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Cats Can't Write


No ano passado eu fiz um post intitulado Não Seja Um Leitor Fantasma, por um bom tempo ele ficou entre os mais lidos aqui no blog e não fosse por mais, vendo que os tais leitores fantasmas são um pesadelo na vida de quem pública algo na internet e espera ter algum feedback, no entanto ele simplesmente não vem. 

Desde novembro quando eu postei esse texto, eu posso dizer que muita coisa vem mudando, aquele post demonstrava algo que eu estava pensando naquele momento e precisava falar. Não vim dizer “oi, já não ligo mais para isso, retiro tudo o que disse”, eu realmente não ligo muito, mas não estou aqui para desmentir o que já falei, afinal imagine como seria maravilhoso se todos comentassem sempre que lessem algo!

Porém essa coisa de leitor fantasma envolve muito mais assunto do que apenas o fato dos comentários inexistentes. 

Eu já vi discussões não muito amistosas se iniciarem por conta disso, de um lado autores querendo um feedback e do outro alguns leitores querendo que seus comentários sejam respondidos. E ai, quem está certo?

Pensando comigo mesma e tomando isso como a minha opinião, o problema não está na falta de comentário, ou de respostas, o problema está mesmo quando tentamos tomar isso como uma obrigação. "Quem leu é obrigado a comentar, assim como comentários são obrigados a terem respostas". Por que gastar tempo e energia brigando por conta disso? Eu, sinceramente, não vou ficar implorando por comentários, da mesma forma como não vou chorar por uma resposta daquele comentário que fiz. Não é muito mais fácil e simples você fazer algo porque quer e sentir que seu "dever" está feito? Você não precisa ficar esperando nada do outro.

O meu verdadeiro prazer está em escrever, se eu tenho que gastar alguma energia vai ser escrevendo a história, que é o que realmente me importa, o que no fim das contas me faz feliz. A partir do momento em que coloco essa história na internet, o que vem depois eu vejo como lucro, como um extra pelo bom trabalho e dedicação. Eu não vou brigar por algo que já foge da minha ossada, não posso forçar ninguém a comentar, o meu trabalho está feito, a história está escrita. 

Não quero obrigar ninguém a pensar como eu, mas convenhamos, a partir do momento que isso passa a ser um problema na sua escrita/história, alguma coisa está muito errada e é preciso pensar no que está acontecendo, não? O que eu digo é: se importe menos com isso! Entenda, não estou dizendo que acho errado querer reconhecimento, querer que os leitores comentem, até eu quero isso! O que estou falando é: não coloque toda a sua energia nisso, pois ela vai esgotar mais rápido que uma garrafa de 500ml de água no meio do deserto. Então uma atividade que devia ser prazerosa, acaba virando o seu martírio, e ninguém quer isso, certo?

Todo o tempo e energia desperdiçado com essa "briga" podem muito bem serem melhores utilizados na sua história, ou em algum projeto novo. Foque em escrever (ou ler). No momento que um sorriso bobo, cheio de orgulho, surgir no seu rosto, lendo aquilo que saiu de dentro da sua cabecinha criativa, saiba que já valeu a pena, a pessoa mais exigente (e importante!!!!111!!11) que você poderia encontrar aprovou a história e essa pessoa é você, o que vem depois disso é lucro.

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No ano passado durante o BEDA, que rolou no mês de Agosto, eu falei sobre os meus álbuns preferidos, porque eu sou aquele tipo de pessoa que se apega mais aos álbuns de um artista, do que necessariamente por quem os fez. Como a música é um mundo em constante expansão e temos coisa nova chegando todos os dias, é mais do que obvio que a lista de preferidos vai aumentando e até mesmo mudando. Hoje a seleção eu diria que é mais de álbuns que eu tenho ouvido ultimamente, não são exatamente os meus preferidos, mas eu gosto muito de cada um. 

Já vou avisando que existe uma predominância grande no pop, porque é provavelmente o meu gênero preferido, o pop tem uma presença esmagadora na minha playlist.


GET WEIRD – Little Mix
Esse é uma das minhas mais recentes paixões. Eu sempre via os clipes das garotas nos programas de clipes e eu acabava baixando a música, pois gostava, então decidi ir ouvir o álbum mais recente delas e que ótima decisão foi essa! Eu continuo batendo na tecla de que ouvir as músicas delas é como ouvir a música de um musical colegial. AMO!
Músicas preferidas: Love Me Like You, Weird People, Hair, OMG, A.D.I.D.A.S (viciei legal nessa), Black Magic.

