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Cats Can't Write


Na quarta-feira passada, enquanto eu aguardava dar o horário da sessão de Batman V Superman, resolvi começar a ler o livro que estava na minha bolsa. O tal livro era Passageiro Para Frankfurt, da Agatha Cristie, eu me surpreendi totalmente com a introdução do livro, onde a autora discute rapidamente algumas questões que surgem na vida de um escritor. Ela começa seu pensamento da seguinte maneira: 

“A primeira pergunta que se faz a um escritor, pessoalmente ou pelo correio, é:
- Aonde o senhor vai buscar suas ideias?” 

Acho muito divertida a situação de contar à alguém que eu escrevo, pois isso gera as mais variadas reações nas pessoas, algumas ficam em silêncio me encarando como se tentasse entender o que significa “escrever”, outras ficam surpresas quase como se fosse difícil acreditar. Independente de qual seja a reação, diversas vezes eu ouvi a pergunta “de onde você tira as ideias para suas histórias?” e eu gosto de responder “da vida”. 

Pode parecer meio absurdo dizer que a vida é uma grande inspiração quando eu escrevo histórias em lugares que não existem e com pessoas super poderosas, porém não é.

Eu tenho o costume de observar tudo à minha volta, eu sou curiosa, quero entender por quê as pessoas fazem o que fazem, o que as levaram àquele lugar e para onde vão depois. Como são informações que não se consegue com facilidade, cabe ao meu cérebro criá-las e assim da forma mais simples possível uma ideia surge. Antes de tudo uma ideia surge de algo comum, as vezes de alguma coisa que vi, de algo que ouvi, ou que li. 

Então a partir do momento que eu tenho a ideia bruta em mãos, eu começo a questionar a própria história na tentativa de tirar o máximo de que puder daquela ideia e o que talvez eu mais goste de fazer é perguntar aquele famoso "e se...?". Como seria se um garoto se apaixonasse pela primeira vez? E se uma cidade adorasse uma super heroína? O que uma vilã faria se de um dia para o outro descobrisse que seu herói está morto e não foi ela que o matou? Como uma pessoa comum reagiria se em sua pequena cidade começasse uma onda inexplicável de assassinatos?

As histórias nascem das perguntas, quem nunca questionou a vida? As histórias nascem das nossas experiências, quem nunca perguntou o que teria acontecido se tivesse agido diferente? As histórias nascem de outras histórias. No fim das contas a vida se fez arte e fantasia tornou-se real. 

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Talvez eu esteja começando essa resenha pela milionésima vez, eu queria de verdade entender qual está sendo a razão dessa resenha não querer sair, mas deixando o drama de lado, vamos falar de Zootopia. 

Eu ainda me lembro quando as primeiras informações a respeito da animação começaram a vagar pela internet, eu já me animei logo de cara, porque adorei saber que um dos personagens principais seria uma raposa (adoro raposas). 

O filme conta o caminho de Judy, uma coelha (fofa, convenhamos), que desde pequenininha (ok, ela ainda é pequenininha) sonha em deixar a sua cidade natal no interior para ser policial na grande Zootopia. Com muito esforço ela consegue ganhar o seu lugar no departamento de policia, logo no seu primeiro dia é passado um estranho caso de desaparecimentos por toda Zootopia, todos os policiais são designados a investigar os desaparecimentos, menos Judy, que por conta do seu tamanho julgam que ela não está apta a entrar nesse caso, assim indo trabalhar como guarda de trânsito. 

Zootopia no exemplo mais simples possível é uma São Paulo habitada por animais, é um centro onde se concentram as mais variadas espécies de animais, predador vivendo lado a lado com a presa, e por conta dessa variedade de animais a cidade é dividida em setores para acomodar da melhor maneira possível os seus habitantes, algumas das divisões são a floresta, o deserto e o ártico. 

Apesar de toda essa preocupação em acomodar os habitantes da cidade, vemos através das experiências da já citada Judy e da raposa Nick que ainda existe muito preconceito na sociedade. Desde o inicio do filme vemos os animais julgarem se Judy é capaz de se tornar uma policial, quanto a Nick, o fato de julgarem as raposas sempre como traiçoeiras e pilantras, ele acaba se tornando justamente isso. 


