• Home
  • Awesome
Email

Cats Can't Write


Semana passada o NaNoWrimo chegou ao fim, mas aquilo que aprendi durante o mês de novembro espero carregar comigo pelo resto da vida. 

No ano passado, quando tive um desafio um tanto frustrado, apesar de ter ficado chateada, eu já estava prometendo a mim mesma que no próximo ano entraria preparada e focada no NaNo. Eu realmente planejei, praticamente dois meses antes eu já estava com a história escolhida e aos poucos fui definindo os pontos mais importantes da mesma, anotava algumas cenas que me vinham a cabeça e poderiam ser úteis, escrevi um pouco sobre cada personagem e quando finalmente chegou o dia primeiro de novembro eu estava preparada para começar a jornada rumo as 50 mil palavras. 

Bom, se você leu o post sobre a primeira semana do NaNo sabe bem que o planejamento não deu em nada, pois no terceiro dia, depois de lutar para escrever e sentir alguma ligação com aquela história, eu decidi mudar de uma hora para outra e comecei uma história nova, que não era tão nova assim. Então aqui vamos a primeira grande lição do NaNo:

Não se force a escrver uma história que não está rolando um feeling.
Inicialmente, eu achei que não estava gostando muito da história por ainda ser apenas o começo da mesma, eu costumo sentir isso as vezes, fico tão animada com algo que vai acontecer mais para frente, que o começo realmente parece chato e maçante. Mas eu estava enganada e por sorte percebi isso antes que fosse tarde de mais. Se não está rolando um feeling, se você não está tendo uma conexão com a história, não força a barra!
Se você ficar se forçando a escrever uma coisa que não está em sintonia com você, vai ser um trabalho torturante, quando na verdade deveria ser uma coisa prazerosa (escrever, no caso). Existe uma infinidade de possibilidades de porquês da história não estar acontecendo, as vezes você não está no momento para desenvolver a mesma, as vezes a história realmente não é boa... Enfim, escreva aquela história que te faz sorrir igual um bobo apaixonado sempre que pensa nela.

Primeira história frustrada, eu parti para uma velha conhecida, que eu já tinha começado a escrever no meio do ano, mas acabei largando, pois a mesma não estava dando em nada, então resolvi dar um tempo nela e depois pensar melhor na mesma. Então, de repente, ela parecia a minha saída para finalmente conseguir vencer o desafio das 50K e vamos a mais uma lição:

A paciência é amiga da perfeição.
Acho que essa frase nunca fez mais sentido na minha vida, uma história que eu simplesmente larguei, pois não estava dando em nada e isso estava me incomodando profundamente, eu dei tempo para lentamente ir lapidando a ideia principal, entenda, eu não parei de repente de pensar na mesma, vezes ou outra uma ideia nova surgia, então eu anotava essa ideia em um lugar e ali ela ficaria guardada até a hora certa, em que eu dissesse “ok, agora vou voltar à essa história”.
Esse tempo que eu dei para a história foi crucial para que um material melhor fosse pensado, a essência da história original ainda está ali, mas procurei elementos melhores para fazer tudo ter mais sentido e parecer mais interessante. Então não desista de uma ideia, principalmente quando você sente que ela é boa, pense que ela é uma pedra preciosa, você vai ter que lapidá-la e poli-la, para que então possa tirar o que de melhor ela tem a oferecer. Seja paciente! 

Eu havia encontrado a história perfeita para aquele momento, ela estava saindo com uma naturalidade inexplicável e assim como eu havia lido em um post de preparação para o NaNoWrimo, eu estava quase vendo os personagens. O tempo todo estava pensando na história, melhorando algumas cenas, criando novas... Eu estava tão focada na história, que chegava a escrever quatro/cinco mil palavras por dia e nesse ponto provavelmente encontramos a maior lição que tirei desse mês.

Eu POSSO ter o controle sobre a minha criatividade e inspiração.
Generalizar eu não posso, talvez tenha sido um golpe de sorte, mas seja lá o que for, a verdade durante esse mês foi uma só: adeus bloqueio criativo.
Eu venho já há alguns meses lutando fortemente contra a ideia do bloqueio criativo, ou falta de inspiração, já até falei sobre isso, e quanto mais eu venho reforçando isso, mais tem se provado real. No Tumblr eu meio que estava fazendo um diário do NaNoWrimo, todo dia falava do desempenho do dia anterior, fazia alguns comentários e um desses comentários foi sobre um leve temor de a história falhar em algum momento, eu dar com os burros na água, assim como aconteceu no ano passado (que por sinal eu culpei o tal bloqueio criativo). Agora sendo bem sincera, não teve um dia se quer que falhou, todas as vezes que eu sentei de frente ao notebook, todas essas vezes eu escrevi e não foi pouco.
Admito, algumas vezes eu tive que dar uma forçada para a escrita sair, pois não sabia bem como abordar aquela cena, ou como começar, mas eu dava uma forçada, escrevia qualquer coisa e continuava, até que as coisas entravam no trilho novamente e tudo corresse bem. 

E falando sobre “escrever qualquer coisa e continuar”, vamos a outra lição:

Foque unicamente em escrever e finalizar o que começou.
Nunca, em hipótese alguma, pare para ficar relendo o que escreveu. Se você quer terminar o que começou, não fique parando para ler aquilo que acabou de escrever, primeiro que acaba cortando totalmente o momento, você está todo empolgado, seu cérebro está no automático, seus dedos digitando aquilo que a mente manda, parar para ler aquilo que saiu é um balde de água fria naquele ritmo frenético de escrita. E outra, como falei, você está eufórico, colocando as ideias no papel, dificilmente aquilo que acabou de ser escrito vai ser o melhor que você tem a oferecer, então você para ler e pensa “cara, isso está horrível”, apaga tudo o que escreveu e começa de novo. Me diga, que progresso teve nisso?
Você tem que entender que o primeiro texto não é o produto final, imagine ele como um esqueletinho daquilo que o seu texto pode se tornar. Então mais importante do que ter o melhor texto possível é ter o texto escrito, foque em colocar a ideia principal ali e finaliza-la. Depois que você escreveu a última linha, descanse a cabeça, vá fazer outras coisas por alguns dias, ou até mesmo semanas, então você vai voltar com seu olhar mais crítico possível e ai sim você vai começar a trabalhar de verdade naquilo que vai vir a ser o produto final. Você vai revisar toda história, tirar aqueles parágrafos e cenas desnecessários, acrescentar aquilo que faltou, colocar mais informações e sentimento nos parágrafos, melhorar os diálogos.
Entenda, não estou dizendo “escreve qualquer porcaria”, LONGE DISSO! Repetindo, escreva a ideia principal, as cenas principais, dê vida a essa história, quando ela chegar ao final vai ser uma pedra bruta, então você vai passar a lapidá-la e poli-la, assim tirando o melhor que tiver daquele imenso rascunho (o exemplo da pedra de novo...). 

E como o NaNoWrimo nada mais é do que um grande desafio, vamos a última lição:

Desafie-se!
Acredito que uma coisa que ajudou eu alcançar as 50 mil palavras, foi o meu lado competitivo, eu tinha que provar para mim que podia sim chegar aos 50 mil, era quase como se a minha honra estivesse em jogo. Se desafiar um pouco nunca é de mais e eu já falei uma porção de vezes o quanto esse tipo de concurso (nem sei se dá para chamar assim) ajuda. É o momento que você vai descobrir como trabalha sob pressão, eu, por exemplo, descobri que consigo lidar muito bem sob a pressão de uma meta e uma data, e o fato de se ter um certo período para trabalhar na história, te obriga a ter um mínimo de organização, seja estipulando uma meta diária de palavras/páginas, ou tendo um roteiro mais detalhado da história.
Eu acredito fielmente que só crescemos como escritores quando participamos desses desafios, desde sendo algo grande como NaNoWrimo, ou aquele concurso simples da galera do Tumblr. Desde que encarei aquele Challenge em agosto de 2015, eu tenho me mantido aberta à qualquer desafio que me faça crescer como escritora. 