LOVE STUFF – Elle King
Descobri Elle assistindo Ex’s And Oh’s na programação do MTV Hits e foi aquela coisa “amor a primeira ouvida”, eu sai correndo procurar mais músicas dessa moça de cabelo platinado (atualmente acho que está azul). Foi meio triste me deparar com apenas um álbum, que venham mais, por favor!
Música preferidas: TODAS! Mas citando algumas... Jackson, Under The Influence, American Sweetheart, Ain’t Gonna Down, Last Damn Night........

MADE IN THE A.M. – One Direction
Essa foi uma das melhores coisas que One Direction fez pelo mundo, quando eles lançaram o álbum (tudo bem que eu baixei todas as músicas antes do lançamento oficial, DESCULPA!!!) eu fiquei SEMANAS seguidas ouvindo apenas isso, entrava no carro, coloca fones de ouvido e viajava na maionese. 
Músicas preferidas: Talvez todas, mais uma vez... Hey Angel, Home (amo forte), End Of The Day, Perfect, Love You Goodbye, Long Way Down, Never Enough.

RBD – RBD 
RBD já não é novidade há sei lá quantos anos, mas eu voltei a assistir Rebelde no Netflix e então da noite para o dia eu voltei a ouvir essas músicas e como tem sido nostálgico! Mais do que merecido, esse álbum entra na lista.
Músicas preferidas: Enséñame, Futuro Ex-Novio, Salvame (HINO!), Otro Dia Que Va. 

ROCK OF AGES – Rock Of Ages
Trilha Sonora também está valendo, então vamos lá! Eu sempre tive muita vontade de assistir o filme e quando finalmente consegui, foi um vício nervoso na trilha sonora do filme. O QUE É AQUELE TOM CRUISE NA PELE DE STACEE JAXX?!?!?!?! Não estou bem!
Músicas preferidas: Wanted Dead or Alive, Paradise City, Pour Some Sugar On Me, Juke Box Hero/I Love Rock And Roll, Hit Me With Your Best Shot, Here I Go Again.

IF I CAN DREAM – Elvis Presley
Eu cresci ouvindo Elvis, porque a minha mãe é muito fã dele, então é aquele caso de você ir aprendendo a gostar também. Há um tempo fui atrás de alguns álbuns do menino Elvis e dei de cara com esse que é gravado juntamente com uma orquestra, fui mais do que depressa baixar!
Músicas preferidas: Burning Love, Love Me Tender, You’ve Lost That Loving Feeling, Can’t Help Falling In Love, In The Getto, Steamroller Blues, If I Can Dream.

BEGIN AGAIN - Begin Again
Já que uma trilha sonora já foi citada, por que não outra? Ainda vão me ver paparicar muito esse filme. Músicas lindinhas para deixar todos nas nuvens e idealizando um mundo em sua mente, essa é a trilha sonora de Begin Again.
Músicas preferidas: Tell Me If You Wanna Go Home, A Higher Place, Lost Stars (seja na versão do Adam, ou da Keira), A Step You Can't Take Back.


Mais um seleçãozinha básica de álbuns que eu particularmente gosto muito, dê um playzinho básico e descubra se pode ser a sua próxima paixão também!

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Querida criatividade, entendo que você gosta de mim da mesma forma que eu gosto de você, gostamos tanto uma da outra que as vezes não queremos nos desgrudar, ficamos abraçadas uma a outra como se a nossa existência dependesse disso. Porém temos uma vida, ou melhor dizendo eu tenho uma vida. 

Não me entenda mal, querida. Longe de mim querer expulsá-la da minha vida, pois preciso de você mais do que pode imaginar, no entanto existem momentos em que eu não preciso de ideias novas, a única coisa que preciso é focar. 

Existem aulas, palestras, conversas e tantas outras coisas que eu preciso estar de ouvidos ligados para entendê-las, porém a senhorita não parece entender muito isso e passa a cochichar em meus ouvidos uma porção de ideias tentadoras e meu cérebro, um viciado em novas ideias, é claro que se desliga do mundo e passa a escutá-la somente.

