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Cats Can't Write



Ultimamente parece que a única coisa que sei fazer é ficar horas em frente a Netflix, assistindo algum filme ou série, alguém discorda de que isso seja muito bom? ACHO QUE NÃO. Eu costumo falar individualmente dos filmes que assisto, mas como o ritmo de assistir filmes está bem mais rápido que o de escrever, vou mais uma vez fazer um apunhado dos últimos filmes e falar sobre os mesmos. Então segue uma lista de filmes incríveis para se ver na Netflix:

Hush – A morte ouve – 2015 
Sinopse: A autora Maddie Toung (Kate Siegel) vive uma vida isolada desde que perdeu sua audição quando era adolescente, se colando em um mundo de total silêncio.Porém, quando um rosto mascarado de um assassino psicótico aparece em sua janela, Maddie precisa ir além dos seus limites físicos e mentais para conseguir sobreviver.
Direção: Mike Flanagan
Gênero: Terror, suspense
Provavelmente o mais recente da lista, foi um filme que me surpreendeu de um jeito espantoso. Você não entende o nível de tensão que o filme passa até você assisti-lo, imagine só: uma escritora, surda e muda, vive isolada em uma casa no meio do nada, uma de suas vizinhas e amiga faz uma visita e vai embora, então nossa escritora está tranquilamente limpando a cozinha da sua casa, quando essa mesma amiga aparece do nada na sua porta gritando por socorro e toda ensanguentada, a porta está trancada, ela bate, grita, mas como falei, a escritora é surda. Agora você tem uma noção de como o filme segue, é cheio de cenas agonizantes, você vai se retorcer sim, vai querer entrar no filme e dar um help para a escritora, vai se retorcer mais um pouco. O que eu digo é: assista o filme.


O que fizemos do nosso feriado? – 2014 
Sinopse: O casal Doug e Abi decide viajar às planícies da Escócia com os três filhos pequenos, para comemorar o aniversário do pai de Doug. No entanto, os dois têm um segredo a esconder do resto da família, mas não será nada fácil manter a informação escondida com as crianças por perto...
Direção: Guy Jenkin, Andy Hamilton
Gênero: Comédia dramática
Não sei se já falei, mas sou super fã de filmes de comédia envolvendo família loucas, cheias de briguinhas internas e juntando isso à uma viagem, não tem como eu amar mais. Se você tem algum fraco por sotaque inglês, pois faça o favor de assistir o filme legendado e se deliciar com o sotaque de David Tennant e Rosamund Pike. Nesse filme, é impossível você não se encantar pelas três crianças (Lottie, Mickey e Jess), que roubam a cena com as suas travessuras, principalmente a pequena Jess e as coisas malucas que saem da sua boca. 


Amor a toda prova – 2011 
Sinopse: Cal Weaver (Steve Carell) tem quarenta e poucos anos e leva uma vida perfeita, com um bom emprego, filhos e um casamento com a namorada do colégio, Emily (Julianne Moore). Até que, ao descobrir que Emily o está traindo e quer o divórcio, sua vida desaba por completo. Forçado a voltar ao mundo dos solteiros, ele enfrenta as dificuldades habituais de quem não sabe mais como se portar para se aproximar de uma mulher. É quando entra em cena Jacob Palmer (Ryan Gosling), um amigo que passa a lhe dar algumas dicas.
Direção: John Requa, Glenn Ficarra
Gênero: Comédia, romance
Esse sem dúvida entrou para a minha lista de comédias românticas preferidas de todos os tempos. Logo de cara vemos um casal, Cal e Emily, Emily quer se separar, o que deixa Cal desconcertado e a partir desse ponto sua vida vai indo de mal a pior. Cal conhece Jacob, um sedutor, que passar a lhe ensinar essa arte, Jacob tem certo interesse em Hannah, uma garota que conheceu no bar um dia, a qual está pouco se lixando para Jacob. E temos Jessica, que é apaixonada por Cal, mas ela é apenas uma adolescente, enquanto ele tem idade para ser seu pai e como se já não fosse loucura suficiente, o filho do meio de Cal, Robbie, é apaixonado por Jessica, que é sua babá.  Se tem uma coisa que não vai faltar nesse filme é confusão e risada.

Penso o mesmo.

Ligados pelo amor – 2012 
Sinopse: Esta comédia dramática apresenta um escritor de sucesso (Greg Kinnear) que se torna cada vez mais obcecado por sua ex-esposa (Jennifer Connelly), a ponto de criar problemas em sua nova família.
Direção: Josh Boone
Gênero: Comédia dramática
E esse é o segundo filme da lista onde temos escritores, mas dessa vez é uma família de escritores (já fica a dica para os meus filhos que não existem ainda). Aqui nos deparamos com um família que foi afetada pela separação dos pais, o que acabou deixando o pai em um estado de espera, pois o mesmo acredita que sua esposa vai voltar, a filha mais velha não quer ver a mãe nem pintada de ouro, por conta de como as coisas terminaram, e o filho mais novo me pareceu estar meio perdido no meio disso tudo, vivendo a sombra da irmã, que está para publicar o primeiro livro, ele só quer se encontrar. É um filme sentimental e muito emocionante. 


Donnie Darko – 2001 
Sinopse: Donnie (Jake Gyllenhaal) é um jovem brilhante e excêntrico, que cursa o colegial mas despreza a grande maioria dos seus colegas de escola. Donnie tem visões, em especial de um coelho monstruoso o qual apenas ele consegue ver, que o encorajam a realizar brincadeiras destrutivas e humilhantes com quem o cerca. Até que um dia uma de suas visões o atrai para fora de casa e lhe diz que o mundo acabará dentro de um mês. Donnie inicialmente não acredita na profecia, mas momentos depois um avião cai bem no telhado de sua casa, quase matando-o. É quando ele começa a se perguntar qual o fundo de verdade da sua previsão.
Direção: Richard Kelly
Gênero: Drama, suspense
Eu terminei esse filme com um imenso ponto de interrogação no meio da cara, apesar dele ter ficado um bom tempo na minha lista do Netflix, o que realmente me convenceu em assisti-lo foi o Pipocando, que para quem não conhece, é um canal do YouTube que basicamente fala de filmes (muito bom o canal, diga-se de passagem). O filme fala sobre viagem no tempo, coisas estranhas acontecendo, por exemplo, um coelho sinistro aparecendo para Donnie e dizendo coisas estranhas, tipo a data em que o mundo vai acabar, mas para toda essa loucura existem teorias, que podem ou não ajudar o filme fazer mais sentido em sua cabeça (no Pipocando tem um vídeo sobre isso).

Olha o nipe do filme...

