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Cats Can't Write


Talvez seja a milionésima vez que eu sumi desse blog, mas acredito que nenhum sumiço foi tão longo quanto esse, até apareci para publicar um conto que escrevi para um concurso no Tumblr, mas ainda assim, não foi um retorno triunfal ao bom estilo Fênix. Não vou mentir, já faz algumas poucas semanas que penso em voltar para o CATS, porém não surgia um assunto realmente legal para abordar, até que descobri Abstrac – the art of design e a vida mudou (ou quase isso). 

Se você não faz ideia do que raios é Abstract, sente aqui e vamos conversar, pois você está prestes a descobrir uma das maiores joias da Netflix (em minha humilde opinião), ou pelo menos um conteúdo muito maneiro para quem curte arte e principalmente design. Bom, esse post vai ser um mix de resenha e o já conhecido “seis motivos para assistir”, que eu sempre faço quando assisto uma série. 

Abstract é uma série documental produzida pela própria Netflix, ela conta com oito episódios, cada um com uma média de 40 minutos de duração. A série é completamente focada em arte, cada episódio aborda um artista influente dentro de uma área do design (design gráfico, cenografia, fotografia, arquitetura, etc).

Não é algo maçante, que apenas lhe joga informações na cara.
Acredito que tem uma porção de pessoas que não gostam de documentários porque tem aquela ideia: alguém vai ficar falando sem parar, jogando informações na minha cara, vai me dar sono. Eu particularmente amo documentários, especialmente aqueles sobre assuntos que me interessam e Abstract é aquela série documental que eu precisava e não sabia.
Toda a série foi construída para que não fosse nada maçante, na verdade, bem divertido, já começando pela abertura própria de cada episódio, com uma música agitada e muita cor. Acho que dá para dizer que cada episódio segue duas linhas de tempo, uma seria o passado e história do artista apresentado, enquanto a outra é a equipe do documentário acompanhando um trabalho atual da pessoa, para que quem está assistindo não só entenda o trabalho e saiba de onde veio, mas principalmente veja como ele é feito.

Oito episódios, oito áreas diferente do design.
Cada episódio é focado em um artista e cada artista está inserido numa área diferente do outro, temos ilustrador, cenógrafa, designer gráfica, fotógrafo, arquiteto, etc. Eu costumo dizer que eu conhecia as obras e a série me fez conhecer os autores das mesmas, em pelo menos UM episódio você vai reconhecer alguma obra, seja um tênis da Nike, ou um palco montado pela Es Devlin. 
É interessante não só pelo lado de ver o trabalho do artista, mas perceber quantas áreas e quantas possibilidades de trabalho que existe dentro do design, pegando a Es de exemplo novamente, ela trabalha projetando palcos e cenários, não é sempre que vemos um palco incrível que pensamos em quem pode ter projetado e pensado em cada mínimo detalhe que compõe todo aquele cenário.

É uma imersão na mente do designer. 
A série não mostra apenas o trabalho artista, vai além disso, Abstract entra na vida do designer e mostra todo o processo de construção do trabalho, que muitas vezes são projetos que levam anos de execução. De forma quase pessoal, os artistas nos levam para dentro dos seus ambientes de trabalho, mostram seus instrumentos, a equipe que os acompanha, passamos a ver que aquele trabalho que para muitos é só uma imagem, ou só um prédio, ou apenas um cômodo cuidadosamente planejado, na verdade existe todo um processo criativo por trás, envolve muito mais do que apenas papel e cimento, existe sentimento ali, uma forma única e pessoal de desenvolver algo criativo, chamativo e intenso. 
Ainda podemos saber um pouco da trajetória do artista até o momento presente, vemos de onde veio, de onde surgiu o sonho, ou onde descobriram o que queriam fazer, e o caminho percorrido até o reconhecimento e influencia mundial. 

Não tem necessidade de assistir em ordem. 
Estamos acostumados com séries que é preciso assistir os episódios em ordem, caso contrário, você não vai entender bulhufas sobre o que está rolando. Sendo uma série documental em que cada episódio foca em uma área diferente do design, não existe necessariamente uma ordem, você é livre para criar a sua ordem. Você pode, por exemplo, começar por aquela área do design que gosta mais e ir até a que gosta menos, ou desconhece completamente. Eu descobri o quanto o design é parte fundamental de um veículo, ou algo que é quase lógico como em um tênis, eu nunca havia parado para pensar em todo o estudo e trabalho que existe por trás de um único par de tênis.  

Abstract também ganha estrelinha dourada por toda a parte técnica.
Apesar de eu não manjar muito no que diz respeito a parte técnica de filmes e séries, é evidente todo o cuidado técnico que deram a Abstract. Seja pelos enquadramentos que favorecem o assunto e deixa tudo mais equilibrado e belo, ou pela edição bem pensada para deixar tudo divertido, leve e nada maçante, a trilha sonora agitada que parecia dar ainda mais ritmo aos episódios, a fotografia... Tudo foi feito de forma que se encaixasse e principalmente: fosse um deleite aos olhos e ouvidos. 

