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Cats Can't Write

Lottie me representando pra vida.

Eu acredito que nesse momento estou passando pelo pior bloqueio criativo de toda a minha vida, porque eu não consigo escrever nada, nenhum post, nenhuma história. EU ESTOU DESESPERADA! Estou em um daqueles dias que lhe falta até vontade de respirar. Como eu não quero deixar o blog parado até a inspiração e a criatividade resolverem dar as caras novamente, decidi pegar algum Meme mais antigo do Rotaroots, esse especificamente não é bem antigo, é de Junho desse ano. 

Olha, quando se trata de homens lindos e famosos, eu não preciso medir muitos esforços pra nos imaginar casando, eu linda em uma vestido branco de milhares de dólares e ele maravilhoso em um smokin preto. Portando, vamos a minha lista de noivos:


07. Leonardo DiCaprio
Meu primeiro grande amor precisa estar na lista, me acompanhando desde a época mais remotas da minha infância com Titanic, ele foi provavelmente a primeira celebridade a conquistar o meu inocente coração. 

06. Zac Efron
À você só digo somente uma coisa: ME DEIXE SER A SUA GABRIELA!

05. Harry Styles
Ok, eu preciso colocar um mais próximo da minha idade nessa lista, então que esse seja Harry Styles. E lhe peço encarecidamente algo, querido, não corte o cabelo não. NUNCA!

04. Charlie Cox
Quando assisti Daredevil, meu nível de paixão por esse homem foi as alturas. Não se pode olhar por muito tempo no sorriso dele, VOCÊ PODE SE PERDER POR TODA A ETERNIDADE!

03. Robert Downey Jr.
Sim, ultimamente minha paixão tem se agarrado aos mais velhos. Robert arrebatou meu coração quando assisti Sherlock Holmes.

02. Tom Cruise
Estava eu assistindo o Lip Sync Battle do Jimmy Fallon onde Tom Cruise participa da batalha, ele sorrindo e sensualizando enquanto dublava Can’t Fee My Face, só me fez lembrar porque eu amo esse homem. Costumo dizer que seria estranho entrar em um relacionamento com um cara que tem a idade do meu pai, MAS O AMOR NÃO VÊ IDADE!

01. Chris Evans
É claro que o grande amor da minha vida precisa estar em primeiro lugar, não quero desmerecê-los, seis anteriores grandes amores, mas estamos falando de Chris Evans, ok? A minha paixão por esse homem é algo inexplicável, apenas posso sentir. 

Fazer esse post é como uma fanfic: apenas me iludo! E agora lhes pergunto: qual é o seu top 7? 

Giselle = Eu, Bruxa = Vida

E oremos pela minha criatividade... 

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Serei breve com minhas palavras, porque o post de hoje está MEGA longo (só porque coloquei umas 500 fotos nele). 

No inicio de 2015, depois de ter um 31 de Dezembro 2014 em família, com muita risada e diversão, duas primas vieram dormir em minha casa, coisa que fazíamos com frequência na infância. Eis que no dia primeiro de 2015 surgiu a ideia de fazermos um ensaio fotográfico, o qual chamamos de photoshoot só pra aumentar nossa moral (e porque é legal). Essa foi a primeira vez que fiz algo do gênero, até então tinha fotografado só alguns eventos da minha igreja e claro: Lilica e Pingo. 

Todas as fotografias foram tiradas nos arredores da minha casa (que é uma chácara), vocês vão olhar e pensar "caramba! A Gabriela vive em uma floresta?" e eu vivo em uma floresta (ok, isso é exagero). Garotinha loira de vestido preto, é minha irmã e minha modelo all the time (Julia) e a nem tão loira e de vestido branco é a minha prima, que sempre me cobra mais photoshoots (Emily).

Sem mais delongas, espero que vocês gostem das fotos, pretendo logo postar outros photoshoots (a-do-ro essa palavra!), e me desculpem a quantidade de fotos. 

















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Fonte: planeta png.

Criar um universo próprio é a forma de trazer ainda mais singularidade a uma história, ou no meu caso, foi mais como uma rota de escape por não saber o suficiente de uma época e principalmente de um lugar. Na minha história Corrida Do Ouro, eu acabei por criar um lugar, pois como não encontrava muitas informações concretas quanto as cidades e afins do período da Febre do Ouro e o chamado Velho Oeste, eu estava apavorada com a ideia de escrever tentando utilizar a zona sul dos EUA e fazer m****. 

Então a minha forma de fugir desse medo foi criar um lugar, apesar que no começo eu senti aversão a ideia, pois não queria algo “falso”, mas pensei bem e vi que além de eu ter total liberdade criativa pra fazer o que eu bem entendesse daquele lugar, ainda seria uma boa experiência tentar criar algo ainda maior, algo que nunca havia tentado antes.

