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Cats Can't Write


Uma vez recebi uma pergunta no Ask Fm onde a pessoa dizia mais ou menos: o que você mais sente falta no mundo das fanfics? 

Eu entrei nesse mundo das fanfics por volta dos meus 14 anos (hoje já tenho quase 21), tudo teve inicio no Orkut, como eu já contei centenas de vezes, então se eu fosse listar a primeira coisa que sinto falta nesse mundo é: comunidades de fanfics!

Bom, eu não sinto necessariamente falta das comunidades, mas daquilo que elas representavam e todas as coisas boas que lá compartilhávamos. As coisas eram infinitamente mais simples, não existia nada melhor do que você criar o tópico da sua história e ver ele se encher de “first” ou de “up”, as pessoas te apoiavam e incentivavam a começar a postar a história logo. 

Era divertido você postar um trecho da história, terminar no momento mais empolgante e ver as pessoas enlouquecerem com isso, rolava até algumas ameaças exageradas, então o tópico praticamente voltava-se só aos comentários daquele capítulo matador. 

Adorava como era fácil criar laços de amizade ali, seus amigos vinham te dar suporte em sua história, assim como você ia dar suporte nas histórias dos seus amigos. Graças as migrações de tópicos e as diferentes histórias que acompanhei, conheci várias pessoas que trago comigo até hoje.

É estranha a forma como algumas pessoas hoje parecem buscar apenas a tal fama, não que isso seja errado, de forma alguma, eu também quero que as minhas histórias sejam vistas, mas não podemos nos esquecer da diversão. Qual é! Estamos falando de fanfics, de histórias no geral que estão na internet, não é algo que vai ser publicado por uma grande editora amanhã, ou estamos correndo para cumprir um prazo. Não torne isso como um emprego chato e que você insiste em dizer que ama, mas agora parece ter perdido o sentido.

Eu sinto falta daquela coisa divertida e de união que costumava ter nas antigas comunidades do Orkut. Vejo projetos para juntar a galera surgirem e simplesmente sumirem, porque ninguém parece ter tempo para interagir com o próximo. Não somos pagos para estar aqui escrevendo e postando, por que então temos que tratar como um trabalho e ser sérios e políticos 100% do tempo?

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Parece que eu sumi e eu sumi mesmo, mas voltei. Eu andei ocupada com um projeto ai e acabei me dedicando só à ele, mas o bom filho à casa sempre retorna. 

O post de hoje é algo mais descontraído lê-se inútil, vindo de algum Meme passado do Rotaroots, venho com uma lista de músicas que eu cantaria no Lips Sync For Your My Life (se não me engano é do programa Ru Paul, se eu estiver errada alguém me corrige e terei errado até na capa hehe).

Ex’s And Oh’s – Elle King

Com o meu violão imaginário e o meu talento imaginário para tocá-lo, eu provavelmente ganharia a rodada cantando uma música para os meus ex imaginários ;)

Burning Love – Elvis Presley

What The Hell – Avril Lavigne

24 Horas Por Dia – Ludmilla

Juro que pra apresentar essa música aprendia até a fazer quadradinho, com essa música eu garantia a vitória do programa, eliminava todo mundo em uma dublagem. "ELA DUBLOU E DANÇOU MUITO BEM, MANDA O RESTO EMBORA AGORA!!!!" 

Lips Are Movin – Meghan Trainor 

Uma das músicas mais divertidas e dançantes do álbum da Meghan, só precisaria fazer carão e dar umas requebradas.

BÔNUS: Bitch Better Have My Money – Rihanna

Esse pode ter sido o post mais inútil de todo o blog, mas tente imaginar essa pessoa descoordenada tentando interpretar uma dessas músicas com a honra e dignidade em jogo e ai vai deixar de tão inútil. Mas e você, se tivesse que dublar por seu vida, quais músicas você escolheria?
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Eu falei que mais tarde eu viria postar as fotos que tirei no feriado de Tiradentes, promessa é dívida (ok, não foi bem uma promessa) e estou vindo paga-la. 

