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Cats Can't Write

Emily, acima, está representando a minha Margo.

Quem se lembra quando falei do Challenge do FFOBS levanta a mão! Foi um dos primeiros posts do Cats Can’t Write e se você não sabe do que estou falando, clica aqui.

Eu tinha ficado extremamente animada com o tema de super heróis e tal. Passei o mês de agosto arrancando o meu couro e queimando os meus neurônios pra escrever essa história, ai tive a sorte do prazo ter sido prorrogado, ao invés de se encerrar no dia 30 de agosto, passou a ser 12 de setembro.

Estava prestes a encerrar a revisão e o que aconteceu? EU FIQUEI SEM INTERNET! Sim, o prazo final foi bem na semana em que deu a chuva trilouca e eu fiquei sem internet. Não consegui nenhuma alternativa pra enviar a fanfic, deu que simplesmente não participei do Challenge. 

Eu achei que enlouqueceria de raiva, que iria sair quebrando tudo e matar alguém. Mas uns três dias depois me recompus, pensei comigo: você se matou pra escrever essa história a tempo e não é isso que vai te impedir de mostrá-la ao mundo. 

E é isso que estou fazendo! Na quarta-feira tomei coragem e postei o prólogo no Nyah. Eu estava tão nervosa, não faça ideia do motivo, que tremia loucamente, meu coração parecia que iria pular pela minha boca. 

A história ficou um pouco diferente do plano inicial. Ela se passava em um universo conjunto Marvel e DC, por conta de algumas dificuldades que eu estava encontrando (a principal era uma categoria pra fanfic nos sites), acabei optando por transforma-la em uma história totalmente original, nela aparecia Capitão América, Arqueiro Verde, Mulher Maravilha e muitos outros personagens eram citados. Agora vocês contam com uma versão de Aniquilação com heróis totalmente criados por mim (uhu!).

Esse post não tem utilidade pública, é apenas pra dizer que eu comecei a postar a fanfic (fazer uma propaganda bem de leve). Quem quiser acompanhar pode estar lendo no meu Tumblr ou no Nyah (talvez eu poste no FFOBS e no Social Spirit mais tarde), você pode também encontrar ela na aba “Biblioteca” no menu que fica no topo do blog. 

SINOPSE: Esperança. Coragem. Justiça. Qual era a motivação daqueles que se intitulavam, ou deixavam-se chamar, super heróis? Em uma época que a cada dia um vigilante parecia nascer das sombras das cidades, haviam os que ditavam o ódio contra esses seres humanos, se é que pertenciam a esse planeta. No entanto, outros eram adorados como deuses entre a humanidade.
GÊNERO: Ação, Ficção Científica
CLASSIFICAÇÃO: +16
OBSERVAÇÕES: A história contém violência e tortura.
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Eu sou uma pessoa desesperada, ansiosa de mais. Sabe quando você lê/assisti algo e se sente totalmente atraído por aquilo? Então dá mesma forma que isso entrou na sua vida, ela sai. Simplesmente chega ao fim. Se dá inicio a uma corrente de sentimentos, que pra saber como são só passando pela situação, porque não existem palavras que possam descrever esse sentimento, mas FOSSA resume bem. 

Quando isso acontece comigo, vem lá do fundo da mente uma luz, que vai aumentando de intensidade. É uma ideia. Uma ideia que parece que vai fazer esse sentimento ruim ir embora. E essa ideia é... Que rufam os tambores... ESCREVER UMA FANFIC!


Você termina uma saga maravilhosa, quando termina a última linha da última página, você recebe uma avalanche de sentimentos deprimentes. Se sente órfão de um livro, entra numa fossa, porque você pensa “cara! NÃO TEM MAIS NADA DEPOIS DESSA PÁGINA!”. É um sentimento desesperador! E as fanfics estão no mundo pra reprimir essa fossa. Deus abençoa a pessoa que criou o conceito de fanfics. AMÉM!