É inspirador!
E não digo apenas no sentido de histórias inspiradoras, porque sem dúvida são histórias para se inspirar, mas digo no sentido artístico mesmo. Ver tantas obras magnificas, prédios gigantescos e de aparência estranha a primeira vista, ou um trabalho tipográfico que consegue passar toda uma mensagem apenas com a escolha da fonte, ou a valorização de um espaço pequeno através de projeções espetaculares, tudo contribui para você ser tomado pelo mais puro sentimento de inspiração. Eu terminei o episódio sobre a Paula Scher louca para abrir o Photoshop e fazer altas loucuras tipográficas (mas eu só fui para o episódio seguinte hehe), ou ainda o episódio de Platon, eu queria treinar fotografar rostos até conseguir transmitir tanto sentimento quanto ele faz em suas fotografias (é sério, se você nunca viu o trabalho desse homem, vale MUITO a pena conferir).


Eu vejo Abstract como uma grande homenagem à arte. A série mostra com delicadeza como todo esse mundo criativo é construído por pessoas diferentes, de áreas diferentes, que pensam diferente e criam de formas diferentes, mas de certa forma têm objetivos em comum, seja mudar algo, ou tornar algo mais belo, ou belo e confortável ao mesmo tempo. É uma coisa que fica muito clara, cada um começou com a ideia de melhorar algo, ou mudar algo. Tinker queria um tênis que tivesse um visual bonito e fosse confortável ao mesmo tempo, Bjarke criou prédios enormes e insanos em um lugar de construções clássicas e baixas, Es via em espaços pequenos potencial para grandes cenários e mudou aquela configuração simples de palcos de bandas. 

Bom, se você ainda não se permitiu conferir essa obra maravilhosa da Netflix, já lhe dei seis bons motivos para dar um play pelo menos no primeiro episódio, ou quem sabe naquele que apresenta o designer da área que você mais tem afinidade. A verdade é uma: Abstract vale o seu play. 

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Eu vi essa tag no blog da Beatriz, o Vestindo o Tédio (que por sinal, se você não conhece, confere aí!), e acho que não deve ser segredo algum que eu sou fã da Netflix, estou sempre falando dos filmes e séries que vejo no site, é muito amor que mal cabe em mim, então como boa fã que eu sou, não podia simplesmente deixar essa tag passar.


Quais são seus seriados favoritos para assistir no Netflix?
Não assisto muitas séries e as que assisto basicamente são originais da Netflix, não tem como eu escolher apenas uma, então vou dizer Demolidor e Stranger Things, meus bebezinhos.

Qual foi o último filme ou seriado assistido no Netflix? O que achou?
Até o momento que estou escrevendo esse post são: Very Good Girls (filme) e The Crown (série). Sobre Very Good Girls eu até pretendo falar sobre mais para frente, mas já adiantando, é um filme interessante, mas eu não gostei muito, não rolou um feeling entre nós e eu dei play nele pensando justamente o contrário, que eu gostaria por conta do tema. Quanto a The Crown, eu só assisti um episódio ainda, mas se a Netflix pagou 10 milhões de obamas para produzir a série, não deve ser algo ruim (quem está assistindo na verdade é minha mãe e ela está curtindo).


Vale deixar um gif desse moço bonito de Very Good Girls.

Se você pudesse escolher qualquer série, antiga ou nova para estar no Netflix, qual seria?
Eu acho que New Girl, assisti alguns episódios na televisão outro dia e achei a série divertida, procurei na Netflix e fiquei chateada por descobrir que não tinha. Eu peguei a série totalmente ao acaso na televisão, era um daqueles momentos que você fica zapeando procurando o programa menos pior e deu que descobri New Girl em uma dessas aventuras, mas não gosto de acompanhar série pela televisão, então já fica a dica Netflix ;)

Qual a sua maior reclamação sobre o Netflix?
Eu gosto tanto da Netflix, que praticamente não reclamado dessa linda, de verdade! Talvez poderiam atualizar com mais frequência filmes mais recentes, mas não é algo que me incomoda pra valer, pois com tanto filme para ver e rever (isso sem citar as séries), posso me distrair facilmente enquanto espero algo novo.

Quais são seus itens essenciais para uma maratona no Netflix?
Um sofá vago para me esticar e um pote de pipoca.

Você já assistiu alguma série original Netflix? Gostou?
Eu praticamente assisto só as originais, ver aquele “Original Netflix” parece que me atrai para a série (e os filmes também). Eu estou simplesmente amando essa parceria Marvel/Netflix, eles estão fazendo um trabalho maravilhoso com os heróis, Demolidor é a minha preferida, outras originais que assisti e gostei muito foram Stranger Things e Unbreakable Kimmy Schmidt, basicamente já falei das três séries aqui no blog.

Qual foi o último filme que você adicionou ao 'minha lista'?
O Maior Amor do Mundo.