As ideias a seguir são bem pessoais a respeito do assunto, pode não ser algo universal, são coisas baseadas na minha experiência até agora criando um universo próprio. 

Abuse da criatividade, mas não viaje na maionese.
Ok, o que eu quero dizer com isso? A não ser que seja a sua intenção fazer um negócio totalmente absurdo, tipo pinturas surrealista e abastardas, você precisa ter cuidado com o que cria, pra não ser algo beirando a insanidade, pois a nossa intenção é criar um lugar, que mesmo não sendo real, ele passe o sentimento de realidade. E caso esteja com dificuldades nesse tópico, vamos ao próximo: 

Baseie-se na História.
O senhor George RR Martin já falou que baseou conflito Stark VS Lanister na Batalha das Rosas (que você pode entender o que foi e de forma bem divertida nesse nerdcast). E eu estou baseando muita coisa da minha história nos próprios acontecimentos da época do Velho Oeste, como a corrida do ouro, que é justamente o que dá nome a história, o conflito homem “civilizado” VS índio, Guerra Civil, entre outras coisinhas. A História é uma fonte inesgotável de ideias e base para muita coisa. 

Em circunstância alguma você pode se esquecer da diversidade. 
Vamos lembrar que cidades, países e continentes são feitos de pessoas das mais variada etnias, mais variadas cores de peles, mais variadas crenças, etc... Em Corrida Do Ouro, eu trabalho com narração em terceira pessoa, com narração de vários personagens e em diferentes locais do país, fico constantemente me lembrando dessa diversidade, pois estou lidando com diversos locais, com uma variedade imensa de etnias. 

Você pode criar mapas.
Eu não sei se existem regras pra se criar mapas, mas se existirem provavelmente quebrei todas elas. A finalidade de se criar um mapa foi apenas pra eu ter uma noção de onde as cidades ficam, onde tem mar, onde tem rio, etc. Tentar criar e guardar tudo isso dentro da minha cabeça seria exigir de mais do meu cérebro, então o mapa serve pra aquilo que ele sempre serviu: guiar. 

E quanto ao idioma. 
Pra falar a verdade essa foi uma questão com que não me preocupei muito. Eu não tenho capacidade alguma pra criar uma nova língua e nem vou me arriscar nessa área, apesar de na minha história existir uma índia entre os personagens principais, não criei diálogos em nenhuma língua indígena.

Não transforme sua história em um livro de História. 
Você tem um novo país em mãos, ele tem uma história como qualquer país e você vai precisar explicar isso a quem está lendo, porém não pode transformar a narrativa em um texto de livro de História, vai tornar algo maçante e deixar a pessoa com a sensação de tédio enquanto lê. Você precisa encontrar a sua forma de colocar a História de uma maneira leve e que ela se case com a narrativa, sem parecer que abriu um imenso parênteses entre um parágrafo e outro.

Mas de forma alguma esqueça da História!
Se tem uma coisa que eu, como leitora, odeio é ler algo que se passa ou em uma distopia, ou um mundo próprio, e ter informações rasas ou quase nenhuma sobre a História daquele lugar. Chega a ser frustrante! Estamos lidando com um lugar criado por você, toda informação desse lugar está exclusivamente em sua mente, não pode escrever a história esperando que o leitor entenda por osmose aquele local. Você não precisa ter tudo em detalhes, mas o mínimo possível. 

Seja ousado! 
Entendeu que não precisa viajar na maionese pra ter um lugar próprio, use e abuse da dosagem certa de ousadia. Não fique se prendendo pelo o que os outro já criaram, se está em dúvida se deve ou não colocar algo em seu universo alternativo, converse com as pessoas a sua volta, explique a elas o que você quer e pergunte o que cada uma acha. Aquele lugar é seu, as regras quem vai ditar é você. Se tal autor fez de tal jeito, você não tem obrigação nenhuma de seguir aquele jeito, aquilo serviu para aquela história. Não tenha medo de ser ousado. 

Pros de um AU: Você tem total liberdade e controle do local onde a história se passa, você tem uma ampla gama de coisas à explorar da forma que sua mente quiser.
Contras de um AU: Vai dar muito mais trabalho, pois antes de começar a escrever você precisa ter o mínimo de informação do local. Você vai exigir ainda mais de sua criatividade. 

Quando eu parava pra pensar em criar um próprio mundo, me parecia algo terrivelmente complicado, realmente não é fácil, porém não é impossível. Vai exigir mais esforço da sua parte, por outro lado é um processo criativo um tanto interessante, estou adorando trabalhar um lugar próprio, a liberdade que isso me proporciona é indescritível, torna a obra ainda mais pessoal. 

