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Cats Can't Write


Minha ideia quando comecei o blog era passar adiante tudo aquilo que eu estou aprendendo desde que comecei a escrever ficção, coisa que acho que já contei ter iniciado lá no Orkut com as webs e fanfics. Posso dizer que estou conseguindo manter um ritmo, ainda que meio lento, de escrever esses posts e espero continuar fazendo isso, pois se tem uma coisa que gosto de falar e sobre escrever. 

Há algum tempo, em algum post lá no BEDA, eu falei sobre prazos e o quanto eles estavam de alguma forma me ajudando a terminar minhas histórias, então comentei que era uma teoria ainda em teste e caso ela se mostrasse verdadeira eu viria falar sobre ela. E adivinha! Eu estava certa esse tempo todo. 

Como eu sempre aviso: não é porque deu certo comigo que consequentemente vai dar certo com você, escrever é uma coisa bem pessoal, alguns métodos dão certo para alguns e errado para outros, cabe a cada um encontrar os seus meios. 

Eu venho aos poucos descobrindo que eu trabalho bem sob a pressão de uma data final (NaNoWrimo foi uma exceção dolorosa). A primeira vez que eu percebi isso foi em um Challenge que uma amiga organizou ainda na época do Orkut, na Webs Jemi, e foi incrível como consegui terminar a minha história em menos de uma mês, enquanto eu demorava uma vida para finalizar uma web Jemi (é, eu era iludida mesmo, flw).

Então em Agosto desse ano surgiu o Challenge do FFOBS com um dos temas mais maneirosda galáxia: heróis. Até cheguei a fazer um post sobre isso por conta da minha louca animação com o assunto. E em menos de um mês, mais uma vez, eu finalizei uma história. E no mês passado, como eu divulguei aqui no blog, começou a Ficstape Lu Indica e eu estava participando, finalizei a minha história em menos de duas semanas. 

Ainda que essas histórias que finalizei não sejam gigantes, a do Challenge tem 60 páginas e a Ficstape tem apenas 16, o que realmente importa é elas estarem finalizadas, pois para alguém que durante muito tempo ficou sem finalizar várias histórias, terminar algo já é uma vitória. 

Alguns não gostam desse ritmo sob a pressão de uma data final, por outro lado, outros podem se dar muito bem assim como foi comigo. O fato de você saber que tem que ter tudo pronto até o dia X, te faz se entregar de corpo e alma, te força a ter uma rotina mais rigorosa com a escrita, algo que muitas vezes não temos quando estamos desenvolvendo algo sem um prazo. É algo para se pensar e tentar. 

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Estou eu dentro do carro, ouvindo música e de repente surge ideia para uma história. Ou estou no ônibus e a ação estranha de alguém faz nascer um personagem e consequentemente uma história. Ou também estou sentada no quintal olhando para as belíssimas folhagens verdinhas dançando ao vento e NASCEU OUTRA HISTÓRIA!


Eu acredito que não sou o único ser humano (escritor) que tem histórias saindo até pelos olhos e pior do que lotar o cérebro de história (o que talvez nem seja tão ruim assim) é você querer escrever todas as histórias! Você está desenvolvendo algo, mas a história nova, que surgiu, parece ser muito mais legal e você quer escrever ela também. Eu sou assim, muito assim.

Algumas vezes estou escrevendo cinco histórias ao mesmo tempo, alguns podem pensar que é loucura, que é um método desorganizado de escrever, mas a questão é que não existe um método correto, cada um escreve da forma que melhor consegue trabalhar. O importante é não ficar ziguezagueando por diversas histórias, começar mil histórias, não terminas as mil, começar outras 500 e também não termina-las. É ai que mora o problema. 

Já fiz muito disso e nesse ano eu estou me empenhando de verdade em mudar muitas das minhas atitudes quanto ao modo como escrevo, me esforçando para ter mais compromisso e focar ainda mais em minhas histórias, tanto que hoje eu estou desenvolvendo apenas duas histórias, um número baixo para alguém que já começou várias e não terminou praticamente a maioria delas. 

Escrita é um mundinho bem complexo, ele não ter formas, não existe meios pré-definidos, apenas meios que dão certo. Já me senti mal pensando estar errada em escrever várias histórias ao mesmo tempo, mas hoje vejo que o que fazia eu me sentir mal era o fato de começar e não terminá-las. Se você quiser escrever uma história apenas, ou escrever 10, vá em frente, cada um sabe quais são os seus limites, cada um acha a sua forma de se organizar, o importante é você não desistir e finalizar!