Qual sua indicação de filme ou série?
Stranger Things sempre! Além de Unbrekable Kimmy Schmidt, para quem gosta de algo mais curto e quer dar muita risada, Demolidor, outra que vou sempre recomendar. Tem Luke Cage também, série incrível, com uma trilha sonora digna, e não nos esqueçamos de Jessica Jones. De filme tem The Fundamentals Of Caring, com o Paul Rudd, que também já falei sobre aqui no blog.

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TÍTULO ORIGINAL: It's Kind Of a Funny Story
SINOPSE: Craig (Keir Gilchrist), estressado com as demandas de ser um adolescente e assustado com sua tendência suicida, decide buscar ajuda em uma clínica psiquiátrica. Internado por uma semana, ele logo é acolhido por Bobby (Zach Galifianakis), que se torna seu mentor, e se encanta com Noelle (Emma Roberts).
DIREÇÃO: Ryan Fleck, Anna Boden
ELENCO: Keir Gilchrist, Zach Galifianakis, Emma Roberts
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 12 anos

Continuando a onda de resenhas de filmes, volto com mais um que vi na Netflix. 

Se enlouquecer, não se apaixone conta a história Craig, um adolescente que sob a pressão da escola, ir em busca de um futuro promissor, acaba se estressando a ponto de querer se matar e com medo de que acabe realmente fazendo isso, vai procurar ajuda em um hospital psiquiátrico. 

Esse foi um filme que eu terminei com os olhos marejados, tudo bem que não é muito difícil um filme me levar as lágrimas, mas isso não desvaloriza todo o sentimento real que o longa me passou.

Craig é apenas um adolescente, ele estuda em uma das escolar mais prestigiadas de New York, uma escola que prepara os adolescentes para uma boa universidade, para construírem um futuro promissor e bem sucedido. Acredito que Craig é aquela personificação de uma situação em que muitos jovens se encontram, quem nunca sentiu que ao chegar no terceiro colegial estava chegando ao fim da linha? Quando estamos para deixar o ensino médio, existe toda aquela pressão sobre o futuro, as pessoas parecem esperar que você se torne um adulto de um dia ao outro, todos querem que você faça uma boa faculdade e tem que ser um curso que depois vá dar algum dinheiro. Craig é essa pessoa, o pai quer que ele seja bem sucedido e toda essa pressão leva o rapaz ao limite a ponto de querer tirar a própria vida.

Mas de longe, Craig é o único personagem que merece destaque, apesar de ser o protagonista. Quando o jovem é internado no hospital psiquiátrico, logo ele conhece o estranho Bobby, aquele amigo improvável que você só conheceria em um momento especifico da vida, como a situação em que Craig se encontra. Também temos a Noelle, interpretada pela linda Emma Roberts, que acaba caindo nos encantos do acanhado Craig. 

O filme é sobre se encontrar, entender quem é você e o valor da vida. Em uma semana que Craig passa no hospital, ele se reencontra, descobre o que lhe motiva, descobre novos e improváveis amigos e assim como as pessoas à sua volta o ajudaram de alguma forma, ele também ajuda outros a se encontrarem, como por exemplo, Muqtada, um egípcio que divide o quarto com o Craig, um homem que passa os seus dias no hospital deitado em sua cama sem conversar com ninguém, é um personagem que tem um desfecho lindo no filme, rolou uma lágrima no meu rosto, e tudo porque Craig se permitiu ouvir alguém. 

É um filme que te deixa com o corpo leve após assisti-lo, trás de uma forma divertida e leve descobertas simples, que podem fazer a diferença em nossas vidas, que pode tornar essa nossa caminha mais leve. 

Uma das minhas cenas preferidas do filme, para você se convencer em assistir.
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Ultimamente parece que a única coisa que sei fazer é ficar horas em frente a Netflix, assistindo algum filme ou série, alguém discorda de que isso seja muito bom? ACHO QUE NÃO. Eu costumo falar individualmente dos filmes que assisto, mas como o ritmo de assistir filmes está bem mais rápido que o de escrever, vou mais uma vez fazer um apunhado dos últimos filmes e falar sobre os mesmos. Então segue uma lista de filmes incríveis para se ver na Netflix:

Hush – A morte ouve – 2015 
Sinopse: A autora Maddie Toung (Kate Siegel) vive uma vida isolada desde que perdeu sua audição quando era adolescente, se colando em um mundo de total silêncio.Porém, quando um rosto mascarado de um assassino psicótico aparece em sua janela, Maddie precisa ir além dos seus limites físicos e mentais para conseguir sobreviver.
Direção: Mike Flanagan
Gênero: Terror, suspense
Provavelmente o mais recente da lista, foi um filme que me surpreendeu de um jeito espantoso. Você não entende o nível de tensão que o filme passa até você assisti-lo, imagine só: uma escritora, surda e muda, vive isolada em uma casa no meio do nada, uma de suas vizinhas e amiga faz uma visita e vai embora, então nossa escritora está tranquilamente limpando a cozinha da sua casa, quando essa mesma amiga aparece do nada na sua porta gritando por socorro e toda ensanguentada, a porta está trancada, ela bate, grita, mas como falei, a escritora é surda. Agora você tem uma noção de como o filme segue, é cheio de cenas agonizantes, você vai se retorcer sim, vai querer entrar no filme e dar um help para a escritora, vai se retorcer mais um pouco. O que eu digo é: assista o filme.


