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Cats Can't Write


Já não é segredo algum que eu sou mega viciada na série do Demolidor. Quando finalmente assinei Netflix, em julho do ano passado, Demolidor foi uma das primeiras coisas que assisti, eu acabei com a primeira temporada em um final de semana, um tempo recorde para uma pessoa que simplesmente não assiste séries, são poucas as que conseguem me conquistar para assistir esporadicamente, agora assistir tudo em um único tiro só Demolidor e Unbrekable Kimmy Schmidt conseguiram o feito.

Sendo essa pessoa difícil para séries como eu sou, o que raios tem em Demolidor que me viciou? Confira a lista e em seguida faça o favor à você mesmo e vá assistir a série. Obrigada, de nada!

MOTIVO

Uma série sem “papas na língua”
Sem papas na língua não é bem a expressão certa, mas é essa que eu vou usar. Quem acompanha o MCU já está acostumado com super herói levando porrada e nem sangrar, Demolidor já vai totalmente no oposto. A série tem censura +16 no Brasil, praticamente em todos os episódios tem pancadaria, tem Demolidor batendo ou apanhando, é uma coisa frenética, te deixa pilhado. Então se você gosta de uma boa luta (é quase uma arte), uns gritos de dor, sangue, ossos quebrando, vai por mim, Demolidor vai agradar o seu lado violento que talvez nem sabe que existe. 

AAAAAAAAAAAAAaaaaah.

Vilões danados de bons que são ruins
Temos Wilson Fisk, cara que você ama odiar, ou odeia amar. Responsável por tirar o sono de Matt durante toda a primeira temporada e não duvido nada que ele volte a assombrar o Demolidor. Também temos Justiceiro, ele não é bem vilão, só é um ser humaninho bom, que ficou meio pancada, e resolveu fazer justiça da forma mais agressiva possível. Quem não se identifica *-* ? Quem as vezes não tem vontade de pegar uma três oitão e fazer justiça pelas ruas? É a coisa MAIS normal do mundo!

Essa cena me arrepia até a sobrancelha.

Matt Murdock
Convenhamos, ele é motivo para assistir a série, afinal ele é o motivo dela. Um cara bacana durante o dia, que usa gravata, tem um trabalho honesto, é gente do bem. De noite vira o demônio, literalmente, mete porrada em pessoas ruins, não é mais tão ceguinho, bate muito nos vilões, porém não mata, mesmo assim talvez morram por ter apanhado muito, MAS DEMOLIDOR NÃO MATOU! 

YOU GET THE BEST OF BOTH WORLDS

Foggy Nelson
Vou falar também do melhor amigo e sócio do Matt, porque eu adoro ok amo ele. Também é uma pessoa bacana, um bom amigo, que sempre cobre o Matt quando o mesmo dá algum bolo. O Foggy tem um desenvolvimento MARAVILHOSO na segunda temporada, ele deixa de ser só o sócio, só o amigo, ele ganha voz, ele se impõe diante do Matt. 


Universo ligado ao MCU
Demolidor está inserido dentro do universo dos filmes da Marvel, tanto que em alguns momentos temos algumas citações ou referencias ao mundo não tão distante dos Vingadores, por exemplo. Mas apesar da série estar ligada ao MCU, ela não depende e nem se apoia nas coisas que estão acontecendo nos filmes, a série tem a sua própria história, ela se sustenta sozinha, ela não depende dos filmes e tão pouco é influenciada demasiado por eles. Eu só quero ressaltar: MINHA CAMPANHA PARA O DEMOLIDOR APARECER NO MCU AINDA PERMANECE! De nada, Marvel. 

Não achei gif de referência, mas apareceu isso na pesquisa, 
interprete como quiser u-u

E as coisas nem sempre ficam bem no fim do dia
Nos filmes não existe muito espaço para vermos o que acontece com os heróis depois de uma batalha épica (em Guerra Civil mostrou um pouco), eles podem ser super, mas permanecem humanos e alguma marca há de ficar, seja física ou emocional (nós vimos isso acontecer com o Tony). Na série a medida que os episódios vão correndo vamos vendo as consequências do Matt se colocar na linha de frente do combate ao crime, parece que existe a pessoa Matt Murdock e a pessoa Demolidor, mas no fim eles são apenas um e as decisões de um colidem com a realidade do outro. A série nos mostra esse conflito de ter uma vida dupla. 



Por favor, alguém me diga que está convencido que Demolidor é uma série que vale a pena o play! Vocês estão ouvindo isso de uma pessoa muito difícil para séries, então tomem isso como mais um ponto positivo, Daredevil conquistou até o coração mais duro para séries. 

