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Cats Can't Write


Quase um ano depois da primeira resenha/recomendação de fanfic aqui no blog, eu venho com a segunda recomendação. Venho aqui lhes apresentar Trono de Sangue, não é bem fanfic, por ser uma história original, mas vou chamar de fanfic por ser uma palavrinha que eu gosto muito. Enfim...

Trono de Sangue é escrita pela Ludmilla Rocha, é uma ficção medieval que se passa no reino de Ílac. Nossa protagonista se chama Evelyn, a herdeira do trono de Ílac, desde pequena ela fora prometida para o herdeiro de Medroc, Henrique, o casamento seria uma forma de firmar uma aliança de paz entre os dois reinos, que anteriormente viviam literalmente em pé de guerra.

A única coisa que separa Evelyn do seu casamento arranjado é a tal menarca e quando finalmente acontece para ela, a garota fica em pânico, cabe ao seu melhor amigo, Elijah (mozão), ajudá-la a esconder a menarca até que se sinta preparada para assumir a sua responsabilidade como princesa. Porém, algum tempo depois (se não me engano três anos mais tarde), a ~maravilhosa~ mãe da Evelyn descobre que a filha vinha escondendo a menarca durante todo aquele tempo, algo que poderia ter prejudicado e muito o reino, então as coisas começam a ir de mal a pior para a pobre princesa. 

Um dos motivos pelos quais eu fiquei tão viciada na história provavelmente são os personagens, cada um com a sua personalidade marcante, uns diferentes dos outros, cada qual com as suas particularidades. Evelyn é uma mulher forte, que não se dá mal apenas uma ou duas vezes, são várias vezes, e é muito palpável como essas situações difíceis serviram para moldar a personalidade nada maleável da mulher. Desde jovem foi exigido muito dela e em nome do seu reino e da paz que dependia dela, Evelyn sempre se sacrificou. 

Também temos o incrível e maravilhoso Elijah, e não digo isso apenas por ele ser um moço muito lindo (é sério, não dá para imagina-lo feio com a descrição, VAI POR MIM!), assim como Evelyn, ele não se deu mal poucas vezes e as adversidades fizeram dele uma pessoa forte.

Senhorita Ludmilla nos faz amar e odiar os personagens, nos faz querer abraça-los e socá-los, e eu AMO isso, eu amo sentir algo pelo personagem ainda que essa coisa possa ser ódio, mas independente do que é significa que aquele personagem tem personalidade o suficiente para provocar algo em quem está lendo. Tem coisa melhor?

O mundo que a Ludmilla criou também é outra coisa que chama atenção, a história é mais focada nos personagens e pelo o que os mesmos estão passando, não temos tanto foco no lugar necessariamente em que vivem, mas aos poucos vamos aprendendo um pouco mais sobre o reino de Ílac e os seus arredores, por exemplo, a misteriosa região de Ocland, me coço inteira de curiosidade a respeito desse lugar. Eu estou realmente ansiosa para ver a Ludmilla explorar mais o lugar que ela criou, pois ele parece incrível!

Com uma pitadinha de As Crônicas de Gelo e Fogo e um toque todo especial e particular da Ludmilla Rocha, Trono se Sangue é uma história que vai arrancar as mais variadas reações de quem ler. Se você gosta de uma boa ficção medieval, Trono de Sangue pode muito bem ser a opção certa para você!
Onde ler: Wattpad | Status: em andamento

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TÍTULO ORIGINAL: Begin Again
SINOPSE: Uma cantora (Keira Knightley) se muda para Nova Iorque, mas logo após chegar no local, seu namorado americano decide terminar o relacionamento. Em plena crise, ela começa a cantar em bares, até ser descoberta por um produtor de discos (Mark Ruffalo), certo de que ela pode se tornar uma estrela.
GÊNERO: Drama, romance, musical
DIREÇÃO: John Carney
ELENCO: Keira Knightley, Mark Ruffalo, James Corden
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 12 anos

Preparem-se para ler a resenha mais cheia de amor a respeito de um filme, pois é tudo o que eu senti assistindo Mesmo Se Nada Der Certo. SÓ AMOR!

Em um cenário todo musical, Mesmo Se Nada Der Certo nos trás Gretta (Keira Knightley), uma inglesa que está prestes a deixar New York a fim de voltar para casa, porém um dia antes de sua volta, o seu caminho se cruza com o de Dan (Mark Ruffalo), um produtor musical falido, que acabou de ser demitido da gravadora que ajudou a construir. Ao ouvir a inglesa cantando uma música inédita no bar, ele se encanta por ela e vê que ali tem um futuro na música, esse pode ser o talento que ele vinha procurando há anos. 

Já vou começar elogiando a trilha sonora MARAVILHOSA desse filme, eu até nomeei na minha playlist como a “a playlist da calma e da serenidade”, porque é exatamente isso que você sente ao ouvir as músicas desse filme, seja na voz da Kiera, ou do incrível Adam Levine! As músicas ajudam totalmente a compor todo o cenário e a emoção do filme.


Mesmo Se Nada Der Certo é um filme onde temos New York como um dos protagonistas de toda a história, não tem como você não querer ser próximo da cidade ao assistir o filme, você quer fazer parte daquele lugar. Ali se torna um lugar onde sonhos crescem, ou morrem, um lugar onde você pode se perder, ou se encontrar, um lugar onde você pode crescer. Tem uma frase que Dan diz, que acho que pode explicar bem isso: Ninguém vem a New York e vai embora sem que algo ruim tenha lhe acontecido.