O que fizemos do nosso feriado? – 2014 
Sinopse: O casal Doug e Abi decide viajar às planícies da Escócia com os três filhos pequenos, para comemorar o aniversário do pai de Doug. No entanto, os dois têm um segredo a esconder do resto da família, mas não será nada fácil manter a informação escondida com as crianças por perto...
Direção: Guy Jenkin, Andy Hamilton
Gênero: Comédia dramática
Não sei se já falei, mas sou super fã de filmes de comédia envolvendo família loucas, cheias de briguinhas internas e juntando isso à uma viagem, não tem como eu amar mais. Se você tem algum fraco por sotaque inglês, pois faça o favor de assistir o filme legendado e se deliciar com o sotaque de David Tennant e Rosamund Pike. Nesse filme, é impossível você não se encantar pelas três crianças (Lottie, Mickey e Jess), que roubam a cena com as suas travessuras, principalmente a pequena Jess e as coisas malucas que saem da sua boca. 


Amor a toda prova – 2011 
Sinopse: Cal Weaver (Steve Carell) tem quarenta e poucos anos e leva uma vida perfeita, com um bom emprego, filhos e um casamento com a namorada do colégio, Emily (Julianne Moore). Até que, ao descobrir que Emily o está traindo e quer o divórcio, sua vida desaba por completo. Forçado a voltar ao mundo dos solteiros, ele enfrenta as dificuldades habituais de quem não sabe mais como se portar para se aproximar de uma mulher. É quando entra em cena Jacob Palmer (Ryan Gosling), um amigo que passa a lhe dar algumas dicas.
Direção: John Requa, Glenn Ficarra
Gênero: Comédia, romance
Esse sem dúvida entrou para a minha lista de comédias românticas preferidas de todos os tempos. Logo de cara vemos um casal, Cal e Emily, Emily quer se separar, o que deixa Cal desconcertado e a partir desse ponto sua vida vai indo de mal a pior. Cal conhece Jacob, um sedutor, que passar a lhe ensinar essa arte, Jacob tem certo interesse em Hannah, uma garota que conheceu no bar um dia, a qual está pouco se lixando para Jacob. E temos Jessica, que é apaixonada por Cal, mas ela é apenas uma adolescente, enquanto ele tem idade para ser seu pai e como se já não fosse loucura suficiente, o filho do meio de Cal, Robbie, é apaixonado por Jessica, que é sua babá.  Se tem uma coisa que não vai faltar nesse filme é confusão e risada.

Penso o mesmo.

Ligados pelo amor – 2012 
Sinopse: Esta comédia dramática apresenta um escritor de sucesso (Greg Kinnear) que se torna cada vez mais obcecado por sua ex-esposa (Jennifer Connelly), a ponto de criar problemas em sua nova família.
Direção: Josh Boone
Gênero: Comédia dramática
E esse é o segundo filme da lista onde temos escritores, mas dessa vez é uma família de escritores (já fica a dica para os meus filhos que não existem ainda). Aqui nos deparamos com um família que foi afetada pela separação dos pais, o que acabou deixando o pai em um estado de espera, pois o mesmo acredita que sua esposa vai voltar, a filha mais velha não quer ver a mãe nem pintada de ouro, por conta de como as coisas terminaram, e o filho mais novo me pareceu estar meio perdido no meio disso tudo, vivendo a sombra da irmã, que está para publicar o primeiro livro, ele só quer se encontrar. É um filme sentimental e muito emocionante. 


Donnie Darko – 2001 
Sinopse: Donnie (Jake Gyllenhaal) é um jovem brilhante e excêntrico, que cursa o colegial mas despreza a grande maioria dos seus colegas de escola. Donnie tem visões, em especial de um coelho monstruoso o qual apenas ele consegue ver, que o encorajam a realizar brincadeiras destrutivas e humilhantes com quem o cerca. Até que um dia uma de suas visões o atrai para fora de casa e lhe diz que o mundo acabará dentro de um mês. Donnie inicialmente não acredita na profecia, mas momentos depois um avião cai bem no telhado de sua casa, quase matando-o. É quando ele começa a se perguntar qual o fundo de verdade da sua previsão.
Direção: Richard Kelly
Gênero: Drama, suspense
Eu terminei esse filme com um imenso ponto de interrogação no meio da cara, apesar dele ter ficado um bom tempo na minha lista do Netflix, o que realmente me convenceu em assisti-lo foi o Pipocando, que para quem não conhece, é um canal do YouTube que basicamente fala de filmes (muito bom o canal, diga-se de passagem). O filme fala sobre viagem no tempo, coisas estranhas acontecendo, por exemplo, um coelho sinistro aparecendo para Donnie e dizendo coisas estranhas, tipo a data em que o mundo vai acabar, mas para toda essa loucura existem teorias, que podem ou não ajudar o filme fazer mais sentido em sua cabeça (no Pipocando tem um vídeo sobre isso).