O destino dos dois acaba se encontrando quando Judy está trabalhando no trânsito, que apesar de não ser o que ela queria ainda assim estava dando tudo de si. Acaba sendo engraçada a relação do dois animais, enquanto Nick leva tudo na malemolência, Judy está a todo o vapor tentando conseguir aquilo que deseja. 

Acho que a coisa que mais me encantou no filme (além da Judy e do Nick) é o fato de terem colocado tantos assuntos em um filme inicialmente para o público infantil, porém não pareceu que teve informação de mais, pelo contrário, tudo se encaixou de uma forma incrível. Aprendemos como o preconceito é ruim (alguém ainda tem dúvida disso?!), aprendemos sobre ter perseverança naquilo que desejamos, sonhos tem valor sim! Temos um exemplo lindo de amizade, vários exemplos incríveis sobre assumir a responsabilidade dos seus atos e que devemos sim pedir perdão, ah! E as aparências podem enganar! 

Zootopia é uma animação recheada de referências! Tem referência sobre a própria Disney, referência ao Poderoso Chefão e eu juro que tem uma cena que eu acredito ser uma bela referência a Breaking Bad! Se não for, são muitas coincidências em uma única cena. 

Zootopia está ai para ressaltar aquilo que muitas animações já vem falando há anos: desenhos não são e nunca serão SÓ para crianças!



E não é que na última tentativa a resenha finalmente saiu...

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Segundo um calendário que encontrei pela internet ontem foi o Dia do Contador de Histórias. Bom, era para o post ter saído ontem, mas essa pessoa inteligente que vos escreve achava que na verdade era na segunda-feria (e olha que eu organizei um calendário!).

Enfim por conta dessa data eu resolvi fazer uma duas pergunta: por que escrevemos? Por que eu escrevo?

Eu gosto de pensar que todo mundo nasce com um ladinho contador de história e isso começando lá na infância. Quem nunca criou toda uma história para as brincadeiras com os amigos? Eu e a minha irmã contávamos grandes histórias com nossas bonecas, assim como contamos histórias maiores ainda com nossos amigos. Nós criávamos personagens, criávamos situações e resoluções e alguma vez já parou para pensar que ali você estava criando uma história? 

Eu cresci, assim como minha irmã e meu amigos também e conforme vamos crescendo descobrimos que a vida é uma eterna jornada de aprendizado e vamos aprendendo através de nossas experiências. Meus amigos já não criavam mais histórias, agora eles preferiam contar a própria, porém, curiosamente, eu continuei. No começo era algo que eu fazia apenas por fazer, porque tinha vontade de contar alguma coisa que me vinha à cabeça, com o tempo percebi que o buraco é muito mais em baixo isso ia além da simples vontade de escrever.

A minha primeira experiência como fã maluca e iludida de algo foi lá pelos meus 13/14 anos, eu descobri Jonas Brothers e foi amor a primeira vista. Quem já foi fã alucinado por algo sabe muito bem como esse sentimento é confuso e muito louco, a minha cabeça estava uma loucura, cheia de sentimentos que simplesmente não tinham para onde ir (na verdade eu mal entendia eles), então me atormentavam o tempo inteiro. Eis que descobri as famosas webs novelas, mais especificamente as que eram sobre Jonas Brothers, e começar uma web foi a melhor e mais eficaz forma de aliviar todo esse sentimento acumulado de fã. 

E assim seguiu por diversas vezes, sempre que os sentimentos se acumulavam na minha cabeça ao terminar uma saga incrível, ou depois de ter assistindo um filme maravilhoso, o que eu fazia era escrever algo que englobasse aquela história, aquele universo, nunca eram projetos ambiciosos, ou que eu tinha pretensão de terminá-los (e principalmente postá-los), apenas era a forma de aliviar todo o sentimento preso. Eu nunca havia parado para pensar no motivo que me levava à fazer isso, eu apenas sentava e escrevia algo, então alguns minutos depois um peso imenso parecia ter sido tirado de cima das minhas costas. 