É um filme com várias história paralelas, porém todas ligadas de alguma forma, quando Gretta e Dan se encontram no bar vemos o mundo destruído de Dan invadir a vida sem muito rumo de Gretta, ela passa a interagir com a família destruída do produtor, que no decorrer do filme tem um desenvolvimento incrível, vemos a sua filha Violet, uma adolescente solitária se encontrar através da música. Mesmo Se Nada Der Certo (ai, que nome longo!) pega pessoas que de alguma forma estão perdidas ou quebradas e na interação de uma com as outras, o envolvimento que acabam tendo os ajudam a se encontrarem. 


Ao terminar esse filme eu quis arrumar minhas malas e de alguma forma voar para NY, eu queria de alguma forma fazer parte daquele mundo. 

Eu decidi assistir esse filme após vê-lo em uma lista de filmes que te deixam com uma boa sensação após assisti-lo e foi com muita alegria e inspiração que eu terminei esse filme com uma sensação de leveza e felicidade. 

A PLAYLIST DA CALMA E DA SERENIDADE <3 font="">

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Sinopse: Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Sua vidinha ainda inclui o trabalho como garçonete num café de sua pequena cidade - um emprego que não paga muito, mas ajuda com as despesas - e o namoro com Patrick, um triatleta que não parece muito interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor tem 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de ter sido atropelado por uma moto, o antes ativo e esportivo Will agora desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Sua vida parece sem sentido e dolorosa demais para ser levada adiante. Obstinado, ele planeja com cuidado uma forma de acabar com esse sofrimento. Só não esperava que Lou aparecesse e se empenhasse tanto para convencê-lo do contrário.

Uma comovente história sobre amor e família, Como eu era antes de você mostra, acima de tudo, a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado.

Nesse mês de Junho, chega aos cinemas uma das adaptações mais aguardadas do ano, a do livro Como eu era antes de você (originalmente, Me before you), da escritora Jojo Moyes, também autora de A última carta de amor. O filme já conta com dois trailers que trazem cenas com toda a essência do livro e também a música Photograph do cantor Ed Sheeran na trilha sonora, que SIM, faz toda a diferença! Eu, por exemplo, acabei chorando enquanto assistia, e como boa guerreira que sou, tomei minha dose de coragem, e prometi que iria ler antes da estréia. Ganhei o livro como presente de viagem para casa de parentes há um tempo, no entanto estava jogado ao relento numa pilha de livros que eu sempre compro e demoro séculos para ler. Vai dizer que não faz isso também? Sem julgamentos. Depois da leitura, me arrependi de não ter começado antes!

Como eu era antes de você é narrado pela nossa protagonista (com exceção de poucos capítulos com outros pontos de vista) Louisa Clark, que acabou de perder o emprego e está sem nenhuma perspectiva na vida, já que precisa arrumar rápido um emprego para ajudar nas despesas da família. Ela aceita qualquer coisa — menos trabalhar numa fabrica de frango —, e surge a oportunidade de última hora de ser ajudante de Will Traynor, que ao sofrer um acidente, acaba tendo graves consequências, e passa seus dias enfurnado dentro da própria casa, ranzinza e sem vontade de viver. Nenhum dos dois sabe o quanto esse encontro vai mudar a vida de cada um. 

Ao ler uma sinopse dessas, você já deve imaginar como deve ser o desenrolar da historia: mocinha meiga que faz de tudo para melhorar a vida do patrão chato, e vivem uma grande historia de amor, certo? Errado! Mas foi exatamente isso que eu pensei, admito com um pouco de vergonha esse meu “pré-conceito”. A história já começa com uma cena tensa de flashback, e logo passa para os dias atuais. 

Louisa é alegre, falante, e veste as roupas mais loucas que você pode imaginar, completamente o oposto de Will, que é melancólico, sarcástico e faz de tudo para deixar a pobre Clark nas maiores saias justas. Entretanto, nem sempre ele foi assim. Era um jovem elétrico, que adorava a vida, tendo altas aventuras, como mergulhos, escalando montanhas, tudo que pudesse dar adrenalina, amava seu corpo e se exercitar, por isso é tudo tão difícil após o acidente. Sua nova vida é bem limitada, e com a chegada da garota, tudo muda novamente. Depois de descobrir um segredo da família Traynor, Clark fará de tudo para que Will consiga ver graça na vida novamente. Durante o livro, acompanhamos varias ideias que ela insiste que vão mudar o modo de pensar do rapaz, como, saídas de casa para lugares novos, viagens loucas, ou qualquer coisa que possa fazê-lo feliz. Mesmo quando as coisas não saem como o esperado, ela não se deixa abater. 

A obra tem vários pontos positivos como uma leitura leve e contínua mesmo abordando temas pesados, sendo muito fácil mergulharmos de cabeça na história e realmente vivê-la. A cada capítulo eu me envolvia mais em tudo aquilo, descobrindo mais coisas sobre os personagens e ficando com o coração apertado a cada desfecho novo. Os personagens são bem construídos, e o leitor consegue se identificar com a grande maioria deles. Nada daqueles personagens que são 100% bons ou ruins. Eles são humanos, com defeitos e qualidades, como eu e você, por isso é tão fácil ver o amadurecimento deles durante toda a trama. A ajuda mútua entre os dois protagonistas é muito forte, e vemos o quanto eles se esforçam um pelo outro. 

Eu simplesmente adorei a família da Clark, mesmo com as dificuldades do dia-a-dia, vemos que eles se importam uns com os outros, são para cima, e vivem como podem. O pai dela foi o que eu mais gostei, sempre de poucas palavras, mas muito caloroso. Sua mãe com as teorias mais loucas do mundo, não consegue ficar parada, e é fanática por limpeza. Sua irmã mais nova, Katrina, engravidou cedo, e teve que deixar a faculdade para se dedicar ao seu filho. Ela é cética, sem sentimentalismo, e possivelmente a mais culta da família. Clark e a irmã vivem em pé de guerra, porém mesmo com as diferenças, notamos o amor ali. E claro, o seu avô, que está doente, e passa seus dias em frente à TV assistindo corrida de cavalos. 