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TÍTULO ORIGINAL: Fangirl
SINOPSE: Cath é fã da série de livros Simon Snow. Ok. Todo mundo é fã de Simon Snow, mas para Cath, ser fã é sua vida – e ela é realmente boa nisso. Vive lendo e relendo a série; está sempre antenada aos fóruns; escreve uma fanfic de sucesso; e até se veste igual aos personagens na estreia de cada filme.
Diferente de sua irmã gêmea, Wren, que ao crescer deixou o fandom de lado, Cath simplesmente não consegue se desapegar. Ela não quer isso. Em sua fanfiction, um verdadeiro refúgio, Cath sempre sabe exatamente o que dizer, e pode escrever um romance muito mais intenso do que qualquer coisa que já experimentou
na vida real.
Mas agora que as duas estão indo para a faculdade, e Wren diz que não a quer como companheira de quarto, Cath se vê sozinha e completamente fora de sua zona de conforto.
Uma nova realidade pode parecer assustadora para uma garota demasiadamente tímida. Mas ela terá de decidir se finalmente está preparada para abrir seu coração para novas pessoas e novas experiências.
Será que Cath está pronta para começar a viver sua própria vida? Escrever suas próprias histórias?
AUTOR(A): Rainbow Rowell
PÁGINAS: 424
Livro único. 

Já faz algum tempo que não venho falar de algum livro, depois de eu ter derramado as minhas lagrimas com o Ciclo da Herança eu só li mais UM livro. A minha fossa foi mais intensa do que eu acreditava ter sido e enquanto eu escrevo esse post, faz cerca de dez minutos que terminei um livro. E é com muito prazer, muita animação e amor que venho falar sobre FanGirl ao som de History do One Direction.

Eu já vi muitas pessoas falarem de Fangirl e existe um único e grande motivo que me fez ler esse livro: A PERSONAGEM PRINCIPAL ESCREVE FANFICS! Bastou isso para me conquistar, comprei o livro e ele foi o escolhido para me fazer superar a fossa de Herança. 

Inicialmente eu estava lendo o livro muito lentamente, talvez por preguiça, por dar preferência em escrever ao invés de ler, enfim, só sei que estava há mais de um mês enrolando com esse livro. E hoje ("hoje" quando era 01/12), vendo que teria um longo dia fora de casa, ter um livro comigo era um caso de necessidade. Eu dixavei o livro, praticamente liquidei mais da metade dele em um único dia. 

Além do grande atrativo de Cath, a personagem principal, ser uma escritora de fanfics, eu percebi que éramos (somos) terrivelmente parecidas. Eu acho que nunca me identifiquei tanto com uma personagem como me identifiquei com Cather! Em alguns momentos parecia que eu estava lendo sobre mim, sobre algo que provavelmente eu faria naquela situação. 

Cath é aquela pessoa introvertida, que quando é fã de algo (no caso dela, os livros do Simon Snow) dedica a vida a isso, também é cabeça dura, não suporta mudanças... As vezes eu pensava “menina deixa de ser besta!”, ai um segundo depois “ok, eu teria feito o mesmo”. No inicio, nos primeiros dias dela na universidade, quando Cath se recusa a ir fazer suas refeições no refeitório do campus por pura vergonha e medo do “novo”, me lembrou totalmente uma situação que eu passei quando comecei meu estágio. Eu fiquei algumas semanas em treinamento em São Paulo (capital), era um ambiente totalmente novo, meu primeiro emprego, eu tinha MEDO de ir ao banheiro, então passava as 6 horas do estágio sem beber água para não precisar ir ao banheiro. CATH, MINHA MANA!

Ok, já entenderam que eu gostei da Cather, certo? Vou focar nos outros personagens, que são tão incríveis quanto ela. Primeiro uma menção honrosa ao incrível pai dela, a imagem que é passada dele é de um cara tão maneiro, tão legal, maluco, que eu tinha vontade de abraça-lo e chamá-lo de pai (amo meu pai também gente).

Cath tem uma irmã gêmea, Wren, ambas extremamente idênticas, segundo a própria Cath são pequenos detalhes que podem diferenciar ambas, sendo o corte de cabelo o principal. Eu acho que não é spoiler eu dizer que no começo odiei a garota, espero não ter sido a única que queria meter um tapa na cara dela de vez em quando, só pra ver se ela não tinha algum ápice de lucidez. Mas não vou apenas ditar o ódio a ela, Wren também é legal, porém sou mais Cath.

Temos a mal encarada colega de dormitório da Cath (é sério, vou repetir o nome a cada duas linhas), a Regan. A primeira vista você pensa “ok, essa meninas deve ser uma psicopata”, mas no fim eu acabei desejando ser mais “bruta” como ela, pois você percebe que ela tem muita atitude e não deixa barato. 

