos de geradores começando pelo de nomes e não é só para personagens não, ali você pode encontrar nomes para personagens a partir de várias épocas e lugares como Grécia, Egito, entre outros, também pode-se encontrar nomes para deuses e divindades, navios, festivais e feriados, livros, armas, reinos, castelos... Enfim, para várias coisas. E tudo isso em apenas UMA categoria de gerador para fantasia. 
Depois você encontra geradores específicos para calendários, para mundo (sim, você pode criar o seu mundo e ter um mapa dele só pra você), para aventura (que seria uma história completa), para plantas de masmorras e itens de uma pousada, exemplo: cardápio do lugar. O que eu te digo é tem MUITA coisa para ficar caçando nesse site, coisas que se você nunca teve ideia para uma história medieval, ah, esse site vai te dar várias! Você está livre para perder algum tempo fuçando nesse gerador e desvendando um mundo que está a sua espera para criá-lo.


Assim finalizo a minha lista de geradores que podem em algum momento serem úteis para a sua história.

*me esforçando para não começar uma história medieval nesse instante*


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Hoje quero falar algo muito sério, pode-se até considerar algo triste, coloquei Hello (Adele) para tocar enquanto escrevo, só para entrar no clima tristeza do post (se quiser escute a música também, vamos dramatizar esse momento juntos). 

No final de Outrubro, tipo última semana, acho que as pessoas estavam cansadas de ouvirem eu falar sobre o NaNoWrimo, eu simplesmente não podia evitar de falar sobre, pois estava muito animada com o desafio (acho que já falei que sou fã de desafios).

Eu acreditei fielmente que seria um Novembro muito produtivo, inscrevi Corrida do Ouro no desafio, história que já citei muito por aqui. Estava crente que por fim terminaria essa história que já fazia parte da minha vida há DOIS ANOS. Sim, amigos, eu estava há todo esse tempo desenvolvendo essa história, ela teve pelo menos umas três versões diferentes e acho que só não desisti dela durante esse tempo todo, porque gosto muito do que criei. 

Bom, alguns podem ter visto o post sobre a minha primeira semana (atrasada) do NaNoWrimo, que começou com uma produtividade muito baixa, mas de um dia para o outro o ritmo aumentou consideravelmente e passei a escrever muito. Eu já queria sair soltando rojões de felicidade, jogar confete na cara das inimigas, mas esse fogo, essa onda de inspiração passou tão rápido como surgiu. 

Pois é, logo em seguida eu já não fazia mais ideia do que fazer com a história. Um dos lemas do NaNo é: não esperar a inspiração, continue escrevendo assim mesmo. Mas como eu continuaria escrevendo se eu não fazia ideia alguma de como continuar a história?!

Corrida do Ouro continua sendo uma das minhas histórias preferidas, foi baseada na experiência com essa história que eu fiz o post sobre criar um AU, eu tenho alguns bons personagens nela, porém tem alguns totalmente descartáveis aos quais quis dar mais destaque do que realmente precisavam.

Eu passei algum tempo pensando durante Novembro, tempo onde eu deveria estar escrevendo e cheguei a conclusão que estou encerrando os serviços na mina (pegou o trocadilho? Hehe), estou oficialmente colocando Corrida do Ouro de volta na gaveta das ideias-para-serem-usadas-mais-tarde.

Entenda, não estou desistindo dela, mas dando espaço para que minha mente possa trabalha-la em outro momento, eu criei um mundo com essa história, criei lugares, costumes, tribos e coisas suficiente para não abandonar esse mundo que criei. Ele vai voltar, mas em outra história, com outros personagens, algo que realmente faça valer a pena o tempo que gastei o criando.

Mas de todo Novembro não foi ruim, na verdade foi muito bom. Além do fato de finalmente me libertar de algo que estava de certa forma me bloqueando e me chateando, eu comecei outras duas histórias! Pois é, quem diria? Uma delas é uma fanfic com Harry Styles, porque não basta ser só fã, tem que ser fã otária e iludida, e a outra é uma shortfic para a Ficstape Lu Indica, que já falei sobre aqui no blog. Estou particularmente animada com o resultado da ficstape, não vejo a hora de postá-la!

A pergunta que fica agora é: o que será que vou aprontar para o próximo NaNoWrimo? Me aguarde Novembro 2016!

