• Home
  • Awesome
Email

Cats Can't Write


TÍTULO ORIGINAL: The Revenant
SINOPSE: 1822. Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) parte para o oeste americano disposto a ganhar dinheiro caçando. Atacado por um urso, fica seriamente ferido e é abandonado à própria sorte pelo parceiro John Fitzgerald (Tom Hardy), que ainda rouba seus pertences. Entretanto, mesmo com toda adversidade, Glass consegue sobreviver e inicia uma árdua jornada em busca de vingança.
GÊNERO: Aventura
DIREÇÃO: Alejandro González Iñárritu
ELENCO: Leonardo DiCaprio, Tom Hardy, Domhnall Gleeson, Will Poulter
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 16 anos. 

Esse texto pode muito bem soar como uma declaração de amor à O Regresso, o que não está errado vendo o quando eu amei esse filme. 

Tive o prazer de assistir o filme ao lado da minha digníssima mãe e infelizmente muito próximas de um casal tagarela. O Regresso fala exatamente do que o título diz: o regresso. Então cabe a você perguntar: quem está regressando? Essa pessoa está vindo de onde? E para onde ela vai? Ah! Como eu amo títulos diretos. Hugh Glass é a pessoa quem retorna (já repeti de mais a outra palavra), ele é um caçador e também uma espécie de guia, que está trabalhando entre um grupo de caçadores que se embrenham no meio de um território selvagem e longe de qualquer coisa que significasse civilização em 1800. Após o acampamento ser atacado por um grupo de índios, aqueles que sobreviveram contam com Hugh para leva-los de volta a “base” dos caçadores. Como se já não estivesse tudo indo ruim e a vida provando que nada pode ser ruim de mais que não possa pior, Hugh é atacado por um urso ficando quase a beira da morte. Deixado para trás aos cuidado de John Fitzgerald (Tom Hardy) e o jovem Bridger (Will Poulter), novamente Hugh é deixado para trás jogado dentro de uma cova rasa e ai começa um retorno triunfal e que me deixou com vergonha de mim mesma, porque eu não teria feito metade do que aquele homem todo ferrado conseguiu fazer, se o filme fosse sobre mim tinha terminado já na cena dos índios atacando o acampamento... 

A história do filme é incrível, uma grande lição de vida para essa pessoa preguiçosa e reclamona que vos escreve, como eu falei, não teria capacidade de fazer metade do que Hugh fez. Mas o que realmente me deixou deslumbrada e jogando elogios ao vento para esse filme foi o visual dele. 

Tudo começa com o cenário escolhido, é um lugar que ser visto pelos próprios olhos deve ser de arrancar o ar dos pulmões de tão maravilhoso. O diretor não sendo nada burro é claro que usou e abusou da paisagem magnífica que tinha em mãos, eu queria ficar gritando “mostra mais! O MEUS OLHOS PRECISAM DE MAIS!”. 

Eu não sou de ficar prestando atenção na questão estética do filmes na primeira vez que o vejo, a primeira vez eu costumo dizer que é pela diversão, depois eu paro para pensar em outras questões discutíveis, porém esse filme foi uma exceção, a direção de fotografia fez um trabalho tão espetacular, que mesmo você não parando para observar isso você acaba vendo (é, isso ficou confuso).

O Regresso é tão bom, mas TÃO BOM, que eu voto em até a pessoa que servia café para equipe ganhar um Oscar!

O filme terminou e eu estava imóvel tentando me lembrar o que fazemos quando um filme acaba, dei uma olhar para o lado a tempo de ouvir a menina do casal boca nervosa soltando a seguinte frase: que filme bosta. Duas coisas me impediram de ser uma intrometida naquele momento: a) eu estava perdida entre algumas cenas do filme que voltavam como tiros na minha cabeça; b) EU AMEI O FILME E NÃO DESPERDICEI O MEU INGRESSO ao contrario de certas pessoas que não prestou atenção e depois a culpa é do filme. E outra, o filme me ensinou uma coisa: à mim não pertence a vingança (segura a referência!!!).


E agora peço licença para lhes contar uma breve história:

Era uma vez um pobre garoto que desejava ganhar um Oscar

Mas o mesmo o esnobava

Não importava o quanto se esforçasse 

Sempre lhe diziam

Então um dia ele ganhou um prêmio, porém

Com o grande dia chegando ele gostaria de dizer que estava bem

Mas não estava

Estavam para anunciar sua categoria

 Então

E agora

FIM!!!
Share
Tweet
Pin
Share
14 comentários

Se eu nunca tivesse encontrado alguém que falou “não gosto de música” eu diria que é impossível encontrar uma pessoa se quer que não goste de música. Temos uma infinidade de estilos a nossa disposição, uma outra infinidade de cantores solos e bandas, ou seja, temos conteúdo e gente produzindo aos montes para que cada um encontre aquilo que mais gosta. 