E apenas para fechar o post, como escritor você sabe quais são as suas limitações, o que você precisa melhorar seja na sua escrita mesmo, ou na sua responsabilidade como escritor. Trabalhe naquilo que você tem dificuldade, usando a minha pessoa como exemplo, sou bem o tipo de pessoa procrastinadora, que ao invés de escrever, fica fazendo vários nadas e sabemos bem que escritor que não escreve fica estagnado e não se desenvolve. Eu venho diariamente trabalhando nisso, lutando contra esse sentimento procrastinador, porque não é só questão de querer melhorar, mas sim de precisar. 

Share
Tweet
Pin
Share
2 comentários

Vamos falar de música? Vamos falar de música. Esse é um tema que eu particularmente gosto muito e manjo de menos, para mim música boa é aquela que eu ouço e ela me conquista, e como faz muito tempo que não falo nada sobre música no blog, quero falar sobre isso hoje. 

Em tempos onde Lady Gaga lança um álbum arrasador e John Mayer milagrosamente lança uma música nova, não falar sobre o tema é quase um crime, então hoje quero fazer uma humilde recomendação de músicas novas e nem tão novas, que ultimamente está impossível de eu parar de ouvir. 

LOVE ON THE WEEKEND – John Mayer [Single]
É claro que o primeiro da lista não poderia ser outra pessoa, o dono das músicas que me definem e do melhor álbum que tive o prazer de ouvir, John chegou com uma música nova e viciante, que eu coloquei na repetição eterna, provavelmente pela eternidade. 


COME TO MAMA – Lady Gaga [Joane]
Como falei, Lady Gaga chegou chegando com um álbum novo, na verdade eu não faço ideia do que a crítica especializada falou sobre Joanne, mas a crítica lesada (aka eu) simplesmente amou e junto com Love On The Weekend, o álbum está na repetição eterna por toda a eternidade. Come To Mama se tornou, até o momento, a minha música preferida, junto com a já conhecida Perfect Illusion e Diamond Heart. 


FORMATION – Beyoncé [Lemonade]
Olha, não é muito difícil eu me encontrar na situação em que uma música faz um sucesso estrondoso, mas eu só vou realmente ouvir ela, e talvez viciar, um tempo depois. Formation foi um desses casos.


AGORA EU QUERO IR – Anavitória [ANAVITÓRIA]
Sim, eu tenho uma música br na minha playlist e isso é um milagre, não sei quando foi a última vez que tive uma música br no eu celular (mentira, eu lembro, é que era música da Ludmilla e eu tenho uma reputação a zelar). Conheci essas garotas lindas e charmosas através da minha irmã, que conheceu por causa de Tiago Iorc, e tenho que dizer: valeu Julia!


ME, MYSELF AND I (feat. Bebe Rexha) – G-Eazy [When It's Dark Out]
Outro exemplo de música que eu descubro depois de um tempo e simplesmente vicio. 


SHOUT OUT TO MY EX – Little Mix [Glory Days]
Little Mix está sendo exatamente como foi com One Direction, cada álbum novo que lançam, eu vou curtindo mais, eu já era bem fã do Get Weird, do qual eu já falei aqui no blog, agora elas vêm e jogam em nossa cara (e talvez na do Zayn) Shout Out To My Ex.


THE GREATEST (feat. Kendrick Lamar) – Sia [This Is Acting]
Além de Sia ter uma voz maravilhosa, clipes que até hoje não entendi o que querem dizer e músicas incríveis, uma coisa que sempre me atraiu ainda mais para, principalmente, ver os seus clipes é a maravilhosa Maddie, é um show a parte ver essa garota dançando (vou nem dizer que assisto Dance Moms só para ver ela dançando e as outras mães com sangue nos zóio, porque Abby dá todos os solos para a garota). 


THE HILLS – The Weeknd [Beauty Behind the Madness]
Sabe-se lá quando foi que The Weeknd realmente estourou, provavelmente na época em que 50 Tons de Cinza estreava no cinema, apenas nessas últimas semanas eu realmente vim dar valor à algumas músicas do rapaz, especificamente The Hills. 


YOU GOTTA NOT – Little Mix [Glory Days]
Como falei, Little Mix vem tomando aos poucos o meu coração com suas músicas (e suas roupas que fazem eu querer assaltar o closet de cada uma), nada mais digno do que citar outra música que vem conquistando o meu frágil coração. 


MISERY – Maroon 5 [Hands To Muself]
Essa é uma música que vai e volta em um ciclo vicioso em minha playlist, foi a música que realmente me fez tomar conhecimento da banda lá na época do seu lançamento, eu gostava tanto do clipe, que ela se concretizou com uma das minhas preferidas dos garotinhos bonitos. 


UNDER PRESSURE (feat. David Bowie) – Queen
Recentemente falei sobre o filme Se enlouquecer, não se apaixone e se você viu o post, notou que o vídeo que eu coloquei no post é uma cena onde os personagens cantam essa música, pois então, baixei essa música por causa do filme e ela se tornou uma grande companheira na jornada até as 50 mil palavras do NaNoWrimo, quando finalmente completei o desafio, comemorei ao som dessa música, então ela meio que ganhou um pedaço no meu coração.



Fecho a minha lista por aqui, você deve se perguntar “mas por que raios essa garota comenta tantas coisas sem importância sobre as músicas?”, a resposta é simples: só porque eu falo até pelos cotovelos. Depois de você passar por essa torturante experiência de me ver fazendo comentários nada profissionais ou técnicos sobre música, que tal me dizer o que você tem ouvido ultimamente? 


Share
Tweet
Pin
Share
4 comentários

E chegamos a terceira semana do NaNoWrimo, se alguém rolou um pouco pelo blog, pode talvez ter visto o quadrinho onde deixei uma atualização praticamente em tempo real do meu desempenho no desafio, ou se rolou um pouco mais pode ver na caixinha do Twitter um claro tweet de comemoração, ou indo mais longe, talvez me siga no Tumblr, já está mais do que por dentro do que houve. 

EU CONSEGUI!!1111!1!!!11!


Sim! Eu fiz aquilo que eu não achei que conseguiria fazer, completei o desafio das 50 mil palavras ainda faltando um pouco mais de uma semana para fechar o mês. EU CONSEGUI! 

Acordei na segunda-feira já possuída pela expectativa, na verdade, esperava ter conseguido fechar no domingo, mas não foi possível, então combinei comigo mesma que não passaria da segunda-feira. Enfrentei uma pia de louça de almoço do dia anterior ainda, uma pilha imensa de roupas para passar, que eu não passei nem metade, e parti cumprir o meu desafio. Eu estava determinada que naquele dia eu alcançaria o desafio. 

Então, às vinte e uma horas e sabe-se lá quais minutos, eu finalmente alcancei as almejadas 50 mil palavras, coloquei fones de ouvido e dei play em Under Pressure, que foi uma grande companheira nessa jornada e comemorei silenciosamente, afinal tinha pessoas pela casa, gritar feito uma louca não parecia uma boa opção. 

Eu chorei, chorei feito uma criança, mas uma criança tomada pelo mais puro sentimento de conquista, eu não conseguia acreditar que tinha conseguido completar o desafio, queria gritar para o mundo inteiro o quanto estava orgulhosa da minha conquista, uma conquista que eu não acreditava que conseguiria, ao menos não no dia 21 de novembro. Eu fora tão mal no NaNo anterior, que entrei esse ano pensando “vou até onde conseguir, que ainda assim vai ser mais do que qualquer coisa que tentei até hoje” e eu provei para mim que eu posso sim. 