Eu a amo tanto, mas tanto, que não parece certo ignorá-la quando fala comigo e as vezes sua voz é tão baixa, que me força a redirecionar toda a minha atenção para você. Mas eu preciso de você quando sento em frente ao notebook com o documento daquela nova história aberta diante dos olhos, nessas horas você parece se calar, não entendo bem por que faz isso. 

É necessário que entremos em um acordo, eu não posso fazer as coisas apenas quando você quer, assim como não posso obrigá-la a fazer as coisas sempre que quero. Então como fica?

Espero que de alguma forma possamos conversar e resolver-nos, pois sabe bem que temos duas histórias para terminar e um blog para atualizar. 

Com todo amor, Gabriela. 

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TÍTULO ORIGINAL: Finding Dory
SINOPSE: Um ano após ajudar Marlin (Albert Brooks) a reencontrar seu filho Nemo, Dory (Ellen DeGeneres) tem um insight e lembra de sua amada família. Com saudades, ela decide fazer de tudo para reencontrá-los e na desenfreada busca esbarra com amigos do passado e vai parar nas perigosas mãos de humanos.
GÊNERO: Animação, comédia
DIREÇÃO: Andrew Stanton, Angus MacLane
ELENCO: Ellen DeGeneres, Albert Brooks, Idris Elba (vozes originais, inglês)
CLASSIFICAÇÃO: Livre

Finalmente chegou no cinema o filme capaz de despertar o lado mais criança de um adulto, a ponto de fazer o mesmo cortar fila de criança no cinema! Por favor, vamos falar sobre Procurando Dory.

Procurando Dory se passa um ano depois dos acontecimentos do primeiro filme (e eu aqui achando que foram 13...). Dory está vivendo no coral com Marlin e Nemo, certo dia a peixinha é encarregada de ser professora assistente do já conhecido por todos, Mr Ray. Eles levam a classe para ver a migração das arraias, enquanto as crianças aprendem sobre como funciona a migração, Dory tem um insight e passar a ter algumas memórias esquecidas sobre o seu passado e os seus pais. Movida pela saudade que ela nem sabia que tinha, embarca em uma aventura juntamente com Marlin e Nemo para encontrar a sua família. 


Quem não lembra quando saiu as primeiras notícias de que a Pixar estaria mesmo trabalhando em uma continuação de Procurando Nemo? E a euforia de quando descobrimos que na verdade seria um filme sobre a Dory? 

Eu fui ao cinema acompanhada de minha irmã e minha melhor amiga, as mesmas pessoas que assistiram Procurando Nemo no cinema lá em 2003 comigo, então aquela sessão tinha tudo para ser o momento mais nostálgico do ano e realmente foi. Em alguns momentos voltamos lá no primeiro filme e ai passamos a entender o que foi que aconteceu em 2003, o que levou a nossa peixinha desmemoriada a encontrar Marlin totalmente por acaso.

Temos encontros com alguns personagens já conhecidos e temos a introdução de novos personagens, que vão arrancar muitas risadas, farei uma menção honrosa a Beca e Geraldo.


Acredito que para os mais sensíveis é mais do que recomendado levar um lenço junto, pois momentos para rolar uma lagrima não vão faltar, seja por emoção, ou pela tristeza de lembrar o quanto você era feliz e não sabia quando saiu Procurando Nemo no cinema... Bom, isso soou meio dramático.

Acredito que Procurando Dory tem uma mensagem super legal a respeito do que acreditamos ser limitações, independente de quais sejam. Dory mostrou que mesmo com o seu problema de memória curta, ela podia fazer qualquer coisa e principalmente: ela é importante! Limitações na verdade não são limites, só significa que você precisa encontrar um jeito criativo de superar as adversidades da vida. Todos são importantes e podem fazer coisas incríveis! 

Portanto, aqueles que foram crianças nos anos 2000 (e também aqueles que já não eram mais!), vamos ao cinema e mostrar a esse mundão que animação não é coisa só de criança! 

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sdds de assistir Hannah Montana

Segundo algum calendário que olhei por aí hoje é o Dia do Cantor e Dia do Rock, para não deixar o dia passar em branco e lembrar um pouco da época do Rotaroots, decidi pegar um dos memes antigos (e um dos meus preferidos) para lembrar esse dia. 