Minha irmã teve a ideia de aproveitar a ilustre presença dela no feriado e assim sairmos para fotografar, afinal explorar a irmã fotógrafa pode! Primeiro fotografamos em nosso quintal mesmo, afinal com tantos metros de terra disponível, tem espaço pra explorar até se dizer chega, infelizmente o lugar mais legal está tomado de mato e entrar na floresta que se formou está fora de cogitação (tem cobra lá ;-;). 

No dia seguinte, na companhia do nosso amigo, formos fotografar no jardim botânico (até comentei no post do 5on5). Não fotografamos muito no dia, porque a fotografa estava quase morrendo de gripe, não sei nem como consegui sair de casa naquele dia, pelo menos conseguimos algumas imagens legais, pois era só o que falta: gripe e fotografias ruins!

Como tem muitas fotos, tipo muitas mesmo, clique no "mais informações" para ver o post na integra. 

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Hoje venho com um post de utilidade pública, ao menos para aqueles que postam histórias da internet. Se você não sabe o que é fic, fic é abreviação de fanfic, que é abreviação de fanfiction, apesar de ser um termo mais usado para histórias que estejam dentro de um fandom (seja Harry Potter, One Direction, ou quadrinhos), meio que é um termo geralzão para histórias postadas na internet. Vou apresentar para vocês um projetinho criado por mim, onde o meu único e principal foco é: acabar com essa "cultura" de leitores anônimos. 

Há algum tempo eu falei a respeito da falta de feedback que nós temos quando postamos algo, todo mundo cobra atualização das histórias e quando a danada finalmente sai, cadê o povo pra comentar o que achou? Aí surge só um “posta mais”. É PRA MORRER! E ainda tem aquele povo que reclama de não ter comentários em suas histórias, mas quando lê a de outra pessoa também não comentam! Olha só, o deus da escrita está de olho nisso! 

Então pensando nessa coisa de feedback, ou melhor, na falta dele, eu resolvi lançar uma campanha/projeto: Adote 1 Fic, ou adote uma historia, enfim, só adote. 

E o que eu proponho a você, caro leitor/escritor? Eu peço que escolha uma única história, pode ser mais se quiser, mas faça um esforço e escolha pelo menos uma (de preferência em andamento), então você vai aceitar a missão de acompanhar essa história até o seu final, vai comentar nela sempre que ler e não é comentário “Hmm, legal, continua”, é comentar pra valer! Xingue o personagem que você não gostou, despeje amor e elogio no personagem que amou, viu que o autor(a) cometeu algum errinho, comenta numa boa, dá uma dica para a pessoa. E ainda tem mais! Mostre que você se importa com a pessoa que está escrevendo a história, vá nas redes sociais dela, pergunte como ela está, comente o quanto está gostando da história, cobre atualização, tire dúvidas, enfim, mostre que você se importa com a pessoa que escreve a história que você tano gosta.

O que eu quero mostrar com esse projeto? Que o dedo de ninguém cai quando comenta, ou pergunta para o autor(a) se está tudo bem com ele(a). Se importar não arranca pedaço de ninguém, do mesmo jeito que você odeia ficar no vácuo quando posta a atualização da sua história, aquela pessoa de quem você lê a história também não gosta. Ver o número de view subir não ajuda muito, a view não diz o que a pessoa achou da história, não diz se ela achou que o escritor pecou em alguma coisa, não diz que personagem ela ama, ou qual odeia. Você que está lendo isso tem nas pontas dos seus dedos o poder de fazer alguém feliz com um simples comentário. 

Então convido você a fazer parte desse projeto, quando a história que você escolheu chegar ao fim, você vai perceber que valeu a pena o minutinho que "perdeu" em cada capítulo para comentar, vai perceber que isso não te arranca pedaço, isso não te faz perder um tempo precioso. Então adote uma história e faça a diferença! 

Você não sabe onde procurar fanfics/histórias para ler? Então segue alguns links úteis para você:

Sites de fanfics/histórias: 
Wattpad // Fanfic Obsession // Ficcionando // Espaço Criativo // Fanfiction // Social Spirit

Alguns lugares onde você pode pedir indicações de histórias:
@queendica // @aquelafic // @idfplus // @eudivulgofanfics // @divulgofanfic 
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É meio clichê parar no Dia Das Mães para falar sobre as mães, apesar do dia ser delas, é como se nós lembrássemos desse detalhe apenas nesse dia, como se no restante do ano elas não estivessem fazendo as mesmas coisas, estando ao nosso lado, etc. Mas ainda assim vou vir falar sobre mães, na verdade sobre a minha mãe. 