Música nos inspira, nos distrai, nos faz querer dançar, pode também nos fazer chorar, a música nos faz sentir algo. Quem nunca ouviu uma música ou leu a tradução de alguma e pensou “isso foi escrito para mim”, ou “isso é sobre mim”? Pensando nisso, um dos temas de blogagem coletiva do mês de Fevereiro é sobre músicas que nos descrevem, como uma apaixonada por música não podia simplesmente ignorar esse tema. 

I WILL BE FOUND (Lost At Sea) – John Mayer
Esse homem tem uma lista de músicas que me descrevem e essa é uma das principais.



IN REPAIR – John Mayer (again)
Essa é como uma consequência da anterior, ao sentir-se perdido, ao sentir-se pequeno, é preciso buscar concertar aquilo que está de errado.


BELIEVE IN ME – Demi Lovato
Ainda no tema meio “fossa” da lista, eu tenho muito desse negócio de duvidar da minha pessoa e não acreditar no meu próprio potencial. 




METARMOFOSE AMBULANTE – Raul Seixas
Eu acho que não tem uma música que pode descrever tão bem a forma como penso: nunca é a mesma coisa. Eu costumo dizer que um dia eu acordo querendo destruir o mundo e no outro acordo querendo espalhar o amor pela humanidade


FOLLOW THAT DREAM – Elvis Presley
Eu queria uma música dele nessa lista e acho que essa se encaixa bem. Eu sou movida a sonhos seja aquele pequenininho de comprar um sapato que sou apaixonada, ou aquele imenso de fazer a faculdade de cinema. 


HIGH SCHOOL MUSICAL – High School Musical 3
Já desabafei o meu amor por HSM nesse post e acho que é uma música que descreve muito bem o meu último ano na escola, ter que me despedir de alguns amigos que foram para longe, nós não teríamos mais aquele contato diário, dizer adeus a vida boa e fácil... Mas acima de tudo não era o fim. 



(Now And Then There’s) A FOOL SUCH AS I – Elvis Presley
Nunca passei pela situação literal da música, mas imaginemos assim: eu = elvis, ela = vida e a vida vive me fazendo de otária! hahaha mas como a música diz: tem sempre alguém fazendo esse papel também. 


SHAKE IT OFF – Taylor Swift
Na verdade eu não gosto da música, mas tenho que admitir que ela vai de acordo com aquilo que penso e acredito. Eu demorei um pouco para entender e trazer isso para minha vida, sempre vai existir pessoas para nos colocar para baixo e criticar aquilo que fazemos, porém de forma alguma devemos deixar de ser quem somos e fazer o que amamos por conta de opinião alheia. Eu amo o que faço, se eu for viver para agradar aos outros estarei praticamente dando as rédeas da minha vida para que outros a comandem. HATES GONNA HATE! 




E quanto a vocês, quais músicas te representam?

Esse post faz parte da blogagem coletiva do Blogs Que Interagem.

Share
Tweet
Pin
Share
8 comentários

EU AMO HIGH SCHOOL MUSICAL! E assim início o meu post. 

No ano em que um dos meus filmes preferidos completa 10 anos eu não podia simplesmente ignorá-lo. Ainda parece que foi ontem que estava eu indo à casa da minha tia para mais um almoço de família, quando chego lá encontro minhas primas dançando e cantando com um filme, eu pensei “credo, família esquisita”, então fiz a pergunta mais importante daquele dia: o que raios é High School Musical? Elas olharam para mim como se eu tivesse perguntado algo absurdo e fizeram questão de voltar ao início de filme e assim deu-se inicio a minha jornada com High School Musical. Dez anos se passaram e eu ainda coloco o terceiro filme da saga como um dos meus preferidos por toda vida. 

High School Musical me marcou por diversos motivos, um deles foi o fato de uma das protagonistas ter o mesmo nome que eu e quando eu era criança tinha uma necessidade bizarra de encontrar personagens com o meu nome. E quem nunca se deixou se levar pelo menos um pouco pela ideia de que o ensino médio poderia ser pelo menos uns 10% daquilo que é no filme? Mas para mim o que mais marcou foi a ideia de que o tempo passa e as coisas, por mais boas que sejam, não duram para sempre, apesar de não ter sido uma lição que tirei logo cara, afinal era uma pré-adolescente na época de estreia do filme, foi algo que veio muito a calhar quando eu estava no ensino médio (coincidência? acho que não). 

