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Cats Can't Write


É meio clichê parar no Dia Das Mães para falar sobre as mães, apesar do dia ser delas, é como se nós lembrássemos desse detalhe apenas nesse dia, como se no restante do ano elas não estivessem fazendo as mesmas coisas, estando ao nosso lado, etc. Mas ainda assim vou vir falar sobre mães, na verdade sobre a minha mãe. 

Talvez eu não fale o “Eu te amo” com tanta frequência quanto deveria, às vezes pensamos “a pessoa já sabe”, então por que ficar repetindo, não? Ai alguém fala a respeito de que não estarão aqui para sempre e que vamos sentir falta de poder dizer essas 3 palavras, então sentimos o peso cair na consciência. 

Talvez eu também não expresse tanto o quanto sou grata, por algum motivo esquisito as vezes eu tenho vergonha de dizer o tal do “obrigado”, dizer um “muito obrigado” então, vai arrancar um pedaço. Naquele dia que fomos no shopping e você comprou todas as aquelas roupas, eu vim no carro pensando “Deus é muito incrível mesmo, me deu a mãe mais maravilhosa do mundo”. 

Também não falo muito o quanto sou feliz por você me apoiar em tudo que eu quero a até naquilo que eu não sei que eu quero. Outras provavelmente teriam me chamado de vagabunda e mandado ir trabalhar em qualquer coisa, porque ficar sem dinheiro é um absurdo, porém você só quer que eu encontre aquela carreira que me faça feliz, porque sabe bem como eu posso ficar estranha quando estou em algo que não quero. 

E provavelmente não devo ter dito o quanto adoro o fato de você ser a minha companheira de cinema. Também não devo ter dito que amo o fato de ser parecida com você, também não devo ter dito que sinto uma invejinha inocente de você, porque você sabe desenhar e eu nem bonequinho palito consigo fazer direito. 

No fim das contas se eu for listar tudo o que não falei, a lista se estenderia sem jamais ter um final. As vezes não nos bicamos, às vezes dizemos coisas que não devíamos dizer, ou deixamos de dizer. Só queria dizer que na verdade sou eu que sinto orgulho de você. 

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Não sei quem fez essa edição bacanuda, só sei que peguei aqui.

TÍTULO ORIGINAL: Captain America - Civil War
SINOPSE: Steve Rogers (Chris Evans) é o atual líder dos Vingadores, super-grupo de heróis formado por Viúva Negra (Scarlett Johansson), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Visão (Paul Bettany), Falcão (Anthony Mackie) e Máquina de Combate (Don Cheadle). O ataque de Ultron fez com que os políticos buscassem algum meio de controlar os super-heróis, já que seus atos afetam toda a humanidade. Tal decisão coloca o Capitão América em rota de colisão com Tony Stark (Robert Downey Jr.), o Homem de Ferro.
GÊNERO: Ação
DIREÇÃO: Anthony e Joe Russo
ELENCO: Chris Evans, Robert Downey Jr, Scarlett Johansson, Sebastian Stan, Anthony Mackie, Don Cheadle, Jeremy Renner, Chadwick Boseman, Paul Bettany, Elizabeth Olsen
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 12 anos.

Vamos falar de filme? Sim, vamos falar de filme. E de qual filme vamos falar? Vamos falar de Capitão America: Guerra Civil, meninos e meninas. Só para entrar no clima do conflito, vou dar um play em Bad Blood. 

A não ser que você tenha vivido em uma caverna nos últimos meses, todo mundo sabe o que é Guerra Civil, o filme que todo mundo acreditava ser um Vingadores 2.1, no fim é mais um Capitão América 2.1 (ou vamos arredondar para 3 de uma vez, ok?). 