Mais tarde descobri com muita alegria que eu escrevo por total necessidade de aliviar um cérebro que cria de mais da conta (o que não é ruim, longe disso), não é só questão de querer escrever, eu preciso escrever. Hoje não tem nada melhor do que sentar, seja em frente ao notebook ou com o celular em mãos, e simplesmente escrever, colocar para fora todas aquelas ideias amontoadas e dar espaço para que novas ideias venham. 

Eu não escrevo para publicar uma história na internet, eu não escrevo para fulano, ou para sicrano, eu escrevo porque preciso contar para mim as histórias que nenhuma outra pessoa vai (ou pode) me contar. 

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Desde o último trailer de Capitão América: Guerra Civil eu só consigo pensar em uma coisa: GUERRA CIVIL! É claro. Eu estava bem, estava bem de verdade, até que inesperadamente surgiu um Homem Aranha no final do trailer e isso destruiu as minhas estruturas e agora estou sofrendo de ansiedade. Muito obrigada Marvel, era tudo o que eu precisava em minha vida. Não, é sério: era tudo o que eu precisava um motivo para viver.

Eu estava lendo as comics, porque finalmente tinha encontrado um site onde todos os capítulos estavam lindamente organizados por ordem de acontecimentos! Eis que O SITE SAIU DO AR, então me lembrei que eu tinha o livro (ok, na verdade nunca tinha esquecido, era preguiça de ler mesmo) e resolvi finalmente encarar as páginas dele. 

Basicamente Guerra Civil é uma guerra... Civil. Não. Os super heróis não estavam sendo mais tão bem vistos pelo governo e o povo dos EUA, certo dia os Novos Guerreiros, um grupo de jovens heróis, estavam gravando outro episódio do seu really show, que por sinal não estava indo muito bem de audiência e na tentativa trazer os expectadores de volta os heróis resolvem enfrentar um grupo de vilões, diga-se de passagem, que eram areia de mais para os caminhõesinhos jovens deles, termina que um dos vilões (Nitro) causa uma explosão que resulta na morte de centenas de pessoas em Stamford. O atentado acaba virando a gota d’água que o governo precisava para colocar “coleiras” nos heróis, assim surge a Lei do Registro, que basicamente obrigada todos os super humanos a se registrarem e trabalharem como agentes para o governo e quem não segue a lei é preso. E é nesse momento que surge os já conhecidos Team Cap e Team Iron Man, onde Homem de Ferro é um dos porta-voz, investidor e aplicador da tal lei (é tipo: Tony rainha, o resto nadinha) e Capitão América defende a liberdade dos heróis. 

Essa história é uma grande divisora de águas, porque é um momento onde você não vê heróis lutando contra um super vilão que quer envenenar a água da cidade, ou tendo que enfrentar alguma ameaça vinda do outro lado da galáxia. Aqui você vê heróis contra heróis, cada um defendendo aquilo que acredita. É uma história que mostra o que vem depois dessas grandes brigas, pois o que vemos é: os heróis venceram os vilões e todos estão salvos. Porém, como dizem por ai, o buraco é muito mais em baixo. À que custo eles conseguiram salvar a cidade? Ou “salvar”... Explicando da forma mais simples possível, Guerra Civil é sobre consequências, é uma história que mostra o lado mais humano possível que existe dentro de cada super humano, ou vigilante. 

Guerra Civil vai te fazer em várias ocasiões questionar: qual é o lado certo nessa briga? E eu adorei isso! Desde que comecei a ter os primeiros contatos com a história, sempre fui declaradamente Team Cap, por N motivos que não vou dizer para acabar não dizendo de mais, porém a cada capítulo que eu lia o meu lado era questionado na mesma medida em que eu questionada o outro, teve muitos momentos em que fiquei dividida de verdade (mas continuo Team Cap, flw?).

O livro trabalha de diversos pontos de vista, assim como nas comics, e dou um destaque especial a Sue Storm (ou Richards). Ela é simplesmente espetacular durante o livro inteiro, Sue é tão convicta naquilo que acredita e está tão determinada a lutar pelo o que é certo, que ela chega a tomar algumas decisões que no papel de mãe e esposa não deve ter sido nada fácil. 

A parte final da história é um negócio frenético, chega em um ponto que você não consegue simplesmente parar de ler e ir fazer outra coisa, você PRECISA saber o que vem a seguir. É literalmente tiro, porrada e bomba. 