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Minha ideia quando comecei o blog era passar adiante tudo aquilo que eu estou aprendendo desde que comecei a escrever ficção, coisa que acho que já contei ter iniciado lá no Orkut com as webs e fanfics. Posso dizer que estou conseguindo manter um ritmo, ainda que meio lento, de escrever esses posts e espero continuar fazendo isso, pois se tem uma coisa que gosto de falar e sobre escrever. 

Há algum tempo, em algum post lá no BEDA, eu falei sobre prazos e o quanto eles estavam de alguma forma me ajudando a terminar minhas histórias, então comentei que era uma teoria ainda em teste e caso ela se mostrasse verdadeira eu viria falar sobre ela. E adivinha! Eu estava certa esse tempo todo. 

Como eu sempre aviso: não é porque deu certo comigo que consequentemente vai dar certo com você, escrever é uma coisa bem pessoal, alguns métodos dão certo para alguns e errado para outros, cabe a cada um encontrar os seus meios. 

Eu venho aos poucos descobrindo que eu trabalho bem sob a pressão de uma data final (NaNoWrimo foi uma exceção dolorosa). A primeira vez que eu percebi isso foi em um Challenge que uma amiga organizou ainda na época do Orkut, na Webs Jemi, e foi incrível como consegui terminar a minha história em menos de uma mês, enquanto eu demorava uma vida para finalizar uma web Jemi (é, eu era iludida mesmo, flw).

Então em Agosto desse ano surgiu o Challenge do FFOBS com um dos temas mais maneirosda galáxia: heróis. Até cheguei a fazer um post sobre isso por conta da minha louca animação com o assunto. E em menos de um mês, mais uma vez, eu finalizei uma história. E no mês passado, como eu divulguei aqui no blog, começou a Ficstape Lu Indica e eu estava participando, finalizei a minha história em menos de duas semanas. 

Ainda que essas histórias que finalizei não sejam gigantes, a do Challenge tem 60 páginas e a Ficstape tem apenas 16, o que realmente importa é elas estarem finalizadas, pois para alguém que durante muito tempo ficou sem finalizar várias histórias, terminar algo já é uma vitória. 

Alguns não gostam desse ritmo sob a pressão de uma data final, por outro lado, outros podem se dar muito bem assim como foi comigo. O fato de você saber que tem que ter tudo pronto até o dia X, te faz se entregar de corpo e alma, te força a ter uma rotina mais rigorosa com a escrita, algo que muitas vezes não temos quando estamos desenvolvendo algo sem um prazo. É algo para se pensar e tentar. 

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Estou eu dentro do carro, ouvindo música e de repente surge ideia para uma história. Ou estou no ônibus e a ação estranha de alguém faz nascer um personagem e consequentemente uma história. Ou também estou sentada no quintal olhando para as belíssimas folhagens verdinhas dançando ao vento e NASCEU OUTRA HISTÓRIA!


Eu acredito que não sou o único ser humano (escritor) que tem histórias saindo até pelos olhos e pior do que lotar o cérebro de história (o que talvez nem seja tão ruim assim) é você querer escrever todas as histórias! Você está desenvolvendo algo, mas a história nova, que surgiu, parece ser muito mais legal e você quer escrever ela também. Eu sou assim, muito assim.

Algumas vezes estou escrevendo cinco histórias ao mesmo tempo, alguns podem pensar que é loucura, que é um método desorganizado de escrever, mas a questão é que não existe um método correto, cada um escreve da forma que melhor consegue trabalhar. O importante é não ficar ziguezagueando por diversas histórias, começar mil histórias, não terminas as mil, começar outras 500 e também não termina-las. É ai que mora o problema. 

Já fiz muito disso e nesse ano eu estou me empenhando de verdade em mudar muitas das minhas atitudes quanto ao modo como escrevo, me esforçando para ter mais compromisso e focar ainda mais em minhas histórias, tanto que hoje eu estou desenvolvendo apenas duas histórias, um número baixo para alguém que já começou várias e não terminou praticamente a maioria delas. 

Escrita é um mundinho bem complexo, ele não ter formas, não existe meios pré-definidos, apenas meios que dão certo. Já me senti mal pensando estar errada em escrever várias histórias ao mesmo tempo, mas hoje vejo que o que fazia eu me sentir mal era o fato de começar e não terminá-las. Se você quiser escrever uma história apenas, ou escrever 10, vá em frente, cada um sabe quais são os seus limites, cada um acha a sua forma de se organizar, o importante é você não desistir e finalizar!