É um sentimento indescritível, que só me faz pensar “Deus, quero passar a minha vida escrevendo”, eu quero poder sentir mais disso!

Terminei a noite falando sobre a minha conquista no grupo oficial do NaNo no Brasil, afinal é algo para se comemorar e quem sabe até inspirar outras pessoas a continuarem o desafio até o dia 30. E tenho que dizer: agora ninguém me segura!

Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

Basicamente era para esse post ter saído no dia 16, mas digamos que eu meio que esqueci completamente, principalmente por ter passado o feriado em um acampamento, quase esqueci da vida fora dele. 

A primeira semana do NaNoWrimo foi finalizada com muita felicidade, eu estava com a animação em níveis que nunca tinha sentido, e terminei o dia 09 com cerca de 18 mil palavras, o que era um número bem surpreendente para quem não tinha chego nesse número na edição anterior do NaNo. Falei sobre o temor de toda essa animação ir embora em algum momento, pois quem costuma escrever histórias entende bem o quero dizer quando falo que tem hora que desanima e você não quer mais escrever aquela história, pois fiquei com um baita medo disso acontecer, mas segui escrevendo. 

Eu estaria mentindo se dissesse que em alguns momentos eu não me senti um pouco cansada, ou pensava “será que essa história é legal mesmo?”, as vezes batia um leve desanimo, porém é com felicidade que digo que foi coisa momentânea, pois eu mesma fazia o favor de espantar esse sentimento escrevendo ainda mais e continuando a planejar as partes ainda não muito definidas da história.

Pois fecho essa madrugada de 18 de novembro com incríveis 39.676 palavras, é o mais longe que eu em algum momento cogitei chegar. Cada vez que eu olho esse número, ou aquele pequeno número que falta para completar as 50 mil palavras, meu queixo vai no chão e volta, não imaginei que chegaria tão longe, principalmente com todos esses temores de bater um desânimo, ou acabar com os burros na água em algum momento da história. 

Conforme a história vai andando, e diga-se de passagem, está meio escrito de qualquer jeito, o negócio vai crescendo ainda mais, que acredito que dificilmente vai parar nas 50 mil palavras, mas independente se tenham que ser 55 mil palavras, ou 100 mil, o importante está sendo todo esse sentimento de felicidade que esse desafio está me trazendo, estou dando um tapa na minha própria cara e mostrando que posso sim escrever muito se eu me esforçar, eu só preciso parar de escutar aquela voz da preguiça que sussurra no meu ouvido quando penso em escrever. É como aquela frase faça a sua própria sorte, pois estou fazendo a minha própria inspiração. 

Share
Tweet
Pin
Share
2 comentários

Eu vi essa tag no blog da Beatriz, o Vestindo o Tédio (que por sinal, se você não conhece, confere aí!), e acho que não deve ser segredo algum que eu sou fã da Netflix, estou sempre falando dos filmes e séries que vejo no site, é muito amor que mal cabe em mim, então como boa fã que eu sou, não podia simplesmente deixar essa tag passar.


Quais são seus seriados favoritos para assistir no Netflix?
Não assisto muitas séries e as que assisto basicamente são originais da Netflix, não tem como eu escolher apenas uma, então vou dizer Demolidor e Stranger Things, meus bebezinhos.

Qual foi o último filme ou seriado assistido no Netflix? O que achou?
Até o momento que estou escrevendo esse post são: Very Good Girls (filme) e The Crown (série). Sobre Very Good Girls eu até pretendo falar sobre mais para frente, mas já adiantando, é um filme interessante, mas eu não gostei muito, não rolou um feeling entre nós e eu dei play nele pensando justamente o contrário, que eu gostaria por conta do tema. Quanto a The Crown, eu só assisti um episódio ainda, mas se a Netflix pagou 10 milhões de obamas para produzir a série, não deve ser algo ruim (quem está assistindo na verdade é minha mãe e ela está curtindo).


Vale deixar um gif desse moço bonito de Very Good Girls.

Se você pudesse escolher qualquer série, antiga ou nova para estar no Netflix, qual seria?
Eu acho que New Girl, assisti alguns episódios na televisão outro dia e achei a série divertida, procurei na Netflix e fiquei chateada por descobrir que não tinha. Eu peguei a série totalmente ao acaso na televisão, era um daqueles momentos que você fica zapeando procurando o programa menos pior e deu que descobri New Girl em uma dessas aventuras, mas não gosto de acompanhar série pela televisão, então já fica a dica Netflix ;)

Qual a sua maior reclamação sobre o Netflix?
Eu gosto tanto da Netflix, que praticamente não reclamado dessa linda, de verdade! Talvez poderiam atualizar com mais frequência filmes mais recentes, mas não é algo que me incomoda pra valer, pois com tanto filme para ver e rever (isso sem citar as séries), posso me distrair facilmente enquanto espero algo novo.

Quais são seus itens essenciais para uma maratona no Netflix?
Um sofá vago para me esticar e um pote de pipoca.

Você já assistiu alguma série original Netflix? Gostou?
Eu praticamente assisto só as originais, ver aquele “Original Netflix” parece que me atrai para a série (e os filmes também). Eu estou simplesmente amando essa parceria Marvel/Netflix, eles estão fazendo um trabalho maravilhoso com os heróis, Demolidor é a minha preferida, outras originais que assisti e gostei muito foram Stranger Things e Unbreakable Kimmy Schmidt, basicamente já falei das três séries aqui no blog.

Qual foi o último filme que você adicionou ao 'minha lista'?
O Maior Amor do Mundo.

Qual sua indicação de filme ou série?
Stranger Things sempre! Além de Unbrekable Kimmy Schmidt, para quem gosta de algo mais curto e quer dar muita risada, Demolidor, outra que vou sempre recomendar. Tem Luke Cage também, série incrível, com uma trilha sonora digna, e não nos esqueçamos de Jessica Jones. De filme tem The Fundamentals Of Caring, com o Paul Rudd, que também já falei sobre aqui no blog.

E não deixe de seguir o CATS nas redes sociais: Facebook // Twitter // Tumblr // Ask fm
Share
Tweet
Pin
Share
4 comentários

Novembro veio e com ele chegou o aguardado NaNoWrimo, ou National Novel Writing Month, que caso você não saiba do que se trata, basicamente é um projeto que nasceu lá nos EUA, que consiste em você escrever um livro em um mês, ou 50 mil palavras de uma história, o que é palavra para caramba. No ano passado eu tentei participar, até tem dois posts sobre isso aqui no blog, onde comecei animada e no fim deu ruim (entenda aqui e aqui). 

Eu estou voltando com a ideia de semanalmente falar sobre o desempenho e os ensinamentos que o NaNoWrimo está trazendo, se eu vou cumprir o desafio eu não sei, mas é aquela história: nóis tenta. 

Depois do fiasco do ano passado, eu estava decidida a entrar com o pé direito esse ano e ir fundo na história para alcançar as almejadas 50 mil palavras, eu até comecei o planejamento de uma história cerca de dois meses antes do NaNo, eu estava super ansiosa para que chegasse de vez o dia primeiro de Novembro e eu pudesse finalmente começar a escrever essa história. 

Bom, o dia primeiro chegou e eu embarquei no desafio, mas logo de cara a coisa desandou. Deu que no mesmo dia eu fiquei doente, passei tão mal que dormi praticamente o dia inteiro e ainda fui ao hospital a noite. Finalizei o primeiro dia com quase 500 palavras escritas, sendo que a média diária para completar o desafio nos 30 dias do mês é de quase 1700 palavras. 

Passado esse péssimo dia (literalmente!), já me sentindo melhor no dia dois, voltei a me concentrar na história, o começo da mesma estava um pouco enrolado, não estava rolando muito sentimento entre a história e eu, mas não é muito difícil o começo ser realmente chato, as vezes você precisa se arrastar em um começo mais ou menos, para se empolgar no que vem a seguir, por conta disso relevei a falta de sentimento e continuei em frente. 