A visão que temos dessa família entra em choque com o que vemos a de Will, onde seus pais de longe não são mais os mesmos, sua mãe só falta colocá-lo dentro de uma bolha, seu pai é ausente, e sua irmã vive em um continente distante. Já dá para notar que ele tem uma vida bem complicada, além dos seus próprios problemas. Uma grande pessoa presente em sua vida é Nathan, seu enfermeiro particular, que é até um alívio cômico para a história. 

Um dos pontos “negativos” (não diria negativo, mas por falta de outra palavra vamos deixar essa) é o misto de sensações que você vai experimentar. Muitas vezes mudei de opinião durante a leitura, e mesmo após terminar o livro, ainda não tenho uma opinião formada sobre o assunto abordado. O outro ponto que eu fiquei meio chateada foi o final que em minha opinião foi bem abrupto, do tipo, estar acontecendo várias coisas, e do nada, acabar, mas isso não quer dizer que tenha sido ruim. 

Já vi algumas pessoas irritadas, ou que não apreciaram tanto quanto eu, porém em minha opinião, foi uma leitura maravilhosa, que me enriqueceu, e me fez abrir os olhos para algumas coisas da vida. Livro bom é aquele que o leitor sai com uma mensagem de reflexão, um ensinamento, algo que você possa levar para a vida. Em geral, adorei a história, me emocionei, até admito que deve ter caído uma lágrima ou duas, e se você gosta de romance, vale super a pena conferir tanto o livro quanto o filme. No futuro, espero ler mais trabalhos dessa autora, e que sejam tão deliciosos quanto Como eu era antes de você.

Nota: 4,5/5

Essa resenha foi escrita pela minha incrível e maravilhosa amiga Cibelle.
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Não sei quem fez essa edição bacanuda, só sei que peguei aqui.

TÍTULO ORIGINAL: Captain America - Civil War
SINOPSE: Steve Rogers (Chris Evans) é o atual líder dos Vingadores, super-grupo de heróis formado por Viúva Negra (Scarlett Johansson), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Visão (Paul Bettany), Falcão (Anthony Mackie) e Máquina de Combate (Don Cheadle). O ataque de Ultron fez com que os políticos buscassem algum meio de controlar os super-heróis, já que seus atos afetam toda a humanidade. Tal decisão coloca o Capitão América em rota de colisão com Tony Stark (Robert Downey Jr.), o Homem de Ferro.
GÊNERO: Ação
DIREÇÃO: Anthony e Joe Russo
ELENCO: Chris Evans, Robert Downey Jr, Scarlett Johansson, Sebastian Stan, Anthony Mackie, Don Cheadle, Jeremy Renner, Chadwick Boseman, Paul Bettany, Elizabeth Olsen
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 12 anos.

Vamos falar de filme? Sim, vamos falar de filme. E de qual filme vamos falar? Vamos falar de Capitão America: Guerra Civil, meninos e meninas. Só para entrar no clima do conflito, vou dar um play em Bad Blood. 

A não ser que você tenha vivido em uma caverna nos últimos meses, todo mundo sabe o que é Guerra Civil, o filme que todo mundo acreditava ser um Vingadores 2.1, no fim é mais um Capitão América 2.1 (ou vamos arredondar para 3 de uma vez, ok?). 

O terceiro filme do Picolé aka Steve se passa depois do segundo filme dos Vingadores, é claro, dessa vez vemos todas as catástrofes em que os amigos Vingadores se meteram ter uma consequência sobre os já citados. Depois de uma mal sucedida missão na África, que termina com a morte de vários civis, é a gota d'água no balde da paciência da humanidade, o governo é pressionando para tomar o controle sobre os heróis, que até então faziam o que queriam (alguém quer impedir o Thor de fazer alguma coisa? Eu não!), entra em cena o Tratado de Sokovia, que basicamente coloca todos os super humanos sob o poder do governo (afinal, o governo não é um lugar tomado de ganancia, deixar um bando de super poderosos sob o comando deles é bem mais seguro). Steve não concorda, pois acredita que estará vendendo a sua liberdade, enquanto Tony defende o registro com vigor, o que acaba criando uma rachadura entre os Vingadores. Eis que no dia que o tratado está para ser assinado, acontece um atentado à sede da ONU, realizado por ninguém mais e ninguém menos que Soldado Infernal... Quero dizer, Invernal (interpretado por Sebastian Satan. NÃO! Stan!). Então com Steve defendendo Bucky e indo contra o tratado, se dá início a um conflito entre os Vingadores. 

Antes de tudo eu só quero dizer algo: não entre no cinema achando que vai se deparar com um live action de Guerra Civil, isso não processe e acho que depois de anos vendo filmes da Marvel Studios, já entendemos que eles não vão entregar algo 100% fiel ao material original (Disney fazer algo +16? Quero ver isso acontecer!). Tem quem se chateia, tem quem quer tacar fogo na Marvel Studios, tem quem tanto faz como tanto fez e tem quem curte. Seria muito louco ter uma adaptação certeira de Guerra Civil? Seria de explodir a cabeça! Infelizmente não é dessa vez. Mas isso não quer dizer que é ruim, certo? Certo.

Aviso dado (não que eu ache que existe algum desavisado), voltemos ao foco. 