Já curte a Marvel? Então leia! Ainda não conhece a Marvel direito? Então leia também! É uma história incrível sobre conflitos e questionamentos, afinal o que pode acontecer quando pessoas com tanto poder em mãos resolvem brigar por aquilo que acredita?



PS: Eu falei que o site onde eu estava lendo Guerra Civil saiu do ar, mas tem um outro site, onde eu espero que esteja tudo certinho, pois pretendo continuar lendo por ele, se você também quiser ler é o hqonline.

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Fonte da imagem.

Falei para a xará que eu ia roubar a tag dela e cá estou eu cumprindo minha palavra. Eu adorei a ideia da tag porque se tem uma coisa que me deixa fora de mim são livros, as vezes aquele livro que eu não dava nada para a história dele no fim me cativa tanto que a dor da separação é horrível, ou aquele livro que eu estava ansiosa para ler acaba sendo uma tremendo furada. Enfim, livros são uma fonte que desperta em nós os mais variados sentimentos. 

A tag 7 Livros, 7 Sentimentos vem lá do canal Geek Freak, a Lettícia fez no blog dela e agora eu venho fazer no meu.

DESESPERO: Herança – Ciclo da Herança
Quando eu cheguei ao final do último livro da saga, isso de madrugada, fiquei sem chão, primeiro que eu não esperava aquele final, apesar de não ser algo destruidor, eu não queria me conformar com o final, eu tinha uma necessidade imensa de saber o que viria depois, então fiquei chorando por um longo tempo ao som de Wildest Dreams, tentando segurar essa barra que é amar você dizer adeus. Imagine: você passa um longo tempo querendo ler uma saga, finalmente consegue, então praticamente devora os livros e de repente não tem mais nada. Me senti abandonada! Mas superei, sobrevivi para contar a minha história ao mundo. 


TRISTEZA: O Dragão Vermelho
Tristeza porque eu tinha ótimas expectativas para esse livro e eu simplesmente odiei! Eu li na época em que estava assistindo a série Hannibal, então fui mega animada ler o livro e infelizmente eu não gostei, tanto que eu demorei MESES para ler (e o livro não é grande).


VERGONHA: Lua Nova – Saga Crepúsculo 
Na oitava série (isso em 2009, ou algo assim), eu provavelmente era a única garota que não sabia o que raios era Crepúsculo e quando descobri que era um filme baseada em um livro, eu pensei “por que todo mundo gosta disso?”. Naquela época eu ainda não tinha o hábito de ler, mas como na minha roda de amigas só falavam sobre isso e eu ficava boiado na conversa, enfim resolvi dar uma chance ao livro, mas por algum motivo, que até hoje eu ainda tento entender, eu morria de vergonha de admitir que estava lendo Lua Nova (sim, pulei o primeiro livro), tanto que as minhas amigas só descobriram isso meses depois, eu já havia até terminado o Amanhecer, porque ela vieram em casa para fazer um trabalho da escola e viram os livros na minha estante. Hoje isso está superado e falo com orgulho que Lua Nova foi o ponta pé inicial na minha vida de leitora, na verdade você pode saber mais da minha história de leitora nesse post lá do Say My Book! 


AMOR: Fangirl
Esse livro é só amores, de verdade! Há algum tempo Eu fiz uma resenha de Fangirl derramando o meu amor sobre esse livro maravilhoso. O fato de eu me identificar com Cath, mais do que havia me identificado com qualquer outro personagem, fez esse livro ganhar muitos pontos comigo. Então a única coisa que eu posso sentir por esse livro é muito amor.


SAUDADE: Percy Jackson e Os Olimpianos 
Cito a saga toda, porque ela inteira marcou um período da minha adolescência. Eu lembro que foi recomendação de uma amiga que conheci no Orkut, ela me vendeu o peixe tão bem que no outro dia eu estava com O Ladrão de Raios em mãos. Desde criança eu sou apaixonada por Mitologia Grega e essa saga parece que era aquilo o que minha mente precisava, era uma sensação única ler PJO, uma sensação que não senti com nenhum outro livro.


