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Cats Can't Write


Eu estava querendo há alguns dias falar sobre esse assunto, eu estou passando por uma fase muito chata de desânimo, um nível de desânimo que só de pensar em ter que me forçar a escrever já bate uma canseira. 

Não vou dizer que você vai, ou não vai passar por essa situação de desânimo, eu sei que assim como ela veio para mim e passou, em algum momento ela vai voltar, eu sei que vou me desanimar de novo, o que eu posso fazer é aprender a lidar e contornar o sentimento de cansaço que surge junto com o desanimo. 

Eu tinha um calendário bonitinho, todo organizado para o mês de abril, porém por conta desse desânimo as coisas foram atrasando, algumas eu reprogramei, outras eu cancelei e assim o mês de abril provavelmente vai se fechar com um quantidade meio preguiçosa de posts. 

O que eu tenho aprendido com podcasts e textos de outros escritores é que nós não temos tempo a perder quando se trata de escrever, não importa se o seu cérebro está com preguiça, ou dizendo que não está no clima pra isso, você tem que ter o controle da situação e se for preciso force a criatividade a colaborar com você.

E sabe que deu certo! Um dia eu ainda estava mergulhada em desânimo, mas com raiva porque eu não escrevia simplesmente nada havia dias, eu simplesmente peguei o tablet e fui escrever a cena de uma história que estava parada há um bom tempo, não só saiu essa cena, como outras várias e ainda comecei uma outra história que estava em minha cabeça. 

Ainda não recobrei 100% do meu animo, ainda estou lutando com aquele sentimento que fica gritando “VOCÊ NÃO QUER ESCREVER AGORA VOCÊ NÃO QUER ESCREVER AGORA”. 

Não deixe o desânimo dominar você, parece ruim você forçar algo no começo, mas se você realmente ama estar com o seu blog, é algo pelo qual vale a pena. Não tome decisões precipitadas como deletar o blog, é apenas uma fase, assim como esse desânimo surgiu de um dia para o outro, assim ele vai embora também, não deixe ele te dormitar, tome o controle das suas vontades e mostre quem é que manda! 

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TÍTULO ORIGINAL: The Jungle Book
SINOPSE: A trama gira em torno do jovem Mogli (Neel Sethi), garoto de origem indiana que foi criado por lobos em pela selva, contando apenas com a companhia de um urso e uma pantera negra. Baseado na série literária de Rudyard Kipling.
GÊNERO: Aventura
DIREÇÃO: Jon Favreau
ELENCO: Dan Stulbach, Marcos Palmeira, Thiago Lacerda (brasileiro)
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 10 anos

Necessário, somente o necessário, nos ensinou Baloo quando éramos crianças e em abril tivemos a estreia do live action do famoso Mogli, O Menino Lobo.

Nos é apresentada a história de um garoto que vive na selva, onde foi criado entre os lobos e tendo uma pantera negra (não o T’challa, o Bagheera) como amigo e meio que um tutor. Eis que a seca chega a selva, naquele ano sendo a mais agressiva de todas, quando o rio seca assim surgindo a Pedra da Paz é iniciada a Trégua da Água, uma lei da selva onde nenhum animal pode atacar ao outro, pois eles consideram a água mais importante que alimento, assim predador e presa dividem o mesmo espaço. No período da trégua Shere Khan, um temido tigre da área, descobre Mogli vivendo entre os lobos, dominado pelo ódio ele promete fazer o que estiver ao seu alcance para matar o menino quando a trégua terminar. 

Apesar de não me lembrar mais com tanta clareza de como era a animação, foi um tanto nostálgico entrar no cinema e ver um live-action de uma animação que me acompanhou na infância, principalmente na cena em que Mogli está sobre a barriga do Baloo e eles cantam aquela musiquinha que todo mundo tem na ponta da língua. 