Eu acho que nunca tinha visto um filme da Marvel que me deixou tão pilhada, as cenas de lutas são simplesmente frenéticas, ver Viúva Negra metendo a porrada nos caras é praticamente uma obra de arte, alguém devia expor em um museu. Foi quase a mesma sensação de assistir Demolidor, quem assistiu a série vai entender, é uma coisa de você se remexer na cadeira ao imaginar aquele chute vindo no meio da sua cara, só tinha menos sangue e ossos quebrando. 

É como aquele ditado de Twitter: estou digitando com os pés, porque com as mãos estou aplaudindo. O roteiro pensou em cada personagem presente na trama, quem não sentiu aquele frio na barriga de imaginar que algum personagem ficaria apagado? Os caras conseguiram encaixar cada um de forma que você não sentisse que alguém ficou de lado, só o Visão, ele eu achei que não estava com muita presença. 

Feiticeira Escarlate mostrou que veio pra fazer a gente surtar com o poder dela (digo principalmente no sentido de força), ao mesmo tempo que ela é só uma garota, ela é uma garota com um poder imenso e eu estou muito ansiosa pra ver até onde ela ainda vai nos levar. Pantera Negra rouba a cena quando aparece, você quase consegue ignorar todo o resto da cena só pra focar naquele uniforme maravilhoso chutando umas bundas. Homem Formiga é outro que vai te surpreender e MUITO, ele é o cara que tem o papel de ser o alívio cômico do lado do Steve e cumpre o seu papel no filme com cenas incríveis e frases ilárias, quem não surta com aquelas cenas do microverso?

Deve ser uma honra levar um chute desses pés reais.

Agora vou até separar um parágrafo para o próximo personagem, aquele que me fez chorar no cinema: Peter Parker! Eu estava tão ansiosa pra ver o menino Tom no filme, que quando ele finalmente apareceu não deu pra conter os sentimentos, eles falaram mais alto (pelo menos foi um choro silencioso). O filme já era especial, a presença dele só completou o pacote. Vou nem falar muito, se não spoiler vai rolar solto.

Claramente eu, principalmente na última parte.

Marvel, não é o seu aniversário, mas você está de parabéns! Eu já falei aqui que eu gosto muito de Guerra Civil, porque ela é uma histórias sobre consequências, ela não tem um vilão, ela tem pessoas em conflito, tem pessoas defendendo ideais, tem pessoas lutando pelo o que acreditam e quando se coloca isso numa realidade em que essas pessoas têm super poderes, o resultado só pode ser catastrófico, destruidor de sentimentos. E o filme não falhou em mostrar uma versão mais MCU de Guerra Civil. 

Sai do cinema satisfeita, extasiada, expectativas mais do que superadas. Agora fico me perguntando: o que vão aprontar para o terceiro filme dos Vingadores? Espero ser surpreendida novamente.



PS: espero que a próxima vez que eu for chorar por causa da aparição de alguém em um filme, que esse alguém seja o Demolidor. Vlw! Flw!

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Desde o último trailer de Capitão América: Guerra Civil eu só consigo pensar em uma coisa: GUERRA CIVIL! É claro. Eu estava bem, estava bem de verdade, até que inesperadamente surgiu um Homem Aranha no final do trailer e isso destruiu as minhas estruturas e agora estou sofrendo de ansiedade. Muito obrigada Marvel, era tudo o que eu precisava em minha vida. Não, é sério: era tudo o que eu precisava um motivo para viver.

Eu estava lendo as comics, porque finalmente tinha encontrado um site onde todos os capítulos estavam lindamente organizados por ordem de acontecimentos! Eis que O SITE SAIU DO AR, então me lembrei que eu tinha o livro (ok, na verdade nunca tinha esquecido, era preguiça de ler mesmo) e resolvi finalmente encarar as páginas dele. 

Basicamente Guerra Civil é uma guerra... Civil. Não. Os super heróis não estavam sendo mais tão bem vistos pelo governo e o povo dos EUA, certo dia os Novos Guerreiros, um grupo de jovens heróis, estavam gravando outro episódio do seu really show, que por sinal não estava indo muito bem de audiência e na tentativa trazer os expectadores de volta os heróis resolvem enfrentar um grupo de vilões, diga-se de passagem, que eram areia de mais para os caminhõesinhos jovens deles, termina que um dos vilões (Nitro) causa uma explosão que resulta na morte de centenas de pessoas em Stamford. O atentado acaba virando a gota d’água que o governo precisava para colocar “coleiras” nos heróis, assim surge a Lei do Registro, que basicamente obrigada todos os super humanos a se registrarem e trabalharem como agentes para o governo e quem não segue a lei é preso. E é nesse momento que surge os já conhecidos Team Cap e Team Iron Man, onde Homem de Ferro é um dos porta-voz, investidor e aplicador da tal lei (é tipo: Tony rainha, o resto nadinha) e Capitão América defende a liberdade dos heróis. 

Essa história é uma grande divisora de águas, porque é um momento onde você não vê heróis lutando contra um super vilão que quer envenenar a água da cidade, ou tendo que enfrentar alguma ameaça vinda do outro lado da galáxia. Aqui você vê heróis contra heróis, cada um defendendo aquilo que acredita. É uma história que mostra o que vem depois dessas grandes brigas, pois o que vemos é: os heróis venceram os vilões e todos estão salvos. Porém, como dizem por ai, o buraco é muito mais em baixo. À que custo eles conseguiram salvar a cidade? Ou “salvar”... Explicando da forma mais simples possível, Guerra Civil é sobre consequências, é uma história que mostra o lado mais humano possível que existe dentro de cada super humano, ou vigilante. 