Quando eu era criança as vezes dizia “mãe, quero ser cantora”, ainda bem que não levei esse desejo a sério, pois cantar que é bom, eu não sei, acredito que de todas as artes do mundo é bom eu me privar apenas a escrita e cinema, assim assusto menos pessoas. Mas isso não impede ninguém de sonhar, não? E sendo essa pessoa criativa que sou, às vezes dá para se imaginar diante de uma plateia gritando o seu nome. 

Sem mais delongas, vamos as dez músicas que eu gostaria de ter gravado:

01. Tell Me If You Wanna Go Home [Begin Again Soundtrack]
Vocês ainda vão me ver amar muito Begin Again e a sua trilha sonora. Sendo uma das minhas músicas preferidas do filme, eu não podia deixá-la fora da lista, não, não. 


02. Slow Dancing In a Burning Room [John Mayer]
A minha música fav pela vida! Não precisa de mais explicações.


03. Lips Are Movin [Meghan Trainor]
Uma das minhas músicas preferidas da senhorita Trainor, eu amo toda aquela coisa colorida do clipe e a música dá uma leve vontade de dançar.


04. Ex’s And Oh’s [Elle King]
Desde que eu descobri o clipe de Ex’s And Oh’s eu criei uma paixão muito grande pelo álbum da Elle, o Love Stuff, portanto eu não só queria ter gravado Ex’s And Oh’s, como também queria gravar Jackson, Under The Influence, American Sweetheart...


05. Wildest Dreams [Taylor Swift]
Sou apaixonada de mais pelo clipe dessa música, talvez por retratar a gravação de um filme antigo, não sei... Então não só gravaria a música, como faria o sacrifício de gravar o clipe ao lado daquele moço nada bonito. 

Gente!!! Que versão linda. ALGUÉM TIRA O PLAY DE MIM! 

06. Sorry [Justin Bieber]
Essa música é uma desgraça na minha vida, porque é ouvir e passar o resto do dia com ela na cabeça, sem contar que agora não posso mais ouvir a palavra “sorry” que automaticamente vem a música na cabeça. Gravaria essa música para entrar na cabeça de todo mundo :)


07. That’s Just The Way We Roll [Jonas Brothers]
Minha irmã, minha melhor amiga e eu falávamos que essa era nossa música, porque as três amavam como se não houvesse outra música no mundo, tanto que quando eu e a Samara fomos no show dos JB, no momento em que cantaram essa música liguei para minha irmã (na época era muito novinha para ir em show), assim ela pode ouvir a música ao vivo.


08. You’re The Devil In Disguise [Elvis Presley]
Uma música que eu ouço desde que me entendo por gente, culpa da mãe super fã de Elvis, cantava achando que manjava no inglês, então com certeza eu gravaria essa música, ao menos hoje sei falar mais ou menos o inglês...


09. Love Me Like You [Little Mix]
Não tem muitas músicas que eu ouço da Little Mix, porém essa é uma das que eu mais gosto. Não sei o por quê todas as músicas que ouço delas me parecem algo tirado de algum musical e com essa especificamente não é diferente.


10. Something That We’re Not [Demi Lovato]
Uma das minhas músicas preferidas da Demi, adoro a letra divertida, é uma história um tanto engraçada, já tenho até o clipe esquematizado na cabeça, então por que não?


BÔNUS. You And I [Lady Gaga]
Música que já me inspirou muito em algumas histórias, que por sinal não tinham nada a ver com a letra da mesma, é uma das minhas preferidas da Gaga e uma das minhas escolhas para gravar.


E você, pessoa maravilhosa que chegou até o fim de lista, quais músicas você gravaria? Faça a sua lista e se divirta imaginando o clipe das mesmas!

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O que eu vou falar hoje pode até soar um pouco loucura, principalmente para aqueles escritores que gostam de ter a sua história bem planejada antes de começar a escrever. Acho que já falei algumas vezes que sou aquele tipo de autora que começa uma história com a primeira cena que vem a cabeça, define um final e o que vem no meio disso é um punhado de cenas que já tinha em mente e outras que vieram ao acaso, então o que eu vou falar super combina com a forma como escrevo e tem dado certo comigo.

Provavelmente um dos maiores medos, temores, ataques de raiva e sei lá mais o que, de um escritor é o tal do bloqueio criativo. Desde que ouvi um podcast falando a respeito disso, onde os autores afirmaram o ponto de vista de que o bloqueio criativo é um baita mito criado por nós mesmos, não vou entrar em detalhes sobre o que foi discutido no podcast, mas foram argumentos um tanto convincentes, convincentes o suficiente para me deixar pensando sobre o assunto não uma ou duas vezes, mas diversas vezes. 