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Nesses últimos dias tenho encontrados coisas bem interessantes voltadas aos escritores e me vejo na obrigação de compartilha-las com quem pode ainda não conhecê-las. Então resolvi reunir tudo numa única lista. Confere: 

  • ESCREVA SUA HISTÓRIA 
    Isso surgiu ao acaso na minha dashboard, no Tumblr, e acho que foi Deus falando: pega, que é pra você! Escreva Sua História é um curso online e grátis, feito pelo Fábio M. Barreto, um escritor e roteirista. O curso consiste em alguns passos pra que você possa desenvolver o seu livro, Fábio passa muito da experiência que ele vem adquirindo desde que começou sua aventura como escritor. Eu estou adorando toda informação passada pelos vídeos aulas, muitas coisas ditas já me colocou pra pensar na minha postura como escritora.    
    O Fábio também está com outro curso, o C.O.N.T.E. - Curso Online de Técnicas para Escritores. É um curso pago, que tem duração de 4 meses. 
  • GENTE QUE ESCREVE 
    Eu estou sempre citando um ou outro Nerdcast nos posts e finalmente descobri um poscast totalmente voltado a escritores! Novamente Fábio M. Barreto está à frente, junto com seu amigo Rob Gordon, que também é escritor. Não sei se podcasts é um formato que seja do gosto de muitas pessoas, porque já digo, não é algo como uma música de 5 minutos, costumam ter por volta de uma hora (ou mais) de duração. Eu adoro! E por isso recomendo. Mais uma vez temos algo recheado de dicas de pessoas experientes no ramo da escrita e muita informação sobre o mercado, uma coisa bem legal é que temos dois pontos de vistas diferentes de um mesmo assunto. 
  • NANOWRIMO 
    Esse eu descobri faltando uma semana pra iniciar. O National Nobel Writing Month, pelo que entendi (porque é o primeiro ano que participo), é um desafio aos escritores do mundo todo, que acontece todo mês de Novembro, a ideia é escrever 50 mil palavras durante os 30 dias de Novembro. Eu já criei a minha conta no site e até inscrevi minha história pro desafio! Se alguém quiser me encontrar por lá, é catscantwrite.
    E no Tumblr tem um texto explicando melhor (alguém que já participou) como é o desafio. E outro texto com algumas dicas pra você se organizar enquanto estiver no desafio.  


Cá estão algumas recomendações pra quem está envolvido no mundo da escrita e também pra quem pretende entrar nesse mundo, o NaNoWrimo pode ser um grande desafio pra quem está começando, mas tanto o podcast Gente Que Escreve e os cursos do Fábio, além de serem interessante pra quem já escreve, também tem o foco na galera que está apenas começando a escrever e tenho certeza que vai trazer informações bem valiosas. 

E se você ouvir/participar de alguma das recomendações, comente aqui, pra surtarmos juntos(as)! Haha

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Recentemente eu estava ouvindo um podcast voltado a escritores (você pode encontrar nesse site) e em certo ponto eles começaram a comentar a questão da pessoa se preocupar de mais com a quantidade, as vezes ela se quer começou sua história e já está se preocupando com número de páginas e livros. 

Não vou ser hipócrita, as vezes também fico pensando nas quantidades de páginas das minhas histórias, parece que quanto mais páginas tiver, melhor será a história, o que pode cair por terra quando é posto em pratica. 

Acho que uma das frases que mais falo é: prefira qualidade à quantidade. Do que vai adiantar você ter 200 páginas de história, mas o conteúdo for pobre e mal trabalhado? 

A última história em que estava trabalhando, Aniquilação, no Word está contando com 58 páginas, mas disso pode-se tirar pelo menos umas 6 páginas de anotações, o que me deixaria com 52 páginas de história. Inicialmente a quantia me deixou preocupada, porque parecia tão pouco, então comecei a pensar em coisas pra acrescentar na história pra que o número de páginas aumentasse. 