Chicago – 2003 
Sinopse: Velma Kelly (Catherine Zeta-Jones) é uma famosa dançarina que é também a principal atração da boate onde trabalha. Após matar seu marido, Velma entra em uma seleta lista de assassinas de Chicago, a qual é controlada por Billy Flynn (Richard Gere), um advogado que busca sempre se aproveitar ao máximo da situação. Ao contrário do se esperava, o assassinato faz com que a fama de Velma cresça ainda mais, tornando-a uma verdadeira celebridade do showbizz. Enquanto isso a aspirante a cantora Roxie Hart (Renée Zellweger) sonha com um mundo de glamour e fama, até que mata seu namorado após uma briga. Billy fica sabendo do crime e decide adiar ao máximo o julgamento de Velma, de forma a poder explorar os dois assassinatos ao máximo nos jornais. Assim como ocorreu com Velma, Roxie também se torna uma estrela por causa de seu crime cometido, iniciando uma disputa entre as duas pelo posto de maior celebridade do meio artístico.
Direção: Rob Marshall
Gênero: Comédia musical, drama
Esse é mais um da lista que ficou muito tempo guardado na minha lista da Netflix e eu assisti por causa do Pipocando. Eu gosto muito de musicais e quando Chicago foi citado no vídeo do Pipocando, sobre as melhores danças em filmes, eu pensei “hmm, vou assistir!”. É divertida a forma como a filme pega a realidade em que as personagens se encontram, na cadeia, e transforma tudo em um grande show, elas cantam suas histórias como se estivessem sobre um palco. 


A primeira vez – 2012 
Sinopse: Dave (Dylan O'Brien) é platonicamente apaixonado pela melhor amiga Jane (Victoria Justice). Já Aubrey (Britt Robertson) namora Ronny (James Frecheville), um músico que não a compreende. Em uma sexta à noite, os caminhos de Dave e Aubrey se entrelaçarão, e ao longo do fim de semana muitas descobertas serão feitas pelo casal.
Direção: Jon Kasdan
Gênero: Romance, drama, comédia
Comecei a assistir esse filme sem qualquer expectativa, não sabia bem o que esperar dele, A primeira vez se mostrou um filme divertido, apaixonante e delicado, se é que posso chamar assim. Aubrey é uma garota com um jeito lindo de se ver o mundo, conforme Dave a vai conhecendo, você vai se encanto por Aubrey na mesma medida que o rapaz. Apenas assista!


O lobo de Wall Street – 2013 
Sinopse: Durante seis meses, Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) trabalhou duro em uma corretora de Wall Street, seguindo os ensinamentos de seu mentor Mark Hanna (Matthew McConaughey). Quando finalmente consegue ser contratado como corretor da firma, acontece o Black Monday, que faz com que as bolsas de vários países caiam repentinamente. Sem emprego e bastante ambicioso, ele acaba trabalhando para uma empresa de fundo de quintal que lida com papéis de baixo valor, que não estão na bolsa de valores. É lá que Belfort tem a ideia de montar uma empresa focada neste tipo de negócio, cujas vendas são de valores mais baixos mas, em compensação, o retorno para o corretor é bem mais vantajoso. Ao lado de Donnie (Jonah Hill) e outros amigos dos velhos tempos, ele cria a Stratton Oakmont, uma empresa que faz com que todos enriqueçam rapidamente e, também, levem uma vida dedicada ao prazer.
Direção: Martin Scorsese
Gênero: Biografia, drama
Por muito tempo me senti como a única pessoa no mundo que ainda não havia assistido esse filme, até que finalmente tomei vergonha na cara e dei o maldito play. É como dizem, é um filme que você jamais deve assistir na presença dos pais, mas vendo que já assisti Game Of Thrones com a minha mãe, acho que já superei isso. É um filme louco, com dinheiro voando para todo lado, você quase fica doidão junto de tanta droga que os caras usam, tem sexo adoidado, nunca vi tantos peitos em um único lugar. 


Quais filmes da lista vocês já assistiram? E quais ainda pretender ver?
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TÍTULO ORIGINAL: Precious - Based on the Novel 'Push' by Sapphire
SINOPSE: 1987, Nova York, bairro do Harlem. Claireece "Preciosa" Jones (Gabourey Sidibe) é uma adolescente de 16 anos que sofre uma série de privações durante sua juventude. Violentada pelo pai (Rodney Jackson) e abusada pela mãe (Mo'Nique), ela cresce irritada e sem qualquer tipo de amor. O fato de ser pobre e gorda também não a ajuda nem um pouco. Além disto, Preciosa tem um filho apelidado de "Mongo", por ser portador de síndrome de Down, que está sob os cuidados da avó. Quando engravida pela segunda vez, Preciosa é suspensa da escola. A sra. Lichtenstein (Nealla Gordon) consegue para ela uma escola alternativa, que possa ajudá-la a melhor lidar com sua vida. Lá Preciosa encontra um meio de fugir de sua existência traumática, se refugiando em sua imaginação.
DIREÇÃO: Lee Daniels
ELENCO: Gabourey Sidibe, Mo'Nique, Paula Patton
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 16 anos

Eu sumi? Sim! Eu sumi mais uma vez, mas isso tem uma explicação: meu notebook queria se aposentar. Então acabei levando alguns dias (muitos na verdade) para resolver esse b.o., era para essa resenha ter saído há semanas, mas como dizem, antes tarde do que nunca, então vamos lá:

Preciosa é um filme que eu vinha há um bom tempo querendo assistir, pois comecei a vê-lo uma vez que o Telecine ficou free (dias felizes!), mas deu que eu tive que parar e nunca mais fui atrás para ver, até que a Netflix (já falei que amo?!) colocou o filme no seu catálogo, eu não sai correndo assistir, porém o dia chegou e finalmente fui agraciada com a honra de ver esse filme. 

Preciosa – Uma história de esperança conta a história de Claireece Precious, uma adolescente, que vive no Harlem na década de 80. Aos 16 anos, Presious está a espera do seu segundo filho e por conta disso é suspensa da escola, no entanto, a diretora dá a ela a opção de ingressar em uma escola alternativa, um lugar que acaba virando a rota de escape da realidade cruel em que vive. 

Eu acredito que Preciosa é um daqueles filmes que é impossível você não sentir nada assistindo, eu senti raiva, compaixão, apreensão. Meu nível de indignação foi lá em cima ao ver a realidade com a qual Presious tinha que lidar, ela é violentada pelo próprio pai, o que resulta em duas gravidez, a mãe deixa bem claro que a odeia e pasmem: a odeia porque o marido prefere a filha do que ela!!!!!!! Tem coisa mais digna de raiva do que isso? 

Se você já assistiu O bom filho à casa retorna vai reconhecer logo de cara a louca da Betty, dessa vez como Mary, a odiada mãe de Preciosa. Betty foi uma personagem que me fez rir horrores, agora como Mary, Mo’Nique me fez querer esgana-la. Ela é aquele personagem horrível, que você nunca sabe ao certo o que esperar dele e sem querer dar spoiler, tem uma cena que você fica com o coração na mão, pois não faz ideia do que Mary pode estar planejando fazer. Pois prepare o coração, essa personagem vai te fazer quase enfartar de tanta raiva. 