Eu percebi que muitas vezes o que eu chamava de bloqueio criativo, na verdade era uma pura falta de vontade de escrever, ao invés de parar para escrever eu ficava procurando outras coisas para fazer (era uma preguiça vagabunda mesmo haha). Porém eu tinha outro problema, como eu falei, não tenho o costume de criar um roteiro bem elaborado sobre as minhas história, no máximo faço um resumão e a possibilidade dele mudar é bem grande, então direto eu passava pelo problemão de estar escrevendo uma cena, que já estava em mente, e quando ela acabava eu não sabia como preencher o buraco entre a cena escrita e a próxima que tinha em mente, não dava para simplesmente fazer o tempo passar, tinha que ter uma conexão ali para  a cena seguinte fazer sentido. 

Diversas vezes eu travava em uma história por conta disso, era bem frustrante ter a cena lá na frente e não poder continuar por causa da dita conexão que não existia naquele momento. Nesse mesmo podcast, além dele abrir a minha mente em relação ao que eu dizia ser o meu bloqueio criativo, me foi dada a solução do problema com as conexão das cenas: escrevê-las mesmo sem as conexões!

Juro que na hora comecei a rir sozinha, porque eu nunca tinha pensando nisso. Eu já não tinha a história totalmente planejada mesmo, qual seria o problema de escrever a cena que já estava em mente e depois voltar para conecta-la com a anterior? Eu tinha na minha cabeça que era preciso escrever tudo na ordem certinha, não podia sair da linha do tempo do enredo, quando na verdade não tinha problema nenhum em escrever de forma não linear.

O importante é: seguir em frente. Eu tenho que colocar no papel aquilo que já está na minha mente, eu não posso perder isso, algumas boas revisões depois de ter todo o rascunho pronto vai conectar tudo, vai juntar as pontas soltas, arrumar aquilo que ficou no ar, ou mudar aquilo que não está fazendo muito sentido. 

Essas descobertas fizeram toda diferença no meu jeito de escrever, o tempo que antes que eu gastava travada em um pedaço que não estava planejado ainda, hoje eu faço bom uso continuando outra cena que está mais para frente. 

E quanto ao bloqueio criativo, quanto menos você o alimenta, quanto menos você acredita nele, menos ele aparece. Não vou dizer “o bloqueio criativo é um mito”, porque acima de tudo cada um tem direito a sua opinião sobre o assunto, o que eu posso dizer é: quanto menos tenho acreditado nele, menos ele tem me aparecido.

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Quando eu decidi  começar um blog fui atrás de algumas informações que me fossem úteis, por exemplo, os melhores sites para se ter um blog, se eu já devia ou não começar comprando um domínio, se era possível ganhar dinheiro com isso, a questão de layout, enfim, eu pesquisei bastante, pois não fazia ideia de como começar. 

Encontrei muito conteúdo legal, alguns me ajudaram mais que outros, alguns repetiam as mesmas coisas que outros, outros tiraram exatamente aquela duvida que estava rodeando a minha mente, foi um tempo que “perdi” que valeu muito a pena. Hoje venho com o meu guia pessoal para iniciantes, apesar do blog não ter nem um ano, eu já estou há quase dois anos inserida nesse mundo blogosferico e assim como muitos me ajudaram nesse tempo, hoje eu quero ajudar também.

Antes de tudo, o que eu estou dizendo aqui não é lei e nem regra, foi tudo baseado na minha experiência com blogs e ai cabe a cada um concordar, ou discordar.  

Não espere se tornar uma pessoa segura para criar um blog, deixe o mesmo fazer isso por você. 
Eu já falei sobre o quanto o blog tem me ajudado a ser mais segura comigo mesmas, ser segura com a minha escrita e até mesmo com a minha opinião. Não esperei eu ser segura para fazer isso (graças a Deus!), eu senti vontade de fazer o blog e me joguei na ideia. Quando você entra na blogosfera e começa a ter contato com diversos blogs e pessoas, você percebe que não está só, em algum lugar tem alguém que te entende, alguém que passou pelas mesmas coisas, alguém com os mesmos gostos, você percebe que não tem problema nenhum em você assumir sua personalidade e mostrar ao mundo quem você é. Se joga na ideia de ter um blog!

