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Cats Can't Write

Awn, fala se não é a melhor capa que fiz até hoje! <3 font="">

Estou há alguns dias travada nesse post, esse roteiro está mais difícil de sair do que imaginei inicialmente. Quem nunca ao menos uma vez na vida não se imaginou em um filme? Existe aquele clássico momento, está chovendo, você dentro do carro com fones de ouvido bem conectados, coloca uma música lenta, o significado da letra não importa muito, apenas o toque tem que ser lento e melancólico, então você encara a chuva escorrendo pelo vidro da forma mais dolorosa possível.

Agora imagine: como seria o filme da sua vida? Sobre a minha vida eu sei e hoje venho contar em detalhes essa super produção, portanto pegue a pipoca e venha ler o musical mais insano e misturado que você verá na sua vida.


*todas as músicas do "filme" estão linkadas no decorrer do texto, é só você ir abrindo os vídeos e ouvindo junto com o texto haha*

Tudo começa com uma tela preta, ela vai se iluminando lentamente e percebemos que estamos no quarto de um hospital, uma mãe muito feliz está com uma bebezinha recém-nascida em seus braços. Ao redor da cama, da forma mais insana possível, estão três moças usando vestidos curtos e cobertos de lantejoulas, uma de azul, outra de rosa e outra de verde. Elas encaram o bebezinho e com as suas vozes angelicais cantam The Best Part, apenas a bebêzinha pode vê-las e elas são as divindades dos musicais, que sempre aparecem quando uma aventura musicalmente épica está para iniciar.

Então a tela se apaga de novo.

Nossa aventura só começa mesmo alguns anos mais tarde, quando Gabriela era apenas uma garotinha, ela ainda não tinha muita noção sobre o que era a vida e as suas complexidades. Gabriela tinha uma melhor amiga, seu nome era Tamara, depois de ter uma briga feia com ela achou que sua amizade estava perdida para sempre, bom, isso até descobrirem que outra amiga havia armado toda a confusão para separá-las. No outro dia Gabriela e Tamara entraram juntas na perua escolar, Belatriz as encarou, elas encararam de volta e:

- 'Cause baby, now we've got bad blood. – Gabriela e Tamara falaram ao mesmo tempo. Seria surpresa aquilo que surgiu nos olhos de Belatriz? - You know it used to be mad love. So take a look what you've done. 'Cause baby, now we've got bad blood, hey.

Assim Gabriela entendeu a complexidade do relacionamento humano.

A pequena Gabriela tinha um sonho quando pequena: poder voar como os pássaros. (aqui você dá um play nessa música) Passava horas no quintal de sua casa observando e invejando os passarinhos por eles estarem nas alturas e ela estar fada a viver grudada à terra. Baseada nos desenhos animados, pegou duas penas que encontrou pelo jardim, subiu na muretinha da varanda e pulou batendo os seus braços com toda velocidade que podia com as penas em mãos. DEU RUIM! Não quebrou nada, nem se machucou, apesar de meio maluca, era uma maluca controlada e a mureta era baixa. Mas não desistiu! Ainda pegando ideias de desenhos animados resolveu tentar a sorte com um guarda-chuva. Mais uma vez o dom do voo lhe foi negado. Como uma última empreitada, pulou usando uma sacola plástica e acabou novamente sem resultado positivo. Alguns anos mais tarde viria a descobrir a culpada do seu fracasso: oooOOOH Gravityyyy, it’s working against meeeeee.

(Agora é a vez dessa música) O tempo vai se passando, a infância inocente e cheia de brincadeiras, que depois não fazem sentido algum, vai-se embora. Gabriela vai descobrindo o mundo e as complexidades da vida, o quanto o ser humano pode ser um bichinho chato, que você quer socar a face, mas não pode o fazer, pois dizem não “ser legal”. Então chega aquele momento estranho, quando você já não é mais criança, mas também não é um adolescente, Gabriela entra em um conflito de identidade, até que finalmente chega a adolescência, mas já é tarde quando percebe que aquele é só o COMEÇO dos problemas.

Sentimentos a flor da pele, o mundo parece um novo e sinistro lugar, mas de repente tudo parece fazer sentido: Gabriela se apaixona pela primeira vez! Tinha tudo para terminar em desastre, afinal ele era seu primo de terceiro grau e morava há centenas de centenas de quilômetros da cidade dela. O problema mesmo estava na segunda paixão: ele era um fake!