Pois chegou o terceiro dia e nada de acontecer uma conexão entre criadora e criatura, começava a ficar um tanto maçante seguir em frente com aquela história e eu começava a duvidar que iria realmente rolar um feeling ali, então pensando um pouco de cá, planejando um outro tanto de lá, decidi rapidamente trocar a história inscrita no NaNo e de repente tudo aquilo que eu não tinha escrito em três dias com uma história, eu escrevi em um único dia com a outra história. Eu escrevi em um dia mais de 5 mil palavras!

Os dias seguintes eu praticamente vivi em um ritmo frenético de escrita, terminei o dia 7 com mais de 18 mil palavras, o que é um número maior do que tive a capacidade de chegar no ano passado (aproximadamente 12 mil palavras). Se eu estou animada? Tem fogos de artifícios saindo pelos meus ouvidos e eu não consigo me conter de tanta alegria.

E agora é esperar que as semanas seguintes sejam tão boas como essa foi, talvez seguir um pouco menos frenética e alucinada, pois escrevi em um nível insano, que não tinha tanta necessidade.

Se alguém também está participando, vamos se amiguinhos, esse é o meu perfil.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

TÍTULO ORIGINAL: It's Kind Of a Funny Story
SINOPSE: Craig (Keir Gilchrist), estressado com as demandas de ser um adolescente e assustado com sua tendência suicida, decide buscar ajuda em uma clínica psiquiátrica. Internado por uma semana, ele logo é acolhido por Bobby (Zach Galifianakis), que se torna seu mentor, e se encanta com Noelle (Emma Roberts).
DIREÇÃO: Ryan Fleck, Anna Boden
ELENCO: Keir Gilchrist, Zach Galifianakis, Emma Roberts
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 12 anos

Continuando a onda de resenhas de filmes, volto com mais um que vi na Netflix. 

Se enlouquecer, não se apaixone conta a história Craig, um adolescente que sob a pressão da escola, ir em busca de um futuro promissor, acaba se estressando a ponto de querer se matar e com medo de que acabe realmente fazendo isso, vai procurar ajuda em um hospital psiquiátrico. 

Esse foi um filme que eu terminei com os olhos marejados, tudo bem que não é muito difícil um filme me levar as lágrimas, mas isso não desvaloriza todo o sentimento real que o longa me passou.

Craig é apenas um adolescente, ele estuda em uma das escolar mais prestigiadas de New York, uma escola que prepara os adolescentes para uma boa universidade, para construírem um futuro promissor e bem sucedido. Acredito que Craig é aquela personificação de uma situação em que muitos jovens se encontram, quem nunca sentiu que ao chegar no terceiro colegial estava chegando ao fim da linha? Quando estamos para deixar o ensino médio, existe toda aquela pressão sobre o futuro, as pessoas parecem esperar que você se torne um adulto de um dia ao outro, todos querem que você faça uma boa faculdade e tem que ser um curso que depois vá dar algum dinheiro. Craig é essa pessoa, o pai quer que ele seja bem sucedido e toda essa pressão leva o rapaz ao limite a ponto de querer tirar a própria vida.

Mas de longe, Craig é o único personagem que merece destaque, apesar de ser o protagonista. Quando o jovem é internado no hospital psiquiátrico, logo ele conhece o estranho Bobby, aquele amigo improvável que você só conheceria em um momento especifico da vida, como a situação em que Craig se encontra. Também temos a Noelle, interpretada pela linda Emma Roberts, que acaba caindo nos encantos do acanhado Craig. 

O filme é sobre se encontrar, entender quem é você e o valor da vida. Em uma semana que Craig passa no hospital, ele se reencontra, descobre o que lhe motiva, descobre novos e improváveis amigos e assim como as pessoas à sua volta o ajudaram de alguma forma, ele também ajuda outros a se encontrarem, como por exemplo, Muqtada, um egípcio que divide o quarto com o Craig, um homem que passa os seus dias no hospital deitado em sua cama sem conversar com ninguém, é um personagem que tem um desfecho lindo no filme, rolou uma lágrima no meu rosto, e tudo porque Craig se permitiu ouvir alguém. 

É um filme que te deixa com o corpo leve após assisti-lo, trás de uma forma divertida e leve descobertas simples, que podem fazer a diferença em nossas vidas, que pode tornar essa nossa caminha mais leve. 

Uma das minhas cenas preferidas do filme, para você se convencer em assistir.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

Há algum tempo (tipo: mais de um mês), fui indicada pela Anna, do Jeito de uma adolescente, para responder a TAG de tudo um pouco. Agora vocês serão agraciados com mais informações sobre mim, coisa que eu sei que as pessoas são LOUCAS para saber (coitada de mim).


Regras
  • Responder todas as perguntas;
  • Indicar no mínimo 11 blogs com menos de 500 seguidores;
  • Colocar o selo da TAG;
  • Colocar o link de quem te indico.

01. Qual o seu estilo de música preferido?
Essa é uma pergunta difícil de responder, se olhar a playlist do meu celular ela é bem variada, mas acho que dá pra nomear o Pop como o carro chefe.

02. Qual é sua peça preferida?
Vou considerar que seja de roupa... No momento são as minhas saias e vestidos. Teve uma época que eu simplesmente fugia desse tipo de peça, achava que saias não eram para mim e do nada eu criei um apego imenso por elas, tanto que até no inverno usei muito, dava um jeito de usar e não passar frio. 

03. Qual o seu sapato preferido?
As minas botas! Principalmente a over the knee, que foi a parceira dos meus vestidos e saias durante o inverno.

04. Camisa ou camisola? Calça ou calção? 
Tem dia que estou pra camisa e tem outros que estou pra camisola. Calça, sem dúvida, eu AMO calça agarrada, apertada, daquelas que faz as pessoas perguntarem como entrou no corpo. 

05. Cabelo estiloso ou tradicional? Liso ou encaracolado?
Uma mistura dos dois, talvez? Minha única opção é encaracolado, porque primeiro que eu gosto dele natural, segundo que eu não tenho paciência alguma para ficar cuidando, então se eu preferisse liso estaria na merda. 

06. Brigadeiro ou sorvete?
Brigadeiro sem sombra de dúvida! Se tem uma coisa que o ser humano fez direito foi inventar o brigadeiro. 

07. Doce ou salgado?
Nossa, essa é difícil. Tem horas que eu prefiro mil vezes um doce, aquele momento que dá aquela dor de cabeça de fome, o estômago está se revirando, nesse momento um salgado vai bem. Mas não posso ignorar os doces... A verdade é: sendo uma coisa que eu gosto, está ótimo!

08. Como você define seu estilo?
As vezes fofa, as vezes trevosa. Meu guarda-roupas é um mix, tem desde calça preta rasgada, até vestido coloridos e florais, então tem dia que estou para as trevas, então é all star preto, calça rasgada, camiseta... Em outros quero ser fofa, então é vestido e sapatilha. 