Talvez eu não fale o “Eu te amo” com tanta frequência quanto deveria, às vezes pensamos “a pessoa já sabe”, então por que ficar repetindo, não? Ai alguém fala a respeito de que não estarão aqui para sempre e que vamos sentir falta de poder dizer essas 3 palavras, então sentimos o peso cair na consciência. 

Talvez eu também não expresse tanto o quanto sou grata, por algum motivo esquisito as vezes eu tenho vergonha de dizer o tal do “obrigado”, dizer um “muito obrigado” então, vai arrancar um pedaço. Naquele dia que fomos no shopping e você comprou todas as aquelas roupas, eu vim no carro pensando “Deus é muito incrível mesmo, me deu a mãe mais maravilhosa do mundo”. 

Também não falo muito o quanto sou feliz por você me apoiar em tudo que eu quero a até naquilo que eu não sei que eu quero. Outras provavelmente teriam me chamado de vagabunda e mandado ir trabalhar em qualquer coisa, porque ficar sem dinheiro é um absurdo, porém você só quer que eu encontre aquela carreira que me faça feliz, porque sabe bem como eu posso ficar estranha quando estou em algo que não quero. 

E provavelmente não devo ter dito o quanto adoro o fato de você ser a minha companheira de cinema. Também não devo ter dito que amo o fato de ser parecida com você, também não devo ter dito que sinto uma invejinha inocente de você, porque você sabe desenhar e eu nem bonequinho palito consigo fazer direito. 

No fim das contas se eu for listar tudo o que não falei, a lista se estenderia sem jamais ter um final. As vezes não nos bicamos, às vezes dizemos coisas que não devíamos dizer, ou deixamos de dizer. Só queria dizer que na verdade sou eu que sinto orgulho de você. 

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Não sei quem fez essa edição bacanuda, só sei que peguei aqui.

TÍTULO ORIGINAL: Captain America - Civil War
SINOPSE: Steve Rogers (Chris Evans) é o atual líder dos Vingadores, super-grupo de heróis formado por Viúva Negra (Scarlett Johansson), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Visão (Paul Bettany), Falcão (Anthony Mackie) e Máquina de Combate (Don Cheadle). O ataque de Ultron fez com que os políticos buscassem algum meio de controlar os super-heróis, já que seus atos afetam toda a humanidade. Tal decisão coloca o Capitão América em rota de colisão com Tony Stark (Robert Downey Jr.), o Homem de Ferro.
GÊNERO: Ação
DIREÇÃO: Anthony e Joe Russo
ELENCO: Chris Evans, Robert Downey Jr, Scarlett Johansson, Sebastian Stan, Anthony Mackie, Don Cheadle, Jeremy Renner, Chadwick Boseman, Paul Bettany, Elizabeth Olsen
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 12 anos.

Vamos falar de filme? Sim, vamos falar de filme. E de qual filme vamos falar? Vamos falar de Capitão America: Guerra Civil, meninos e meninas. Só para entrar no clima do conflito, vou dar um play em Bad Blood. 

A não ser que você tenha vivido em uma caverna nos últimos meses, todo mundo sabe o que é Guerra Civil, o filme que todo mundo acreditava ser um Vingadores 2.1, no fim é mais um Capitão América 2.1 (ou vamos arredondar para 3 de uma vez, ok?). 