Mas nem só de personagens cruéis o filme é feito, além da incrivelmente valente Preciosa, temos a maravilhosa Ms. Rains, a professora que leciona na escola alternativa, ela tem um papel importantíssimo na vida de Preciosa, indo muito além da sala de aula. 

Como pode ver, o filme trata de um assunto bem pesado, mas se engana quem pensa que é um drama do inicio ao fim, pelo contrário. Toda a trama é narrada pela Precious, ou seja, temos uma visão bem pessoal e particular sobre os acontecimentos, então em vários momentos do filme temos a protagonista divagando a respeito daquilo que ela acredita, sobre o que está passando e principalmente sobre como ela queria que sua vida fosse, que acaba rendendo cenas divertidíssimas dela se imaginando como uma pessoa famosa, sendo cortejada por um rapaz que goste dela, cria-se um contraste incrível entre a dura realidade em que ela se encontra, com um mundo colorido dentro de sua mente. 

Presious trás uma história linda sobre superação, mostra que com um pouquinho de força de vontade e com boas pessoas a sua volta, podemos chegar onde quisermos. E o filme termina com uma frase dizendo que é uma homenagem para todas as Preciosas do mundo, tem como não amar?

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TÍTULO ORIGINAL: Don't Breathe
SINOPSE: Três adolescentes sempre escaparam de seus roubos, todos perfeitamente planejados. No entanto, quando realizam seu último crime, assaltando a casa de um senhor cego, o jogo muda. Encarcerados no local, eles precisam lutar por suas vidas contra um psicopata cheio de segredos e terrivelmente habilidoso.
GÊNERO: Terror, suspense
DIREÇÃO: Fede Alvarez
ELENCO: Stephen Lang, Jane Levy, Dylan Minnette
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 14 anos

A primeira vista, seja pelo nome, ou pelo cartaz do filme, O homem nas trevas pode parecer um filme de terror, porém ele tem uma pegada maior no suspense. O longa nos apresenta três jovens que praticam roubos em casas de luxo, quando eles decidem cada um seguir o seu caminho, surge a tentadora oportunidade de assaltar a casa de um velho cego, onde dizem ter uma bolada em dinheiro, que o mesmo ganhou de indenização após o acidente de carro que causou a morte de sua filha. O olho cresce e decidem fazer esse último assalto antes de seguirem com suas vidas, o que ninguém esperava é que um velho cego, e detalhe, um veterano de guerra, fosse dar um baile neles. 

Eu assisti esse filme totalmente ao acaso, fui no cinema com planos de assistir Águas rasas e me deparei com a situação chata do filme ter saído de cartaz, eu acho que não ficou nem três semanas em exibição, então para não desperdiçar a viagem, já que moro no fim do mundo, decidimos assistir outro filme e deu que O homem nas trevas foi a nossa escolha. 

Então entrei na sessão sem expectativa alguma para o filme, na verdade não tinha nem muita noção sobre o que seria o filme, só sabia que o velho ia meter porrada nos novinhos. Tenho que dizer que fiquei impressionada com o resultado, teve algumas coisas que não gostei muito, mas o importante é que o filme causou uma sensação agradável de surpresa. 

Acho que um dos maiores pontos do filme é o ar sufocante de suspense que causa no expectador, é sério, o filme te deixa apreensivo, faz você se contorcer na poltrona, a respiração trava, parece que você é uma quarta pessoa em cena. O filme consegue seguir sem ser previsível, porque assistir um filme de suspense e você adivinhar a trama nos primeiros quinze minutos de tela é MUITO frustrante. 

Outra coisa que achei maneiríssimo é que o filme apresenta uma história, que se você tentar encontrar a lógica de “pessoa boa” e “pessoa ruim” da trama, você simplesmente não encontra. Você pode até começar pensando “os três são bandidos, pessoas ruins, o velho é uma vítima”, porém a partir do momento que o velho tranca os jovens dentro da casa, ele automaticamente deixa o papel de vítima e você percebe que tem caroço nesse angu, E QUE CAROÇO! O que mais eu disser a partir daqui vai ser spoiler bravo, então me limito a dizer: o buraco é bem mais em baixo (literalmente, diga-se de passagem). 

O homem nas trevas foi um agradável surpresa, pode até ter escorregado em alguns pontos, mas pode-se dizer que cumpriu muito bem o seu papel de suspense, ao menos eu estava quase enfartando na minha poltrona x_x 

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Eu já devo ter dito que sou fã de animações pelo menos umas 500 vezes, sou fã principalmente das animações da Disney/Pixar, no meu coração existe um lugar especial e exclusivo para os dois estúdios. E como ressaltar o amor por algo nunca é de mais, eu vou pela quingentésima primeira vez (tive que pesquisar 500 em número ordinal no Google) anunciar o meu amor pelas animações da Disney, então vamos para a minha lista de animações preferidas:

Divertida Mente (2015)
Comecemos com uma das animações que mais me surpreendeu nesse universo. Ainda não consigo acreditar na capacidade dessa animação de criar um universo tão incrível, a inveja bate forte na criatividade desse diretor em criar aquele universo lindo dentro da mente de Riley. Pois chorei de felicidade, chorei de tristeza, chorei por estar chorando. 


Mulan (1998)
Essa animação me acompanha desde os primórdios da minha infância, se hoje eu sou fã de animações da Disney a culpa é dos meus pais, pois eles me encheram delas na infância (obrigada mãe, obrigada pai). Mulan é a protagonista, mas tenho que admitir que o Mushu é o meu fav, o dono das melhores piadas e frases.


Pooh e o Efalante (2005)
Ursinho Pooh é outro que me acompanha desde sabe-se lá quando, me recordo muito de assistir um outro que eu não vou me lembrar, mas o que realmente me marcou é Pooh e Efalante (é mais Guru e o Efalante). O filme trata com uma delicadeza tão maravilhosa a amizade, que eu quase choro do começo ao fim, a cena que Guru e Bolota estão apostando corrida com as nuvens, me faz lavar a cara de lagrimas, amo de mais a música. 


Família do Futuro (2007)
Esse não está entre os mais famosos ou preferidos da Disney, mas na minha lista ele entra com louvor. Sou suspeita de gostar dele por gostar muito de temas que envolvam família em geral, e nesse filme, particularmente, tem uma família muito louca, que eu ficaria feliz em fazer parte dela (não que eu não ame a minha família, ou que ela não seja quase igualmente louca).


O Rei Leão 3: Hakuna Matata (2004)
Ok. Eu gosto muito do primeiro, afinal quem não gosta? Mas o meu preferido mesmo é o terceiro filme, talvez por ele apresentar um pouco mais da história do Timão e do Pumba, a músiquinha dos suricatos cavando o túnel fica na cabeça o dia inteiro.  