Minha mente de alguma forma acredita que pra reprimir o sentimento ruim que o final de uma história deixa é: CONTINUAR A HISTÓRIA. O que faz eu me sentir melhor é que não sou a única desesperada, que costuma ter essa ideia brilhante. 

E sim, estou falando sobre esse assunto, porque apesar de ter dito que superei a fossa do Ciclo da Herança, eu ainda estou com aquele sentimento falta-alguma-coisa-na-minha-vida. E sim, COMECEI UMA FANFIC! Porque estou desesperada, dentro do meu ser existe uma necessidade avassaladora, mais forte que qualquer coisa que senti na vida, de continuar a história, eu gostaria que não fosse por minhas mãos, afinal não sou o Paolini, mas é o que tenho. 

Eu acredito no poder das fanfics, acredito no potencial delas em nos ajudar a superarmos o trauma de chegarmos a última linha de uma saga maravilhosa, ou ao último episódio de uma série. Seja lendo, ou escrevendo, eu acredito no poder de cura das fanfics! Isso é... Até você chega no final dela e a roda da vida torna a girar. 

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Sabe aquela fossa que vem com força quando você termina algo que virou sua vida? Quando você termina uma série que gosta muito e então parece que você não tem mais nada pra fazer da vida, perdeu a motivação. Nesse momento* estou me sentindo dessa maneira ao terminar de ler O Ciclo da Herança. Eu queria ter feito resenhas dos dois últimos livros separadamente, mas aconteceu que fiquei sem internet durante duas semanas e nesse meio tempo terminei de ler Brisingr, que eu estava enrolando uma vida pra ler por não sair da internet, ai já em seguida comecei Herança e o li EM TRÊS DIAS!

Agora estou na fossa, parece que nenhum outro livro no mundo vai me agradar e não sei o que fazer se não despejar todo o meu amor e recomendar a saga a vocês. 

Eu conheci Eragon pelo filme, porque sempre fui muito fã de coisas que envolvem dragões, eu me lembro de ter gostado do filme em minha inocência, ao descobrir que era baseado em um livro foi tipo “PARA TUDO! QUE EU PRECISO LER!”. Existia um porém, eu era apenas uma adolescente, desempregada que queria um livro que em alguns lugares chegava a quase 50 reais, minha mãe não parecia muito disposta a pagar isso em livro. Mas um dia eu consegui, eu comprei o primeiro livro da saga por TRINTA reais no Submarino (obrigada por realizar meu sonho). 

A saga em momento algum frustrou a minha expectativa e a espera pra ler valeu muito a pena. É interessante a forma como em cada livro você vai vendo o crescimento do Eragon e da Saphira, quando você chega as ultimas páginas de Herança, você fica com a mesma sensação que Eragon, como se tudo o que passou lá no começo tivesse sido há muito tempo. 

Eu adorei o destaque que é dado a Roran a partir do terceiro livro (Brisingr), sem sombra de dúvidas ele é um dos meus personagens preferidos, e é outra pessoa que você a amadurecimento dentro da história, em momento algum você imagina que aquele garoto do primeiro livro querendo levar apenas uma vida de lavrador ao lado da garota que ama, iria um dia se tornar o Martelo Forte. 

Saphira é um dragão que me faz querer deitar em posição fetal e chorar eternamente pelo fato de não existirem dragões, principalmente os que podem se comunicar por pensamentos. Eu adoro o jeito convencido e agressivo dela, quando ela ficava perguntando ao Eragon quando ela poderia esmagar os soldados do Império, eu ficava “VAI LÁ! ESMAGA TUDOOOOOO!”. Eu sou fã da Saphira!

Cheguei no último livro com expectativas de ver o temido Galbatorix em ação, afinal falam tanto do homem, eu queria ver ele dar o ar da graça. E quanto ao dragão dele (que tem um nome muito louco: Shruikan), enquanto eu lia a descrição do dragão descansando no fundo da sala do trono, dividi o sentimento de temor que Eragon sentiu.

Eu adoro os anões, principalmente Orrik, o laço de irmandade que nasce entre ele e Eragon é totalmente amável, acho que os melhores momentos entre eles acontecem em Eldest, que acredito ter sido o período que passaram mais tempo juntos. 