Brincadeiras a parte (mas não era brincadeira), eu posso ter deixado algum detalhe digno de ser ressaltado, porque sou desse tipo de pessoa que esquece as coisas. Se você já assistiu Demolidor, concorda? O que mais ressaltaria? Se você ainda não assistiu ESTÁ ESPERANDO O QUE, MEU FILHO? O próximo passo é eu bater na porta da sua casa e te forçar a assistir... Espero não precisar fazer isso :)

Vai querer mesmo ver isso acontecer na porta da sua casa?!
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Em uma bela tarde de algum dia, que não me recordo qual era, decidi fotografar só mais um pouquinho as minha cadelas, afinal eu NEM tenho fotos delas, certo? Ai junta-se uma boa luz e a paixão por fotografias P&B, é claro que vai sair um monte de fotografias P&B de cães. 

Confira abaixo o resultado desse dia: 









Nesse dia elas estavam incrivelmente quietas, foi tão fácil fotografa-las que nem acreditei, acho que finalmente estão aprendendo a serem profissionais.


Aviso meio off, mas não tão off: fiz um Twitter novo para o blog, por motivos de eu ficar tagarelando várias inutilidades no antigo, então para manter algo mais focado no blog, criei uma conta para usar apenas com o blog. Eu já coloquei a preview do perfil ali no canto, mas vou deixar o link aqui. SIGAM O CATS NO TWITTER! Juro que agora não vou ficar choramingando ou xingando na sua timeline ;)
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TÍTULO ORIGINAL: Begin Again
SINOPSE: Uma cantora (Keira Knightley) se muda para Nova Iorque, mas logo após chegar no local, seu namorado americano decide terminar o relacionamento. Em plena crise, ela começa a cantar em bares, até ser descoberta por um produtor de discos (Mark Ruffalo), certo de que ela pode se tornar uma estrela.
GÊNERO: Drama, romance, musical
DIREÇÃO: John Carney
ELENCO: Keira Knightley, Mark Ruffalo, James Corden
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 12 anos

Preparem-se para ler a resenha mais cheia de amor a respeito de um filme, pois é tudo o que eu senti assistindo Mesmo Se Nada Der Certo. SÓ AMOR!

Em um cenário todo musical, Mesmo Se Nada Der Certo nos trás Gretta (Keira Knightley), uma inglesa que está prestes a deixar New York a fim de voltar para casa, porém um dia antes de sua volta, o seu caminho se cruza com o de Dan (Mark Ruffalo), um produtor musical falido, que acabou de ser demitido da gravadora que ajudou a construir. Ao ouvir a inglesa cantando uma música inédita no bar, ele se encanta por ela e vê que ali tem um futuro na música, esse pode ser o talento que ele vinha procurando há anos. 

Já vou começar elogiando a trilha sonora MARAVILHOSA desse filme, eu até nomeei na minha playlist como a “a playlist da calma e da serenidade”, porque é exatamente isso que você sente ao ouvir as músicas desse filme, seja na voz da Kiera, ou do incrível Adam Levine! As músicas ajudam totalmente a compor todo o cenário e a emoção do filme.


Mesmo Se Nada Der Certo é um filme onde temos New York como um dos protagonistas de toda a história, não tem como você não querer ser próximo da cidade ao assistir o filme, você quer fazer parte daquele lugar. Ali se torna um lugar onde sonhos crescem, ou morrem, um lugar onde você pode se perder, ou se encontrar, um lugar onde você pode crescer. Tem uma frase que Dan diz, que acho que pode explicar bem isso: Ninguém vem a New York e vai embora sem que algo ruim tenha lhe acontecido.

É um filme com várias história paralelas, porém todas ligadas de alguma forma, quando Gretta e Dan se encontram no bar vemos o mundo destruído de Dan invadir a vida sem muito rumo de Gretta, ela passa a interagir com a família destruída do produtor, que no decorrer do filme tem um desenvolvimento incrível, vemos a sua filha Violet, uma adolescente solitária se encontrar através da música. Mesmo Se Nada Der Certo (ai, que nome longo!) pega pessoas que de alguma forma estão perdidas ou quebradas e na interação de uma com as outras, o envolvimento que acabam tendo os ajudam a se encontrarem. 


Ao terminar esse filme eu quis arrumar minhas malas e de alguma forma voar para NY, eu queria de alguma forma fazer parte daquele mundo. 

Eu decidi assistir esse filme após vê-lo em uma lista de filmes que te deixam com uma boa sensação após assisti-lo e foi com muita alegria e inspiração que eu terminei esse filme com uma sensação de leveza e felicidade. 