Enquanto queimava alguns neurônios pensando no que acrescentar, lembrei-me da tal frase que eu tanto repetia aos outros e estava a prestes a deixar o meu próprio argumento de lado. Tudo o que precisava ser contado na história, foi escrito naquelas 52 páginas, o que eu viesse acrescentar não passaria de enrolação, eu estaria apenas enchendo linguiça com a finalidade fútil de aumentar o número de páginas. 

A qualidade de uma obra não está no seu tamanho, mas no trabalho de quem escreveu e a dedicação. Se você se esforçou pra escrever a melhor história, não importa se ela tiver apenas 5 páginas, ela vai ser a melhor história. E essa questão da qualidade VS quantidade não diz respeito apenas a história, na verdade diz respeito a muitas coisas na vida, como nossos blogs.

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Fonte: planeta png.

Criar um universo próprio é a forma de trazer ainda mais singularidade a uma história, ou no meu caso, foi mais como uma rota de escape por não saber o suficiente de uma época e principalmente de um lugar. Na minha história Corrida Do Ouro, eu acabei por criar um lugar, pois como não encontrava muitas informações concretas quanto as cidades e afins do período da Febre do Ouro e o chamado Velho Oeste, eu estava apavorada com a ideia de escrever tentando utilizar a zona sul dos EUA e fazer m****. 

Então a minha forma de fugir desse medo foi criar um lugar, apesar que no começo eu senti aversão a ideia, pois não queria algo “falso”, mas pensei bem e vi que além de eu ter total liberdade criativa pra fazer o que eu bem entendesse daquele lugar, ainda seria uma boa experiência tentar criar algo ainda maior, algo que nunca havia tentado antes.

As ideias a seguir são bem pessoais a respeito do assunto, pode não ser algo universal, são coisas baseadas na minha experiência até agora criando um universo próprio. 

Abuse da criatividade, mas não viaje na maionese.
Ok, o que eu quero dizer com isso? A não ser que seja a sua intenção fazer um negócio totalmente absurdo, tipo pinturas surrealista e abastardas, você precisa ter cuidado com o que cria, pra não ser algo beirando a insanidade, pois a nossa intenção é criar um lugar, que mesmo não sendo real, ele passe o sentimento de realidade. E caso esteja com dificuldades nesse tópico, vamos ao próximo: 

Baseie-se na História.
O senhor George RR Martin já falou que baseou conflito Stark VS Lanister na Batalha das Rosas (que você pode entender o que foi e de forma bem divertida nesse nerdcast). E eu estou baseando muita coisa da minha história nos próprios acontecimentos da época do Velho Oeste, como a corrida do ouro, que é justamente o que dá nome a história, o conflito homem “civilizado” VS índio, Guerra Civil, entre outras coisinhas. A História é uma fonte inesgotável de ideias e base para muita coisa. 

Em circunstância alguma você pode se esquecer da diversidade. 
Vamos lembrar que cidades, países e continentes são feitos de pessoas das mais variada etnias, mais variadas cores de peles, mais variadas crenças, etc... Em Corrida Do Ouro, eu trabalho com narração em terceira pessoa, com narração de vários personagens e em diferentes locais do país, fico constantemente me lembrando dessa diversidade, pois estou lidando com diversos locais, com uma variedade imensa de etnias. 

Você pode criar mapas.
Eu não sei se existem regras pra se criar mapas, mas se existirem provavelmente quebrei todas elas. A finalidade de se criar um mapa foi apenas pra eu ter uma noção de onde as cidades ficam, onde tem mar, onde tem rio, etc. Tentar criar e guardar tudo isso dentro da minha cabeça seria exigir de mais do meu cérebro, então o mapa serve pra aquilo que ele sempre serviu: guiar. 

E quanto ao idioma. 
Pra falar a verdade essa foi uma questão com que não me preocupei muito. Eu não tenho capacidade alguma pra criar uma nova língua e nem vou me arriscar nessa área, apesar de na minha história existir uma índia entre os personagens principais, não criei diálogos em nenhuma língua indígena.

Não transforme sua história em um livro de História. 
Você tem um novo país em mãos, ele tem uma história como qualquer país e você vai precisar explicar isso a quem está lendo, porém não pode transformar a narrativa em um texto de livro de História, vai tornar algo maçante e deixar a pessoa com a sensação de tédio enquanto lê. Você precisa encontrar a sua forma de colocar a História de uma maneira leve e que ela se case com a narrativa, sem parecer que abriu um imenso parênteses entre um parágrafo e outro.