Olha o nipe do filme...

Chicago – 2003 
Sinopse: Velma Kelly (Catherine Zeta-Jones) é uma famosa dançarina que é também a principal atração da boate onde trabalha. Após matar seu marido, Velma entra em uma seleta lista de assassinas de Chicago, a qual é controlada por Billy Flynn (Richard Gere), um advogado que busca sempre se aproveitar ao máximo da situação. Ao contrário do se esperava, o assassinato faz com que a fama de Velma cresça ainda mais, tornando-a uma verdadeira celebridade do showbizz. Enquanto isso a aspirante a cantora Roxie Hart (Renée Zellweger) sonha com um mundo de glamour e fama, até que mata seu namorado após uma briga. Billy fica sabendo do crime e decide adiar ao máximo o julgamento de Velma, de forma a poder explorar os dois assassinatos ao máximo nos jornais. Assim como ocorreu com Velma, Roxie também se torna uma estrela por causa de seu crime cometido, iniciando uma disputa entre as duas pelo posto de maior celebridade do meio artístico.
Direção: Rob Marshall
Gênero: Comédia musical, drama
Esse é mais um da lista que ficou muito tempo guardado na minha lista da Netflix e eu assisti por causa do Pipocando. Eu gosto muito de musicais e quando Chicago foi citado no vídeo do Pipocando, sobre as melhores danças em filmes, eu pensei “hmm, vou assistir!”. É divertida a forma como a filme pega a realidade em que as personagens se encontram, na cadeia, e transforma tudo em um grande show, elas cantam suas histórias como se estivessem sobre um palco. 


A primeira vez – 2012 
Sinopse: Dave (Dylan O'Brien) é platonicamente apaixonado pela melhor amiga Jane (Victoria Justice). Já Aubrey (Britt Robertson) namora Ronny (James Frecheville), um músico que não a compreende. Em uma sexta à noite, os caminhos de Dave e Aubrey se entrelaçarão, e ao longo do fim de semana muitas descobertas serão feitas pelo casal.
Direção: Jon Kasdan
Gênero: Romance, drama, comédia
Comecei a assistir esse filme sem qualquer expectativa, não sabia bem o que esperar dele, A primeira vez se mostrou um filme divertido, apaixonante e delicado, se é que posso chamar assim. Aubrey é uma garota com um jeito lindo de se ver o mundo, conforme Dave a vai conhecendo, você vai se encanto por Aubrey na mesma medida que o rapaz. Apenas assista!


O lobo de Wall Street – 2013 
Sinopse: Durante seis meses, Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) trabalhou duro em uma corretora de Wall Street, seguindo os ensinamentos de seu mentor Mark Hanna (Matthew McConaughey). Quando finalmente consegue ser contratado como corretor da firma, acontece o Black Monday, que faz com que as bolsas de vários países caiam repentinamente. Sem emprego e bastante ambicioso, ele acaba trabalhando para uma empresa de fundo de quintal que lida com papéis de baixo valor, que não estão na bolsa de valores. É lá que Belfort tem a ideia de montar uma empresa focada neste tipo de negócio, cujas vendas são de valores mais baixos mas, em compensação, o retorno para o corretor é bem mais vantajoso. Ao lado de Donnie (Jonah Hill) e outros amigos dos velhos tempos, ele cria a Stratton Oakmont, uma empresa que faz com que todos enriqueçam rapidamente e, também, levem uma vida dedicada ao prazer.
Direção: Martin Scorsese
Gênero: Biografia, drama
Por muito tempo me senti como a única pessoa no mundo que ainda não havia assistido esse filme, até que finalmente tomei vergonha na cara e dei o maldito play. É como dizem, é um filme que você jamais deve assistir na presença dos pais, mas vendo que já assisti Game Of Thrones com a minha mãe, acho que já superei isso. É um filme louco, com dinheiro voando para todo lado, você quase fica doidão junto de tanta droga que os caras usam, tem sexo adoidado, nunca vi tantos peitos em um único lugar. 