Sempre tive problemas em aceitar mudanças desde as mais pequenas até (e principalmente) as grandes mudanças, era algo que fazia eu querer me enterrar em um buraco e sair só quando tudo voltasse ao que era antes. O fato de que nada é eterno era ainda pior, pois eu já sofria antecipadamente imaginando como seria o final de algo, por exemplo, o final de um curso, ou ter que mudar de escola e perder os amigos. 

No segundo filme de HSM começa a surgir diálogos a respeito de que o tempo não para e as coisas chegam ao final, quando eu via a Gabriella falando a respeito disso eu me via totalmente naquela situação, pois eu também queria que as coisas fossem mais devagar. 

Então vem a terceira parte da saga, onde a questão do tempo passar é ainda mais forte e pior: era o último filme. Era pedir de mais do meu espírito nada suscetível a mudanças. Eu me desesperava ao ver todas as situações em que a Gabriella estava, era o final de algo que significou tanto para ela, todos os seus amigos iriam cada um para um lado, ela se via mais uma vez diante de uma mudança de cidade. Por muito tempo me senti exatamente da mesma maneira que ela, eu me via sufocada pela vida adulta que em algum momento chegaria a mim, eu tinha medo das coisas não serem tão boas como eram antes. 

Eu precisei chorar muito (literalmente) para entender que o tempo vai passar queira eu ou não, ele não vai me pedir licença, não vai esperar eu estar pronta. As coisas também não duram para sempre e é justamente por isso temos que aproveitá-las ao máximo antes que chegue o temido final, para quando aquele capítulo finalizar ele não terminei com um “eu poderia ter feito mais e melhor”. 

No fim das contas eu não vou ter um namorado gato que vai escolher uma universidade próxima a minha, porém aceitar que o tempo não vai parar e as coisas não duram para sempre torna a vida mais fácil, você para de se preocupar tanto com o final e se preocupa mais em aproveitar o presente.

A única coisa que High School Musical não me ensinou é como não chorar com o final do terceiro filme, eu estou chorando desde 2008!

*quando o filme acaba*


ALGUÉM ME SEGURA PORQUE NÃO ESTOU PODENDO COM ESSES GIFS x_x
Share
Tweet
Pin
Share
4 comentários

Depois de pular um mês do 5on5 ele por fim voltou! Não consegui postar o do mês de Janeiro pois estava viajando, eu até tinha planos de postar atrasado, MAS eu provavelmente fiz alguma merd* com o cartão de memória da câmera que todas as fotos foram apagadas. Graças ao bom Deus, meu amigo conseguiu recuperar as minha preciosidades. 

Para Fevereiro não tínhamos um tema definido, então decidimos fazer um copilado de fotos que tiramos no decorrer de Janeiro, o que para mim deu uma porrada de imagens, portanto dessa vez decidi colocar um "continue lendo", porque são muitas fotos mesmo (e isso porque nem postei todas haha). 

Share
Tweet
Pin
Share
2 comentários

Quem leu o meu post sobre 2015, e acredito ter comentado em outras ocasiões também, viu que destaquei o ano passado importante, porque foi quando coloquei a mão na consciência e pensei: quero ser escritora, portanto preciso agir como tal. No meio dessa jornada em busca de como melhorar a minha postura como escritora, eu encontrei muitas coisas que me ajudaram MUITO, até cheguei a fazer um post com alguns links que me ajudaram horrores e um deles, volto a destacar, foi o curso grátis Gente Que Escreve. 

Logo no primeiro vídeo do curso o Fábio fala a respeito da ideia de escrever todos os dias, coisas que alguns concordam, mas outros preferem seguir outra linha. Eu acredito no quanto isso pode ajudar, mas não, eu não faço isso, porém desejo conseguir fazer um dia. 

Houveram algumas ocasiões em que eu precisei fazer isso, a primeira delas foi no BEDA. Em agosto de 2015, exatamente o mês em que comecei o blog, o desafio era: postar todos os dias. Ou seja, era quase como ter que escrever todos os dias, ainda que não fosse algo extenso, afinal é difícil encontrar alguém que escreva seis páginas do Word para um post de um blog, escrever um post novo a cada dia durante um mês inteiro eu diria que foi o que começou a me preparar para essa ideia que muitos escritores apoiam. 

A segundo ocasião, acredito eu, foi com o Challenge do FFOBS (que também comentei aqui no blog). Eu tinha um mês para escrever, revisar e enviar uma história finalizada ao site, eu passei dias seguidos escrevendo, as vezes precisava parar para concertar alguma coisa que não estava casando na história, então voltava a escrever. Foi algo frenético. 