Mas de forma alguma esqueça da História!
Se tem uma coisa que eu, como leitora, odeio é ler algo que se passa ou em uma distopia, ou um mundo próprio, e ter informações rasas ou quase nenhuma sobre a História daquele lugar. Chega a ser frustrante! Estamos lidando com um lugar criado por você, toda informação desse lugar está exclusivamente em sua mente, não pode escrever a história esperando que o leitor entenda por osmose aquele local. Você não precisa ter tudo em detalhes, mas o mínimo possível. 

Seja ousado! 
Entendeu que não precisa viajar na maionese pra ter um lugar próprio, use e abuse da dosagem certa de ousadia. Não fique se prendendo pelo o que os outro já criaram, se está em dúvida se deve ou não colocar algo em seu universo alternativo, converse com as pessoas a sua volta, explique a elas o que você quer e pergunte o que cada uma acha. Aquele lugar é seu, as regras quem vai ditar é você. Se tal autor fez de tal jeito, você não tem obrigação nenhuma de seguir aquele jeito, aquilo serviu para aquela história. Não tenha medo de ser ousado. 

Pros de um AU: Você tem total liberdade e controle do local onde a história se passa, você tem uma ampla gama de coisas à explorar da forma que sua mente quiser.
Contras de um AU: Vai dar muito mais trabalho, pois antes de começar a escrever você precisa ter o mínimo de informação do local. Você vai exigir ainda mais de sua criatividade. 

Quando eu parava pra pensar em criar um próprio mundo, me parecia algo terrivelmente complicado, realmente não é fácil, porém não é impossível. Vai exigir mais esforço da sua parte, por outro lado é um processo criativo um tanto interessante, estou adorando trabalhar um lugar próprio, a liberdade que isso me proporciona é indescritível, torna a obra ainda mais pessoal. 

Se você tem vontade de criar um universo alternativo, criar o seu próprio país, acredito ser uma experiência interessantíssima, pela qual vale a pena passar ao menos uma vez. E como parece existir um nerdcast pra cada ocasião da vida, existe um sobre criar mundos que vale a pena ouvir, você pode fazer o download aqui.

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Máquina de escrever: fonte.

Vivemos em mundo onde todos querem ser vistos e amados, que escritor nunca começou algo pensando “será que vão gostar da minha história?”. Eu não acho errado queremos reconhecimento por aquilo que fazemos, pelo contrário, isso é mais do que um incentivo pra continuarmos o trabalho. Mas é nessa questão que vive o perigo. 

Algo que me falaram uma vez e tomei isso como regra pra uma vida feliz como uma escritora que ama o que faz é: escreva aquilo que gostaria de ler. 

É isso não vale só pra histórias não, vale também para aquilo que vem pro blog. A primeira pessoa que o seu trabalho precisa agradar é você mesmo, isso é um grande gancho sobre aquilo que falei em amar o que você faz. 

Se você não gosta de histórias criminais, por que vai escrever sobre o assunto? Se você não gosta de fazer resenhas de filmes, por que vai escrever sobre isso? Primeiro que vai ser uma tortura desenvolver o assunto, se você se quer se esforça pra gostar dele. Segundo, se você não gosta daquilo as chances de você o fazer de qualquer jeito, prejudicando a qualidade do trabalho, é bem grande. Leia o que você escreveu, se fosse você o leitor, ia gostar do que está ali? Ou já largaria mão logo no início, porque a leitura é desagradável? 

Escreva sobre o que você gostaria de ler. “Mas não estou escrevendo pra mim!”. Mas esta escrevendo pra uma infinidade de pessoas que gostam das mesmas coisas que você. Não comece algo porque “é o que todo mundo está lendo”, sempre vai existir aquele assunto que parece universal, mas de longe ele não é. Vou dar o exemplo de vampiros, há um tempo eles eram aquilo pelo o que todo mundo buscava, nos livros, filmes e séries. Hoje eles já não estão com essa bola toda. 

Não escreve algo, porque é o que todo mundo quer, vai ter pessoas pra suprir a necessidade deles, não precisa você se sacrificar por isso. 