09. Você é consumista ou só compra o básico?
Na época das vacas gordas eu era meio gastona, nunca me endividei, nem nada, mas vivia no shopping, saia pra comer todo fim de semana praticamente... Agora não tenho nem muito para o básico hshauhaus

10. Você se considera vaidosa?
Ah, mais ou menos. Eu não sou desleixada, mas eu não vou muito além do comum.

Os meus indicados ao Oscar: 
  • Fleur de Lune 
  • O Outro Lado da Raposa 
  • My Universe
  • Pequenos Vicios 
  • Parolar 
  • Escrita de Verão 
  • Vestindo o Tédio
Talvez eu tenha quebrado algumas regras, mas é aquele ditado:

Share
Tweet
Pin
Share
4 comentários


Ultimamente parece que a única coisa que sei fazer é ficar horas em frente a Netflix, assistindo algum filme ou série, alguém discorda de que isso seja muito bom? ACHO QUE NÃO. Eu costumo falar individualmente dos filmes que assisto, mas como o ritmo de assistir filmes está bem mais rápido que o de escrever, vou mais uma vez fazer um apunhado dos últimos filmes e falar sobre os mesmos. Então segue uma lista de filmes incríveis para se ver na Netflix:

Hush – A morte ouve – 2015 
Sinopse: A autora Maddie Toung (Kate Siegel) vive uma vida isolada desde que perdeu sua audição quando era adolescente, se colando em um mundo de total silêncio.Porém, quando um rosto mascarado de um assassino psicótico aparece em sua janela, Maddie precisa ir além dos seus limites físicos e mentais para conseguir sobreviver.
Direção: Mike Flanagan
Gênero: Terror, suspense
Provavelmente o mais recente da lista, foi um filme que me surpreendeu de um jeito espantoso. Você não entende o nível de tensão que o filme passa até você assisti-lo, imagine só: uma escritora, surda e muda, vive isolada em uma casa no meio do nada, uma de suas vizinhas e amiga faz uma visita e vai embora, então nossa escritora está tranquilamente limpando a cozinha da sua casa, quando essa mesma amiga aparece do nada na sua porta gritando por socorro e toda ensanguentada, a porta está trancada, ela bate, grita, mas como falei, a escritora é surda. Agora você tem uma noção de como o filme segue, é cheio de cenas agonizantes, você vai se retorcer sim, vai querer entrar no filme e dar um help para a escritora, vai se retorcer mais um pouco. O que eu digo é: assista o filme.


O que fizemos do nosso feriado? – 2014 
Sinopse: O casal Doug e Abi decide viajar às planícies da Escócia com os três filhos pequenos, para comemorar o aniversário do pai de Doug. No entanto, os dois têm um segredo a esconder do resto da família, mas não será nada fácil manter a informação escondida com as crianças por perto...
Direção: Guy Jenkin, Andy Hamilton
Gênero: Comédia dramática
Não sei se já falei, mas sou super fã de filmes de comédia envolvendo família loucas, cheias de briguinhas internas e juntando isso à uma viagem, não tem como eu amar mais. Se você tem algum fraco por sotaque inglês, pois faça o favor de assistir o filme legendado e se deliciar com o sotaque de David Tennant e Rosamund Pike. Nesse filme, é impossível você não se encantar pelas três crianças (Lottie, Mickey e Jess), que roubam a cena com as suas travessuras, principalmente a pequena Jess e as coisas malucas que saem da sua boca. 


Amor a toda prova – 2011 
Sinopse: Cal Weaver (Steve Carell) tem quarenta e poucos anos e leva uma vida perfeita, com um bom emprego, filhos e um casamento com a namorada do colégio, Emily (Julianne Moore). Até que, ao descobrir que Emily o está traindo e quer o divórcio, sua vida desaba por completo. Forçado a voltar ao mundo dos solteiros, ele enfrenta as dificuldades habituais de quem não sabe mais como se portar para se aproximar de uma mulher. É quando entra em cena Jacob Palmer (Ryan Gosling), um amigo que passa a lhe dar algumas dicas.
Direção: John Requa, Glenn Ficarra
Gênero: Comédia, romance
Esse sem dúvida entrou para a minha lista de comédias românticas preferidas de todos os tempos. Logo de cara vemos um casal, Cal e Emily, Emily quer se separar, o que deixa Cal desconcertado e a partir desse ponto sua vida vai indo de mal a pior. Cal conhece Jacob, um sedutor, que passar a lhe ensinar essa arte, Jacob tem certo interesse em Hannah, uma garota que conheceu no bar um dia, a qual está pouco se lixando para Jacob. E temos Jessica, que é apaixonada por Cal, mas ela é apenas uma adolescente, enquanto ele tem idade para ser seu pai e como se já não fosse loucura suficiente, o filho do meio de Cal, Robbie, é apaixonado por Jessica, que é sua babá.  Se tem uma coisa que não vai faltar nesse filme é confusão e risada.

Penso o mesmo.

Ligados pelo amor – 2012 
Sinopse: Esta comédia dramática apresenta um escritor de sucesso (Greg Kinnear) que se torna cada vez mais obcecado por sua ex-esposa (Jennifer Connelly), a ponto de criar problemas em sua nova família.
Direção: Josh Boone
Gênero: Comédia dramática
E esse é o segundo filme da lista onde temos escritores, mas dessa vez é uma família de escritores (já fica a dica para os meus filhos que não existem ainda). Aqui nos deparamos com um família que foi afetada pela separação dos pais, o que acabou deixando o pai em um estado de espera, pois o mesmo acredita que sua esposa vai voltar, a filha mais velha não quer ver a mãe nem pintada de ouro, por conta de como as coisas terminaram, e o filho mais novo me pareceu estar meio perdido no meio disso tudo, vivendo a sombra da irmã, que está para publicar o primeiro livro, ele só quer se encontrar. É um filme sentimental e muito emocionante. 


Donnie Darko – 2001 
Sinopse: Donnie (Jake Gyllenhaal) é um jovem brilhante e excêntrico, que cursa o colegial mas despreza a grande maioria dos seus colegas de escola. Donnie tem visões, em especial de um coelho monstruoso o qual apenas ele consegue ver, que o encorajam a realizar brincadeiras destrutivas e humilhantes com quem o cerca. Até que um dia uma de suas visões o atrai para fora de casa e lhe diz que o mundo acabará dentro de um mês. Donnie inicialmente não acredita na profecia, mas momentos depois um avião cai bem no telhado de sua casa, quase matando-o. É quando ele começa a se perguntar qual o fundo de verdade da sua previsão.
Direção: Richard Kelly
Gênero: Drama, suspense
Eu terminei esse filme com um imenso ponto de interrogação no meio da cara, apesar dele ter ficado um bom tempo na minha lista do Netflix, o que realmente me convenceu em assisti-lo foi o Pipocando, que para quem não conhece, é um canal do YouTube que basicamente fala de filmes (muito bom o canal, diga-se de passagem). O filme fala sobre viagem no tempo, coisas estranhas acontecendo, por exemplo, um coelho sinistro aparecendo para Donnie e dizendo coisas estranhas, tipo a data em que o mundo vai acabar, mas para toda essa loucura existem teorias, que podem ou não ajudar o filme fazer mais sentido em sua cabeça (no Pipocando tem um vídeo sobre isso).

Olha o nipe do filme...

Chicago – 2003 
Sinopse: Velma Kelly (Catherine Zeta-Jones) é uma famosa dançarina que é também a principal atração da boate onde trabalha. Após matar seu marido, Velma entra em uma seleta lista de assassinas de Chicago, a qual é controlada por Billy Flynn (Richard Gere), um advogado que busca sempre se aproveitar ao máximo da situação. Ao contrário do se esperava, o assassinato faz com que a fama de Velma cresça ainda mais, tornando-a uma verdadeira celebridade do showbizz. Enquanto isso a aspirante a cantora Roxie Hart (Renée Zellweger) sonha com um mundo de glamour e fama, até que mata seu namorado após uma briga. Billy fica sabendo do crime e decide adiar ao máximo o julgamento de Velma, de forma a poder explorar os dois assassinatos ao máximo nos jornais. Assim como ocorreu com Velma, Roxie também se torna uma estrela por causa de seu crime cometido, iniciando uma disputa entre as duas pelo posto de maior celebridade do meio artístico.
Direção: Rob Marshall
Gênero: Comédia musical, drama
Esse é mais um da lista que ficou muito tempo guardado na minha lista da Netflix e eu assisti por causa do Pipocando. Eu gosto muito de musicais e quando Chicago foi citado no vídeo do Pipocando, sobre as melhores danças em filmes, eu pensei “hmm, vou assistir!”. É divertida a forma como a filme pega a realidade em que as personagens se encontram, na cadeia, e transforma tudo em um grande show, elas cantam suas histórias como se estivessem sobre um palco. 