Guerra Civil vai te fazer em várias ocasiões questionar: qual é o lado certo nessa briga? E eu adorei isso! Desde que comecei a ter os primeiros contatos com a história, sempre fui declaradamente Team Cap, por N motivos que não vou dizer para acabar não dizendo de mais, porém a cada capítulo que eu lia o meu lado era questionado na mesma medida em que eu questionada o outro, teve muitos momentos em que fiquei dividida de verdade (mas continuo Team Cap, flw?).

O livro trabalha de diversos pontos de vista, assim como nas comics, e dou um destaque especial a Sue Storm (ou Richards). Ela é simplesmente espetacular durante o livro inteiro, Sue é tão convicta naquilo que acredita e está tão determinada a lutar pelo o que é certo, que ela chega a tomar algumas decisões que no papel de mãe e esposa não deve ter sido nada fácil. 

A parte final da história é um negócio frenético, chega em um ponto que você não consegue simplesmente parar de ler e ir fazer outra coisa, você PRECISA saber o que vem a seguir. É literalmente tiro, porrada e bomba. 

Já curte a Marvel? Então leia! Ainda não conhece a Marvel direito? Então leia também! É uma história incrível sobre conflitos e questionamentos, afinal o que pode acontecer quando pessoas com tanto poder em mãos resolvem brigar por aquilo que acredita?



PS: Eu falei que o site onde eu estava lendo Guerra Civil saiu do ar, mas tem um outro site, onde eu espero que esteja tudo certinho, pois pretendo continuar lendo por ele, se você também quiser ler é o hqonline.

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TÍTULO ORIGINAL: Fangirl
SINOPSE: Cath é fã da série de livros Simon Snow. Ok. Todo mundo é fã de Simon Snow, mas para Cath, ser fã é sua vida – e ela é realmente boa nisso. Vive lendo e relendo a série; está sempre antenada aos fóruns; escreve uma fanfic de sucesso; e até se veste igual aos personagens na estreia de cada filme.
Diferente de sua irmã gêmea, Wren, que ao crescer deixou o fandom de lado, Cath simplesmente não consegue se desapegar. Ela não quer isso. Em sua fanfiction, um verdadeiro refúgio, Cath sempre sabe exatamente o que dizer, e pode escrever um romance muito mais intenso do que qualquer coisa que já experimentou
na vida real.
Mas agora que as duas estão indo para a faculdade, e Wren diz que não a quer como companheira de quarto, Cath se vê sozinha e completamente fora de sua zona de conforto.
Uma nova realidade pode parecer assustadora para uma garota demasiadamente tímida. Mas ela terá de decidir se finalmente está preparada para abrir seu coração para novas pessoas e novas experiências.
Será que Cath está pronta para começar a viver sua própria vida? Escrever suas próprias histórias?
AUTOR(A): Rainbow Rowell
PÁGINAS: 424
Livro único. 

Já faz algum tempo que não venho falar de algum livro, depois de eu ter derramado as minhas lagrimas com o Ciclo da Herança eu só li mais UM livro. A minha fossa foi mais intensa do que eu acreditava ter sido e enquanto eu escrevo esse post, faz cerca de dez minutos que terminei um livro. E é com muito prazer, muita animação e amor que venho falar sobre FanGirl ao som de History do One Direction.

Eu já vi muitas pessoas falarem de Fangirl e existe um único e grande motivo que me fez ler esse livro: A PERSONAGEM PRINCIPAL ESCREVE FANFICS! Bastou isso para me conquistar, comprei o livro e ele foi o escolhido para me fazer superar a fossa de Herança. 

Inicialmente eu estava lendo o livro muito lentamente, talvez por preguiça, por dar preferência em escrever ao invés de ler, enfim, só sei que estava há mais de um mês enrolando com esse livro. E hoje ("hoje" quando era 01/12), vendo que teria um longo dia fora de casa, ter um livro comigo era um caso de necessidade. Eu dixavei o livro, praticamente liquidei mais da metade dele em um único dia. 

Além do grande atrativo de Cath, a personagem principal, ser uma escritora de fanfics, eu percebi que éramos (somos) terrivelmente parecidas. Eu acho que nunca me identifiquei tanto com uma personagem como me identifiquei com Cather! Em alguns momentos parecia que eu estava lendo sobre mim, sobre algo que provavelmente eu faria naquela situação. 

Cath é aquela pessoa introvertida, que quando é fã de algo (no caso dela, os livros do Simon Snow) dedica a vida a isso, também é cabeça dura, não suporta mudanças... As vezes eu pensava “menina deixa de ser besta!”, ai um segundo depois “ok, eu teria feito o mesmo”. No inicio, nos primeiros dias dela na universidade, quando Cath se recusa a ir fazer suas refeições no refeitório do campus por pura vergonha e medo do “novo”, me lembrou totalmente uma situação que eu passei quando comecei meu estágio. Eu fiquei algumas semanas em treinamento em São Paulo (capital), era um ambiente totalmente novo, meu primeiro emprego, eu tinha MEDO de ir ao banheiro, então passava as 6 horas do estágio sem beber água para não precisar ir ao banheiro. CATH, MINHA MANA!

Ok, já entenderam que eu gostei da Cather, certo? Vou focar nos outros personagens, que são tão incríveis quanto ela. Primeiro uma menção honrosa ao incrível pai dela, a imagem que é passada dele é de um cara tão maneiro, tão legal, maluco, que eu tinha vontade de abraça-lo e chamá-lo de pai (amo meu pai também gente).

Cath tem uma irmã gêmea, Wren, ambas extremamente idênticas, segundo a própria Cath são pequenos detalhes que podem diferenciar ambas, sendo o corte de cabelo o principal. Eu acho que não é spoiler eu dizer que no começo odiei a garota, espero não ter sido a única que queria meter um tapa na cara dela de vez em quando, só pra ver se ela não tinha algum ápice de lucidez. Mas não vou apenas ditar o ódio a ela, Wren também é legal, porém sou mais Cath.