Quais filmes da lista vocês já assistiram? E quais ainda pretender ver?
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TÍTULO ORIGINAL: Precious - Based on the Novel 'Push' by Sapphire
SINOPSE: 1987, Nova York, bairro do Harlem. Claireece "Preciosa" Jones (Gabourey Sidibe) é uma adolescente de 16 anos que sofre uma série de privações durante sua juventude. Violentada pelo pai (Rodney Jackson) e abusada pela mãe (Mo'Nique), ela cresce irritada e sem qualquer tipo de amor. O fato de ser pobre e gorda também não a ajuda nem um pouco. Além disto, Preciosa tem um filho apelidado de "Mongo", por ser portador de síndrome de Down, que está sob os cuidados da avó. Quando engravida pela segunda vez, Preciosa é suspensa da escola. A sra. Lichtenstein (Nealla Gordon) consegue para ela uma escola alternativa, que possa ajudá-la a melhor lidar com sua vida. Lá Preciosa encontra um meio de fugir de sua existência traumática, se refugiando em sua imaginação.
DIREÇÃO: Lee Daniels
ELENCO: Gabourey Sidibe, Mo'Nique, Paula Patton
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 16 anos

Eu sumi? Sim! Eu sumi mais uma vez, mas isso tem uma explicação: meu notebook queria se aposentar. Então acabei levando alguns dias (muitos na verdade) para resolver esse b.o., era para essa resenha ter saído há semanas, mas como dizem, antes tarde do que nunca, então vamos lá:

Preciosa é um filme que eu vinha há um bom tempo querendo assistir, pois comecei a vê-lo uma vez que o Telecine ficou free (dias felizes!), mas deu que eu tive que parar e nunca mais fui atrás para ver, até que a Netflix (já falei que amo?!) colocou o filme no seu catálogo, eu não sai correndo assistir, porém o dia chegou e finalmente fui agraciada com a honra de ver esse filme. 

Preciosa – Uma história de esperança conta a história de Claireece Precious, uma adolescente, que vive no Harlem na década de 80. Aos 16 anos, Presious está a espera do seu segundo filho e por conta disso é suspensa da escola, no entanto, a diretora dá a ela a opção de ingressar em uma escola alternativa, um lugar que acaba virando a rota de escape da realidade cruel em que vive. 

Eu acredito que Preciosa é um daqueles filmes que é impossível você não sentir nada assistindo, eu senti raiva, compaixão, apreensão. Meu nível de indignação foi lá em cima ao ver a realidade com a qual Presious tinha que lidar, ela é violentada pelo próprio pai, o que resulta em duas gravidez, a mãe deixa bem claro que a odeia e pasmem: a odeia porque o marido prefere a filha do que ela!!!!!!! Tem coisa mais digna de raiva do que isso? 

Se você já assistiu O bom filho à casa retorna vai reconhecer logo de cara a louca da Betty, dessa vez como Mary, a odiada mãe de Preciosa. Betty foi uma personagem que me fez rir horrores, agora como Mary, Mo’Nique me fez querer esgana-la. Ela é aquele personagem horrível, que você nunca sabe ao certo o que esperar dele e sem querer dar spoiler, tem uma cena que você fica com o coração na mão, pois não faz ideia do que Mary pode estar planejando fazer. Pois prepare o coração, essa personagem vai te fazer quase enfartar de tanta raiva. 

Mas nem só de personagens cruéis o filme é feito, além da incrivelmente valente Preciosa, temos a maravilhosa Ms. Rains, a professora que leciona na escola alternativa, ela tem um papel importantíssimo na vida de Preciosa, indo muito além da sala de aula. 

Como pode ver, o filme trata de um assunto bem pesado, mas se engana quem pensa que é um drama do inicio ao fim, pelo contrário. Toda a trama é narrada pela Precious, ou seja, temos uma visão bem pessoal e particular sobre os acontecimentos, então em vários momentos do filme temos a protagonista divagando a respeito daquilo que ela acredita, sobre o que está passando e principalmente sobre como ela queria que sua vida fosse, que acaba rendendo cenas divertidíssimas dela se imaginando como uma pessoa famosa, sendo cortejada por um rapaz que goste dela, cria-se um contraste incrível entre a dura realidade em que ela se encontra, com um mundo colorido dentro de sua mente. 

Presious trás uma história linda sobre superação, mostra que com um pouquinho de força de vontade e com boas pessoas a sua volta, podemos chegar onde quisermos. E o filme termina com uma frase dizendo que é uma homenagem para todas as Preciosas do mundo, tem como não amar?

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Eu acho meio estranho ter que falar "na Netflix", mas já que a mesma diz ser ela, quem sou eu pra discordar u-u 

Netflix é provavelmente um dos meus assuntos preferidos, Netflix é a melhor amiga para momentos solitários, ou que se não tem nada para fazer. Netflix é igual vida, ou seja, assistindo eu estou vivendo. 

Minha proposta hoje é trazer alguns filmes disponíveis na Netflix, que eu particularmente amo e recomendo. Confere ai:

Sicario – Terra de Ninguém (2015)
Sinopse: A CIA está preparando uma audaciosa operação para deter o grande líder de um cartel de drogas mexicano. Kate Macy (Emily Blunt), policial do FBI, decide participar da ação, mas logo descobre que terá de testar todos os seus limites morais e éticos nesta missão.
Gênero: Suspense, policial
Um filme que me deixou muito curiosa na época que eu estava para postar Aniquilação nas internets. Fui atrás de alguns filmes para fazer gifs e dei de cara com os trailers desse filme. Quando vi que ele estava disponível na Netflix nem preciso dizer que quase surtei, fui mais do que depressa assistir e ele não me decepcionou, pelo contrário foi um filme que me deixou pensando nele durante dias. Não posso garantir que o filme vai agradar a todos, porque tenho amigos que falaram que não conseguiram nem assistir inteiro, mas se a minha opinião vale de alguma coisa, recomendo que você ao menos tente, porque eu gostei de mais. 