A PLAYLIST DA CALMA E DA SERENIDADE <3 font="">

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Sinopse: Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Sua vidinha ainda inclui o trabalho como garçonete num café de sua pequena cidade - um emprego que não paga muito, mas ajuda com as despesas - e o namoro com Patrick, um triatleta que não parece muito interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor tem 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de ter sido atropelado por uma moto, o antes ativo e esportivo Will agora desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Sua vida parece sem sentido e dolorosa demais para ser levada adiante. Obstinado, ele planeja com cuidado uma forma de acabar com esse sofrimento. Só não esperava que Lou aparecesse e se empenhasse tanto para convencê-lo do contrário.

Uma comovente história sobre amor e família, Como eu era antes de você mostra, acima de tudo, a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado.

Nesse mês de Junho, chega aos cinemas uma das adaptações mais aguardadas do ano, a do livro Como eu era antes de você (originalmente, Me before you), da escritora Jojo Moyes, também autora de A última carta de amor. O filme já conta com dois trailers que trazem cenas com toda a essência do livro e também a música Photograph do cantor Ed Sheeran na trilha sonora, que SIM, faz toda a diferença! Eu, por exemplo, acabei chorando enquanto assistia, e como boa guerreira que sou, tomei minha dose de coragem, e prometi que iria ler antes da estréia. Ganhei o livro como presente de viagem para casa de parentes há um tempo, no entanto estava jogado ao relento numa pilha de livros que eu sempre compro e demoro séculos para ler. Vai dizer que não faz isso também? Sem julgamentos. Depois da leitura, me arrependi de não ter começado antes!

Como eu era antes de você é narrado pela nossa protagonista (com exceção de poucos capítulos com outros pontos de vista) Louisa Clark, que acabou de perder o emprego e está sem nenhuma perspectiva na vida, já que precisa arrumar rápido um emprego para ajudar nas despesas da família. Ela aceita qualquer coisa — menos trabalhar numa fabrica de frango —, e surge a oportunidade de última hora de ser ajudante de Will Traynor, que ao sofrer um acidente, acaba tendo graves consequências, e passa seus dias enfurnado dentro da própria casa, ranzinza e sem vontade de viver. Nenhum dos dois sabe o quanto esse encontro vai mudar a vida de cada um. 

Ao ler uma sinopse dessas, você já deve imaginar como deve ser o desenrolar da historia: mocinha meiga que faz de tudo para melhorar a vida do patrão chato, e vivem uma grande historia de amor, certo? Errado! Mas foi exatamente isso que eu pensei, admito com um pouco de vergonha esse meu “pré-conceito”. A história já começa com uma cena tensa de flashback, e logo passa para os dias atuais. 

Louisa é alegre, falante, e veste as roupas mais loucas que você pode imaginar, completamente o oposto de Will, que é melancólico, sarcástico e faz de tudo para deixar a pobre Clark nas maiores saias justas. Entretanto, nem sempre ele foi assim. Era um jovem elétrico, que adorava a vida, tendo altas aventuras, como mergulhos, escalando montanhas, tudo que pudesse dar adrenalina, amava seu corpo e se exercitar, por isso é tudo tão difícil após o acidente. Sua nova vida é bem limitada, e com a chegada da garota, tudo muda novamente. Depois de descobrir um segredo da família Traynor, Clark fará de tudo para que Will consiga ver graça na vida novamente. Durante o livro, acompanhamos varias ideias que ela insiste que vão mudar o modo de pensar do rapaz, como, saídas de casa para lugares novos, viagens loucas, ou qualquer coisa que possa fazê-lo feliz. Mesmo quando as coisas não saem como o esperado, ela não se deixa abater. 

A obra tem vários pontos positivos como uma leitura leve e contínua mesmo abordando temas pesados, sendo muito fácil mergulharmos de cabeça na história e realmente vivê-la. A cada capítulo eu me envolvia mais em tudo aquilo, descobrindo mais coisas sobre os personagens e ficando com o coração apertado a cada desfecho novo. Os personagens são bem construídos, e o leitor consegue se identificar com a grande maioria deles. Nada daqueles personagens que são 100% bons ou ruins. Eles são humanos, com defeitos e qualidades, como eu e você, por isso é tão fácil ver o amadurecimento deles durante toda a trama. A ajuda mútua entre os dois protagonistas é muito forte, e vemos o quanto eles se esforçam um pelo outro. 

Eu simplesmente adorei a família da Clark, mesmo com as dificuldades do dia-a-dia, vemos que eles se importam uns com os outros, são para cima, e vivem como podem. O pai dela foi o que eu mais gostei, sempre de poucas palavras, mas muito caloroso. Sua mãe com as teorias mais loucas do mundo, não consegue ficar parada, e é fanática por limpeza. Sua irmã mais nova, Katrina, engravidou cedo, e teve que deixar a faculdade para se dedicar ao seu filho. Ela é cética, sem sentimentalismo, e possivelmente a mais culta da família. Clark e a irmã vivem em pé de guerra, porém mesmo com as diferenças, notamos o amor ali. E claro, o seu avô, que está doente, e passa seus dias em frente à TV assistindo corrida de cavalos. 