A terceira, aquela que foi ao meu martírio e consequentemente a minha decepção: NaNoWrimo. Eu consegui uma quantia boa de palavras em um período relativamente curto, porém a história me deixou frustrada, os personagens já não pareciam tão bons, resumindo o já dito: eu desisti na metade do desafio. 

O que eu tirei dessas experiências? Além de que funciono estranhamente bem sob pressão, que escrever todos os dias é muito bom! A noite quando eu ia dormir não sentia que o meu dia tinha sido desperdiçado, pelo contrario, eu estava em paz porque tinha feito algo muito bom durante o dia, me sentia útil. 

Uma coisa que eu tenho trazido para mim e tentando espalhar isso para quem eu puder é: a única maneira de melhorar e praticar a escrita é escrevendo. Antes eu ficava choramingando sobre o quanto achava a minhas histórias ruins, ou o quanto eu odiava a minha escrita, porém eu não estava fazendo NADA para melhorar isso. E é por isso que eu gosto tanto dessa ideia de escrever todos os dias, pois todas as vezes que eu coloquei na prática eu aprendia alguma coisa e me sentia bem por ter escrito algo, não era como colocar a cabeça no travesseiro e sentir que foi um dia desperdiçado. 

Então a minha proposta hoje, para mim e para você que quer se desafiar também, é passar a escrever todos os dias, seja escrevendo vários posts para o blog, ou começando pequenas histórias, ou até começar uma grande história, vale qualquer coisa! Eu não quero mais colocar isso em prática só quando resolvo participar de algum desafio, ou concurso, eu quero criar em mim o hábito de escrever o tempo todo, quero perder o costume de ficar esperando a história vir até mim.

Share
Tweet
Pin
Share
4 comentários
Newer Posts
Older Posts

SOBRE

Divagando sobre a imprevisibilidade da vida e como ela pode nos tornar criativos sofredores.

ARQUIVO DO BLOG

  • ►  2020 (1)
    • ►  abril (1)
  • ►  2019 (1)
    • ►  março (1)
  • ►  2018 (1)
    • ►  novembro (1)
  • ►  2017 (4)
    • ►  março (2)
    • ►  fevereiro (2)
  • ▼  2016 (79)
    • ►  dezembro (1)
    • ►  novembro (6)
    • ►  outubro (3)
    • ►  setembro (2)
    • ►  agosto (21)
    • ►  julho (7)
    • ►  junho (6)
    • ►  maio (9)
    • ►  abril (5)
    • ►  março (9)
    • ▼  fevereiro (5)
      • ASSISTI NO CINEMA: O REGRESSO
      • MÚSICAS QUE ME REPRESENTAM
      • O QUE HIGH SCHOOL MUSICAL ME ENSINOU
      • 5ON5: SOBRE JANEIRO
      • DESAFIE-SE A ESCREVER TODO DIA
    • ►  janeiro (5)
  • ►  2015 (43)
    • ►  dezembro (4)
    • ►  novembro (5)
    • ►  outubro (8)
    • ►  setembro (5)
    • ►  agosto (21)

POSTS MAIS POPULARES

  • MEME: COMPLETE AS FRASES
    MAIS UM MEME, UHU! Dessa vez eu fui indicada pela maravilhosa da Nana , que por sinal, quem não conhece o blog dela, CORRE CONHECER!  ...
  • 5ON5: ROSA [PINK IS THE NEW BLACK!]
    Olá, amiguinhos. Hoje tenho uma novidade: ESTOU PARTICIPANDO DE UM PROJETO FOTOGRÁFICO!  Aos menos entendedores, esse projeto consi...
  • SEIS MOTIVOS PARA ASSISTIR STRANGER THINGS
    Estão todos falando a respeito desse fenômeno chamado Stranger Things e eu não ficarei de fora! Eu terminei a série ontem e venho corren...
  • VOLTEMOS A FALAR DOS LEITORES FANTASMAS
    No ano passado eu fiz um post intitulado Não Seja Um Leitor Fantasma , por um bom tempo ele ficou entre os mais lidos aqui no blog e não...

SEGUIDORES

CATEGORIAS

BEDA the drama queen Rotaroots filmes dicas cinema fotografia Netflix resenha escrever música MEME fanfic livros tag aos escritores escrita nanowrimo recomendo séries filme recomendação criar dica de escrita ficstape inspiração recomendações sobre mim design história indico links lista top 5
Tecnologia do Blogger.

Created with by ThemeXpose