Mogli é um caso a parte de fofura, é um garoto muito genioso e que está a procura do seu lugar na selva. Ali ele cria laços com alguns animais, tem o Bagheera como um grande tutor e amigo, a loba Raksha é a sua imagem de mãe e os seus filhotes como irmãos e quando Baloo surge é como se Mogli encontrasse o seu espaço, alguém que não achava estranho ele fazer os seus truques. É um filme sobre encontrar sua identidade, também sobre a união é que faz a força. 

O visual do filme é simplesmente espetacular e fica ainda mais incrível quando você descobre que ele foi totalmente gravado dentro de um estúdio! O visual da selva é maravilhoso, que você pode até pensar por um rápido momento “eu acho que isso é de verdade”, parece que tiveram um cuidado especial em fazer o não-real passar por algo real, o nível de detalhe nos animais, o pelo, o brilho e principalmente os olhos, os olhos são incríveis e expressivos. 

Foca na perfeição FOCA NA PERFEIÇÃO

Não é um filme que foge de alguns problemas, mas acredito que as suas qualidades (destacando novamente toda a edição do filme, o cenário, etc) falam muito mais alto. No fim de tudo precisamos apenas do necessário, pois o extraordinário pode ser de mais (ah, eu tinha que falar isso!).

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Começar uma história não é uma tarefa fácil, na verdade se você parar para pensar “como irei começar essa história?” existe uma chance de você travar (é, isso aconteceu comigo), então criei o habito de começar com a primeira coisa que me vem a cabeça. Tem tudo para dar errado? Sim. Assim como pode sair o melhor inicio de história de todos os tempos, pode sair a coisa mais horrível da galáxia, porém não é nada que uma revisão não possa resolver mais tarde, não? A intenção é apenas uma: começar e chegar a onde devo chegar. 

Costumo ouvir/ler muitos autores dizerem que um bom começo é essencial para uma história, ele vai definir se vale a pena ir em frente com aquelas páginas ou não, como leitora eu não tenho dúvidas disso, dificilmente eu perderia meu tempo lendo um livro que já começa de forma desagradável. Sendo assim, como escritores temos a responsabilidade de dar o melhor inicio para a história em nossas mãos, porém esse começo não é crucial apenas para agradar os cérebros sedentos por histórias maravilhosas, ele é importante para você continuar escrevendo. 

Sem querer entrar na questão de escrever de forma não linear (isso é assunto para outro momento), focando apenas no começo mesmo, quando não temos um inicio de história que nos agrada é praticamente impossível sairmos daquela terrível primeira página. Já passei muito sufoco com começos que simplesmente não davam certo, eles me levavam a lugares onde eu não queria estar, ou melhor: onde os personagens não queriam estar. Era tão horrível que eu parecia estar ouvindo o personagem gritar “ME TIRA DISSO!!!”. 

E como faz para fugir dos começos que não dão certo? Bom, a única forma de você descobrir se um começo de história não está dando certo é escrevendo ele, acredite na sua intuição de escritor (principalmente na de leitor), se não estiver bom um alarme gritante vai ligar na sua cabeça. E segundo, a única solução que resta é: começar de novo.

Quando eu comecei a escrever todas vezes que eu pensava em deletar uma coisinha se quer da minha história tosca quase chorava, porque achava um pecado ter que tirar uma coisinha se quer da narrativa, imagine só deletar todo um inicio e começar de novo, o corpo até arrepiava. Já hoje, se eu vejo que alguma coisa não vai me levar a lugar nenhum deleto sem dó nem piedade, chega até a bater um alivio de ter me livrado daquele estorvo.

Cenas de modo geral podem simplesmente travar a sua escrita e não se deve sacrificar uma história inteira por conta disso, apenas respire e reescreva a cena, abordando ela de outro ponto de vista, levando o personagem em outra direção, para fazer outras coisas. Quantas vezes crucifiquei uma história inteira porque chegou em um determinado momento, ela travou e eu achei que a história inteira era o problema, entender que existem começos e cenas que não dão certo foi uma descoberta incrível!