Os dois primeiros livros (Eragon e Eldest) eu os destacaria mais como o período em que Eragon está aprendendo o quanto pode sobre os Cavaleiros, a partir de Brisingr e seguindo para Herança, a coisa fica mais frenética, pois é quando estão de vez partindo pra brigar, dando à cara a tapa para o Império. 

Cheguei as ultimas páginas de Herança ao choro, que mal conseguia ler, o final me deixou devastada, mas não por ser ruim, mas porque ele deixa aquela sensação “PRECISO DE MAIS!!!!”. A saga termina encerrando um período, encerrando um grande acontecimento pro Império e você fica com aquilo na cabeça “Mas e depois?!”. E eu chorei. Chorei horrores porque terminei a saga que se tornou oficialmente a minha preferida, chorei pelo final. 

E vou encerrar esse post dizendo QUE QUERO CONTINUAÇÃO! Poxa, Paolini, o que vem depois? Ainda tem muita coisa pra acontecer. E digo, mais do que recomendo essa saga, ela é incrível, maravilhosa e já estou querendo chorar de novo. 

Agora estou querendo escrever uma fanfic pra suprir essa necessidade, porque eu sempre acho que a solução pra esse tipo de fossa é escrever uma fanfic, ai lembro que isso leva tempo de mais e fico só com a fossa mesmo.

Ciclo da Herança: ERAGON - livro 1 | ELDEST - livro 2 | BRISINGR - livro 3 | HERANÇA - livro 4


*O “nesse momento” foi há alguns dias, que graças a internet de cocô, eu não pude postar antes, mas a fossa está superada (ou mais ou menos hehe) e nesse tempo já comecei outro livro (Desejo Dos Mortos) e terminei ele em dois dias, depois falo sobre esse também :D

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TÍTULO ORIGINAL: The Man from U.N.C.L.E.
SINOPSE: Na década de 1960 os até então inimigos mortais Napoleon Solo (Henry Cavill), agente da CIA, e Illya Kuriakin (Armie Hammer), espião da KGB, são obrigados a cooperarem. A grande missão da improvável dupla EUA-Rússia é combater a terrível organização T.H.R.U.S.H., que desenvolve armas nucleares.
GÊNERO: Espionagem, Ação, Comédia
DIREÇÃO: Guy Ritchie
ELENCO: Henry Cavill, Armie Hammer, Alicia Vikander, Elizabeth Debicki
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 14 anos. 
[Era pra esse post ter saído há exatamente duas semanas, mas o destino, cruel e perverso, trouxe uma chuva muito louca terça-feira retrasada, que resultou na queda da torre da internet e só hoje o sinal finalmente voltou. Então ao ler esse post, volte no tempo há duas semanas e vamos fingir que é o dia 08 de setembro.]

Eu estou passando por um maravilhoso e gigante bloqueio criativo pra posts, que pra manter o blog na ativa e não parecer que fugi pras colinas, hoje vou falar de um filme que assistir ontem no cinema. De qualquer jeito eu ia falar dele, mas ele está sendo considerado a salvação do blog pra não ficar com cara de abandono. 

Enfim, ontem tive uma incrível tarde em família e fomos ao cinema assistir O Agente da U.N.C.L.E. Minha ideia inicial era assistir dois filmes, pois minhas irmã queria porque queria assistir O Pequeno Príncipe, porém não rolou e fomos todos juntos e felizes assistir O Agente da U.N.C.L.E.

Eu adoro filmes de espiões e eu já estava de olho nesse filme desde que o seu cartaz, há meses, surgiu lá no fundo do corredor do cinema, bem lá no fundo, aquele lugar que você olha os cartazes e pensa “esse ainda vai demorar”. 

Adorei o filme e não porque tinha dois caras gatos, afinal um filme tem que ir além de rostinhos bonitos, mas rostinhos bonitos contribuem. Gostei da caracterização anos 60, em minha cabeça ficava “eu quero sair do cinema e me vestir igual a Gaby”. E gente, que felicidade foi ter uma moça bonita e maravilhosa com o mesmo apelido que eu! Me senti representada. 