COMPAIXÃO: Cavalo de Guerra
Esse é mais um da sessão “livros que li porque ia sair um filme”. O filme é bonito? Com certeza! Mas o livro é mais profundo e infinitamente mais apaixonante, porque o narrador é o cavalo Joey! E coloco esse livro em “compaixão”, pois a cada página que eu virava o desejo dar um abraço bem apertado no Joey só aumentava. 


AVERSÃO: A Culpa É Das Estrelas
Antes que alguém surte, me deixe explicar. Esse tipo de aversão que sinto sobre esse livro se dá mais a minha completa falta de vontade de ler ele. Todo mundo fala que eu deveria ler, que a história é bonita, porém nunca me atraiu, eu nunca tive a mínima vontade de ler, portanto coloco ele nesse tópico pela aversão em quer lê-lo. 



Derramei meus sentimento nesse post, falei de mais, quase contei a história da minha vida... Gostou da tag? Vai fazer também? Não esquece de dar os créditos ao Geek Freak. E quais livros foram os responsáveis em despertar os sentimentos mais profundos em vocês?


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Você está planejando uma história, eis que no momento de criar um nome para uma cidade a criatividade resolve dar uma volta e você trava. Ou você está precisando de um nome para aquele vilão e simplesmente não faz ideia de que nome colocar. Em algum momento a criatividade falha e ficamos na mão, pior é quando tudo o que falta para você começar é o tal nome e por não ter o mesmo você é obrigado a ficar parado esperando uma iluminação no fim do túnel. Isso é um balde de água fria em cima da inspiração. 

Mas existem pessoas muito boas que pensaram nesses momentos, os super heróis da falta de criatividade, eles criaram uma coisinha chamada geradores de nomes. SÃO OS DEUSES DOS NOMES!

Estava passando por uma situação assim, eu precisava de um nome para um vilão e um herói, mas quem disse que eu tinha ideia para algum nome legal? Então me lembrei desses tais geradores e resolvi pesquisar na esperança de encontrar alguns que pudessem me ajudar especificamente com o que queria. E eu achei!

Eu encontrei o verdadeira paraíso dos nomes e não podia simplesmente guardá-los para mim, então agora vou falar dos geradores que encontrei e não tem só para heróis não, tem gerador para tudo o que você imaginar, até mesmo gerador de épicos de fantasia, então se segura ai na cadeira, porque tem gerador para fazer você pirar. 

GERADOR DE NOME DE SUPER HERÓIS 
Esse é um gerador bem simples, ele vai gerando um nome de cada vez, não gostou do nome sorteado? Clica no botão do gerador de novo e um nome diferente irá aparecer. 

GERADOR DE NOMES DE FANTASIA 
Agora vem um site Br, ele tem uma porção de geradores como nomes para heróis e vilões, elfos, anões, dragões, demônios, entre muitos outros. E existe uma opção para você escolher se quer um nome pequeno, médio ou grande. 

ONLINE NAME GENERATOR 
Nesse gerador você vai poder encontrar nomes para empresas, projetos, nomes de heróis, nomes para bandas, para clãs, grupos e muito mais. Ganhou um cãozinho novo e não sabe que nome colocar? Sim! Nesse site tem até gerador de nome para o seu novo bichinho de estimação. 

MITHRIL & MAGES 
Fuçando no menu no alto da página você vai encontrando uma porção absurda de geradores, destaco nesse site os geradores de nomes do Velho Oeste, para ruas, tem até um gerador de nomes para formações naturais da Terra como praias, baias, entre muitas outras coisas. E você encontrar também um gerador interessantíssimo de doenças e fraquezas, a própria descrição dessa categoria já sugere que é onde você pode encontrar as fraquezas do seu herói. 

POLYGON MAP GENERATION DEMO  
Esse gerador possibilita você criar um mapa de uma ilha, existem algumas funções para você escolher um formato para essa ilha e tem várias formas de visualização da mesma, como por exemplo: em 2D, 3D, biomas, elevações, etc.

Agora vão os dois geradores que mais gostei...