Portanto se tem alguma coisa que não está dando certo na sua história, fiquei tranquilo(a), isso acontece nas melhores famílias! Relaxe, releia e reescreva, as vezes você vai precisar fazer mudanças radicais, outras vezes você só vai precisar colocar seu personagem batendo em outra porta, independente do que for: não tenha medo de mudar!

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Fonte da imagem.

Todas as pessoas que criam uma paixão profunda por escrever, acredito eu, começaram ainda como leitores. Minha jornada com os livros teve inicio na escola, sempre pegava os menores, porque até certa idade eu não gostava muito de ler, então gradualmente fui tomando coragem de encarar os livros maiores e mais complexos. 

Na nossa caminhada como leitores sempre nos deparamos com aquele livro que tem uma ideia tão criativa, que você pensa pelo menos por um instante “eu queria ter tido essa ideia!”. Eu não posso negar esse pensamento! Direto me deparo com livros que me surpreendem de tal forma, que eu preciso dar uma pausa, encarar o nada e analisar o que acabei de ler. 

Eu já fiz um post com esse tema no meu blog antigo (é, estou me roubando minha própria ideia) e foi bem divertido pensar nos livros que eu gostaria de ter escrito, não são poucos, mas para não ficar dizendo que eu queria ter escrito todos os livros que já li, vou me limitar à cinco livros. 

Morte no Nilo – Agatha Christie
Uma coisa que eu adoro nos livros da Agatha são os diálogos, ela simplesmente manda muito bem nos diálogos, queria eu ter esse nível de fluidez em uma conversa entre personagens. Morte no Nilo, até o momento, é o meu livro preferido da Christie, é incrível a forma como ela narra a trama sempre levando sua mente para algum ponto e ao chegar no final ela joga algo diferente na sua cara. É um livro de deixar o queixo ir ao chão. 

Fangirl –  Rainbow Rowell
Esse amor em formato de livro acabou entrando para a milha lista de favoritos por N motivos. Queria eu ter tido a ideia de escrever sobre uma personagem que me representa em tanto sentidos! Cath me conquistou de uma maneira que outro personagem não havia conquistado, foi incrível acompanha-la em sua jornada e aprender junto com ela.

A Menina Que Roubava Livros – Markus Zusak
Para mim um dos pontos mais incríveis desse livro é a Morte, o autor parece que teve um cuidado especial em dar à ela (ou ele... vai saber) uma personalidade incrível, eu me sentia próxima dela, adorei acompanha-la nessa história para conhecer a doce Liesel. 

As Crônicas de Gelo e Fogo – George R. R. Martin
Eu não podia fazer essa lista sem citar uma das minhas sagas preferidas. Acho que posso dizer que George (com essa saga) foi a minha inspiração para entrar de vez nessa coisa de criar mundos, antes eu era muito insegura, sempre que pensava em criar um lugar ficava imaginando que as pessoas achariam tosco. Antes de ler As Crônicas de Gelo e Fogo eu já havia tido contato com outras histórias em um mundo fictício, mas foi essa saga que concretizou na minha cabecinha que não tem nada de errado em você querer algo seu. 

Percy Jackson e Os Olimpianos – Rick Riordan
Fiquei em dúvida entre duas sagas, mas resolvi ficar com PJO por ter sido um dos meus primeiros grandes amores. Desde criança eu amo mitologia grega, então queria eu ter tido a ideia para essa história maravilhosa! Adoro as personalidades que Rick deu aos deuses, personalidades tão incríveis e parecem tão certas para cada um dos deus, que se eu fosse criar alguma histórias envolvendo os deuses do Olimpo teria muita dificuldade em dar a eles outras personalidades, se não as que o Rick já criou.


E você, quais livros gostaria de ter escrito? 