Temos a mal encarada colega de dormitório da Cath (é sério, vou repetir o nome a cada duas linhas), a Regan. A primeira vista você pensa “ok, essa meninas deve ser uma psicopata”, mas no fim eu acabei desejando ser mais “bruta” como ela, pois você percebe que ela tem muita atitude e não deixa barato. 

Ah. E não posso (ISSO SERIA UM CRIME) deixar de falar do Levi, eu acho que em algum momento acabei criando certa paixão pelo garoto, desejo profundamente ter pelo menos metadinha do bom humor desse garoto. A forma como Cath fala dos diferentes sorrisos dele, da forma como ele tratava todos bem, até mesmo aqueles que ele não conhecia, me faz querer ser uma pessoa melhor, me faz querer ser mais alegre com a vida. 

Eu só tenho elogios para distribuir sobre esse livro. Gostei da forma como é feita a narração, soa quase como se alguém estivesse lhe contando a história (é em terceira pessoa), cada vez que a autora colocava um “gente!”, eu quase podia ouvi-la dando uma entonação mais exagera a palavra. 

Cheguei a última página com muito pesar (não ao nível de Eragon), mas por outro lado com muito amor, muito feliz e animada. Pela primeira vez me senti totalmente na pele de um personagem principal, eu compreendo a Cath! 

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Sabe aquela fossa que vem com força quando você termina algo que virou sua vida? Quando você termina uma série que gosta muito e então parece que você não tem mais nada pra fazer da vida, perdeu a motivação. Nesse momento* estou me sentindo dessa maneira ao terminar de ler O Ciclo da Herança. Eu queria ter feito resenhas dos dois últimos livros separadamente, mas aconteceu que fiquei sem internet durante duas semanas e nesse meio tempo terminei de ler Brisingr, que eu estava enrolando uma vida pra ler por não sair da internet, ai já em seguida comecei Herança e o li EM TRÊS DIAS!

Agora estou na fossa, parece que nenhum outro livro no mundo vai me agradar e não sei o que fazer se não despejar todo o meu amor e recomendar a saga a vocês. 

Eu conheci Eragon pelo filme, porque sempre fui muito fã de coisas que envolvem dragões, eu me lembro de ter gostado do filme em minha inocência, ao descobrir que era baseado em um livro foi tipo “PARA TUDO! QUE EU PRECISO LER!”. Existia um porém, eu era apenas uma adolescente, desempregada que queria um livro que em alguns lugares chegava a quase 50 reais, minha mãe não parecia muito disposta a pagar isso em livro. Mas um dia eu consegui, eu comprei o primeiro livro da saga por TRINTA reais no Submarino (obrigada por realizar meu sonho). 

A saga em momento algum frustrou a minha expectativa e a espera pra ler valeu muito a pena. É interessante a forma como em cada livro você vai vendo o crescimento do Eragon e da Saphira, quando você chega as ultimas páginas de Herança, você fica com a mesma sensação que Eragon, como se tudo o que passou lá no começo tivesse sido há muito tempo. 

Eu adorei o destaque que é dado a Roran a partir do terceiro livro (Brisingr), sem sombra de dúvidas ele é um dos meus personagens preferidos, e é outra pessoa que você a amadurecimento dentro da história, em momento algum você imagina que aquele garoto do primeiro livro querendo levar apenas uma vida de lavrador ao lado da garota que ama, iria um dia se tornar o Martelo Forte. 

Saphira é um dragão que me faz querer deitar em posição fetal e chorar eternamente pelo fato de não existirem dragões, principalmente os que podem se comunicar por pensamentos. Eu adoro o jeito convencido e agressivo dela, quando ela ficava perguntando ao Eragon quando ela poderia esmagar os soldados do Império, eu ficava “VAI LÁ! ESMAGA TUDOOOOOO!”. Eu sou fã da Saphira!

Cheguei no último livro com expectativas de ver o temido Galbatorix em ação, afinal falam tanto do homem, eu queria ver ele dar o ar da graça. E quanto ao dragão dele (que tem um nome muito louco: Shruikan), enquanto eu lia a descrição do dragão descansando no fundo da sala do trono, dividi o sentimento de temor que Eragon sentiu.

Eu adoro os anões, principalmente Orrik, o laço de irmandade que nasce entre ele e Eragon é totalmente amável, acho que os melhores momentos entre eles acontecem em Eldest, que acredito ter sido o período que passaram mais tempo juntos. 

Os dois primeiros livros (Eragon e Eldest) eu os destacaria mais como o período em que Eragon está aprendendo o quanto pode sobre os Cavaleiros, a partir de Brisingr e seguindo para Herança, a coisa fica mais frenética, pois é quando estão de vez partindo pra brigar, dando à cara a tapa para o Império. 

Cheguei as ultimas páginas de Herança ao choro, que mal conseguia ler, o final me deixou devastada, mas não por ser ruim, mas porque ele deixa aquela sensação “PRECISO DE MAIS!!!!”. A saga termina encerrando um período, encerrando um grande acontecimento pro Império e você fica com aquilo na cabeça “Mas e depois?!”. E eu chorei. Chorei horrores porque terminei a saga que se tornou oficialmente a minha preferida, chorei pelo final. 

E vou encerrar esse post dizendo QUE QUERO CONTINUAÇÃO! Poxa, Paolini, o que vem depois? Ainda tem muita coisa pra acontecer. E digo, mais do que recomendo essa saga, ela é incrível, maravilhosa e já estou querendo chorar de novo. 