Toy Story 3 (2010)
Eu tenha essa coisa de gostar sempre do último filme de trilogias, de High School Musical o terceiro é o meu preferido e Toy Story não foge a regra. Tem alguém nesse universo que assistiu Toy Story desde pequeno e não chorou no final do terceiro? Agora que eu sei como é já começo a chorar antes mesmo do final, ai saio correndo abraçar o que restou dos meus brinquedos (ok, isso não é verdade).


Zootopia (2016)
Um dos mais novos da lista, Zootopia já me conquistou quando descobri que um dos protagonistas seria uma raposa. Eu já falei sobre o filme aqui no blog, o quanto ele foi especial para mim e amei fortemente. 


Bolt - Super Cão (2008)
Tem cachorro no filme, lá estou eu assistindo. Eu sou tão fraca para animações, que Bolt nem tem cenas de extrema emoção, mas choro feito criança no filme. 


A Nova Onda Do Imperador (2000)
Aqui nós já começamos pela ideia louca do filme, um imperador virando uma lhama, tem coisa pior? Não querendo dizer que lhamas são feias, elas têm lá a sua fofura. Kuzko por si só já é um show, ele é o pior em ser o melhor. E também tem o Kronk, ele merece seu reconhecimento por nos fazer rir. E tenho que comentar algo: estou no chão, como assim esse filme é 2000????????


Irmão Urso (2003)
Provavelmente uma das animações preferidas pela vida, Irmão Urso é uma animação que me dá vontade de chorar só de pensar nela. QUE HISTÓRIA LINDA! É aquele filme, que se você não gosta de ursos, depois de assisti-lo vai passar a ama-los. Menção honrosa a música na corrida do salmão, é a minha preferida!


Lilo e Stitch (2002)
Se assistindo Irmão Urso você passa a amar ursos, assistindo Lilo e Stitch você quer passagens para o Havaí pra ontem. Recentemente eu assisti o filme e gente, como Lilo sofre! Eu não me lembrava que a coitadinha era tão solitária e ignorada pelas outras crianças, a cena que ela quer brincar de bonecas com as outra meninas e mostra a sua boneca para elas é de cortar o core! Eu fiquei reimosa. 


BÔNUS: Encantada (2007)
Esse não é bem animação, mas tem animação no meio, então está valendo. Encantada é um filme que já devo ter assistido várias centenas de vezes, é aquele filme que se está passando na televisão, eu paro para assistir. 

Alguém tem coragem de dizer que ela não é uma princesa de verdade?


Ok. Eu vou parando por aqui, porque se tratando de animações posso ficar aqui o dia inteiro e nem chegar ao fim, quem sabe daqui há algum tempo dê para voltar com uma segunda parte, mas antes vou deixar vocês respirarem. Agora me diga, quais são suas animações preferidas? 



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Eu costumo fazer posts individuais sobre os filmes que vejo no cinema, mas como foi acumulando das últimas semanas, vou fazer um bem bolado e falar tudo em um post só. 

Se tem uma coisa que não posso reclamar nessa vida é da mãe que Deus me deu, dentre a infinidade de motivos, ela (e a minha irmã também) é a minha companheira de cinema, se eu sou a mais viciada em cinema dessa casa, mamãe é a segunda. Então ir ao cinema não é uma ocasião rara, já teve vezes de assistirmos dois filmes em um único dia, ou de irmos duas vezes ao cinema em uma semana. Em nossa defesa: só tem saído filme interessante!

Bom, vou falar sobre os três últimos que vimos. 

Esquadrão Suicida
Um dos filmes mais aguardados do ano, quando finalmente foi lançado não agradou muita gente e em alguns pontos não tiro a razão de ninguém. Eu tenho que admitir que fiquei um pouco chateada com o Coringa, não o personagem em si, mas como foi usado. Na minha humilde opinião, pelo menos metade da participação dele no filme é quase descartável, o que pareceu mais como um encheção de linguiça só para o personagem ter tempo de tela e ainda pouco tempo, já que cortaram uma infinidade de cenas do cara. 
Mas em contraponto temos a incrível da Viola Davis arrasando como Amanda Waller, a mulher estava possuída de um poder e postura de autoridade, que assim como vi o Mike brincar em um vídeo, se ela mandasse sair da sala do cinema, ele não seria o único a obedecer. 
E também tem a trilha sonora, que sem dúvida é um grande ponto positivo do filme. 

TÍTULO ORIGINAL: Suicide Squad
SINOPSE: Após a aparição do Superman, a agente Amanda Waller (Viola Davis) está convencida que o governo americano precisa ter sua própria equipe de metahumanos, para combater possíveis ameaças. Para tanto ela cria o projeto do Esquadrão Suicida, onde perigosos vilões encarcerados são obrigados a executar missões a mando do governo. Caso sejam bem-sucedidos, eles têm suas penas abreviadas em 10 anos. Caso contrário, simplesmente morrem. O grupo é autorizado pelo governo após o súbito ataque de Magia (Cara Delevingne), uma das "convocadas" por Amanda, que se volta contra ela. Desta forma, Pistoleiro (Will Smith), Arlequina (Margot Robbie), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), El Diablo (Jay Hernandez) e Amarra (Adam Beach) são convocados para a missão. Paralelamente, o Coringa (Jared Leto) aproveita a oportunidade para tentar resgatar o amor de sua vida: Arlequina.
DIREÇÃO: David Ayer
ELENCO: Margot Robbie, Will Smith, Jared Leto, Viola Davis
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 12 anos


A Lenda de Tarzan
Comecemos por um belo ponto: Margot Robbie! Essa moça maravilhosa é ninguém menos que Jane, uma personagem totalmente o oposto de Harley Quinn. 
Bom, o filme conta a história algum tempo depois de Tarzan, ou melhor, John ter deixado a vida na selva e voltado para Londres, assumido a fortuna que pertenceu a sua família. 
Olha, sendo bem sincera, ao menos falando da minha pessoa, não foi aquele filme que me deixou pilhada, que sai do cinema quieta, pois estava pensando absurdamente no mesmo. Eu diria que ele cumpre o seu dever de entreter, ele pode ate ser mais significante para alguns do que para outros.