A primeira vez – 2012 
Sinopse: Dave (Dylan O'Brien) é platonicamente apaixonado pela melhor amiga Jane (Victoria Justice). Já Aubrey (Britt Robertson) namora Ronny (James Frecheville), um músico que não a compreende. Em uma sexta à noite, os caminhos de Dave e Aubrey se entrelaçarão, e ao longo do fim de semana muitas descobertas serão feitas pelo casal.
Direção: Jon Kasdan
Gênero: Romance, drama, comédia
Comecei a assistir esse filme sem qualquer expectativa, não sabia bem o que esperar dele, A primeira vez se mostrou um filme divertido, apaixonante e delicado, se é que posso chamar assim. Aubrey é uma garota com um jeito lindo de se ver o mundo, conforme Dave a vai conhecendo, você vai se encanto por Aubrey na mesma medida que o rapaz. Apenas assista!


O lobo de Wall Street – 2013 
Sinopse: Durante seis meses, Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) trabalhou duro em uma corretora de Wall Street, seguindo os ensinamentos de seu mentor Mark Hanna (Matthew McConaughey). Quando finalmente consegue ser contratado como corretor da firma, acontece o Black Monday, que faz com que as bolsas de vários países caiam repentinamente. Sem emprego e bastante ambicioso, ele acaba trabalhando para uma empresa de fundo de quintal que lida com papéis de baixo valor, que não estão na bolsa de valores. É lá que Belfort tem a ideia de montar uma empresa focada neste tipo de negócio, cujas vendas são de valores mais baixos mas, em compensação, o retorno para o corretor é bem mais vantajoso. Ao lado de Donnie (Jonah Hill) e outros amigos dos velhos tempos, ele cria a Stratton Oakmont, uma empresa que faz com que todos enriqueçam rapidamente e, também, levem uma vida dedicada ao prazer.
Direção: Martin Scorsese
Gênero: Biografia, drama
Por muito tempo me senti como a única pessoa no mundo que ainda não havia assistido esse filme, até que finalmente tomei vergonha na cara e dei o maldito play. É como dizem, é um filme que você jamais deve assistir na presença dos pais, mas vendo que já assisti Game Of Thrones com a minha mãe, acho que já superei isso. É um filme louco, com dinheiro voando para todo lado, você quase fica doidão junto de tanta droga que os caras usam, tem sexo adoidado, nunca vi tantos peitos em um único lugar. 


Quais filmes da lista vocês já assistiram? E quais ainda pretender ver?
Share
Tweet
Pin
Share
12 comentários

TÍTULO ORIGINAL: Precious - Based on the Novel 'Push' by Sapphire
SINOPSE: 1987, Nova York, bairro do Harlem. Claireece "Preciosa" Jones (Gabourey Sidibe) é uma adolescente de 16 anos que sofre uma série de privações durante sua juventude. Violentada pelo pai (Rodney Jackson) e abusada pela mãe (Mo'Nique), ela cresce irritada e sem qualquer tipo de amor. O fato de ser pobre e gorda também não a ajuda nem um pouco. Além disto, Preciosa tem um filho apelidado de "Mongo", por ser portador de síndrome de Down, que está sob os cuidados da avó. Quando engravida pela segunda vez, Preciosa é suspensa da escola. A sra. Lichtenstein (Nealla Gordon) consegue para ela uma escola alternativa, que possa ajudá-la a melhor lidar com sua vida. Lá Preciosa encontra um meio de fugir de sua existência traumática, se refugiando em sua imaginação.
DIREÇÃO: Lee Daniels
ELENCO: Gabourey Sidibe, Mo'Nique, Paula Patton
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 16 anos

Eu sumi? Sim! Eu sumi mais uma vez, mas isso tem uma explicação: meu notebook queria se aposentar. Então acabei levando alguns dias (muitos na verdade) para resolver esse b.o., era para essa resenha ter saído há semanas, mas como dizem, antes tarde do que nunca, então vamos lá:

Preciosa é um filme que eu vinha há um bom tempo querendo assistir, pois comecei a vê-lo uma vez que o Telecine ficou free (dias felizes!), mas deu que eu tive que parar e nunca mais fui atrás para ver, até que a Netflix (já falei que amo?!) colocou o filme no seu catálogo, eu não sai correndo assistir, porém o dia chegou e finalmente fui agraciada com a honra de ver esse filme. 

Preciosa – Uma história de esperança conta a história de Claireece Precious, uma adolescente, que vive no Harlem na década de 80. Aos 16 anos, Presious está a espera do seu segundo filho e por conta disso é suspensa da escola, no entanto, a diretora dá a ela a opção de ingressar em uma escola alternativa, um lugar que acaba virando a rota de escape da realidade cruel em que vive. 

Eu acredito que Preciosa é um daqueles filmes que é impossível você não sentir nada assistindo, eu senti raiva, compaixão, apreensão. Meu nível de indignação foi lá em cima ao ver a realidade com a qual Presious tinha que lidar, ela é violentada pelo próprio pai, o que resulta em duas gravidez, a mãe deixa bem claro que a odeia e pasmem: a odeia porque o marido prefere a filha do que ela!!!!!!! Tem coisa mais digna de raiva do que isso? 

Se você já assistiu O bom filho à casa retorna vai reconhecer logo de cara a louca da Betty, dessa vez como Mary, a odiada mãe de Preciosa. Betty foi uma personagem que me fez rir horrores, agora como Mary, Mo’Nique me fez querer esgana-la. Ela é aquele personagem horrível, que você nunca sabe ao certo o que esperar dele e sem querer dar spoiler, tem uma cena que você fica com o coração na mão, pois não faz ideia do que Mary pode estar planejando fazer. Pois prepare o coração, essa personagem vai te fazer quase enfartar de tanta raiva. 

Mas nem só de personagens cruéis o filme é feito, além da incrivelmente valente Preciosa, temos a maravilhosa Ms. Rains, a professora que leciona na escola alternativa, ela tem um papel importantíssimo na vida de Preciosa, indo muito além da sala de aula. 

Como pode ver, o filme trata de um assunto bem pesado, mas se engana quem pensa que é um drama do inicio ao fim, pelo contrário. Toda a trama é narrada pela Precious, ou seja, temos uma visão bem pessoal e particular sobre os acontecimentos, então em vários momentos do filme temos a protagonista divagando a respeito daquilo que ela acredita, sobre o que está passando e principalmente sobre como ela queria que sua vida fosse, que acaba rendendo cenas divertidíssimas dela se imaginando como uma pessoa famosa, sendo cortejada por um rapaz que goste dela, cria-se um contraste incrível entre a dura realidade em que ela se encontra, com um mundo colorido dentro de sua mente. 

Presious trás uma história linda sobre superação, mostra que com um pouquinho de força de vontade e com boas pessoas a sua volta, podemos chegar onde quisermos. E o filme termina com uma frase dizendo que é uma homenagem para todas as Preciosas do mundo, tem como não amar?