Agora estou querendo escrever uma fanfic pra suprir essa necessidade, porque eu sempre acho que a solução pra esse tipo de fossa é escrever uma fanfic, ai lembro que isso leva tempo de mais e fico só com a fossa mesmo.

Ciclo da Herança: ERAGON - livro 1 | ELDEST - livro 2 | BRISINGR - livro 3 | HERANÇA - livro 4


*O “nesse momento” foi há alguns dias, que graças a internet de cocô, eu não pude postar antes, mas a fossa está superada (ou mais ou menos hehe) e nesse tempo já comecei outro livro (Desejo Dos Mortos) e terminei ele em dois dias, depois falo sobre esse também :D

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TÍTULO ORIGINAL: The Man from U.N.C.L.E.
SINOPSE: Na década de 1960 os até então inimigos mortais Napoleon Solo (Henry Cavill), agente da CIA, e Illya Kuriakin (Armie Hammer), espião da KGB, são obrigados a cooperarem. A grande missão da improvável dupla EUA-Rússia é combater a terrível organização T.H.R.U.S.H., que desenvolve armas nucleares.
GÊNERO: Espionagem, Ação, Comédia
DIREÇÃO: Guy Ritchie
ELENCO: Henry Cavill, Armie Hammer, Alicia Vikander, Elizabeth Debicki
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 14 anos. 
[Era pra esse post ter saído há exatamente duas semanas, mas o destino, cruel e perverso, trouxe uma chuva muito louca terça-feira retrasada, que resultou na queda da torre da internet e só hoje o sinal finalmente voltou. Então ao ler esse post, volte no tempo há duas semanas e vamos fingir que é o dia 08 de setembro.]

Eu estou passando por um maravilhoso e gigante bloqueio criativo pra posts, que pra manter o blog na ativa e não parecer que fugi pras colinas, hoje vou falar de um filme que assistir ontem no cinema. De qualquer jeito eu ia falar dele, mas ele está sendo considerado a salvação do blog pra não ficar com cara de abandono. 

Enfim, ontem tive uma incrível tarde em família e fomos ao cinema assistir O Agente da U.N.C.L.E. Minha ideia inicial era assistir dois filmes, pois minhas irmã queria porque queria assistir O Pequeno Príncipe, porém não rolou e fomos todos juntos e felizes assistir O Agente da U.N.C.L.E.

Eu adoro filmes de espiões e eu já estava de olho nesse filme desde que o seu cartaz, há meses, surgiu lá no fundo do corredor do cinema, bem lá no fundo, aquele lugar que você olha os cartazes e pensa “esse ainda vai demorar”. 

Adorei o filme e não porque tinha dois caras gatos, afinal um filme tem que ir além de rostinhos bonitos, mas rostinhos bonitos contribuem. Gostei da caracterização anos 60, em minha cabeça ficava “eu quero sair do cinema e me vestir igual a Gaby”. E gente, que felicidade foi ter uma moça bonita e maravilhosa com o mesmo apelido que eu! Me senti representada. 

O longa tem a sua dose de humor o suficiente pra fazer o cinema inteiro dar boas gargalhadas. 

Eu sou uma pessoa facilmente conquistadas por bromances e não foi diferente com Solo e Kuryakin. É engraçada a forma como o americano e o russo se atacam verbalmente no inicio, existindo uma competição entre ambos, afinal é o que todo mundo espera ao ver Estados Unidos e Rússia trabalhando juntos. 

Admito que o clímax deixou um pouco a desejar, ao menos no meu ver. Sai do cinema com aquela sensação de que faltou algo, mas de longe isso frustrou minhas expectativas, o filme atingiu o seu objetivo e me cativou (sério, agora vou usar essa palavra tipo pra sempre). 

Se você está a procura de um bom longa metragem para assistir, O Agente da Uncle está aí para  eu recomendar e você se entreter. 

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TÍTULO ORIGINAL: The Little Prince
SINOPSE: Uma garota acaba de se mudar com a mãe, uma controladora obsessiva que deseja definir antecipadamente todos os passos da filha para que ela seja aprovada em uma escola conceituada. Entretanto, um acidente provocado por seu vizinho faz com que a hélice de um avião abra um enorme buraco em sua casa. Curiosa em saber como o objeto parou ali, ela decide investigar. Logo conhece e se torna amiga de seu novo vizinho, um senhor que lhe conta a história de um pequeno príncipe que vive em um asteróide com sua rosa e, um dia, encontrou um aviador perdido no deserto em plena Terra.
GÊNERO: Animação
DIREÇÃO: Mark Osborne
CLASSIFICAÇÃO: LIBERADO PRA GERAL!

Que eu amo animações, acho que isso não é segredo. E quero dizer que anteontem tive o imenso prazer de ver uma das mais incríveis, singelas e emotivas animações que já vi em toda a minha vida. E estou falando de O Pequeno Príncipe! 

Admito que eu nunca tive contato com nada do Pequeno Príncipe, pra ser sincera eu se quer sabia como era a história, só sabia que em algum momento havia uma raposa que falava sobre ser cativada.

Eu ainda estou extasiada com a beleza tanto visual, quanto da história em si, do filme. É mostrado uma sociedade controladora, que só pensa no grande amanhã e crianças simplesmente tem aquela magia da infância tirada de si, pois elas precisam se preparar pro amanhã.

O filme não retrata a história propriamente dita do Pequeno Príncipe, mas sim a de uma garotinha, que é pressionada pela mãe pra ser a candidata perfeita para uma escolha de prestigio. Ambas histórias são intercaladas conforme essa garota vai aos poucos sendo cativada pela história do Pequeno Príncipe. Ah, detalhe: em nenhum momento é citado os nomes dos personagens, se não os originais da história do Pequeno Príncipe.