(Agora outra música) O seu contato era restritamente pelo MSN e o falecido Orkut, Gabriela devia ter sido mais esperta, eles eram apenas dois fakes vivendo plenamente a vida fake deles. Tinha alguma chance disso terminar no felizes para sempre? E da mesma forma com que ele surgiu na vida dela (do nada), foi-se embora (do nada ;-;).


Depois de dedicar uma música para ele (Heartbreak Hotel), outra música (You’ve Lost That Loving Feeling) e outra (I Knew You Were A Trouble) por fim superou essa fase obscura da sua vida. Mas coração que é um bom coração, não cansa de sofrer, pois no primeiro colegial existia o Raymundo.

Gabriela não conhecia Raymundo, assim como Raymundo não conhecia Gabriela, mas eles deveriam ter uma centena de amigos em comum. A paixão brotou mais uma vez no coração pulsante de Gabriela. Ela andava pelos corredores da escola lotado de pessoas que ela não ligava para quem eram, seus olhos só focavam em uma pessoas: Raymundo.

- Faz tanto tempo que eu venho te seguindo, conheço passo a passo todos os seus caminhos. – Gabriela era uma verdadeira stalker. - Sei a hora que acorda e a hora em que vai dormir, sei tudo de você e você nada sabe sobre mim. Eu descolei pra mim o seu telefone MSN e te liguei, mas eu não quis falar meu nome, tive medo e quando ouvi a sua voz na hora desliguei. E confesso na verdade me faltou coragem pra dizer:

- Cada dez palavras que eu falo onze é você. – outra voz entrou na canção, Gabriela olhou para o lado encontrando Yessica.

- Cada dez palavras que eu falo onze é você.

Yessica era sua amiga naquela escola nova, não entendia por que ela estava entrando na sua música.

- Tentei mil vezes te esquecer mas no fim, mil vezes desejei você só pra mim. – Yessica encarava Raymundo e nesse momento tudo fez sentido: sua amiga também gostava dele.

(Agora é a vez dessa música).  No começo tudo era tranquilo, Gabriela e Yessica ficavam falando de Raymundo como se fosse super comum duas amigas gostarem do mesmo cara, nenhuma estava realmente se importando com esse pequeno fato, porém conforme o tempo foi se passando, outras pessoas foram entrando na história, amigos de cada uma foram se envolvendo a fim de ajudar a sua amiga, assim começava uma corrida silenciosa e que ninguém admitia existir. Era Gabriela versus Yessica onde o prêmio era o coração de um rapaz que se quer sabia sobre a guerra travada nas suas costas.

Gabriela superou essa fase assim como superou outras anteriores, quanto a Yessica nessa história ela não aparece mais, não que tenham parado de se falar por conta do que houve, apenas seguiram rumos diferentes.

Eis que chega o terceiro colegial, aquele momento que todos aguardam, momento decisivo, onde você está prestes a deixar de ser um jovem remelento e vai começar a construir o seu futuro. Gabriela imaginou que o seu terceiro ano seria um imenso High School Musical, no entanto, na prática mostrou-se mais um Everybody Hurts.

Estava separada dos seus amigos incríveis do segundo ano, tendo que ficar uma sala repleta de pessoas que odiava e o sentimento era recíproco. Tudo o que Gabriela queria era estudar e até isso lhe era tirado quando os professores desistiam da turma, Gabriela só queria estudar para conseguir um bom futuro.

E ai se encontrava outro problema: o futuro. O que Gabriela queria ser? Ela não sabia! Desde pequena vinha dizendo o que queria ser, as vezes professora, outras vezes cozinheira, em outras ocasiões arqueóloga, até mesmo pilota quis ser, porém no momento decisivo nada disso mais parecia certo. Novamente se encontrava em uma crise existencial.

- Well, everybody hurts, sometimes everybody cries and everybody hurts sometimes, but everybody hurts sometimes. So hold on!

Pequenas fadinhas da música colocaram-se envolta daquela triste voz solitária e cantaram delicadamente:

- Hold on, hold on, hold on, hold on, everybody hurts. You're not alone!