O terceiro filme do Picolé aka Steve se passa depois do segundo filme dos Vingadores, é claro, dessa vez vemos todas as catástrofes em que os amigos Vingadores se meteram ter uma consequência sobre os já citados. Depois de uma mal sucedida missão na África, que termina com a morte de vários civis, é a gota d'água no balde da paciência da humanidade, o governo é pressionando para tomar o controle sobre os heróis, que até então faziam o que queriam (alguém quer impedir o Thor de fazer alguma coisa? Eu não!), entra em cena o Tratado de Sokovia, que basicamente coloca todos os super humanos sob o poder do governo (afinal, o governo não é um lugar tomado de ganancia, deixar um bando de super poderosos sob o comando deles é bem mais seguro). Steve não concorda, pois acredita que estará vendendo a sua liberdade, enquanto Tony defende o registro com vigor, o que acaba criando uma rachadura entre os Vingadores. Eis que no dia que o tratado está para ser assinado, acontece um atentado à sede da ONU, realizado por ninguém mais e ninguém menos que Soldado Infernal... Quero dizer, Invernal (interpretado por Sebastian Satan. NÃO! Stan!). Então com Steve defendendo Bucky e indo contra o tratado, se dá início a um conflito entre os Vingadores. 

Antes de tudo eu só quero dizer algo: não entre no cinema achando que vai se deparar com um live action de Guerra Civil, isso não processe e acho que depois de anos vendo filmes da Marvel Studios, já entendemos que eles não vão entregar algo 100% fiel ao material original (Disney fazer algo +16? Quero ver isso acontecer!). Tem quem se chateia, tem quem quer tacar fogo na Marvel Studios, tem quem tanto faz como tanto fez e tem quem curte. Seria muito louco ter uma adaptação certeira de Guerra Civil? Seria de explodir a cabeça! Infelizmente não é dessa vez. Mas isso não quer dizer que é ruim, certo? Certo.

Aviso dado (não que eu ache que existe algum desavisado), voltemos ao foco. 

Eu acho que nunca tinha visto um filme da Marvel que me deixou tão pilhada, as cenas de lutas são simplesmente frenéticas, ver Viúva Negra metendo a porrada nos caras é praticamente uma obra de arte, alguém devia expor em um museu. Foi quase a mesma sensação de assistir Demolidor, quem assistiu a série vai entender, é uma coisa de você se remexer na cadeira ao imaginar aquele chute vindo no meio da sua cara, só tinha menos sangue e ossos quebrando. 

É como aquele ditado de Twitter: estou digitando com os pés, porque com as mãos estou aplaudindo. O roteiro pensou em cada personagem presente na trama, quem não sentiu aquele frio na barriga de imaginar que algum personagem ficaria apagado? Os caras conseguiram encaixar cada um de forma que você não sentisse que alguém ficou de lado, só o Visão, ele eu achei que não estava com muita presença. 

Feiticeira Escarlate mostrou que veio pra fazer a gente surtar com o poder dela (digo principalmente no sentido de força), ao mesmo tempo que ela é só uma garota, ela é uma garota com um poder imenso e eu estou muito ansiosa pra ver até onde ela ainda vai nos levar. Pantera Negra rouba a cena quando aparece, você quase consegue ignorar todo o resto da cena só pra focar naquele uniforme maravilhoso chutando umas bundas. Homem Formiga é outro que vai te surpreender e MUITO, ele é o cara que tem o papel de ser o alívio cômico do lado do Steve e cumpre o seu papel no filme com cenas incríveis e frases ilárias, quem não surta com aquelas cenas do microverso?

Deve ser uma honra levar um chute desses pés reais.

Agora vou até separar um parágrafo para o próximo personagem, aquele que me fez chorar no cinema: Peter Parker! Eu estava tão ansiosa pra ver o menino Tom no filme, que quando ele finalmente apareceu não deu pra conter os sentimentos, eles falaram mais alto (pelo menos foi um choro silencioso). O filme já era especial, a presença dele só completou o pacote. Vou nem falar muito, se não spoiler vai rolar solto.

Claramente eu, principalmente na última parte.

Marvel, não é o seu aniversário, mas você está de parabéns! Eu já falei aqui que eu gosto muito de Guerra Civil, porque ela é uma histórias sobre consequências, ela não tem um vilão, ela tem pessoas em conflito, tem pessoas defendendo ideais, tem pessoas lutando pelo o que acreditam e quando se coloca isso numa realidade em que essas pessoas têm super poderes, o resultado só pode ser catastrófico, destruidor de sentimentos. E o filme não falhou em mostrar uma versão mais MCU de Guerra Civil. 