Uma coisa muito divertida é a relação de diferentes tipos de animação dentro do filme, temos a animação 3D representando o mundo real dentro do longa e o stop motion quando é passado pra parte de fantasia, ilustrando a história de O Pequeno Príncipe.

É impossível não se apegar ao velho aviador como a garotinha se apega. Através de O Pequeno Príncipe, o velho aviador mostra um mundo diferente a ela, um mundo divertido, engraçado e principalmente o valor de uma verdadeira amizade e o amor.

E é o seguinte, vai assistir o filme? Pois prepare os lenços! Pois existem momentos bem emocionantes, eu por exemplo achei simplesmente linda a cena do Pequeno Príncipe com a raposa (e estou citando esse cena, porque, vamos lá, isso não é spoiler... Mas é emocionante).

Eu achei a animação espetacular, tanto visualmente como na história. Me senti super incentivada a ler O Pequeno Príncipe e principalmente a assistir a animação novamente! 

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Hoje eu quero derramar amor na tela de seus computadores, pois quero falar de um dos melhores filmes que eu tive o prazer de ver em meus vinte anos de vida. DIVERTIDA MENTE!

Eu sou uma amante incorrigível de animações, principalmente aquelas que dizem respeito a Disney/Pixar. No meu coração existe um espaço exclusivo para animações e se eu gostar de alguma, eu vou assisti-la repetidas vezes até decorar todas as falar do começo ao fim. 

Já estava com altas expectativas desde que Divertida Mente começou a ser anunciado, quando eu vi que a ideia do filme era mostrar os sentimentos dentro de nossas cabeças, eu pensei “ai vem coisa boa”. Eu adoro animações justamente por elas pegarem algo simples, como os sentimentos, por exemplo, e criar um universo paralelo, onde apesar da ficção, tudo faz total sentido com a realidade. E é isso que senti assistindo Divertida Mente!

Ainda não sei expressar direito o que esse filme me faz sentir, mas sei que é algo muito bom. Eu tenho vontade de chorar no começo, quando Riley não passa de um bebê recém- nascido e a Alegria é o primeiro sentimento a surgir. A expressão da Alegria, a admiração dela em ver os rostos dos pais da Riley, é realmente tocante, vai lá no fundo do seu coração resgatar um sentimento bom (ou no fundo do seu cérebro haha).

Ok, se você não assistiu ao filme e odeia spoilers, eu sugiro que pare de ler aqui, mas fique sabendo: Divertida Mente é uma das melhores animações já criada pelo ser humano e vale a pena um tempinho do seu dia para ser assistida, pois apesar do seu público alvo ser as crianças, o filme aborda assuntos muito interessantes que valem também paro os adultos, como a tristeza. Agora entendendo isso, pode evitar o spoilers parando de ler aqui E VÁ ASSISTIR DIVERTIDA MENTE. 

Retomando... Eu tenho que falar da Tristeza. O papel dela no filme é um dos mais incríveis que já vi! Normalmente a tristeza é sempre vista como algo ruim, como algo que devemos evitar e o filme mostra o contrário. A cena em o Bing Bong perde seu carinho, a Alegria tenta fazer aquilo que lhe dá o nome, alegra-lo, mas não consegue, então Tristeza entra em ação. Você passa a entender o papel da Tristeza ali, ela não vem para o mal e sim para o bem, pois quando tristes choramos, desabafamos, procuramos alguém para ficar próximo e são essas coisas que tiram aquela sensação ruim e pesada de dentro de nós. Eu simplesmente não posso evitar chorar no momento em que a Alegria percebe isso e vê que a Tristeza tem um papel importante na vida de Riley assim como ela. 

Eu adoro o momento em que Alegria, Tristeza e Bing Bong entram nos estúdios onde são feitos os sonhos, foi uma sacada genial para explicar os sonhos! 

Outra coisa bem interessante de se perceber é a questão das mudanças no painel de controles. No inicio do filme, quando Riley ainda é um bebê, vemos apenas um botão. Depois o painel já é bem maior e no momento em que ela completa os 12 anos, fazendo menção ao inicio da pré-adolescência, é mostrado o painel sendo trocado por algo ainda maior, com uma variedade maior de ações, mais completo. É engraçada a reação do Raiva vendo os diversos palavrões disponíveis a ele. 

Ah. E é bem interessante analisar esse ponto dos palavrões também, pois não é algo que se costuma ver sendo discutido em filmes destinado as crianças. Ali Raiva questiona várias vezes “agora a gente pode usar aquele palavrão novo?”. Chega a ser cômico no final, quando ele testa alguns dos botões de palavrões e o Medo os censura com aquele sonoro “piiiiiii”.

Como eu disse, é um filme que vale também para os grandões também. Ele aborda assuntos muito interessantes, como o da tristeza já citado, também mostra muito a relação familiar. Eu particularmente achei linda a relação de Riley e seus pais, você percebe a interação e união entre eles até mesmo em suas brincadeiras, isso fica ainda mais claro nas lembranças da Riley que passam na tela no decorrer do filme. 

Não sei se a animação ainda está em cartaz, faz um pouco mais de um mês que Divertida Mente foi lançado no cinema e pelo menos na minha cidade os filmes não costumam ficar por muito tempo em cartaz, o que é uma pena. Mas surgindo a oportunidade, vai por mim, assista o filme e você não vai se arrepender!

Esse post faz parte do projeto BEDA – Blog Every Day August, que consiste em postar algo todos os dias durante todo o mês de Agosto, promovido pelo grupo Rotaroots.
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Divagando sobre a imprevisibilidade da vida e como ela pode nos tornar criativos sofredores.

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