Ah. E não posso (ISSO SERIA UM CRIME) deixar de falar do Levi, eu acho que em algum momento acabei criando certa paixão pelo garoto, desejo profundamente ter pelo menos metadinha do bom humor desse garoto. A forma como Cath fala dos diferentes sorrisos dele, da forma como ele tratava todos bem, até mesmo aqueles que ele não conhecia, me faz querer ser uma pessoa melhor, me faz querer ser mais alegre com a vida. 

Eu só tenho elogios para distribuir sobre esse livro. Gostei da forma como é feita a narração, soa quase como se alguém estivesse lhe contando a história (é em terceira pessoa), cada vez que a autora colocava um “gente!”, eu quase podia ouvi-la dando uma entonação mais exagera a palavra. 

Cheguei a última página com muito pesar (não ao nível de Eragon), mas por outro lado com muito amor, muito feliz e animada. Pela primeira vez me senti totalmente na pele de um personagem principal, eu compreendo a Cath! 

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O post de hoje QUASE não sai, porque, mais uma vez, eu estava sem internet, mas para a minha sorte e felicidade da minha sanidade (depois de uma semana sem internet) a internet voltou e por isso hoje vai ter 5on5. 

Chega Dezembro, esse belo mês, e nós sempre caímos no cichêzinho do Natal, entretanto quem não gosta de um bom e velho clichê, né? Só para dar uma pitadinha de diferença, ao invés de pegarmos apenas coisas que representem o Natal, entramos em um acordo de também pegarmos coisas que representem o Natal de cada uma do grupo. Legal, não?

Eu particularmente amo a época do Natal principalmente pelo sentimento de união na minha família, é meio de lei todo mundo comemorar junto. Desde pequena eu fico esperando ansiosamente o Natal, é uma data que me trás boas lembranças. Arrisco dizer que essa é a minha data preferida do ano.

Ok. Não são muitas fotos, mas de qualquer forma, enjoy: 


Essa foto é do Natal (ou Ano Novo, agora não lembro exatamente) do ano passado, a foto ficou meio esquisita e engraçada, mas o que vale é o sentimento. Na frente está a minha irmã, logo atrás vem eu e as cabecinhas extras são os meus primos. 


Não sei se já falei que gosto muito da Barbie, caso eu não tenha dito: EU AMO A BARBIE! É coisa desde criança. Acho que no Natal de 2 ou 3 anos atrás eu não fazia ideia de qual presente pedir para minha mãe, então fomos na loja de brinquedos e eu comprei a Barbie e as irmãs dela e essa da foto é a minha preferida dessa ocasião <3


Essa coisinha é o xodó da minha mãe.


Esse foi um presente de Natal de mim para mim de uns 3 ou 4 anos atrás.


Esses não tem nada de especial, só são fofos mesmo haha


Essa estrela temos desde a nossa primeira árvore de Natal, o que já faz muito tempo. É uma tradição meu pai colocar ela no topo da árvore todo ano. Eu acho ela brega hahaha

Confira os outros blogs:
My Universe - Doce Timidez - Pequenos Vícios - Desopilar
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Já estou há alguns dias planejando de escrever sobre isso, então vamos lá. Hoje venho lhes recomendar uma ficstape, você pode se perguntar “mas o que raios é uma ‘fisctape’?”, eu não tenho muita certeza se é a definição exata, mas eu diria que são fanfics escritas com base em músicas. Por exemplo, no FFOBS direto tem alguma ficstape sendo lançada, lá o pessoal pega um determinado álbum e divide as faixas dos mesmo com quem quer escrever, por isso eu digo que são fanfics baseadas em musicas. 

Enfim, voltando ao ponto, está rolando a Ficstape Lu Indica. O Lu Indica é um Ask (Tumblr também), que pertence a Lu (é claro) e lá ela indica fanfics (obviamente). 

O ficstape começou no meio de Novembro e a data atual do encerramento é dia 23 de Dezembro, então se alguém ainda quer participar dá tempo, pois são shortfics, não precisa (e nem deve) sem algo muito longo. Você pode entrar nesse grupo, onde terão todas as informações, além do tópico onde você diz que música vai trabalhar, para evitar das pessoas pegarem musicas iguais, também tem a ficha da fanfic pra enviar para a Lu, além também de ficha para você solicitar um teaser trailer e capa para sua história. 

Eu estou vivendo um momento de nostalgia com KLB e por isso eu me inscrevi com a música A Cada 10 Palavras, eu já finalizei a minha shortfic, agora estou no (chato) processo de revisão. 

Se você gosta de se inspirar em musicas como eu e ainda somando um dose de desafio, a Ficstape Lu Indica é mais do que recomendado.
Links:
Ask Fm - Tumblr - Grupo do Facebook
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Divagando sobre a imprevisibilidade da vida e como ela pode nos tornar criativos sofredores.

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