Share
Tweet
Pin
Share
2 comentários

TÍTULO ORIGINAL: Don't Breathe
SINOPSE: Três adolescentes sempre escaparam de seus roubos, todos perfeitamente planejados. No entanto, quando realizam seu último crime, assaltando a casa de um senhor cego, o jogo muda. Encarcerados no local, eles precisam lutar por suas vidas contra um psicopata cheio de segredos e terrivelmente habilidoso.
GÊNERO: Terror, suspense
DIREÇÃO: Fede Alvarez
ELENCO: Stephen Lang, Jane Levy, Dylan Minnette
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 14 anos

A primeira vista, seja pelo nome, ou pelo cartaz do filme, O homem nas trevas pode parecer um filme de terror, porém ele tem uma pegada maior no suspense. O longa nos apresenta três jovens que praticam roubos em casas de luxo, quando eles decidem cada um seguir o seu caminho, surge a tentadora oportunidade de assaltar a casa de um velho cego, onde dizem ter uma bolada em dinheiro, que o mesmo ganhou de indenização após o acidente de carro que causou a morte de sua filha. O olho cresce e decidem fazer esse último assalto antes de seguirem com suas vidas, o que ninguém esperava é que um velho cego, e detalhe, um veterano de guerra, fosse dar um baile neles. 

Eu assisti esse filme totalmente ao acaso, fui no cinema com planos de assistir Águas rasas e me deparei com a situação chata do filme ter saído de cartaz, eu acho que não ficou nem três semanas em exibição, então para não desperdiçar a viagem, já que moro no fim do mundo, decidimos assistir outro filme e deu que O homem nas trevas foi a nossa escolha. 

Então entrei na sessão sem expectativa alguma para o filme, na verdade não tinha nem muita noção sobre o que seria o filme, só sabia que o velho ia meter porrada nos novinhos. Tenho que dizer que fiquei impressionada com o resultado, teve algumas coisas que não gostei muito, mas o importante é que o filme causou uma sensação agradável de surpresa. 

Acho que um dos maiores pontos do filme é o ar sufocante de suspense que causa no expectador, é sério, o filme te deixa apreensivo, faz você se contorcer na poltrona, a respiração trava, parece que você é uma quarta pessoa em cena. O filme consegue seguir sem ser previsível, porque assistir um filme de suspense e você adivinhar a trama nos primeiros quinze minutos de tela é MUITO frustrante. 

Outra coisa que achei maneiríssimo é que o filme apresenta uma história, que se você tentar encontrar a lógica de “pessoa boa” e “pessoa ruim” da trama, você simplesmente não encontra. Você pode até começar pensando “os três são bandidos, pessoas ruins, o velho é uma vítima”, porém a partir do momento que o velho tranca os jovens dentro da casa, ele automaticamente deixa o papel de vítima e você percebe que tem caroço nesse angu, E QUE CAROÇO! O que mais eu disser a partir daqui vai ser spoiler bravo, então me limito a dizer: o buraco é bem mais em baixo (literalmente, diga-se de passagem). 

O homem nas trevas foi um agradável surpresa, pode até ter escorregado em alguns pontos, mas pode-se dizer que cumpriu muito bem o seu papel de suspense, ao menos eu estava quase enfartando na minha poltrona x_x 

Share
Tweet
Pin
Share
6 comentários

Eu nunca fiz muito o estilo de escritora que planeja tudo nos mínimos detalhes, na verdade até admiro quem consegue fazer isso com suas histórias. Sempre tive o problema de tentar planejar de mais e acabar escrevendo de menos, eu tentava criar cada mínimo detalhe, porém parecia que quanto mais eu tentava planejar, mais bagunçado a coisa ficava, menos sentido tudo fazia, até que finalmente tomei a decisão de me apegar menos aos detalhes e ir quase no improviso. 

Já devo ter dito aqui uma centena de vezes, tudo o que eu faço é definir um começo, definir o final e criar algumas cenas chaves, quanto ao resto é aquilo que me vier a mente no momento que estiver escrevendo. Deu certo? Pode-se dizer que sim, afinal escrevi Aniquilação, No Man’s Land e algumas outras histórias nesse meio tempo, todas com sucesso chegaram ao seu final. 

E é agora que vem a má a notícia, isso não parece mais estar dando tão certo quanto antes. Se alguém olhar aqui, ou no Tumblr, na página de projetos tem três histórias, uma delas eu estou há meses parada, ela está parecendo a Fenix, a coisa vai indo bem, ai o negócio pega fogo, vira cinzas e renasce, não vou nem entrar em detalhes sobre quantas versões ela já teve nesses últimos meses, é até vergonhoso. 

A provisoriamente chamada de Lost Stars, se eu mostrar o doc dela à alguém, a pessoa vai olhar aquele embolado de textos e anotações e se perguntar “um dicionário vomitou em cima disso?”, porque está uma completa bagunça. Tem uma coisa acontecendo aqui, ai do nada ela pula para outra coisa, ai tem cena repetida, mas escrita de um jeito diferente, isso tudo sem contar que o personagem principal parece um tanto sem personalidade... A única que não está parecendo que quem está escrevendo é uma criança de quatro anos sendo alfabetizada é a Sem Nome (ela não tem nem nome provisório haha), mas acredito que seja por eu mal ter escrito ela ainda. 

Afinal o que eu quero dizer com tudo isso? Desabafar? Provavelmente. Na verdade eu quero sair correndo e gritando, mas estou me mantendo bem sentada na cadeira do computador e me esforçando para simplesmente parar de bagunçar tanto as coisas, implorando para o cérebro parar de ter ideias que vão me obrigar a mudar novamente algumas coisas, só me deixe chegar ao final da história e ai vemos o que dá para mudar, ok cérebro? 

Eu me vi obrigada a planejar um pouco mais a fundo a história, não o suficiente para me fazer surtar e não escrever nada, e nem o mínimo para ir deixando vários buracos na história com anotações do tipo “VOLTAR AQUI DEPOIS”, e detalhe: com um grifado bem gritante para eu ver que tem que voltar ali. Estou a procura do meio termo entre o de mais e o de menos, estou criando resumos um pouco mais detalhados da trama, conhecendo melhor o passado dos personagens e criando linhas do tempo com mais acontecimentos, porque a verdade é uma só: se eu não mudar, de três história, no fim terei mil versões de cada e nem uma delas escrita. 

Share
Tweet
Pin
Share
2 comentários

Choremos pelo BEDA estar chegando ao fim! Não sei você, mas o meu choro é de felicidade, porque não foi fácil esse mês de agosto.

Tudo começa com o fato de eu ter decidido entrar no BEDA um dia antes de começar agosto, ou seja, praticamente cai de paraquedas, sem planejamento algum, tinha apenas alguns posts pensados para o mês de agosto e nada mais. Nos últimos meses a frequência de posts no Cats é algo digno de pena, parece que foi eu montar uma planilha no Excel e uma onda de desanimo feat. falta de inspiração me assolar. 

Julho tinha 31 dias e dos 31 dias teve MISEROS 6 POSTS! É um número absurdamente baixo, principalmente se tratando de uma pessoa que tem tempo para fazer muito mais. Eu sentava em frente ao notebook e ficava um tempão com um doc do Word aberto, completamente em branco.

Vendo que cai de paraquedas no BEDA, sem o mínimo planejamento, era de se esperar que eu acabaria pulando dias e realmente pulei, segundo o meu calendário foram exatos 9 dias sem posts, inicialmente eu fiquei bem chateada, porque a ideia é postar todos os dias, até cheguei ao ponto de pensar em parar o BEDA, já tinha pulado várias dias, o que seria parar de vez? 

Agosto tem 31 dias e dos 31 dias teve INCRÍVEIS 22 POSTS! Olha a diferença extraordinária em comparação ao mês anterior, posso não ter completado o calendário inteiro, mas foram 22 dias com posts (uns mais úteis que outros, mas isso relevamos) e por essa razão eu não larguei mão do BEDA. 

E acima disso, o Cats nasceu em um BEDA, começamos agosto com um post de comemoração de 100 posts e um ano de blog, nada mais digno do que fazer parte do BEDA uma segunda vez.

Durante esse mês eu tive o prazer de conhecer um grupo maravilhoso de blogueiras (pode-se dizer que ele foi um incentivo para eu estar no BEDA), eu não falo muito por motivos de não usar o Facebook com frequência, mas sempre que posso estou dando as caras por lá. No grupo rolou muito amor, muita ajuda, muito apoio e claro: deu para conhecer muitos blogs novos.