CHARACTER NAME GENERATOR 
Esse gerador é voltado mais para épicos medievais. O legal desse site é que ele vai pedir algumas informações do seu personagem para criar um nome e títulos (são as formas que as pessoas podem chamá-lo, você vai entender quando usar o gerador u-u) para o seu personagem. Ele pergunta o sexo, raça, a profissão e até o nível de fama do seu personagem dentro da história, assim criando um nome com base nas informações do personagem.

FANTASY GENERATOR 
Agora vamos respirar fundo, porque esse site tem geradores suficientes para você sair dele com cada detalhe do seu épico construído em sua mente. E digo isso porque mostrei o gerador para uma amiga, ela surtou e já tem uma história!
Vamos por partes... Ele tem várias categorias de geradores, eu bisbilhotei tudo, mas me concentrei em fantasia e science fiction. Em fantasia você tem uma listinha de tipos de geradores começando pelo de nomes e não é só para personagens não, ali você pode encontrar nomes para personagens a partir de várias épocas e lugares como Grécia, Egito, entre outros, também pode-se encontrar nomes para deuses e divindades, navios, festivais e feriados, livros, armas, reinos, castelos... Enfim, para várias coisas. E tudo isso em apenas UMA categoria de gerador para fantasia. 
Depois você encontra geradores específicos para calendários, para mundo (sim, você pode criar o seu mundo e ter um mapa dele só pra você), para aventura (que seria uma história completa), para plantas de masmorras e itens de uma pousada, exemplo: cardápio do lugar. O que eu te digo é tem MUITA coisa para ficar caçando nesse site, coisas que se você nunca teve ideia para uma história medieval, ah, esse site vai te dar várias! Você está livre para perder algum tempo fuçando nesse gerador e desvendando um mundo que está a sua espera para criá-lo.


Assim finalizo a minha lista de geradores que podem em algum momento serem úteis para a sua história.

*me esforçando para não começar uma história medieval nesse instante*


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Hoje vou fazer um mix de assuntos, pois está tudo mais ou menos interligado e não tinha sentido fazer um post para cada coisa, porque também ficaria um post minusculo. Vamos por partes e primeiro quero falar a respeito de uma Ficstape.

Há algum tempo eu falei aqui no blog à respeito de uma Ficstape que estava sendo promovida pelo pela Lu do Lu Indica. O tempo passou, o prazo de entrega se encerrou e recentemente todas as ficstapes participantes foram postadas! 

Você pode estar conferindo todas as histórias nesse Tumblr, eu ainda não consegui ler todas, mas já posso adiantar que tem coisa boa ali no meio, eu pretendo (se um dia conseguir ler tudo) fazer um post falando das minhas preferidas. 

E a minha ficstape também está ali! Eu escrevi uma história baseada em A Cada 10 Palavras, do KLB. A história leva o mesmo título da música e é uma comédia romântica envolvendo Matthew, ou mais conhecido por Magrelão entre os amigos, um garoto de 13 anos que se apaixona pela primeira vez e ai ele passa por várias situações engraçadas, pois ele não sabe lidar com esse novo e estranho sentimento. Você pode estar lendo no Tumblr já citado, ou no meu Tumblr e também no Wattpad. 

Ainda falando sobre ficstape, a Lu já lançou a segunda edição do concurso, o tema dessa vez são música das antigas, sendo permitido apenas o que foi lançado ATÉ 2005, então partiu usar mais música do KBL... Ou não... Dessa vez eu resolvi ser das antigas mesmo e estou trabalhando com Jailhouse Rock, do Elvis Presley. Quer participar? É só dar uma olhada no Ask da Lu (dúvidas podem ser tiradas lá) e saber direitinho como funciona o concurso. A Ficstape encerra no dia 02/04.  

Agora vamos falar a respeito de One Shots! 

Acho que foi em Dezembro, lá pela metade do mês, um outro Ask (promovido pela Ally) lançou um concurso de one shots e eu como sou louca por esses concursos, resolvi participar. O tema era simples: assassinato. Era permitido desenvolver qualquer história e a única exigência era que envolvesse mortes forjadas. Nessa época eu estava fazendo a minha maravilhosa viagem para o Paraná, então ficava conciliando escrever e passear, mas deu certo no final. 