Esse post faz parte do projeto BEDA – Blog Every Day August, que consiste em postar algo todos os dias durante todo o mês de Agosto, promovido pelo grupo Rotaroots.
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Ok. Eu não sabia o que por na capa... haha

Durante um bom tempo eu fiquei trabalhando e estudando. Pra quem passa, ou já passou, pela mesma situação, sabe que não sobra muito tempo pra fazer outras coisas e eu acabei ficando sem escrever por um tempo. No começo eu praticamente tinha abandonado todas as minhas histórias, pois eu não tinha tempo algum de sentar em frente ao notebook e escrever.

Mas um dia, um belo dia a luz chegou a mim. A solução para os meus problemas. Eu queria que tivesse sido algum antídoto do sono, pra eu nunca mais precisar dormir, mas era apenas o aplicativo do Microsoft Word. Apenas não, era ooOOOOoo aplicativo do Word.

A partir desse dia abençoado eu passei a escrever a onde quer que eu fosse tendo o celular ou o tablet em mãos (e com uma quantia razoável de bateria, por que né...). 

O aplicativo é de grátis, você pode encontrar tanto pro iOS, quanto para o Android. Eu achei o app algo divino, ele é pratico, fácil de se mexer, não existe dificuldade alguma pra usa-lo. Fazendo seu login, você terá acesso a todos os seus arquivos no One Drive, local para onde vão todos os documentos que você criar no aplicativo também.

Você pode tanto utiliza-lo com internet, ou sem, a única diferença é: quando utilizando o aplicativo com uso da internet, tudo o que você criar ou editar, vai ser salvo diretamente na sua conta do One Drive. E quando utilizado sem internet, tudo o que você criar só poderá ser salvo no aplicativo (mais tarde você podendo transferir pra nuvem) e assim valendo pro que for editado também.

Super recomendo o aplicativo, ele serviu de grande quebra-galho na época em que eu não tinha muito tempo pra ficar em frente o computador e até hoje utilizo ele frequentemente. Foi através dele que escrevi muitos posts do meu antigo blog, também foi onde escrevi pelo menos metade de tudo o que tenho agora da Corrida do Ouro. Eu ainda não encontrei motivos pra reclamar do app.

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Sem dúvida o local onde a história se passa é um dos pontos mais importantes da mesma, é nela onde nossos protagonistas vivem suas confusões, se encontram, se desencontram, vivem os melhores momento, os mais infelizes também. À época também é um fator importantíssimo, pois ela dirige os costumes, as expressões, as ações, seja pra um personagem que segue os costumes a risca, ou aquele “à frente do seu tempo". 

Cultura, linguagem, costumes. Todos são pontos de extrema importância em uma narrativa, eles trazem a veracidade, aquele sentimento de realidade a trama. E a forma de tornar isso convincente é pesquisando e entendendo o local e a época em que sua história se passa. 

Não estou dizendo que as coisas devem ser 100 por cento verídicas, pois a não ser que você viva naquele lugar e naquela época, ou conheça alguém que vive, você nunca vai conseguir descrever com total exatidão. Mas por outro lado, isso não descarta a possibilidade de ser o mínimo realista e convincente possível. 

Hoje temos uma grande ferramenta a nosso favor, a qual todos são bem familiarizados: a internet. Sem desculpas que não tem livros, que não tem acesso fácil a uma biblioteca, com um celular em mãos e internet você pode fazer uma boa pesquisa. 

Nem sempre tive esse pensamento. Hoje toda e qualquer história que começo, principalmente as que não se passam em meus país, minha época, eu faço uma pesquisa. E vou admitir que tem se tornado uma das minhas partes preferidas da criação, porque além de ser de grande importância pra história, eu acabo aprendendo muita coisa. 

Quando fui começar a escrever A Corrida do Ouro, que pra quem viu na página “Projetos” a história se passa no Velho Oeste. Apesar de tudo acontecer em um país fictício, eu quis manter muitas coisas da época e aprendi que o Velho Oeste dos filmes, não é bem como o verdadeiro Velho Oeste. E hoje tenho blocos e mais blocos de anotações sobre a época, que servem como referências pra enriquecer a história.

Uma coisa que caiu no meu conhecimento recentemente são os sites das cidades, muitas cidades por todo o mundo tem seu próprio site, sendo uma fonte extremamente confiável pra você utilizar em suas pesquisas. Esses site são ricos de informações, com páginas sobre os pontos importantes, praças públicas, calendário de eventos, feriados, muitas imagens, serviços públicos, etc. Então utilize essa ferramenta de fácil acesso e aberta a qualquer um, com informações relevantes e verídicas. 