TÍTULO ORIGINAL: The Legend Of Tarzan
SINOPSE: Releitura da clássica lenda de Tarzan, na qual um pequeno garoto órfão é criado na selva, e mais tarde tenta se adaptar à vida entre os humanos. Na década de 30, Tarzan, aclimatado à vida em Londres em conjunto com sua esposa Jane, é chamado para retornar à selva onde passou a maior parte da sua vida onde servirá como um emissário do Parlamento Britânico.
DIREÇÃO: David Yates
ELENCO: Alexander Skarsgård, Margot Robbie, Christoph Waltz, Samuel L. Jackson
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 12 anos


O Bom Gigante Amigo
Esse foi um filme fofura pura. Eu acabei lendo uma crítica não muito boa sobre o filme antes de ver o mesmo e isso meio que acabou quebrando toda a expectativa que eu tinha sobre o longa, acho que foi a primeira vez que entrei no cinema chateada, pesando que iria me arrepender de ver o filme. Olha, eu admito que demorou um pouco para eu me entrosar com o filme, não rolou aquele sentimento logo de cara, mas aos pouquinhos Shopie e BGA foram me conquistando.
O filme passa uma mensagem muito bonita sobre amizade, o valor de uma verdadeira amizade e que vale a pena lutarmos pelo o que acreditamos, por mais loucura que possa parecer.
Uma das minhas cenas preferidas provavelmente é a em que BGA e Sophie vão para a terra dos sonhos capturar sonhos. Ali Sophie tem a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o gigante amigável e é lindo todos aqueles sonhos "nascendo" das folhas da árvore. Espetacular!

TÍTULO ORIGINAL: The BFG
SINOPSE: A pequena órfã Sophie (Ruby Barnhill) encontra um gigante amigável que, apesar de sua aparência assustadora, se mostra uma alma bondosa, um ser renegado pelos seus semelhantes por se recusar a comer meninos e meninas. A garotinha, a Rainha da Inglaterra (Penelope Wilton) e o ser de sete metros de altura unem-se em uma aventura para eliminar os gigantes malvados que estão planejando tomar as cidades e aterrorizar os humanos.
DIREÇÃO: Steven Spielberg
ELENCO: Mark Rylance, Ruby Barnhill, Penelope Wilton
CLASSIFICAÇÃO: Livre


Ben-Hur
Esse é o mais recendo da lista, assisti ontem. Eu não sabia bem o que esperar do filme, eu nunca se quer tinha assistido o antigo. 
Tenho que falar sobre a cena da corrida de bigas, imaginem alguém que ficou se retorcendo na cadeira, essa pessoa era eu. Me encolhi na poltrona, fiquei apertando a própria cara e imaginando o quanto ferrada estaria se fosse eu no lugar daqueles homens. É uma cena de tirar o fôlego e segundo o que eu li pelas internets da vida, toda aquela estrutura (não acredito que tudo exatamente) do estádio foi construído em escala real, o que só torna o negócio ainda mais monstruoso, adoro quando fazem essa coisa de construir todo o cenário pra valer, fica tão lindo! E mais real, impossível. 
E devo dizer que gostei muito dessa coisa da história ser inserida em um contexto bíblico, para quem é cristão causa aquela emoçãozinha no coração.

TÍTULO ORIGINAL: Ben-Hur
SINOPSE: O nobre Judah Ben Hur (Jack Huston), contemporâneo de Jesus Cristo (Rodrigo Santoro), é injustamente acusado de traição e condenado à escravidão. Ele sobrevive ao tempo de servidão e descobre que foi enganado por seu próprio irmão, Messala (Toby Kebbell), partindo, então, em busca de vingança.
DIREÇÃO: Timur Bekmambetov
ELENCO: Jack Huston, Morgan Freeman, Toby Kebbell
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 14 anos 


Agora é esperar a próxima semana, pois quinta-feira chega Pets, Águas Rasas, Café Society e Nerve! E você, já assistiu algum dos filmes acima? Se sim, o que achou? 


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Eu acho meio estranho ter que falar "na Netflix", mas já que a mesma diz ser ela, quem sou eu pra discordar u-u 

Netflix é provavelmente um dos meus assuntos preferidos, Netflix é a melhor amiga para momentos solitários, ou que se não tem nada para fazer. Netflix é igual vida, ou seja, assistindo eu estou vivendo. 

Minha proposta hoje é trazer alguns filmes disponíveis na Netflix, que eu particularmente amo e recomendo. Confere ai:

Sicario – Terra de Ninguém (2015)
Sinopse: A CIA está preparando uma audaciosa operação para deter o grande líder de um cartel de drogas mexicano. Kate Macy (Emily Blunt), policial do FBI, decide participar da ação, mas logo descobre que terá de testar todos os seus limites morais e éticos nesta missão.
Gênero: Suspense, policial
Um filme que me deixou muito curiosa na época que eu estava para postar Aniquilação nas internets. Fui atrás de alguns filmes para fazer gifs e dei de cara com os trailers desse filme. Quando vi que ele estava disponível na Netflix nem preciso dizer que quase surtei, fui mais do que depressa assistir e ele não me decepcionou, pelo contrário foi um filme que me deixou pensando nele durante dias. Não posso garantir que o filme vai agradar a todos, porque tenho amigos que falaram que não conseguiram nem assistir inteiro, mas se a minha opinião vale de alguma coisa, recomendo que você ao menos tente, porque eu gostei de mais. 


Os Oito Odiados (2016)
Sinopse: Durante uma nevasca, o carrasco John Ruth (Kurt Russell) está transportando uma prisioneira, a famosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh), que ele espera trocar por grande quantia de dinheiro. No caminho, os viajantes aceitam transportar o caçador de recompensas Marquis Warren (Samuel L. Jackson), que está de olho em outro tesouro, e o xerife Chris Mannix (Walton Goggins), prestes a ser empossado em sua cidade. Como as condições climáticas pioram, eles buscam abrigo no Armazém da Minnie, onde quatro outros desconhecidos estão abrigados. Aos poucos, os oito viajantes no local começam a descobrir os segredos sangrentos uns dos outros, levando a um inevitável confronto entre eles.
Gênero: Faroeste
Junte Tarantino e Faroeste, eu já corro atrás. Esse filme eu cheguei a assistir na época que estava no cinema e não me decepcionei, não sei se é coisa da minha cabeça, mas ele parece demorar um pouco a pegar ritmo em comparação aos outros filmes do senhor Tarantino, mas na hora que pega, segure-se na cadeira/cama/sofá/etc. 


The Fundamentals Of Caring (2016)
Sinopse: Um homem que sofreu grandes perdas em sua vida entra em um curso que muda suas perspectivas de vida.
Gênero: Drama, comédia
Um filme original da Netflix, posso estar falando alguma merda, mas se não me engano é baseado em um livro. The Fundamentals Of Caring é um filme de road trip, que é um tema que me atrai muito, adoro história de estrada. É um filme divertido, tem lá alguns clichês e alguns deslizes, porém não foi motivo para eu gostar menos do filme, eu ri, chorei, ri de novo.