Não precisei pesar muito sobre que história eu desenvolveria, pois havia algum tempo que uma ideia me veio a mente e isso foi o que serviu como o motivo, aquele empurrãozinho básico na beira do abismo, para eu começar a história de vez. Lembram-se de Corrida do Ouro? Aquela história que de 10 posts eu devo citá-la em uns 5... Enfim, eu falei que tinha posto a ideia na gaveta de ideias-para-serem-usadas-mais-tarde, porém meu cérebro é hiperativo e não soube simplesmente deixá-la parada um pouco, volta e meia ele ressuscitava a ideia na minha cabeça e a partir do que eu já tinha feito ele formulava outras coisinhas, resumindo: eu peguei alguns personagens que já tinha, deixei outros de lado, mudei um pouco os que iria usar, ressuscitei alguns que estavam mortos... No fim transformei uma história imensa em algo de 30 páginas, com um pouco mais de agressividade e tragédias, assim nasceu No Man’s Land. 

Essa semana saiu o resultado desse concurso e adivinha! FIQUEI EM PRIMEIRO LUGAR! Nem preciso dizer que quase morri de felicidade, pois foi uma história que eu gostei de verdade. Eu ainda não a postei e não sei bem quando vou o fazer, pretendo começar uma segunda revisão e talvez postá-la de vez. 

*Como eu me senti quando vi que estava em primeiro lugar*

E ainda não acabou... Já temos outro concurso de One Shots! Sim, meu povo, mais um. Esse não pertence exatamente à mesma pessoa do primeiro, mas a Ally faz parte da equipe desse novo blog. O tema dessa vez é super poderes, você está livre para desenvolver a história como bem entender, as únicas exigências são: o personagem principal ter super poderes e a história ter no máximo 10 mil palavras. E é claro que a louca dos concursos está tentando participar desse também. As histórias podem ser enviadas até o dia 29/03.

Eu gosto de repassar esses concursos sempre que surge algum na minha timeline, apesar de não ser algo que te dê um prêmio em dinheiro, ou promete publicar a sua história, ainda acho legal participar, principalmente se você não tem uma rotina para escrever, o fato do concurso ter um prazo vai te obrigar a criar um certo hábito pelo menos durante aquele período para desenvolver a história. E já comentei o quanto prazos podem te ajudar... 

Eu não costumo fazer posts para cada concurso que vejo, normalmente eu posto apenas o aviso com o link e as informações do concurso lá na página do blog, então se quiser ficar sabendo a respeito desses desafios que surgem vez ou outra pela internet é só curtir a página do Cats Can't Write, sempre que lembro eu posto por lá.

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Em meados de setembro eu fiz um lista de filmes que eu amo e que se passam no colegial, nós podemos odiar, ou ter odiado, essa fase da nossa vida, porém quando se trata de filmes o colegial pode até parecer mais doce (ok, eu não odiei tanto assim o colegial, é só drama). 

Nas últimas semanas eu fui assistindo todos os colegiais que encontrava flutuando pela página do Netflix e resolvi voltar com uma segunda parte do primeiro post, apenas para ressaltar o meu amor pelas comédias colegiais, porque quando algo é bom ELE NUNCA ACABA (exceto chocolate, sorvete e High School Musical, esses tem fim ;-;).

THE DUFF (2015)
Talvez esse seja o mais recente em questão de lançamento de toda essa lista (é impressão minha ou ultimamente não tem saído muitos filmes colegiais?). Na primeira vez que vi algo relacionado ao filme, que por sinal foi um cartaz no cinema, eu pensei “que porcaria é essa?”. SIM! Eu estava julgando um filme de um estilo que gosto sem nem ter visto! E agora, dá até vergonha do momento citado acima, esse é um dos meus preferidos quando se trata de colegial! O filme é bem humorado, com toda aquela confusão digna de um colegial E TEM CORREDOR DE ARMÁRIOS! Vamos lá, isso é parte essencial em um filme colegial u-u


TODAS CONTRA JOHN (2006)
Agora vamos para um dos mais recentes assistidos. O filme não é novo e eu não me lembro se já havia assistido ele, mas o lindo do Netflix me sugeriu, então encarei o filme. O QUE É ESSE JOHN?! Não é á toa que todas as meninas da escola caiam no papo furado dele, o cara é um deus grego e acho que o mesmo se chama assim no filme. 