Para encerrar esse mês maluco, quero deixar alguns posts que surgiram no decorrer de agosto:

LOUCA POR FILMES [Avesso da Coisa]
HERÓIS QUE EU DARIA [Dona Vader]
O MEME DO PROUST [Dreams]
UMA VIDA SEM REGISTROS [Nambarices]
10 FORMAS PARA DEIXAR DE PROCASTINAR [Meia Hora em Paris]
GUIA DE COMO NÃO MATAR PESSOAS NA TPM [Wink]
NÃO COMPRE, ADOTE! [Nambarices] 
NÃO CONSIGO ODIAR NINGUÉM [Amorticinio]
5 ANIMAÇÕES MUITO ALÉM DA PIXAR [Bruna Morgan]
ESCREVER SE APRENDE ESCREVENDO [Amorticinio]
7 VÍDEOCLIPES COM GENTE FAMOSA + UM BÔNUS CREEPY PRA CARAMBA [Mareka who?]
MUITAS EMOÇÕES NAS OLIMPÍADAS DO #RIO2016 [Confabulando]
COMPARTILHE AMOR, DOE SANGUE! [Ei Carol!]

Quem quiser entrar para o grupo, saiba que será muito bem vindo! Bom, agora vou dar uma pausa de alguns dias, recuperar a inspiração e completar o calendário de setembro, que não tem um post se quer. Nos vemos em breve!

Share
Tweet
Pin
Share
8 comentários

Posso dizer que assisto consideravelmente a televisão, apesar da existência da Netflix em minha vida (e que existência linda), eu ainda passo algum tempo pendurada na TV vendo alguns programas. Coisa que eu não fazia há muito tempo era assistir a Globo, isso até Justiça aparecer em minha vida. 

Justiça é uma minissérie da Globo, que até o momento passaram seis (pois acabei de assistir mais um) episódios e está sendo uma experiência danada de boa assistir a minissérie. É até meio difícil contar sobre o que exatamente trata, e você vai entender o porquê, acho que posso dizer que existem quatro núcleos principais, são quatro situações onde pessoas foram presas por diversos motivos e passaram sete anos na cadeia. 

Uma das coisas que me deixa mais entusiasmada nessa trama é justamente o roteiro, como falei existem quatro núcleos, quatro (na verdade mais de quatro!) histórias diferentes e cada um abordando uma ou mais pessoas, e o mais incrível nesse bem bolado é que os quatro núcleos se chocam uns com os outros o tempo todo. Fátima trabalha para Elisa, que é mãe de Isabela, que é namorada de Vicente, Maurício era contador da empresa do pai de Vicente e é marido de Beatriz... E dessa forma as histórias vão se encontrando no decorrer dos episódios. 

Eu achei simplesmente espetacular a forma como temos personagens tão distintos, que vivem realidades tão diferentes, porém o mundo de um complementa o mundo do outro e tudo se encaixa de uma forma maravilhosa, sem parecer que é forçado, ou totalmente improvável, é simplesmente natural. Como uma pessoa que também escreve histórias, está sendo um deleite assistir e aprender com essa minissérie. 

E também tenho que falar dos personagens em si, personagens maravilhosamente trabalhados. Cada dia da semana (exceto a quarta-feira) temos um episódio focado em um personagem, por isso vemos os choques de núcleos que falei. Nós vemos os personagens antes de serem presos, quem eles eram e o que os levaram a cadeia, e depois vemos os mesmos deixando a prisão. Aquela pessoa que entrou na cadeia em 2009, não é a mesma que saí em 2016, todos eles sofreram uma reviravolta em suas vidas, algo que não esperavam e tão pouco estavam preparados, aquele mundo no qual viveram em 2009 mudou, as pessoas com quem viviam mudaram, cresceram, morreram. E agora nos resta saber para onde irão.

Outra coisa a se destacar é a produção, que sem dúvida é espetacular, indo da fotografia ao roteiro já citado, contamos com um elenco mandando um show de atuação, caprichando no sotaque da região e quase nos convencendo que aquele personagens são pessoas reais.

Eu estou simplesmente amando acompanhar essa minissérie, que sem dúvida é uma das melhores coisas que vi nos últimos tempos, além do lado do entretenimento, como autora, está sendo uma experiência totalmente incrível poder tirar um pouco de inspiração e aprendizado de uma história tão bem pensada e executada. 


Share
Tweet
Pin
Share
4 comentários
Newer Posts
Older Posts

SOBRE

Divagando sobre a imprevisibilidade da vida e como ela pode nos tornar criativos sofredores.

ARQUIVO DO BLOG

  • ►  2020 (1)
    • ►  abril (1)
  • ►  2019 (1)
    • ►  março (1)
  • ►  2018 (1)
    • ►  novembro (1)
  • ►  2017 (4)
    • ►  março (2)
    • ►  fevereiro (2)
  • ▼  2016 (79)
    • ▼  dezembro (1)
      • O QUE APRENDI NO NANOWRIMO 2016
    • ►  novembro (6)
      • MÚSICAS QUE NÃO CONSIGO PARA DE OUVIR
      • TERCEIRA SEMANA DO NANOWRIMO 2016
      • SEGUNDA SEMANA DO NANOWRIMO 2016
      • TAG: NETFLIX
      • PRIMEIRA SEMANA DO NANOWRIMO 2016
      • ASSISTI NA NETFLIX: SE ENLOUQUECER, NÃO SE APAIXONE
    • ►  outubro (3)
      • TAG: DE TUDO UM POUCO
      • ÚLTIMOS FILMES QUE ASSISTI NA NETFLIX #001
      • ASSISTI NA NETFLIX: PRECIOSA - UMA HISTÓRIA DE ESP...
    • ►  setembro (2)
      • ASSISTI NO CINEMA: O HOMEM NAS TREVAS
      • CONFISSÃO DE UMA ESCRITORA EM CRISE
    • ►  agosto (21)
      • BLOGDAY!
      • JUSTIÇA
    • ►  julho (7)
    • ►  junho (6)
    • ►  maio (9)
    • ►  abril (5)
    • ►  março (9)
    • ►  fevereiro (5)
    • ►  janeiro (5)
  • ►  2015 (43)
    • ►  dezembro (4)
    • ►  novembro (5)
    • ►  outubro (8)
    • ►  setembro (5)
    • ►  agosto (21)

POSTS MAIS POPULARES

  • MEME: COMPLETE AS FRASES
    MAIS UM MEME, UHU! Dessa vez eu fui indicada pela maravilhosa da Nana , que por sinal, quem não conhece o blog dela, CORRE CONHECER!  ...
  • 5ON5: ROSA [PINK IS THE NEW BLACK!]
    Olá, amiguinhos. Hoje tenho uma novidade: ESTOU PARTICIPANDO DE UM PROJETO FOTOGRÁFICO!  Aos menos entendedores, esse projeto consi...
  • SEIS MOTIVOS PARA ASSISTIR STRANGER THINGS
    Estão todos falando a respeito desse fenômeno chamado Stranger Things e eu não ficarei de fora! Eu terminei a série ontem e venho corren...
  • VOLTEMOS A FALAR DOS LEITORES FANTASMAS
    No ano passado eu fiz um post intitulado Não Seja Um Leitor Fantasma , por um bom tempo ele ficou entre os mais lidos aqui no blog e não...

SEGUIDORES

CATEGORIAS

BEDA the drama queen Rotaroots filmes dicas cinema fotografia Netflix resenha escrever música MEME fanfic livros tag aos escritores escrita nanowrimo recomendo séries filme recomendação criar dica de escrita ficstape inspiração recomendações sobre mim design história indico links lista top 5
Tecnologia do Blogger.

Created with by ThemeXpose