O terceiro filme do Picolé aka Steve se passa depois do segundo filme dos Vingadores, é claro, dessa vez vemos todas as catástrofes em que os amigos Vingadores se meteram ter uma consequência sobre os já citados. Depois de uma mal sucedida missão na África, que termina com a morte de vários civis, é a gota d'água no balde da paciência da humanidade, o governo é pressionando para tomar o controle sobre os heróis, que até então faziam o que queriam (alguém quer impedir o Thor de fazer alguma coisa? Eu não!), entra em cena o Tratado de Sokovia, que basicamente coloca todos os super humanos sob o poder do governo (afinal, o governo não é um lugar tomado de ganancia, deixar um bando de super poderosos sob o comando deles é bem mais seguro). Steve não concorda, pois acredita que estará vendendo a sua liberdade, enquanto Tony defende o registro com vigor, o que acaba criando uma rachadura entre os Vingadores. Eis que no dia que o tratado está para ser assinado, acontece um atentado à sede da ONU, realizado por ninguém mais e ninguém menos que Soldado Infernal... Quero dizer, Invernal (interpretado por Sebastian Satan. NÃO! Stan!). Então com Steve defendendo Bucky e indo contra o tratado, se dá início a um conflito entre os Vingadores. 

Antes de tudo eu só quero dizer algo: não entre no cinema achando que vai se deparar com um live action de Guerra Civil, isso não processe e acho que depois de anos vendo filmes da Marvel Studios, já entendemos que eles não vão entregar algo 100% fiel ao material original (Disney fazer algo +16? Quero ver isso acontecer!). Tem quem se chateia, tem quem quer tacar fogo na Marvel Studios, tem quem tanto faz como tanto fez e tem quem curte. Seria muito louco ter uma adaptação certeira de Guerra Civil? Seria de explodir a cabeça! Infelizmente não é dessa vez. Mas isso não quer dizer que é ruim, certo? Certo.

Aviso dado (não que eu ache que existe algum desavisado), voltemos ao foco. 

Eu acho que nunca tinha visto um filme da Marvel que me deixou tão pilhada, as cenas de lutas são simplesmente frenéticas, ver Viúva Negra metendo a porrada nos caras é praticamente uma obra de arte, alguém devia expor em um museu. Foi quase a mesma sensação de assistir Demolidor, quem assistiu a série vai entender, é uma coisa de você se remexer na cadeira ao imaginar aquele chute vindo no meio da sua cara, só tinha menos sangue e ossos quebrando. 

É como aquele ditado de Twitter: estou digitando com os pés, porque com as mãos estou aplaudindo. O roteiro pensou em cada personagem presente na trama, quem não sentiu aquele frio na barriga de imaginar que algum personagem ficaria apagado? Os caras conseguiram encaixar cada um de forma que você não sentisse que alguém ficou de lado, só o Visão, ele eu achei que não estava com muita presença. 

Feiticeira Escarlate mostrou que veio pra fazer a gente surtar com o poder dela (digo principalmente no sentido de força), ao mesmo tempo que ela é só uma garota, ela é uma garota com um poder imenso e eu estou muito ansiosa pra ver até onde ela ainda vai nos levar. Pantera Negra rouba a cena quando aparece, você quase consegue ignorar todo o resto da cena só pra focar naquele uniforme maravilhoso chutando umas bundas. Homem Formiga é outro que vai te surpreender e MUITO, ele é o cara que tem o papel de ser o alívio cômico do lado do Steve e cumpre o seu papel no filme com cenas incríveis e frases ilárias, quem não surta com aquelas cenas do microverso?

Deve ser uma honra levar um chute desses pés reais.

Agora vou até separar um parágrafo para o próximo personagem, aquele que me fez chorar no cinema: Peter Parker! Eu estava tão ansiosa pra ver o menino Tom no filme, que quando ele finalmente apareceu não deu pra conter os sentimentos, eles falaram mais alto (pelo menos foi um choro silencioso). O filme já era especial, a presença dele só completou o pacote. Vou nem falar muito, se não spoiler vai rolar solto.

Claramente eu, principalmente na última parte.

Marvel, não é o seu aniversário, mas você está de parabéns! Eu já falei aqui que eu gosto muito de Guerra Civil, porque ela é uma histórias sobre consequências, ela não tem um vilão, ela tem pessoas em conflito, tem pessoas defendendo ideais, tem pessoas lutando pelo o que acreditam e quando se coloca isso numa realidade em que essas pessoas têm super poderes, o resultado só pode ser catastrófico, destruidor de sentimentos. E o filme não falhou em mostrar uma versão mais MCU de Guerra Civil. 