PELAS GAROTAS E PELA GLÓRIA (2010)
Esse não é dentro da escola, mas não deixa de ser colegial. Quem nunca assistiu filme dos EUA e não quis ser cheerleader? Por mais superficiais, danadas e cruéis que a maioria dos filmes as retratam, sempre quis usar um uniforme maneiro daquele e sair dando mortais pela quadra da escola. Nesse filme ao menos as lideres de torcida do grupo principal (Tigers) não são um bando de “carrascas”, na verdade elas não são muito boas no quesito animação. 


AS PATRICINHAS DE BERVELY HILLS (1995)
Esse filme ficou fora da outra lista, porque eu precisava de um motivo para fazer uma segunda lista (mentira, é porque esqueci mesmo). Provavelmente todo mundo já viu esse filme, que nem sei o que dizer sobre ele, só que foi a primeira vez que fiquei apaixonada pelo Paul Rudd.


TEENAGERS – AS APIMENTADAS (2001)
Em primeiro lugar eu gostaria entender por que colocaram “As Apimentadas” no título do filme... Parece até que você vai assistir um pornô com cheerleaders! Em segundo lugar eu quero dizer: QUERO SER CHEERLEADER!!!!! Eu quero usar aquelas roupas curtas, eu quero dar piruetas no ar, aceito até cair do topo da pirâmide, mas eu só peço FAÇAM DE MIM UMA CHEERLEADER!



Se você, pessoa frequentadora assídua do Netflix e que também curte uma boa história colegial, viu um filme e ele não foi citado na lista? Fale sobre o mesmo ai nos comentários, PRECISO DE MAIS FILMES ASSIM! Obrigada. 



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E é com o coração cheio de alegria que venha apresentar o Prêmio Dardos Bloggers! É um projeto simples, porém lindíssimo, que nasceu em 2008. O prêmio foi criado pelo escritor Alberto Zambadedo, do blog Leyendas de “El Pequeño Dardo” El sentido de las Palabras, os principais objetivos é premiar blogueiros(as) que se esforçam para trazer alguns princípios em seus posts, que expressam criatividade dentro dos seus blogs.  

Quero mais uma vez agradecer a Gabs do Like Gabs, a pessoa incrível que me indicou para esse prêmio maravilhoso. Minha ideia com o Cats Can't Write sempre foi tentar trazer algo que seja no mínimo útil para quem passa por aqui (talvez ensinar uns gatinho a escrever...) e ser indicada para esse prêmio foi maravilhoso, pois senti que realmente estou falando algo útil e não apenas enchendo um blog de abobrinhas (só as vezes). 

O Prêmio Dardos, assim como várias tags, possui algumas regras:

  • Exibir a imagem do selo;
  • Indicar apenas blogs que preencham os requisitos acima listados;
  • Mencionar e adicionar o link do blog premiado;
  • Avisar aos blogs selecionados

Eu acabei indicando menos que 15 blogs por motivos de que não conheço muitos blogs e alguns que conheço já haviam sido premiados. Nos meus premiados se encontram blogs com muitos textos sérios e reflexivos, outros com muitas indicações de músicas e ótimo conteúdo nerd, muitas resenhas de livros e posts sobre filmes também, outros recheados de dicas para escritores, com ótimo conteúdo para quem quer se arriscar no romance policial e diários de escrita. Quero homenageá-los com esse prêmio, que apesar de simples, carrega um grande significado, pois ao recebê-lo apenas afirma que cada um de vocês está trazendo algo de bom para a internet, coisa que podem estar ajudando muitas pessoas seja no conhecimento, ou no entretenimento. 

  • Fleur De Lune
  • O Outro Lado da Raposa
  • Café, Vodka e Literatura
  • Say My Book
  • It's Zabella
  • Crimenizar
  • Ellswrites
  • Eus2escrever 

PS: como as imagens do selo do prêmio que eu encontrava estavam com baixa qualidade, resolvi eu fazer um, então caso alguém queira usar é só pegar aqui (está no formato PNG). 

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Divagando sobre a imprevisibilidade da vida e como ela pode nos tornar criativos sofredores.

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