Entretanto nem tudo estava perdido. Em um dia triste, ainda imersa no seu poço de perdição, Gabriela resolveu fazer um teste vocacional online, não esperava muito de um teste de internet, pois depois de alguns terem lhe dito que era bipolar, tinha deficit de atenção e era hiperativa, os testes de internet caíram e total descrédito. Em um simples teste vocacional viu toda a sua crise desfazer-se como pó no vento, uma das opções dadas levou sua mente à doce época da infância, quando uma pequena Gabriela assistia filmes com fascinação se perguntando como eram feitos os detalhes e com uma mentezinha criativa os tentava imaginar. Nesse dia Gabriela descobriu que queria trabalhar com cinema.

- Follow that dream, I gotta follow that dream! – sentia-se viva novamente, sua vida não acabaria naquele ano de 2012. - Keep a-movin, move along, keep a moving. – ela tinha um motivo para viver novamente, Gabriela tinha que ir atrás do cinema e mostrar ao mundo o seu talento. - I've got to follow that dream wherever that dream may lead. I've got to follow that dream to find the love I need!

Aquele ano de 2012 fora um tanto arrasador, apesar de ter encontrado o seu caminho ainda tinha muito para concertar em você, Gabriela estava in repair e sabia que iria se encontrar.

Com um tratamento rápido de Shake It Off e American Sweetheart Gabriela percebeu que estava se importando de mais com o que os outros pensavam, deixando os seus próprios pensamentos de lado, para ser quem ela devia ser não poderia mais se importar com o que os outros pensavam, assim descobriu que batons vermelhos eram os seus preferidos, também descobriu que amava usar saias e vertidos, adorar aqueles All Star velho não te impedia de amar um maravilhoso salto alto, descobriu que não precisava escrever igual George Martin ou Rick Riordan, afinal ela é a Gabriela... (é a última música) Os últimos quatro anos foram repletos de muitas descobertas e aprendizagens, apesar de as vezes ainda admitir estar in repair, sabe que a cada passinho está mais perto de encontrar quem é Gabriela. Ela ainda não estudou cinema, mas esse ainda não é o fim do caminho. 

***

Esse é provavelmente o post mais longo e insano desse blog, não sei porque raios decidi fazer essa loucura, mas tenho que dizer que foi divertido. Você que chegou até aqui não é o seu aniversário, mas está de parabéns!

Essa é uma história fictícia inspirada em fatos reais, alguns nomes foram modificados a fim de preservar a identidade das pessoas. Nenhum pássaro foi ferido no decorrer das filmagens. 
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Já não é segredo algum que eu sou mega viciada na série do Demolidor. Quando finalmente assinei Netflix, em julho do ano passado, Demolidor foi uma das primeiras coisas que assisti, eu acabei com a primeira temporada em um final de semana, um tempo recorde para uma pessoa que simplesmente não assiste séries, são poucas as que conseguem me conquistar para assistir esporadicamente, agora assistir tudo em um único tiro só Demolidor e Unbrekable Kimmy Schmidt conseguiram o feito.

Sendo essa pessoa difícil para séries como eu sou, o que raios tem em Demolidor que me viciou? Confira a lista e em seguida faça o favor à você mesmo e vá assistir a série. Obrigada, de nada!

MOTIVO

Uma série sem “papas na língua”
Sem papas na língua não é bem a expressão certa, mas é essa que eu vou usar. Quem acompanha o MCU já está acostumado com super herói levando porrada e nem sangrar, Demolidor já vai totalmente no oposto. A série tem censura +16 no Brasil, praticamente em todos os episódios tem pancadaria, tem Demolidor batendo ou apanhando, é uma coisa frenética, te deixa pilhado. Então se você gosta de uma boa luta (é quase uma arte), uns gritos de dor, sangue, ossos quebrando, vai por mim, Demolidor vai agradar o seu lado violento que talvez nem sabe que existe. 

AAAAAAAAAAAAAaaaaah.

Vilões danados de bons que são ruins
Temos Wilson Fisk, cara que você ama odiar, ou odeia amar. Responsável por tirar o sono de Matt durante toda a primeira temporada e não duvido nada que ele volte a assombrar o Demolidor. Também temos Justiceiro, ele não é bem vilão, só é um ser humaninho bom, que ficou meio pancada, e resolveu fazer justiça da forma mais agressiva possível. Quem não se identifica *-* ? Quem as vezes não tem vontade de pegar uma três oitão e fazer justiça pelas ruas? É a coisa MAIS normal do mundo!