Sai do cinema satisfeita, extasiada, expectativas mais do que superadas. Agora fico me perguntando: o que vão aprontar para o terceiro filme dos Vingadores? Espero ser surpreendida novamente.



PS: espero que a próxima vez que eu for chorar por causa da aparição de alguém em um filme, que esse alguém seja o Demolidor. Vlw! Flw!

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Alguém pode muito bem ter se perguntado "OH! Onde está o 5on5 da Gabriela?", eu vou admitir o meu erro, vou dizer que eu simplesmente esqueci, pode ser? EU ESQUECI! Me perguntava como alguém se esquece de postar sobre o projeto que participa? Bom, eu consegui essa proeza. Mas não seja por isso, hoje venho com as fotos que tirei em março, algumas de abril (posto na integra em outra ocasião) e as que tirei nesse começo de maio (não todas, mas algumas).

Como estamos sem um tema definido, qualquer fotografia tirada durante o mês está valendo, o post hoje está um pouco longo, isso deve-se por conta do atraso, é claro, e também porque cada vez que pego a câmera tiro umas mil fotos. Então clique no continue lendo e venha apreciar a minha arte (como sou metida):


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Quando decidi começar (no caso do Cats é recomeçar) um blog não foi para ter algo que eu pudesse usar quando me desse na telha, queria fazer algo sério, mesmo que eu não trabalhesse necessariamente com isso, queria fazer algo legal e que fizesse eu me sentir no mínimo útil. Ter um blog tem me ajudado em coisas que eu nem esperava quando eu comecei o mesmo. 

Eu costumava ter umA insegurança horrível sobre aquilo que eu escrevia, eu surtava só de imaginar alguém lendo algum dos meus textos, acabava que eu ficava em uma situação chata, pois sempre tive coragem de dizer as pessoas que eu escrevo, então eles pediam pra ler os meus textos, aí eu travava e inventava alguma desculpa. 

Quando eu comecei o blog anterior ao Cats foi criando em mim certa transparência, o fato de eu estar expondo pensamentos, meus gostos e até mesmo as minhas histórias, tirou toda aquela apreensão que eu tinha. 

Ter um blog também me ajudou a ser menos insegura com aquilo que acredito, me ajudou a ser ainda mais firme com as minhas opiniões. Perdi o medo de parecer boba ou estranha, ver tantas pessoas assumindo as suas personalidades tão singulares, me fez perceber que não tem problema eu gostar daquele filme que todo mundo odeia, ou amar tirar fotos com as caretas mais estranhas, não tem problema você ser estranho e você nunca vai ser a única pessoa que já fez ou pensou algo. 

Eu aprendi a ter mais compromisso com a minha escrita, eu nunca escrevi tanto e me dediquei tanto a isso desde que comecei o Cats, está sendo uma das melhores experiências da minha vida poder fazer aquilo que eu amo e principalmente poder me descobrir e ser ousada sem medo de falhar. 

Portanto, se você está à procura de motivos para começar um blog, ou se você está perdido, sentindo que o seu blog perdeu o significado, saiba que um blog é uma extensão de você, ele é você e principalmente vai te ajudar a descobrir quem você é, vai te ajudar a descobrir a voz que há dentro de você!

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Me diga se essas nuvenzinhas não são uma fofura pura *-*

Há algumas semanas (já faz quase um mês, que vergonha de mim) eu fui indicada para um selo que o próprio nome diz: FOFO. Eu fui indicada pela Amanda, do Pequenos Vícios, para receber esse selo. 

Fiquei muito feliz pelo fato de eu não ser conhecida pela fofura, digamos que é mais pela aspereza e agressividade verbal (hehe sou legal hehe), esse selo pode ser a prova de que a sociedade está errada em me julgar por “mal humorada”. QUAL É, MUNDO?

Vou agradecer a Amanda de novo pelo ato de fofura ao me indicar para o Selo de Blog Fofo. OBRIGADA! 


Agora que eu estou selada, devo estar indicando outros 10 blogs (ok, deu menos de 10) para serem selados pela fofura e os meus indicados são:

Café, Vodka e Literatura; 
Fleur de Lune;
O Outro Lado da Raposa;
Parolar;
Say My Book;
Vestindo o Tédio; 

O selo: 



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