Virada Radical (2006)
Sinopse: Haley Graham (Missy Peregrym) é uma ex-ginasta que teve problemas com a lei e, por causa disto, recebeu como pena ter que trabalhar em uma academia de ginastas comandada por Burt Vickerman (Jeff Bridges), um técnico linha-dura. Haley odeia o trabalho, pois faz com que retorne ao mundo de regras rígidas que ela quer esquecer. Porém aos poucos seu amor pelo esporte renasce, fazendo com que ela aprenda lições sobre como fazer as coisas por conta própria.
Gênero: Comédia
Em mês de Olimpíada acontecendo em nossa terrinha, vamos falar sobre um filme de ginástica olímpica. Eu tenho uma historinha com esse filme: a primeira vez que o assisti foi há um tempão, na Sessão da Tarde, comecei sem muita pretensão e amei, acabou o filme e eu não havia visto o nome do mesmo, foram anos de busca (ok, eu não fiquei literalmente buscando por anos, mas sempre lembrava dele), até que algum anjo do elenco da Marvel (não me lembro quais dos meninos) começou a namorar com a menina que fez o papel principal desse filme e então eu o reencontrei! Uma bela história, não? NÃO! Não sei porque contei isso, mas contei. Resumindo, se ainda não assistiu o filme e gosta de ginástica olímpica, cá está uma opção legal dentro do tema. 


Simplesmente Acontece (2014)
Sinopse: Os jovens britânicos Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Claflin) são amigos inseparáveis desde a infância, experimentando juntos as dificuldades amorosas, familiares e escolares. Embora exista uma atração entre eles, os dois mantêm a amizade acima de tudo. Um dia, Alex decide aceitar um convite para estudar medicina em Harvard, nos Estados Unidos. A distância entre eles faz com que nasçam os primeiros segredos, enquanto cada um encontra outros namorados e namoradas. Mas o destino continua atraindo Rosie e Alex um ao outro.
Gênero: Comédia, romance
Um dos primeiros filmes que assisti quando trouxe Netflix para minha vida. Comecei a vê-lo sem dar muito crédito e terminou que eu me apaixonei por ele. É uma história divertida e trágica ao mesmo tempo, você chora com cada derrota de Rosie, vibra com cada vitoria da mesma e claro, tem o OTP também, assisti o filme apoiando o OTP. 


Super 8 (2011)
Sinopse: Joe Lamb (Joel Courtney) perdeu a mãe há pouco tempo, o que fez com que seu relacionamento com o pai (Kyle Chandler), um policial dedicado que não sabe como se comportar com o filho, se deteriorasse. Fã de cinema e estudioso de maquiagem, ele se diverte ao lado dos amigos Charles (Riley Griffiths), Martin (Gabriel Basso) e Cary (Ryan Lee) ao tentar rodar um filme caseiro para participar de uma competição local para jovens cineastas. Joe logo se anima quando Charles convida Alice Dainard (Elle Fanning) para o elenco, já que está a fim dela. O grupo vai de madrugada rodar, às escondidas, uma cena na estação ferroviária local. É quando uma caminhonete se choca com um trem, provocando um descarrilhamento de grandes proporções. Logo o local está cercado pelo exército, que procura algo que estava alojado em um dos vagões. Estranhos desaparecimentos começam a acontecer na pequena cidade de Lillian, primeiro de motores de carro e depois de pessoas.
Gênero: Ficção cientifica 
Um dos meus filmes preferidos, até cheguei a cita-lo no post sobre seis motivos para assistir Stranger Things. No filme temos um grupos de crianças, que são amigos, eles estão filmando um filme caseiro, a fim de participar de um concurso (não me lembro exatamente agora, SORRY!), vemos todos os estranhos eventos que acontecem na cidade cidade pelo ponto de vista dos meninos. Adoro! PS: não pare o filme antes dos créditos, pois enquanto rolam os créditos passa o filme caseiro dos meninos, é hilário. 


The Duff (2015)
Sinopse: A jovem Bianca (Mae Whitman) descobre um dia que foi escolhidas pelas amigas de colégio como uma DUFF (Designated Ugly Fat Friend), ou seja uma amiga feia para que elas se pareçam ainda mais bonitas em comparação. Revoltada, Bianca pede a um atleta popular da escola para ajudá-la a melhorar o seu visual.
Gênero: Comédia
Já falei desse filme em um dos posts sobre os meus filmes preferidos que se passam no colegial, porém vou voltar a falar sobre ele, só porque eu gosto muito do mesmo. Olha, eu vou admitir que a primeira vez que vi algo sobre o filme, eu não dava nada para ele, tanto que comecei a assisti-lo no Netflix já pensando que estaria perdendo o meu tempo. Pois paguei a língua! O filme é muito divertido, fala sobre se auto aceitar, sobre amizade, sobre romance também. É um filme que faz jus a boa e velha história de colegial, que muitos amam (eu!). 


Qual Seu Número? (2011)
Sinopse: Boston. Ally Darling (Anna Faris) fica horrorizada ao ler, em uma revista feminina, que as mulheres têm em média 10,5 parceiros sexuais ao longo da vida. Acreditando que o número é baixo demais, ela puxa da memória todos os homens com quem já transou e passa a investigar junto a amigas qual é o número delas. É quando percebe que já teve relações sexuais com 19 homens, um número bem acima das colegas. Para piorar ainda mais a situação, a matéria diz que as mulheres que tiveram 20 ou mais parceiros têm muito mais dificuldades para se casar. Logo, a saída para Ally é procurar seus ex-namorados para ver se, com o tempo, algum deles melhorou de forma que possa ser seu marido, já que desta forma não chegará à marca dos 20. Para cumprir a missão ela conta com a ajuda de Colin Shea (Chris Evans), seu vizinho mulherengo que tem habilidade para investigar outras pessoas. Em troca Ally passa a ajudá-lo a escapar das mulheres que leva para cama, que por vezes teimam em não ir embora tão logo a relação sexual termine.
Gênero: Comédia
Um motivo para assistir: Chris Evans! Afinal quem nesse mundo não gosta da fofura do Chris Evans?! Mas caso você esteja nesse grupo que não se contagia pela personalidade divertida do Chris (sério, quem é você?!), Qual Seu Número? é uma comédia romântica, ou seja, momentos para rir não vão faltar. A nossa protagonista, interpretada pela Anna Faris (esposa do Star Lord, aka, Peter Quill, aka, Chris Patt), vai atrás dos seus ex-namorados em busca de descobrir qual deles pode ser o grande amor da sua vida, tem tudo para dar errado.



Pequena Miss Sunshine (2006)
Sinopse: Nenhuma família é verdadeiramente normal, mas a família Hoover extrapola. O pai desenvolveu um método de auto-ajuda que é um fracasso, o filho mais velho fez voto de silêncio, o cunhado é um professor suicida e o avô foi expulso de uma casa de repouso por usar heroína. Nada funciona para o clã, até que a filha caçula, a desajeitada Olive (Abigail Breslin), é convidada para participar de um concurso de beleza para meninas pré-adolescentes. Durante três dias eles deixam todas as suas diferenças de lado e se unem para atravessar o país numa kombi amarela enferrujada.
Gênero: Comédia, drama
Mais um dos meus filmes preferidos. Uma das coisas mais incríveis nesse filme é você ver a desconstrução (ou reconstrução) de cada personagem no decorrer da trama, nem um deles termina o filme da mesma forma como começaram. É um filme para você terminar com um sorriso no rosto e querendo estar com eles dentro daquela combi amarela.