Essa cena me arrepia até a sobrancelha.

Matt Murdock
Convenhamos, ele é motivo para assistir a série, afinal ele é o motivo dela. Um cara bacana durante o dia, que usa gravata, tem um trabalho honesto, é gente do bem. De noite vira o demônio, literalmente, mete porrada em pessoas ruins, não é mais tão ceguinho, bate muito nos vilões, porém não mata, mesmo assim talvez morram por ter apanhado muito, MAS DEMOLIDOR NÃO MATOU! 

YOU GET THE BEST OF BOTH WORLDS

Foggy Nelson
Vou falar também do melhor amigo e sócio do Matt, porque eu adoro ok amo ele. Também é uma pessoa bacana, um bom amigo, que sempre cobre o Matt quando o mesmo dá algum bolo. O Foggy tem um desenvolvimento MARAVILHOSO na segunda temporada, ele deixa de ser só o sócio, só o amigo, ele ganha voz, ele se impõe diante do Matt. 


Universo ligado ao MCU
Demolidor está inserido dentro do universo dos filmes da Marvel, tanto que em alguns momentos temos algumas citações ou referencias ao mundo não tão distante dos Vingadores, por exemplo. Mas apesar da série estar ligada ao MCU, ela não depende e nem se apoia nas coisas que estão acontecendo nos filmes, a série tem a sua própria história, ela se sustenta sozinha, ela não depende dos filmes e tão pouco é influenciada demasiado por eles. Eu só quero ressaltar: MINHA CAMPANHA PARA O DEMOLIDOR APARECER NO MCU AINDA PERMANECE! De nada, Marvel. 

Não achei gif de referência, mas apareceu isso na pesquisa, 
interprete como quiser u-u

E as coisas nem sempre ficam bem no fim do dia
Nos filmes não existe muito espaço para vermos o que acontece com os heróis depois de uma batalha épica (em Guerra Civil mostrou um pouco), eles podem ser super, mas permanecem humanos e alguma marca há de ficar, seja física ou emocional (nós vimos isso acontecer com o Tony). Na série a medida que os episódios vão correndo vamos vendo as consequências do Matt se colocar na linha de frente do combate ao crime, parece que existe a pessoa Matt Murdock e a pessoa Demolidor, mas no fim eles são apenas um e as decisões de um colidem com a realidade do outro. A série nos mostra esse conflito de ter uma vida dupla. 



Por favor, alguém me diga que está convencido que Demolidor é uma série que vale a pena o play! Vocês estão ouvindo isso de uma pessoa muito difícil para séries, então tomem isso como mais um ponto positivo, Daredevil conquistou até o coração mais duro para séries. 

Brincadeiras a parte (mas não era brincadeira), eu posso ter deixado algum detalhe digno de ser ressaltado, porque sou desse tipo de pessoa que esquece as coisas. Se você já assistiu Demolidor, concorda? O que mais ressaltaria? Se você ainda não assistiu ESTÁ ESPERANDO O QUE, MEU FILHO? O próximo passo é eu bater na porta da sua casa e te forçar a assistir... Espero não precisar fazer isso :)

Vai querer mesmo ver isso acontecer na porta da sua casa?!
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Em uma bela tarde de algum dia, que não me recordo qual era, decidi fotografar só mais um pouquinho as minha cadelas, afinal eu NEM tenho fotos delas, certo? Ai junta-se uma boa luz e a paixão por fotografias P&B, é claro que vai sair um monte de fotografias P&B de cães. 

Confira abaixo o resultado desse dia: 









Nesse dia elas estavam incrivelmente quietas, foi tão fácil fotografa-las que nem acreditei, acho que finalmente estão aprendendo a serem profissionais.