Os Oito Odiados (2016)
Sinopse: Durante uma nevasca, o carrasco John Ruth (Kurt Russell) está transportando uma prisioneira, a famosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh), que ele espera trocar por grande quantia de dinheiro. No caminho, os viajantes aceitam transportar o caçador de recompensas Marquis Warren (Samuel L. Jackson), que está de olho em outro tesouro, e o xerife Chris Mannix (Walton Goggins), prestes a ser empossado em sua cidade. Como as condições climáticas pioram, eles buscam abrigo no Armazém da Minnie, onde quatro outros desconhecidos estão abrigados. Aos poucos, os oito viajantes no local começam a descobrir os segredos sangrentos uns dos outros, levando a um inevitável confronto entre eles.
Gênero: Faroeste
Junte Tarantino e Faroeste, eu já corro atrás. Esse filme eu cheguei a assistir na época que estava no cinema e não me decepcionei, não sei se é coisa da minha cabeça, mas ele parece demorar um pouco a pegar ritmo em comparação aos outros filmes do senhor Tarantino, mas na hora que pega, segure-se na cadeira/cama/sofá/etc. 


The Fundamentals Of Caring (2016)
Sinopse: Um homem que sofreu grandes perdas em sua vida entra em um curso que muda suas perspectivas de vida.
Gênero: Drama, comédia
Um filme original da Netflix, posso estar falando alguma merda, mas se não me engano é baseado em um livro. The Fundamentals Of Caring é um filme de road trip, que é um tema que me atrai muito, adoro história de estrada. É um filme divertido, tem lá alguns clichês e alguns deslizes, porém não foi motivo para eu gostar menos do filme, eu ri, chorei, ri de novo.


Virada Radical (2006)
Sinopse: Haley Graham (Missy Peregrym) é uma ex-ginasta que teve problemas com a lei e, por causa disto, recebeu como pena ter que trabalhar em uma academia de ginastas comandada por Burt Vickerman (Jeff Bridges), um técnico linha-dura. Haley odeia o trabalho, pois faz com que retorne ao mundo de regras rígidas que ela quer esquecer. Porém aos poucos seu amor pelo esporte renasce, fazendo com que ela aprenda lições sobre como fazer as coisas por conta própria.
Gênero: Comédia
Em mês de Olimpíada acontecendo em nossa terrinha, vamos falar sobre um filme de ginástica olímpica. Eu tenho uma historinha com esse filme: a primeira vez que o assisti foi há um tempão, na Sessão da Tarde, comecei sem muita pretensão e amei, acabou o filme e eu não havia visto o nome do mesmo, foram anos de busca (ok, eu não fiquei literalmente buscando por anos, mas sempre lembrava dele), até que algum anjo do elenco da Marvel (não me lembro quais dos meninos) começou a namorar com a menina que fez o papel principal desse filme e então eu o reencontrei! Uma bela história, não? NÃO! Não sei porque contei isso, mas contei. Resumindo, se ainda não assistiu o filme e gosta de ginástica olímpica, cá está uma opção legal dentro do tema. 


Simplesmente Acontece (2014)
Sinopse: Os jovens britânicos Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Claflin) são amigos inseparáveis desde a infância, experimentando juntos as dificuldades amorosas, familiares e escolares. Embora exista uma atração entre eles, os dois mantêm a amizade acima de tudo. Um dia, Alex decide aceitar um convite para estudar medicina em Harvard, nos Estados Unidos. A distância entre eles faz com que nasçam os primeiros segredos, enquanto cada um encontra outros namorados e namoradas. Mas o destino continua atraindo Rosie e Alex um ao outro.
Gênero: Comédia, romance
Um dos primeiros filmes que assisti quando trouxe Netflix para minha vida. Comecei a vê-lo sem dar muito crédito e terminou que eu me apaixonei por ele. É uma história divertida e trágica ao mesmo tempo, você chora com cada derrota de Rosie, vibra com cada vitoria da mesma e claro, tem o OTP também, assisti o filme apoiando o OTP. 