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Primeiro de Abril, o dia da mentira, o dia que está liberado dizer a verdade mascarada de mentira, que no final é uma indireta. Seja como for que você prefere comemorar o seu Primeiro de Abril, todo mundo já sabe: É DIA DA MENTIRA!

Fiquei matutando por algum tempo: o que vou fazer para o primeiro de abril? Pensei em talvez contar verdades não ditas da vida (o que as tornam quase mentiras), ou mentiras que todos acreditavam ser verdade... No fim, somando o meu amor por filmes, resolvi fazer uma singela lista de mentirosos e mentirosas que marcaram de alguma forma a minha vida. 

Bom, eu acho que essa lista pode-se considerar recheada de spoiler, então se você não curte spoilers (tudo bem que tem filme velho nessa lista, que nem se considera mais spoiler...) recomendo parar a leitura por aqui e feliz dia da mentira para você!

VAMOS A LISTA:

Fletcher Reed (Jim Carrey) – em O Mentiroso, 1997
Quem nunca assistiu esse filme na Sessão da Tarde?! Convenhamos que é impossível encontrar um mentiroso mais divertido que esse. Eu lembro de assistir muito esse filme na infância, tanto que aquela brincadeira que ele faz com a mão acabou virando brincadeira aqui em casa também. A lista não está realmente em uma ordem, mas o senhor Fletcher fez por merecer o primeiro lugar.


Mitchie Torres (Demi Lovato) – em Camp Rock, 2008
Sendo a Disney Girl que eu sou, não podia deixar de citar a personagem principal do filme que garantiu o espaço de Jonas Brother no meu coração. Aqui temos a prova viva de que uma mentira sempre leva à outra mentira ainda maior para encobrir a primeira. Que dor que era ver o Shane ficando chateado com a Mitchie, era de mais para o meu coração adolescente. 


Mulan – em Mulan, 1998
Aquela personagem que todas as garotas (sejam grandes, ou pequenas) amam! Ela nos ensinou sobre o sacrifício por aqueles que amamos e que ele não pode nos ferir de verdade, pelo contrário, ele nos fortalece. Perdoamos a sua mentirinha no exercito, Mulan, principalmente porque ela rende as melhores cenas do filme. E façamos uma menção honrosa a Serei Um Homem Como Você, música inspiradora. 

HOMEM SER, SEREMOS RÁPIDOS COMO UM RIO, HOMEM SER, COM FORÇA IGUAL A DE UM TUFÃO, NA ALMA HÁ SEMPRE UMA CHAMA ACESA, QUE A LUZ DO LUAR NOS TRAGA INSPIRAÇÃOOOO hino

Patrick Verona (Heath Ledger) – em 10 Coisas Que Eu Odeio Em Você, 1999
Super clássico dos colegiais, simplesmente não podia me esquecer desse bad boy de cabelos cacheados, que através de um mentira (bem paga) acaba conhecendo uma garota incrível, a qual se escondia por trás de uma casca bem grossa. Está ai outra mentirinha que perdoamos, se a Kat perdoou quem somos nós para não perdoarmos? 


Fogel/McLovin a lenda (Christopher Mintz-Plasse) – em Superbad – É Hoje, 2007
Já até adiantei ali em cima: O CARA É A UMA LENDA! Para mim Fogel, ou melhor dizendo, o havaiano McLovin rouba a cena nesse filme, a m**** já começa com essa identidade falsa, ele gera as melhores cenas, a amizade entre McLovin e os policias é simplesmente hilária, o momento que ele foge até o meu coração se partiu junto com os corações dos policias, "VOLTA MCLOVIN! NÃO!". NÃO SE FAZ ISSO MCLOVIN! Quero amigos que me levem para colocar fogo em uma viatura e dar uns tiros só de bobeira. 