Aviso meio off, mas não tão off: fiz um Twitter novo para o blog, por motivos de eu ficar tagarelando várias inutilidades no antigo, então para manter algo mais focado no blog, criei uma conta para usar apenas com o blog. Eu já coloquei a preview do perfil ali no canto, mas vou deixar o link aqui. SIGAM O CATS NO TWITTER! Juro que agora não vou ficar choramingando ou xingando na sua timeline ;)
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TÍTULO ORIGINAL: Begin Again
SINOPSE: Uma cantora (Keira Knightley) se muda para Nova Iorque, mas logo após chegar no local, seu namorado americano decide terminar o relacionamento. Em plena crise, ela começa a cantar em bares, até ser descoberta por um produtor de discos (Mark Ruffalo), certo de que ela pode se tornar uma estrela.
GÊNERO: Drama, romance, musical
DIREÇÃO: John Carney
ELENCO: Keira Knightley, Mark Ruffalo, James Corden
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 12 anos

Preparem-se para ler a resenha mais cheia de amor a respeito de um filme, pois é tudo o que eu senti assistindo Mesmo Se Nada Der Certo. SÓ AMOR!

Em um cenário todo musical, Mesmo Se Nada Der Certo nos trás Gretta (Keira Knightley), uma inglesa que está prestes a deixar New York a fim de voltar para casa, porém um dia antes de sua volta, o seu caminho se cruza com o de Dan (Mark Ruffalo), um produtor musical falido, que acabou de ser demitido da gravadora que ajudou a construir. Ao ouvir a inglesa cantando uma música inédita no bar, ele se encanta por ela e vê que ali tem um futuro na música, esse pode ser o talento que ele vinha procurando há anos. 

Já vou começar elogiando a trilha sonora MARAVILHOSA desse filme, eu até nomeei na minha playlist como a “a playlist da calma e da serenidade”, porque é exatamente isso que você sente ao ouvir as músicas desse filme, seja na voz da Kiera, ou do incrível Adam Levine! As músicas ajudam totalmente a compor todo o cenário e a emoção do filme.


Mesmo Se Nada Der Certo é um filme onde temos New York como um dos protagonistas de toda a história, não tem como você não querer ser próximo da cidade ao assistir o filme, você quer fazer parte daquele lugar. Ali se torna um lugar onde sonhos crescem, ou morrem, um lugar onde você pode se perder, ou se encontrar, um lugar onde você pode crescer. Tem uma frase que Dan diz, que acho que pode explicar bem isso: Ninguém vem a New York e vai embora sem que algo ruim tenha lhe acontecido.

É um filme com várias história paralelas, porém todas ligadas de alguma forma, quando Gretta e Dan se encontram no bar vemos o mundo destruído de Dan invadir a vida sem muito rumo de Gretta, ela passa a interagir com a família destruída do produtor, que no decorrer do filme tem um desenvolvimento incrível, vemos a sua filha Violet, uma adolescente solitária se encontrar através da música. Mesmo Se Nada Der Certo (ai, que nome longo!) pega pessoas que de alguma forma estão perdidas ou quebradas e na interação de uma com as outras, o envolvimento que acabam tendo os ajudam a se encontrarem. 


Ao terminar esse filme eu quis arrumar minhas malas e de alguma forma voar para NY, eu queria de alguma forma fazer parte daquele mundo. 

Eu decidi assistir esse filme após vê-lo em uma lista de filmes que te deixam com uma boa sensação após assisti-lo e foi com muita alegria e inspiração que eu terminei esse filme com uma sensação de leveza e felicidade. 

A PLAYLIST DA CALMA E DA SERENIDADE <3 font="">

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Sinopse: Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Sua vidinha ainda inclui o trabalho como garçonete num café de sua pequena cidade - um emprego que não paga muito, mas ajuda com as despesas - e o namoro com Patrick, um triatleta que não parece muito interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor tem 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de ter sido atropelado por uma moto, o antes ativo e esportivo Will agora desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Sua vida parece sem sentido e dolorosa demais para ser levada adiante. Obstinado, ele planeja com cuidado uma forma de acabar com esse sofrimento. Só não esperava que Lou aparecesse e se empenhasse tanto para convencê-lo do contrário.

Uma comovente história sobre amor e família, Como eu era antes de você mostra, acima de tudo, a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado.