Citei muito a questão de lugares e época, mas isso não descarta a importância de uma boa pesquisa com questões de doenças, distúrbios e tantos outros assuntos. Tudo aquilo que você não tem conhecimento, ou tem dúvidas se realmente é o que você pensa, é mais do recomendado você ir em busca de informações e dados. Nunca é de mais se preparar.

No começo pode bater aquela preguiça em ficar abrindo página atrás de página, coletando infinitas informações sobre algo, eu também sinto isso. Mas quando se começa, você percebe que é um trabalho tranquilo e quando se dá conta já está há um tempão lendo.  

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Continuando o BEDA e tenho que admitir que estou adorando isso, começar o blog já com posts todos os dias está sendo algo um tanto divertido. 

Pra sexta feira resolvi fazer um punhado de links interessantes, eles não são necessariamente links só dessa semana, mas são coisas bem interessantes que encontrei nas ultimas semanas. Então confira:

  • Nanda Helps: um tumblr extremamente útil que encontrei recentemente. Ele está sempre sendo atualizado com coisas bem interessantes pra galera que escreve e também pra quem participa de RPG. Ah. E a Nanda é muito simpática, se você está precisando de ajuda com algo, ela está sempre disposta a te ajudar da forma que ela puder. [http://nandahelps.tumblr.com/]
  • Clube do Livro Webs: diretamente do Tumblr também, a ideia do blog (que por sinal é novo) é disponibilizar resenhas de webs feitas pelas próprias pessoas que as leram, oferecendo um feedback aos escritores e divulgando a história a outras pessoas. E quanto aos escritores, eles tem a opção de pedir um crítica, construtiva é claro, de sua web. [http://clubedolivro-webs.tumblr.com/]
  • 22 conselhos de Stephen King para escritores(as): aqui estão dicas que todo escritor deveria (deve!) ler, dicas valiosas. [http://homoliteratus.com/22-conselhos-de-stephen-king-para-escritoresas/]
  • A Guide To New Jersey: Tumblr pela terceira vez na lista, é mais forte do que eu. Enfim, aqui tem um guia de alguém que vive no estado de New Jersey (Estados Unidos). É algo bem direto, mas com informações que raramente você vai encontrar em um site. Então se você está escrevendo, pretende escrever, alguma história que se passe em algum canto de New Jersey, agora você te um guia feito diretamente de alguém que vive lá. [http://jessicarps.tumblr.com/post/125669938004/a-guide-to-new-jersey-being-from-new-jersey]
  • Texts From Hell’s Kitchen: assisti a série Daredevil e simplesmente amei com todo o meu coração pulsante. No Tumblr (tenho que superar esse vício, me desculpem) encontrei um blog de humor, que pega as sms postadas no site Texts From Las Night e usa screencaps da série pra ilustrar as mensagens. É beeeem engraçado, pelo menos eu achei haha [http://textsfromhellskitchen.tumblr.com/]
  • Coisas que todo escritor precisa fazerCoisas Que Todo Escritor Precisa Fazer: sério, esse texto é pra inspirar todo e qualquer escritor. Só digo uma coisa: leia! [https://medium.com/@NanoFregonese/coisas-que-todo-escritor-precisa-fazer-4e4402be2dc8]
  • Como criar personagens marcantes com apenas uma pergunta: o personagem, parte importantíssima e essencial dentro de uma narrativa, mas como torna-lo um bom personagem? A ideia posta nessa matéria é bem interessante e vale a pena ser posta em prática. [https://medium.com/@NanoFregonese/como-criar-personagens-marcantes-com-apenas-uma-pergunta-a95752a65a65]

Bom, não foram tantos links e desculpem pelo Tumblr ter simplesmente dominado o post, a verdade é que eu amo de mais o site, então muita coisa que encontro, eu encontro lá. E como a ideia do blog é trazer dicas de escrita e falar muito sobre o universo criativo de um escritor, a maioria dos links foram voltados a esse assunto. Espero que gostem e que seja útil para vocês!

PS: Eu não sei por que raios os links não estão querendo aparecer nos títulos, portanto deixei os mesmo no final de cada tópico correspondente. 

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