Se você tem vontade de criar um universo alternativo, criar o seu próprio país, acredito ser uma experiência interessantíssima, pela qual vale a pena passar ao menos uma vez. E como parece existir um nerdcast pra cada ocasião da vida, existe um sobre criar mundos que vale a pena ouvir, você pode fazer o download aqui.

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Olá, amiguinhos. Hoje tenho uma novidade: ESTOU PARTICIPANDO DE UM PROJETO FOTOGRÁFICO! 

Aos menos entendedores, esse projeto consiste em um número X de blogueiras, postando todo dia X fotos dentro de um tema que as mesmas escolheram pra fotografar durante todo o mês. No meu caso, somos em 5 blogueiras e postaremos fotos todo 5 de cada mês. 

E o nosso primeiro tema é: rosa. O motivo? Por causa do Outubro Rosa! E o que é isso? De forma resumida, Outubro Rosa é um movimento popular internacional, que começou lá nos EUA. A ideia do movimento é conscientizar a prevenção do câncer de mama a partir de diagnosticos precoce. Se quiser ter uma noção maior do que é o movimento, você pode acessar o site, onde você pode ler mais sobre a história de como surgiu e muito mais. 

A seguir você pode ver minhas fotografias:


A parede parece roxa, mas é rosa!




Parece vermelho, maaaaas também é rosa.





E um bônus, com a minha filhinha. Eu tinha posto um negocio de flores rosas e azuis no pescoço dela, porém ela não parecia muito a fim de tirar foto, ela queria mesmo era tentar morder o negocio no pescoço e ai saiu essa foto zóiuda.

Confira os outros blogs:
My Universe - Doce Timidez - Pequenos Vícios - Desopilar
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Emily, acima, está representando a minha Margo.

Quem se lembra quando falei do Challenge do FFOBS levanta a mão! Foi um dos primeiros posts do Cats Can’t Write e se você não sabe do que estou falando, clica aqui.

Eu tinha ficado extremamente animada com o tema de super heróis e tal. Passei o mês de agosto arrancando o meu couro e queimando os meus neurônios pra escrever essa história, ai tive a sorte do prazo ter sido prorrogado, ao invés de se encerrar no dia 30 de agosto, passou a ser 12 de setembro.

Estava prestes a encerrar a revisão e o que aconteceu? EU FIQUEI SEM INTERNET! Sim, o prazo final foi bem na semana em que deu a chuva trilouca e eu fiquei sem internet. Não consegui nenhuma alternativa pra enviar a fanfic, deu que simplesmente não participei do Challenge. 

Eu achei que enlouqueceria de raiva, que iria sair quebrando tudo e matar alguém. Mas uns três dias depois me recompus, pensei comigo: você se matou pra escrever essa história a tempo e não é isso que vai te impedir de mostrá-la ao mundo. 

E é isso que estou fazendo! Na quarta-feira tomei coragem e postei o prólogo no Nyah. Eu estava tão nervosa, não faça ideia do motivo, que tremia loucamente, meu coração parecia que iria pular pela minha boca. 

A história ficou um pouco diferente do plano inicial. Ela se passava em um universo conjunto Marvel e DC, por conta de algumas dificuldades que eu estava encontrando (a principal era uma categoria pra fanfic nos sites), acabei optando por transforma-la em uma história totalmente original, nela aparecia Capitão América, Arqueiro Verde, Mulher Maravilha e muitos outros personagens eram citados. Agora vocês contam com uma versão de Aniquilação com heróis totalmente criados por mim (uhu!).

Esse post não tem utilidade pública, é apenas pra dizer que eu comecei a postar a fanfic (fazer uma propaganda bem de leve). Quem quiser acompanhar pode estar lendo no meu Tumblr ou no Nyah (talvez eu poste no FFOBS e no Social Spirit mais tarde), você pode também encontrar ela na aba “Biblioteca” no menu que fica no topo do blog. 

SINOPSE: Esperança. Coragem. Justiça. Qual era a motivação daqueles que se intitulavam, ou deixavam-se chamar, super heróis? Em uma época que a cada dia um vigilante parecia nascer das sombras das cidades, haviam os que ditavam o ódio contra esses seres humanos, se é que pertenciam a esse planeta. No entanto, outros eram adorados como deuses entre a humanidade.
GÊNERO: Ação, Ficção Científica
CLASSIFICAÇÃO: +16
OBSERVAÇÕES: A história contém violência e tortura.
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Divagando sobre a imprevisibilidade da vida e como ela pode nos tornar criativos sofredores.

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