Olive Penderghast (Emma Stone) – em A Mentira, 2010
Vindo diretamente da lista assisto-todas-as-vezes-que-está-passando-na-televisão, A Mentira é outro filme onde tem uma mentirinha (talvez várias) que nós perdoamos, pois tudo o que a Olive quer é ajudar as pessoas. Na verdade eu me vejo muito na situação dela, se fosse comigo provavelmente eu diria sim aos pedidos dos garotos, porque sou uma tola que não sabe dizer não, então acho que não recusaria ajudar até mesmo nessa situação em que Olive se encontra. 


Bolt – em Bolt O Super Cão, 2008
Em primeiro lugar eu não acredito que esse filme é de 2008, parece que foi ontem que ele estava no cinema!!!! Aqui temos um caso de alguém que viveu uma mentira, não necessariamente a contou. Eu acho que deveríamos ter vergonha de rir todas as vezes que Bolt tenta usar seus poderes no mundo real e falha lindamente, isso não se faz! Mas rimos mesmo assim. 

A partir de agora eu quero que você pense bem quando for rir do Bolt tentando saltar sobre os entulhos e caindo humilhantemente!!! Ele merece mesmo virar chacota?

Rango – em Rango, 2011
No quesito animação essa provavelmente é uma das minhas preferidas por conta da ambientação velho oeste do filme. Aqui temos um lagartinho que não tem uma personalidade definida, ele vive personagens, quanto surge uma oportunidade de ser alguém, então Rango cria a sua personalidade baseada em mentiras, mas como toda mentira tem perna curta, chega o momento em que é exigido que ele faça aquilo que diz fazer. Olha, esse filme é simplesmente espetacular!


Kevin Copeland (Shawn Wayans) e Marcus Copeland (Marlon Wayans) – em As Branquelas, 2004
Uma lista de grandes mentirosos(as) não estaria completa sem essas duas lendas da espionagem, os responsáveis por lançarem aquele hino que todo mundo sabe resmungar no embromation (A Thousand Miles, caso você ainda não saiba). Eu provavelmente já devo ter assistido esse filmes mais vezes que comi brigadeiro e olha que eu como brigadeiro quase toda semana! Agora a pergunta que fica é: CADE A CONTINUAÇÃO QUE FALARAM POR AI?!



Hannah Montana (Miley Cyrus) – em Hannha Montana, 2006 – 2011
A exceção da lista no quesito "filme", como uma das minhas séries preferidas pela vida não era uma opção deixá-la fora da lista (saudades assistir HM ;-;), alguém tem dúvidas que Hannah Montana era uma grande mentirosa? Ela era Hannah, ela era Miley, ela voltava a ser Hannah e do nada era Miley de novo!



Loki (Tom Hidleston) – SÓ em todos os filmes que ele apareceu
Preciso dizer que Loki é um mentiroso? Não. Não sejamos redundantes. 


E o trono de maior mentiroso pertence à... De nada. 

Han Solo (Harrison Ford) – em Star Wars VII: O Despertar da Força, 2015
SIM! ELE É MENTIROSO! HAN SOLO NÃO MORREU! Han Solo não pode estar morto, ELE TEM QUE ESTAR VIVO!!!!!!! Aposto que naquele dia, naquela galáxia muito, muito, muito distante, era primeiro de abril e ele resolveu fazer uma pegadinha com todo mundo... 

O que está morto não pode morrer, mas volta a erguer-se, mais duro e mais forte... Não, espera... História errada!


Estão todos os mentirosos da telinha nessa lista? SIM não! Meu cérebro é incapaz de lembrar de todos os mentirosos que já passaram por minha vida, se deixei algum passar me lembre no comentários. 

Um feliz dia da mentira à todos vocês e lembrem: apenas brincadeiras saudáveis. MENTIRA! É para fazer as pessoas chorarem mesmo, NESSE DIA ESTÁ LIBERADO TUDO! Menos matar. Ou não hehehehehehehehehe ela está só fingindo de morta, sinhor, é primeiro de abril.

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Divagando sobre a imprevisibilidade da vida e como ela pode nos tornar criativos sofredores.

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