A visão que temos dessa família entra em choque com o que vemos a de Will, onde seus pais de longe não são mais os mesmos, sua mãe só falta colocá-lo dentro de uma bolha, seu pai é ausente, e sua irmã vive em um continente distante. Já dá para notar que ele tem uma vida bem complicada, além dos seus próprios problemas. Uma grande pessoa presente em sua vida é Nathan, seu enfermeiro particular, que é até um alívio cômico para a história. 

Um dos pontos “negativos” (não diria negativo, mas por falta de outra palavra vamos deixar essa) é o misto de sensações que você vai experimentar. Muitas vezes mudei de opinião durante a leitura, e mesmo após terminar o livro, ainda não tenho uma opinião formada sobre o assunto abordado. O outro ponto que eu fiquei meio chateada foi o final que em minha opinião foi bem abrupto, do tipo, estar acontecendo várias coisas, e do nada, acabar, mas isso não quer dizer que tenha sido ruim. 

Já vi algumas pessoas irritadas, ou que não apreciaram tanto quanto eu, porém em minha opinião, foi uma leitura maravilhosa, que me enriqueceu, e me fez abrir os olhos para algumas coisas da vida. Livro bom é aquele que o leitor sai com uma mensagem de reflexão, um ensinamento, algo que você possa levar para a vida. Em geral, adorei a história, me emocionei, até admito que deve ter caído uma lágrima ou duas, e se você gosta de romance, vale super a pena conferir tanto o livro quanto o filme. No futuro, espero ler mais trabalhos dessa autora, e que sejam tão deliciosos quanto Como eu era antes de você.

Nota: 4,5/5

Essa resenha foi escrita pela minha incrível e maravilhosa amiga Cibelle.
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Não faz sentido um Pietro anos 70 representar os anos 2000, mas cá ele está hehe

Esse vai ser provavelmente um dos posts mais nostálgicos que já fiz nesse blog. Quem era apenas uma inocente criança nos primeiros anos do século XXI pode muito bem lembrar-se das músicas que vou apresentar, se você não faz ideia do que estará ouvindo, sinto muito, você perdeu a melhor fase da música pop do Brasil, você vai descobrir o que ouvíamos em 2003. 

Um dia eu estava no meu Tumblr (talvez naquele que eu fico disponibilizando música de graça e incentivando a pirataria hehe) e comecei a postar vários vídeos de músicas que eu ouvia na minha infância, o pessoal começou a entrar no negócio e deu que enchemos a dashboard com as doces lembranças de tempos que não voltam mais. 

Então hoje quero trazer esse sentimento de nostalgia para o Cats e quero ver ai quem mais vai lembrar-se dessas músicas. Quero todo mundo abandonando as cadeiras e dançando ao som dos anos 2000!



A Cada 10 Palavras - KLB
A música que originou todo o momento nostalgia.


A Dor Desse Amor – KLB
A música que embalou a infância de muita gente. OLHA A CARA DE BEBÊ DESSES MOLEQUES!!!! 


Musa do Verão – Felipe Dylon
Colocar esse batidão 2000 no rádio e sair pela orla da praia com as caixas de som no último, quero ver quem não vai se amarrar! E que fim que deu esse lindinho do Felipe?!


Tremendo Vacilão – Perla
Aquela música que a gente cantava sem nem saber muito o que realmente estava cantando. Mas olha, super atual com todos esses dramas que o pessoal está vivendo ai com os crushs. 


Ragatanda – Rouge
Agora aquela música que quando toca em festa de casamento, ou de aniversário, só vê as primas mais velhas invadindo a pista e mostrando o hit da infância 2000. Aposto que tem gente que dança sem nem saber o que é, O DEUS DO RAGATANGA ESTÁ VENDO ISSO! Reza a lenda que se tocar a música ao contrario aparece uma coisas estranhas... Eu que não vou testar!


Baba Baby – Kelly Key
De volta ao drama com o crush... Não perca o seu tempo falando nada, deixe Kelly Key falar por você, ou melhor, cantar. 


Tô Nem Ai – Luka
Quer mais uma música para o crush? Manda essa. 


Aqui está uma singela homenagem a nossa infância, um túnel do tempo diretamente para a era 2000. Quem se lembra daqueles dvds que vinham com vários clipes dos hits do momento? Meu tio tinha um que era quase de lei assistir todas as vezes que ia à casa dele, então ficava eu, minha irmã e meu primo curtindo um pop e rap. 

E quais música você acrescentaria ao nosso túnel do tempo?

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