Não comece um blog pensando em ganhar dinheiro e ficar famoso(a).
Todo mundo bate nessa tecla e eu também vou insistir nela, porque em pleno 2016 e as pessoas só querem saber de grana e fama (não que seja ruim, né?). Não comece o blog apenas por essas motivações, pois isso exige carinho, exige dedicação. É possível ganhar dinheiro? Sim! Tem vários blogs por aí que provam isso, mas vai pesquisar o que esses blogueiros fizeram para conseguirem o que tem hoje, foram anos de dedicação.  

Sobre compra um domínio. 
Esse não é um assunto que eu domino, tanto que eu nem comprei um ainda, a questão é: compre no momento que você achar oportuno. Eu não senti necessidade de fazer isso até o momento, eu pretendo comprar um dia, mas esse dia não é hoje. Se você quer começar um blog já com o domínio, não tem problema algum, você só precisa saber que isso não é regra, você não precisa já começar com o domínio em mãos.

Crie um conteúdo com o qual se identifique. 
Se você ama de paixão literatura não vai ficar fazendo look do dia só porque “atrai” mais pessoas (a não ser que você realmente goste de look do dia). Não fique seguindo modismo porque as pessoas dizem que está em alta, às vezes você nem gosta daquele assunto. Isso já é um assunto bem batido, mas que ainda precisa ser falado, escreva apenas sobre aquilo que gosta, vale a pena arriscar outros assuntos quando você está a fim de tentar novas coisas, mas faça porque você quer e não porque pensa que é o que deve ser feito. 

Divulgue nos lugares certos. 
Existe uma infinidade de grupos no Facebook e comunidades no Google Plus para você divulgar seu blog sem medo de ser feliz (vou deixar o link de alguns no fim do post), porém existem grupo que é de interação, o objetivo deles é promover interação entre os blogueiros, alguns têm projetos bem legais, e nesses grupos normalmente você não pode ir chegando e postar seu link por lá. Se o seu objetivo é unicamente a divulgação recomendo nem entrar nesse tipo de grupo, pois como falei são específicos de interação, mas por outro eu digo que é muito bom participar desses grupos, principalmente por conta dos projetos maravilhosos que você pode encontrar e então participar.

Você não é obrigado a comentar em todos os blogs que te visitam, mas os visite também.
É extremamente comum as pessoas comentarem deixando o link dos seus blogs no final do comentários, você também pode fazer isso. Não vai cair o dedo de ninguém abrir o blog da pessoa e dar uma olhada, viu algum post legal? Comente. Agora não encontrou nada que você tenha algum comentário para fazer, não fique com peso na consciência, apesar de alguns acreditarem que tem sim a obrigação de retribuir o comentário, eu sou muito mais adepta da ideia: se não tenho nada de útil pra comentar, não comento. Isso é melhor do que fazer algo forçado.

Conheça novos blogs, faça amigos. 
Antes de mais nada não estou dizendo para fazer amigos na intenção de se auto promover, não seja essa pessoa! Faça amigos porque você quer conhecer pessoas legais e que estão inseridas no mesmo meio que você. Uma maneira de divulgar o seu blog é conhecendo novos blogs, todo mundo quando vai comentar em alguma postagem costuma deixar o link no final do comentário, mas vamos deixar algo claro, não vá comentar apenas na intenção de se auto-promover, comente porque você quer comentar, tem algo a dizer, pois é muito chato você se dedicar para fazer um post e ver pessoas dizerem três palavrinhas e deixar todos o links das redes sociais dela. Você não quer ver isso acontecendo com você, portanto não faça com os outros. Faça amigos, conheça pessoas, crie parcerias!


Enfim, essa lista tem dicas bem pessoais, o que eu falei aqui pode não ser a mesma coisa que outro blogueiro acredita. O que eu recomendo? Pesquise bastante assim como eu fiz, às vezes você vai se identificar com as dicas de outro blogueiro, com uma opinião diferente da minha.

Eu estou sempre aberta a pedidos de ajuda, no que eu posso ajudar e tirar dúvida, eu vou o fazer sem hesitar. Então agora eu pergunto: o que você está esperando para criar o seu blog?

Alguns lugares para você divulgar o seu blog:
Facebook: [1] [2] [3]
Google Plus: [1] [2] [3] [4]

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