Bom, aqui estão alguns filmes que eu sou praticamente fã de carteirinha (e que provavelmente já assisti mais de uma vez cada um). Façamos uma troca, quais filmes que não estão na lista você recomendaria?



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TÍTULO ORIGINAL: Finding Dory
SINOPSE: Um ano após ajudar Marlin (Albert Brooks) a reencontrar seu filho Nemo, Dory (Ellen DeGeneres) tem um insight e lembra de sua amada família. Com saudades, ela decide fazer de tudo para reencontrá-los e na desenfreada busca esbarra com amigos do passado e vai parar nas perigosas mãos de humanos.
GÊNERO: Animação, comédia
DIREÇÃO: Andrew Stanton, Angus MacLane
ELENCO: Ellen DeGeneres, Albert Brooks, Idris Elba (vozes originais, inglês)
CLASSIFICAÇÃO: Livre

Finalmente chegou no cinema o filme capaz de despertar o lado mais criança de um adulto, a ponto de fazer o mesmo cortar fila de criança no cinema! Por favor, vamos falar sobre Procurando Dory.

Procurando Dory se passa um ano depois dos acontecimentos do primeiro filme (e eu aqui achando que foram 13...). Dory está vivendo no coral com Marlin e Nemo, certo dia a peixinha é encarregada de ser professora assistente do já conhecido por todos, Mr Ray. Eles levam a classe para ver a migração das arraias, enquanto as crianças aprendem sobre como funciona a migração, Dory tem um insight e passar a ter algumas memórias esquecidas sobre o seu passado e os seus pais. Movida pela saudade que ela nem sabia que tinha, embarca em uma aventura juntamente com Marlin e Nemo para encontrar a sua família. 


Quem não lembra quando saiu as primeiras notícias de que a Pixar estaria mesmo trabalhando em uma continuação de Procurando Nemo? E a euforia de quando descobrimos que na verdade seria um filme sobre a Dory? 

Eu fui ao cinema acompanhada de minha irmã e minha melhor amiga, as mesmas pessoas que assistiram Procurando Nemo no cinema lá em 2003 comigo, então aquela sessão tinha tudo para ser o momento mais nostálgico do ano e realmente foi. Em alguns momentos voltamos lá no primeiro filme e ai passamos a entender o que foi que aconteceu em 2003, o que levou a nossa peixinha desmemoriada a encontrar Marlin totalmente por acaso.

Temos encontros com alguns personagens já conhecidos e temos a introdução de novos personagens, que vão arrancar muitas risadas, farei uma menção honrosa a Beca e Geraldo.


Acredito que para os mais sensíveis é mais do que recomendado levar um lenço junto, pois momentos para rolar uma lagrima não vão faltar, seja por emoção, ou pela tristeza de lembrar o quanto você era feliz e não sabia quando saiu Procurando Nemo no cinema... Bom, isso soou meio dramático.

Acredito que Procurando Dory tem uma mensagem super legal a respeito do que acreditamos ser limitações, independente de quais sejam. Dory mostrou que mesmo com o seu problema de memória curta, ela podia fazer qualquer coisa e principalmente: ela é importante! Limitações na verdade não são limites, só significa que você precisa encontrar um jeito criativo de superar as adversidades da vida. Todos são importantes e podem fazer coisas incríveis! 

Portanto, aqueles que foram crianças nos anos 2000 (e também aqueles que já não eram mais!), vamos ao cinema e mostrar a esse mundão que animação não é coisa só de criança! 

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TÍTULO ORIGINAL: Begin Again
SINOPSE: Uma cantora (Keira Knightley) se muda para Nova Iorque, mas logo após chegar no local, seu namorado americano decide terminar o relacionamento. Em plena crise, ela começa a cantar em bares, até ser descoberta por um produtor de discos (Mark Ruffalo), certo de que ela pode se tornar uma estrela.
GÊNERO: Drama, romance, musical
DIREÇÃO: John Carney
ELENCO: Keira Knightley, Mark Ruffalo, James Corden
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 12 anos

Preparem-se para ler a resenha mais cheia de amor a respeito de um filme, pois é tudo o que eu senti assistindo Mesmo Se Nada Der Certo. SÓ AMOR!

Em um cenário todo musical, Mesmo Se Nada Der Certo nos trás Gretta (Keira Knightley), uma inglesa que está prestes a deixar New York a fim de voltar para casa, porém um dia antes de sua volta, o seu caminho se cruza com o de Dan (Mark Ruffalo), um produtor musical falido, que acabou de ser demitido da gravadora que ajudou a construir. Ao ouvir a inglesa cantando uma música inédita no bar, ele se encanta por ela e vê que ali tem um futuro na música, esse pode ser o talento que ele vinha procurando há anos. 

Já vou começar elogiando a trilha sonora MARAVILHOSA desse filme, eu até nomeei na minha playlist como a “a playlist da calma e da serenidade”, porque é exatamente isso que você sente ao ouvir as músicas desse filme, seja na voz da Kiera, ou do incrível Adam Levine! As músicas ajudam totalmente a compor todo o cenário e a emoção do filme.


Mesmo Se Nada Der Certo é um filme onde temos New York como um dos protagonistas de toda a história, não tem como você não querer ser próximo da cidade ao assistir o filme, você quer fazer parte daquele lugar. Ali se torna um lugar onde sonhos crescem, ou morrem, um lugar onde você pode se perder, ou se encontrar, um lugar onde você pode crescer. Tem uma frase que Dan diz, que acho que pode explicar bem isso: Ninguém vem a New York e vai embora sem que algo ruim tenha lhe acontecido.

É um filme com várias história paralelas, porém todas ligadas de alguma forma, quando Gretta e Dan se encontram no bar vemos o mundo destruído de Dan invadir a vida sem muito rumo de Gretta, ela passa a interagir com a família destruída do produtor, que no decorrer do filme tem um desenvolvimento incrível, vemos a sua filha Violet, uma adolescente solitária se encontrar através da música. Mesmo Se Nada Der Certo (ai, que nome longo!) pega pessoas que de alguma forma estão perdidas ou quebradas e na interação de uma com as outras, o envolvimento que acabam tendo os ajudam a se encontrarem. 


Ao terminar esse filme eu quis arrumar minhas malas e de alguma forma voar para NY, eu queria de alguma forma fazer parte daquele mundo. 