O longa tem a sua dose de humor o suficiente pra fazer o cinema inteiro dar boas gargalhadas. 

Eu sou uma pessoa facilmente conquistadas por bromances e não foi diferente com Solo e Kuryakin. É engraçada a forma como o americano e o russo se atacam verbalmente no inicio, existindo uma competição entre ambos, afinal é o que todo mundo espera ao ver Estados Unidos e Rússia trabalhando juntos. 

Admito que o clímax deixou um pouco a desejar, ao menos no meu ver. Sai do cinema com aquela sensação de que faltou algo, mas de longe isso frustrou minhas expectativas, o filme atingiu o seu objetivo e me cativou (sério, agora vou usar essa palavra tipo pra sempre). 

Se você está a procura de um bom longa metragem para assistir, O Agente da Uncle está aí para  eu recomendar e você se entreter. 

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TÍTULO ORIGINAL: The Little Prince
SINOPSE: Uma garota acaba de se mudar com a mãe, uma controladora obsessiva que deseja definir antecipadamente todos os passos da filha para que ela seja aprovada em uma escola conceituada. Entretanto, um acidente provocado por seu vizinho faz com que a hélice de um avião abra um enorme buraco em sua casa. Curiosa em saber como o objeto parou ali, ela decide investigar. Logo conhece e se torna amiga de seu novo vizinho, um senhor que lhe conta a história de um pequeno príncipe que vive em um asteróide com sua rosa e, um dia, encontrou um aviador perdido no deserto em plena Terra.
GÊNERO: Animação
DIREÇÃO: Mark Osborne
CLASSIFICAÇÃO: LIBERADO PRA GERAL!

Que eu amo animações, acho que isso não é segredo. E quero dizer que anteontem tive o imenso prazer de ver uma das mais incríveis, singelas e emotivas animações que já vi em toda a minha vida. E estou falando de O Pequeno Príncipe! 

Admito que eu nunca tive contato com nada do Pequeno Príncipe, pra ser sincera eu se quer sabia como era a história, só sabia que em algum momento havia uma raposa que falava sobre ser cativada.

Eu ainda estou extasiada com a beleza tanto visual, quanto da história em si, do filme. É mostrado uma sociedade controladora, que só pensa no grande amanhã e crianças simplesmente tem aquela magia da infância tirada de si, pois elas precisam se preparar pro amanhã.

O filme não retrata a história propriamente dita do Pequeno Príncipe, mas sim a de uma garotinha, que é pressionada pela mãe pra ser a candidata perfeita para uma escolha de prestigio. Ambas histórias são intercaladas conforme essa garota vai aos poucos sendo cativada pela história do Pequeno Príncipe. Ah, detalhe: em nenhum momento é citado os nomes dos personagens, se não os originais da história do Pequeno Príncipe.

Uma coisa muito divertida é a relação de diferentes tipos de animação dentro do filme, temos a animação 3D representando o mundo real dentro do longa e o stop motion quando é passado pra parte de fantasia, ilustrando a história de O Pequeno Príncipe.

É impossível não se apegar ao velho aviador como a garotinha se apega. Através de O Pequeno Príncipe, o velho aviador mostra um mundo diferente a ela, um mundo divertido, engraçado e principalmente o valor de uma verdadeira amizade e o amor.

E é o seguinte, vai assistir o filme? Pois prepare os lenços! Pois existem momentos bem emocionantes, eu por exemplo achei simplesmente linda a cena do Pequeno Príncipe com a raposa (e estou citando esse cena, porque, vamos lá, isso não é spoiler... Mas é emocionante).

Eu achei a animação espetacular, tanto visualmente como na história. Me senti super incentivada a ler O Pequeno Príncipe e principalmente a assistir a animação novamente! 

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Divagando sobre a imprevisibilidade da vida e como ela pode nos tornar criativos sofredores.

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