Nesse mês de Junho, chega aos cinemas uma das adaptações mais aguardadas do ano, a do livro Como eu era antes de você (originalmente, Me before you), da escritora Jojo Moyes, também autora de A última carta de amor. O filme já conta com dois trailers que trazem cenas com toda a essência do livro e também a música Photograph do cantor Ed Sheeran na trilha sonora, que SIM, faz toda a diferença! Eu, por exemplo, acabei chorando enquanto assistia, e como boa guerreira que sou, tomei minha dose de coragem, e prometi que iria ler antes da estréia. Ganhei o livro como presente de viagem para casa de parentes há um tempo, no entanto estava jogado ao relento numa pilha de livros que eu sempre compro e demoro séculos para ler. Vai dizer que não faz isso também? Sem julgamentos. Depois da leitura, me arrependi de não ter começado antes!

Como eu era antes de você é narrado pela nossa protagonista (com exceção de poucos capítulos com outros pontos de vista) Louisa Clark, que acabou de perder o emprego e está sem nenhuma perspectiva na vida, já que precisa arrumar rápido um emprego para ajudar nas despesas da família. Ela aceita qualquer coisa — menos trabalhar numa fabrica de frango —, e surge a oportunidade de última hora de ser ajudante de Will Traynor, que ao sofrer um acidente, acaba tendo graves consequências, e passa seus dias enfurnado dentro da própria casa, ranzinza e sem vontade de viver. Nenhum dos dois sabe o quanto esse encontro vai mudar a vida de cada um. 

Ao ler uma sinopse dessas, você já deve imaginar como deve ser o desenrolar da historia: mocinha meiga que faz de tudo para melhorar a vida do patrão chato, e vivem uma grande historia de amor, certo? Errado! Mas foi exatamente isso que eu pensei, admito com um pouco de vergonha esse meu “pré-conceito”. A história já começa com uma cena tensa de flashback, e logo passa para os dias atuais. 

Louisa é alegre, falante, e veste as roupas mais loucas que você pode imaginar, completamente o oposto de Will, que é melancólico, sarcástico e faz de tudo para deixar a pobre Clark nas maiores saias justas. Entretanto, nem sempre ele foi assim. Era um jovem elétrico, que adorava a vida, tendo altas aventuras, como mergulhos, escalando montanhas, tudo que pudesse dar adrenalina, amava seu corpo e se exercitar, por isso é tudo tão difícil após o acidente. Sua nova vida é bem limitada, e com a chegada da garota, tudo muda novamente. Depois de descobrir um segredo da família Traynor, Clark fará de tudo para que Will consiga ver graça na vida novamente. Durante o livro, acompanhamos varias ideias que ela insiste que vão mudar o modo de pensar do rapaz, como, saídas de casa para lugares novos, viagens loucas, ou qualquer coisa que possa fazê-lo feliz. Mesmo quando as coisas não saem como o esperado, ela não se deixa abater. 

A obra tem vários pontos positivos como uma leitura leve e contínua mesmo abordando temas pesados, sendo muito fácil mergulharmos de cabeça na história e realmente vivê-la. A cada capítulo eu me envolvia mais em tudo aquilo, descobrindo mais coisas sobre os personagens e ficando com o coração apertado a cada desfecho novo. Os personagens são bem construídos, e o leitor consegue se identificar com a grande maioria deles. Nada daqueles personagens que são 100% bons ou ruins. Eles são humanos, com defeitos e qualidades, como eu e você, por isso é tão fácil ver o amadurecimento deles durante toda a trama. A ajuda mútua entre os dois protagonistas é muito forte, e vemos o quanto eles se esforçam um pelo outro. 

Eu simplesmente adorei a família da Clark, mesmo com as dificuldades do dia-a-dia, vemos que eles se importam uns com os outros, são para cima, e vivem como podem. O pai dela foi o que eu mais gostei, sempre de poucas palavras, mas muito caloroso. Sua mãe com as teorias mais loucas do mundo, não consegue ficar parada, e é fanática por limpeza. Sua irmã mais nova, Katrina, engravidou cedo, e teve que deixar a faculdade para se dedicar ao seu filho. Ela é cética, sem sentimentalismo, e possivelmente a mais culta da família. Clark e a irmã vivem em pé de guerra, porém mesmo com as diferenças, notamos o amor ali. E claro, o seu avô, que está doente, e passa seus dias em frente à TV assistindo corrida de cavalos. 

A visão que temos dessa família entra em choque com o que vemos a de Will, onde seus pais de longe não são mais os mesmos, sua mãe só falta colocá-lo dentro de uma bolha, seu pai é ausente, e sua irmã vive em um continente distante. Já dá para notar que ele tem uma vida bem complicada, além dos seus próprios problemas. Uma grande pessoa presente em sua vida é Nathan, seu enfermeiro particular, que é até um alívio cômico para a história. 