Eu decidi assistir esse filme após vê-lo em uma lista de filmes que te deixam com uma boa sensação após assisti-lo e foi com muita alegria e inspiração que eu terminei esse filme com uma sensação de leveza e felicidade. 

A PLAYLIST DA CALMA E DA SERENIDADE <3 font="">

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Não sei quem fez essa edição bacanuda, só sei que peguei aqui.

TÍTULO ORIGINAL: Captain America - Civil War
SINOPSE: Steve Rogers (Chris Evans) é o atual líder dos Vingadores, super-grupo de heróis formado por Viúva Negra (Scarlett Johansson), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Visão (Paul Bettany), Falcão (Anthony Mackie) e Máquina de Combate (Don Cheadle). O ataque de Ultron fez com que os políticos buscassem algum meio de controlar os super-heróis, já que seus atos afetam toda a humanidade. Tal decisão coloca o Capitão América em rota de colisão com Tony Stark (Robert Downey Jr.), o Homem de Ferro.
GÊNERO: Ação
DIREÇÃO: Anthony e Joe Russo
ELENCO: Chris Evans, Robert Downey Jr, Scarlett Johansson, Sebastian Stan, Anthony Mackie, Don Cheadle, Jeremy Renner, Chadwick Boseman, Paul Bettany, Elizabeth Olsen
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 12 anos.

Vamos falar de filme? Sim, vamos falar de filme. E de qual filme vamos falar? Vamos falar de Capitão America: Guerra Civil, meninos e meninas. Só para entrar no clima do conflito, vou dar um play em Bad Blood. 

A não ser que você tenha vivido em uma caverna nos últimos meses, todo mundo sabe o que é Guerra Civil, o filme que todo mundo acreditava ser um Vingadores 2.1, no fim é mais um Capitão América 2.1 (ou vamos arredondar para 3 de uma vez, ok?). 

O terceiro filme do Picolé aka Steve se passa depois do segundo filme dos Vingadores, é claro, dessa vez vemos todas as catástrofes em que os amigos Vingadores se meteram ter uma consequência sobre os já citados. Depois de uma mal sucedida missão na África, que termina com a morte de vários civis, é a gota d'água no balde da paciência da humanidade, o governo é pressionando para tomar o controle sobre os heróis, que até então faziam o que queriam (alguém quer impedir o Thor de fazer alguma coisa? Eu não!), entra em cena o Tratado de Sokovia, que basicamente coloca todos os super humanos sob o poder do governo (afinal, o governo não é um lugar tomado de ganancia, deixar um bando de super poderosos sob o comando deles é bem mais seguro). Steve não concorda, pois acredita que estará vendendo a sua liberdade, enquanto Tony defende o registro com vigor, o que acaba criando uma rachadura entre os Vingadores. Eis que no dia que o tratado está para ser assinado, acontece um atentado à sede da ONU, realizado por ninguém mais e ninguém menos que Soldado Infernal... Quero dizer, Invernal (interpretado por Sebastian Satan. NÃO! Stan!). Então com Steve defendendo Bucky e indo contra o tratado, se dá início a um conflito entre os Vingadores. 

Antes de tudo eu só quero dizer algo: não entre no cinema achando que vai se deparar com um live action de Guerra Civil, isso não processe e acho que depois de anos vendo filmes da Marvel Studios, já entendemos que eles não vão entregar algo 100% fiel ao material original (Disney fazer algo +16? Quero ver isso acontecer!). Tem quem se chateia, tem quem quer tacar fogo na Marvel Studios, tem quem tanto faz como tanto fez e tem quem curte. Seria muito louco ter uma adaptação certeira de Guerra Civil? Seria de explodir a cabeça! Infelizmente não é dessa vez. Mas isso não quer dizer que é ruim, certo? Certo.

Aviso dado (não que eu ache que existe algum desavisado), voltemos ao foco. 

Eu acho que nunca tinha visto um filme da Marvel que me deixou tão pilhada, as cenas de lutas são simplesmente frenéticas, ver Viúva Negra metendo a porrada nos caras é praticamente uma obra de arte, alguém devia expor em um museu. Foi quase a mesma sensação de assistir Demolidor, quem assistiu a série vai entender, é uma coisa de você se remexer na cadeira ao imaginar aquele chute vindo no meio da sua cara, só tinha menos sangue e ossos quebrando. 

É como aquele ditado de Twitter: estou digitando com os pés, porque com as mãos estou aplaudindo. O roteiro pensou em cada personagem presente na trama, quem não sentiu aquele frio na barriga de imaginar que algum personagem ficaria apagado? Os caras conseguiram encaixar cada um de forma que você não sentisse que alguém ficou de lado, só o Visão, ele eu achei que não estava com muita presença. 

Feiticeira Escarlate mostrou que veio pra fazer a gente surtar com o poder dela (digo principalmente no sentido de força), ao mesmo tempo que ela é só uma garota, ela é uma garota com um poder imenso e eu estou muito ansiosa pra ver até onde ela ainda vai nos levar. Pantera Negra rouba a cena quando aparece, você quase consegue ignorar todo o resto da cena só pra focar naquele uniforme maravilhoso chutando umas bundas. Homem Formiga é outro que vai te surpreender e MUITO, ele é o cara que tem o papel de ser o alívio cômico do lado do Steve e cumpre o seu papel no filme com cenas incríveis e frases ilárias, quem não surta com aquelas cenas do microverso?

Deve ser uma honra levar um chute desses pés reais.

Agora vou até separar um parágrafo para o próximo personagem, aquele que me fez chorar no cinema: Peter Parker! Eu estava tão ansiosa pra ver o menino Tom no filme, que quando ele finalmente apareceu não deu pra conter os sentimentos, eles falaram mais alto (pelo menos foi um choro silencioso). O filme já era especial, a presença dele só completou o pacote. Vou nem falar muito, se não spoiler vai rolar solto.

Claramente eu, principalmente na última parte.

Marvel, não é o seu aniversário, mas você está de parabéns! Eu já falei aqui que eu gosto muito de Guerra Civil, porque ela é uma histórias sobre consequências, ela não tem um vilão, ela tem pessoas em conflito, tem pessoas defendendo ideais, tem pessoas lutando pelo o que acreditam e quando se coloca isso numa realidade em que essas pessoas têm super poderes, o resultado só pode ser catastrófico, destruidor de sentimentos. E o filme não falhou em mostrar uma versão mais MCU de Guerra Civil. 

Sai do cinema satisfeita, extasiada, expectativas mais do que superadas. Agora fico me perguntando: o que vão aprontar para o terceiro filme dos Vingadores? Espero ser surpreendida novamente.



PS: espero que a próxima vez que eu for chorar por causa da aparição de alguém em um filme, que esse alguém seja o Demolidor. Vlw! Flw!

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Divagando sobre a imprevisibilidade da vida e como ela pode nos tornar criativos sofredores.

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