Super 8 (2011)
Sinopse: Joe Lamb (Joel Courtney) perdeu a mãe há pouco tempo, o que fez com que seu relacionamento com o pai (Kyle Chandler), um policial dedicado que não sabe como se comportar com o filho, se deteriorasse. Fã de cinema e estudioso de maquiagem, ele se diverte ao lado dos amigos Charles (Riley Griffiths), Martin (Gabriel Basso) e Cary (Ryan Lee) ao tentar rodar um filme caseiro para participar de uma competição local para jovens cineastas. Joe logo se anima quando Charles convida Alice Dainard (Elle Fanning) para o elenco, já que está a fim dela. O grupo vai de madrugada rodar, às escondidas, uma cena na estação ferroviária local. É quando uma caminhonete se choca com um trem, provocando um descarrilhamento de grandes proporções. Logo o local está cercado pelo exército, que procura algo que estava alojado em um dos vagões. Estranhos desaparecimentos começam a acontecer na pequena cidade de Lillian, primeiro de motores de carro e depois de pessoas.
Gênero: Ficção cientifica 
Um dos meus filmes preferidos, até cheguei a cita-lo no post sobre seis motivos para assistir Stranger Things. No filme temos um grupos de crianças, que são amigos, eles estão filmando um filme caseiro, a fim de participar de um concurso (não me lembro exatamente agora, SORRY!), vemos todos os estranhos eventos que acontecem na cidade cidade pelo ponto de vista dos meninos. Adoro! PS: não pare o filme antes dos créditos, pois enquanto rolam os créditos passa o filme caseiro dos meninos, é hilário. 


The Duff (2015)
Sinopse: A jovem Bianca (Mae Whitman) descobre um dia que foi escolhidas pelas amigas de colégio como uma DUFF (Designated Ugly Fat Friend), ou seja uma amiga feia para que elas se pareçam ainda mais bonitas em comparação. Revoltada, Bianca pede a um atleta popular da escola para ajudá-la a melhorar o seu visual.
Gênero: Comédia
Já falei desse filme em um dos posts sobre os meus filmes preferidos que se passam no colegial, porém vou voltar a falar sobre ele, só porque eu gosto muito do mesmo. Olha, eu vou admitir que a primeira vez que vi algo sobre o filme, eu não dava nada para ele, tanto que comecei a assisti-lo no Netflix já pensando que estaria perdendo o meu tempo. Pois paguei a língua! O filme é muito divertido, fala sobre se auto aceitar, sobre amizade, sobre romance também. É um filme que faz jus a boa e velha história de colegial, que muitos amam (eu!). 


Qual Seu Número? (2011)
Sinopse: Boston. Ally Darling (Anna Faris) fica horrorizada ao ler, em uma revista feminina, que as mulheres têm em média 10,5 parceiros sexuais ao longo da vida. Acreditando que o número é baixo demais, ela puxa da memória todos os homens com quem já transou e passa a investigar junto a amigas qual é o número delas. É quando percebe que já teve relações sexuais com 19 homens, um número bem acima das colegas. Para piorar ainda mais a situação, a matéria diz que as mulheres que tiveram 20 ou mais parceiros têm muito mais dificuldades para se casar. Logo, a saída para Ally é procurar seus ex-namorados para ver se, com o tempo, algum deles melhorou de forma que possa ser seu marido, já que desta forma não chegará à marca dos 20. Para cumprir a missão ela conta com a ajuda de Colin Shea (Chris Evans), seu vizinho mulherengo que tem habilidade para investigar outras pessoas. Em troca Ally passa a ajudá-lo a escapar das mulheres que leva para cama, que por vezes teimam em não ir embora tão logo a relação sexual termine.
Gênero: Comédia
Um motivo para assistir: Chris Evans! Afinal quem nesse mundo não gosta da fofura do Chris Evans?! Mas caso você esteja nesse grupo que não se contagia pela personalidade divertida do Chris (sério, quem é você?!), Qual Seu Número? é uma comédia romântica, ou seja, momentos para rir não vão faltar. A nossa protagonista, interpretada pela Anna Faris (esposa do Star Lord, aka, Peter Quill, aka, Chris Patt), vai atrás dos seus ex-namorados em busca de descobrir qual deles pode ser o grande amor da sua vida, tem tudo para dar errado.



Pequena Miss Sunshine (2006)
Sinopse: Nenhuma família é verdadeiramente normal, mas a família Hoover extrapola. O pai desenvolveu um método de auto-ajuda que é um fracasso, o filho mais velho fez voto de silêncio, o cunhado é um professor suicida e o avô foi expulso de uma casa de repouso por usar heroína. Nada funciona para o clã, até que a filha caçula, a desajeitada Olive (Abigail Breslin), é convidada para participar de um concurso de beleza para meninas pré-adolescentes. Durante três dias eles deixam todas as suas diferenças de lado e se unem para atravessar o país numa kombi amarela enferrujada.
Gênero: Comédia, drama
Mais um dos meus filmes preferidos. Uma das coisas mais incríveis nesse filme é você ver a desconstrução (ou reconstrução) de cada personagem no decorrer da trama, nem um deles termina o filme da mesma forma como começaram. É um filme para você terminar com um sorriso no rosto e querendo estar com eles dentro daquela combi amarela.




Bom, aqui estão alguns filmes que eu sou praticamente fã de carteirinha (e que provavelmente já assisti mais de uma vez cada um). Façamos uma troca, quais filmes que não estão na lista você recomendaria?



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Divagando sobre a imprevisibilidade da vida e como ela pode nos tornar criativos sofredores.

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