Um dos pontos “negativos” (não diria negativo, mas por falta de outra palavra vamos deixar essa) é o misto de sensações que você vai experimentar. Muitas vezes mudei de opinião durante a leitura, e mesmo após terminar o livro, ainda não tenho uma opinião formada sobre o assunto abordado. O outro ponto que eu fiquei meio chateada foi o final que em minha opinião foi bem abrupto, do tipo, estar acontecendo várias coisas, e do nada, acabar, mas isso não quer dizer que tenha sido ruim. 

Já vi algumas pessoas irritadas, ou que não apreciaram tanto quanto eu, porém em minha opinião, foi uma leitura maravilhosa, que me enriqueceu, e me fez abrir os olhos para algumas coisas da vida. Livro bom é aquele que o leitor sai com uma mensagem de reflexão, um ensinamento, algo que você possa levar para a vida. Em geral, adorei a história, me emocionei, até admito que deve ter caído uma lágrima ou duas, e se você gosta de romance, vale super a pena conferir tanto o livro quanto o filme. No futuro, espero ler mais trabalhos dessa autora, e que sejam tão deliciosos quanto Como eu era antes de você.

Nota: 4,5/5

Essa resenha foi escrita pela minha incrível e maravilhosa amiga Cibelle.
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Não faz sentido um Pietro anos 70 representar os anos 2000, mas cá ele está hehe

Esse vai ser provavelmente um dos posts mais nostálgicos que já fiz nesse blog. Quem era apenas uma inocente criança nos primeiros anos do século XXI pode muito bem lembrar-se das músicas que vou apresentar, se você não faz ideia do que estará ouvindo, sinto muito, você perdeu a melhor fase da música pop do Brasil, você vai descobrir o que ouvíamos em 2003. 

Um dia eu estava no meu Tumblr (talvez naquele que eu fico disponibilizando música de graça e incentivando a pirataria hehe) e comecei a postar vários vídeos de músicas que eu ouvia na minha infância, o pessoal começou a entrar no negócio e deu que enchemos a dashboard com as doces lembranças de tempos que não voltam mais. 

Então hoje quero trazer esse sentimento de nostalgia para o Cats e quero ver ai quem mais vai lembrar-se dessas músicas. Quero todo mundo abandonando as cadeiras e dançando ao som dos anos 2000!



A Cada 10 Palavras - KLB
A música que originou todo o momento nostalgia.


A Dor Desse Amor – KLB
A música que embalou a infância de muita gente. OLHA A CARA DE BEBÊ DESSES MOLEQUES!!!! 


Musa do Verão – Felipe Dylon
Colocar esse batidão 2000 no rádio e sair pela orla da praia com as caixas de som no último, quero ver quem não vai se amarrar! E que fim que deu esse lindinho do Felipe?!


Tremendo Vacilão – Perla
Aquela música que a gente cantava sem nem saber muito o que realmente estava cantando. Mas olha, super atual com todos esses dramas que o pessoal está vivendo ai com os crushs. 


Ragatanda – Rouge
Agora aquela música que quando toca em festa de casamento, ou de aniversário, só vê as primas mais velhas invadindo a pista e mostrando o hit da infância 2000. Aposto que tem gente que dança sem nem saber o que é, O DEUS DO RAGATANGA ESTÁ VENDO ISSO! Reza a lenda que se tocar a música ao contrario aparece uma coisas estranhas... Eu que não vou testar!


Baba Baby – Kelly Key
De volta ao drama com o crush... Não perca o seu tempo falando nada, deixe Kelly Key falar por você, ou melhor, cantar. 


Tô Nem Ai – Luka
Quer mais uma música para o crush? Manda essa. 


Aqui está uma singela homenagem a nossa infância, um túnel do tempo diretamente para a era 2000. Quem se lembra daqueles dvds que vinham com vários clipes dos hits do momento? Meu tio tinha um que era quase de lei assistir todas as vezes que ia à casa dele, então ficava eu, minha irmã e meu primo curtindo um pop e rap. 

E quais música você acrescentaria ao nosso túnel do tempo?

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