Sai do cinema satisfeita, extasiada, expectativas mais do que superadas. Agora fico me perguntando: o que vão aprontar para o terceiro filme dos Vingadores? Espero ser surpreendida novamente.



PS: espero que a próxima vez que eu for chorar por causa da aparição de alguém em um filme, que esse alguém seja o Demolidor. Vlw! Flw!

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Alguém pode muito bem ter se perguntado "OH! Onde está o 5on5 da Gabriela?", eu vou admitir o meu erro, vou dizer que eu simplesmente esqueci, pode ser? EU ESQUECI! Me perguntava como alguém se esquece de postar sobre o projeto que participa? Bom, eu consegui essa proeza. Mas não seja por isso, hoje venho com as fotos que tirei em março, algumas de abril (posto na integra em outra ocasião) e as que tirei nesse começo de maio (não todas, mas algumas).

Como estamos sem um tema definido, qualquer fotografia tirada durante o mês está valendo, o post hoje está um pouco longo, isso deve-se por conta do atraso, é claro, e também porque cada vez que pego a câmera tiro umas mil fotos. Então clique no continue lendo e venha apreciar a minha arte (como sou metida):


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Quando decidi começar (no caso do Cats é recomeçar) um blog não foi para ter algo que eu pudesse usar quando me desse na telha, queria fazer algo sério, mesmo que eu não trabalhesse necessariamente com isso, queria fazer algo legal e que fizesse eu me sentir no mínimo útil. Ter um blog tem me ajudado em coisas que eu nem esperava quando eu comecei o mesmo. 

Eu costumava ter umA insegurança horrível sobre aquilo que eu escrevia, eu surtava só de imaginar alguém lendo algum dos meus textos, acabava que eu ficava em uma situação chata, pois sempre tive coragem de dizer as pessoas que eu escrevo, então eles pediam pra ler os meus textos, aí eu travava e inventava alguma desculpa. 

Quando eu comecei o blog anterior ao Cats foi criando em mim certa transparência, o fato de eu estar expondo pensamentos, meus gostos e até mesmo as minhas histórias, tirou toda aquela apreensão que eu tinha. 

Ter um blog também me ajudou a ser menos insegura com aquilo que acredito, me ajudou a ser ainda mais firme com as minhas opiniões. Perdi o medo de parecer boba ou estranha, ver tantas pessoas assumindo as suas personalidades tão singulares, me fez perceber que não tem problema eu gostar daquele filme que todo mundo odeia, ou amar tirar fotos com as caretas mais estranhas, não tem problema você ser estranho e você nunca vai ser a única pessoa que já fez ou pensou algo. 

Eu aprendi a ter mais compromisso com a minha escrita, eu nunca escrevi tanto e me dediquei tanto a isso desde que comecei o Cats, está sendo uma das melhores experiências da minha vida poder fazer aquilo que eu amo e principalmente poder me descobrir e ser ousada sem medo de falhar. 

Portanto, se você está à procura de motivos para começar um blog, ou se você está perdido, sentindo que o seu blog perdeu o significado, saiba que um blog é uma extensão de você, ele é você e principalmente vai te ajudar a descobrir quem você é, vai te ajudar a descobrir a voz que há dentro de você!

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Me diga se essas nuvenzinhas não são uma fofura pura *-*

Há algumas semanas (já faz quase um mês, que vergonha de mim) eu fui indicada para um selo que o próprio nome diz: FOFO. Eu fui indicada pela Amanda, do Pequenos Vícios, para receber esse selo. 

Fiquei muito feliz pelo fato de eu não ser conhecida pela fofura, digamos que é mais pela aspereza e agressividade verbal (hehe sou legal hehe), esse selo pode ser a prova de que a sociedade está errada em me julgar por “mal humorada”. QUAL É, MUNDO?

Vou agradecer a Amanda de novo pelo ato de fofura ao me indicar para o Selo de Blog Fofo. OBRIGADA! 


Agora que eu estou selada, devo estar indicando outros 10 blogs (ok, deu menos de 10) para serem selados pela fofura e os meus indicados são:

Café, Vodka e Literatura; 
Fleur de Lune;
O Outro Lado da Raposa;
Parolar;
Say My Book;
Vestindo o Tédio; 

O selo: 



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