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Cats Can't Write


Depois de um mês com posts todos os dias, alguns melhores que outros, chegamos ao fim do BEDA. É com tristeza que digo isso, pois foi uma experiência muito boa fazer parte do BEDA, na verdade foi um desafio. Teve dias que fiquei por muito pouco de acabar não postando nada, mas no fim, eu sempre aparecia, fosse com um bom post, ou algo lixoso (me perdoem, amiguinhos, vou melhorar, juro ;-;). A parte mais legal é que esse era o primeiro mês do blog, comecei já encarando um desafio.


E hoje é... BLOG DAY! HOJE É DIA DE BLOG DAY! Ok, foi redundante colocar “dia” e “day” na mesma frase, mas quem liga?

O que é Blog Day? “Comemorado no dia 31/08, o Blog Day é uma iniciativa internacional que incentivar a divulgação de blogs bacanas entre blogueiros. A escolha data vem por causa dos números, que “parecem” com a palavra blog: 3108.”. Essas são as sábias palavras da Duds, lá no Rotaroots. E como a iniciativa é sobre indicar blogs, então vamos aos meus indicados:

CAN'T GET YOU OUT OF MY HEAD [5 blogs que não saem do meu feed]

Apenas Uma Leitura
Dear It Girl 
Subterefúgio 
Memórias de Leitura  
Garotas de Mustache  

I THINK I'VE FINALLY FOUND [5 blogs que conheci no Rotaroots]

Pratododia  
Parolar  
Fleur De Lune  
My Universe 
O Outro Lado da Raposa  
Blog da Chris  

WE WILL NEVER BE NEVER BE ANYTHING BUT LOUD* [5 blogs pra sair da rotina]

Guitar Rebel  
I Dare You To Write  
Sinfonia Mortal  
Histórias Sem Graça  
I Love My Books  
Nerdiva 

E quero encerrar o nosso mês de BEDA, agradecendo a todo mundo que deu apoio, a todos que indicaram alguns dos meus posts em seus blogs no decorrer o mês, poxa, isso fez muita diferença. Adoro vocês!


*Ok, a frase não teve nada a ver com o tópico, foi mais pelo clipe mesmo hahahaha que também não teve nada a ver... Nossa, que merda hahaha 
Esse post faz parte do projeto BEDA – Blog Every Day August, que consiste em postar algo todos os dias durante todo o mês de Agosto, promovido pelo grupo Rotaroots.
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O MEME de hoje eu vi no blog da Nana e como eu meio que estava sem algo pronto pra postar no domingo, decidi fazer o MEME, que é sobre as ultimas coisas que aconteceram ou fiz. 

Regrinhas: indicar 5 blogs e avisá-los; não adicionar perguntas e dar somente respostas verídicas. 

> A última série que você viu: Unbreakable Kimmy Schmidt


> O último filme que você viu: As Vantagens de Ser Invisível 
> A última pessoa que você viu: Meus pais (que tecnicamente estão do meu lado no momento...)
> A última música que ouviu: Drag Me Down – One Direction <3 hehe


> A última roupa que usou: Calça jeans, regata branca e All Star vermelho e surrado
> A última coisa que comeu: Uma sopa da mamãe <3
> O último doce que comeu: Chocolate
> A última conversa no Whatsapp: Samara (bff)
> A última viagem: Próxima pergunta... Não lembro ;-;


> A última paixão: Tom Cruise (oi amor <3)


> A última frase: “Pingo rosnou pra mim, porque eu tava demorando pra colocar ração no prato dela”, ESSA CADELA PENSA QUE É QUEM?! Minha dona?


> A última ligação: De um estranho pedindo por Fátima... Oi?!
> O último blog visitado: Pratododia <3
> A última aba do navegador: Google URL Shortener (não sei porque eu ri, mas eu ri hahaha)
> O último esmalte: Faz tanto tempo, mas tanto tempo, que não pinto as minhas unhas, eu simplesmente não me lembro, mas pode ter sido rosa... 
> O último livro: Eldest (Ciclo da Herança)
> A última coisa que bebeu: Muita água, porque estava morta de cede x_x

Ok, dessa vez eu não vou indicar ninguém, portanto se auto-indiquem u-u hahaha sério! Respondam o MEME. 

Esse post faz parte do projeto BEDA – Blog Every Day August, que consiste em postar algo todos os dias durante todo o mês de Agosto, promovido pelo grupo Rotaroots.
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Máquina de escrever: fonte.

Vivemos em mundo onde todos querem ser vistos e amados, que escritor nunca começou algo pensando “será que vão gostar da minha história?”. Eu não acho errado queremos reconhecimento por aquilo que fazemos, pelo contrário, isso é mais do que um incentivo pra continuarmos o trabalho. Mas é nessa questão que vive o perigo. 

Algo que me falaram uma vez e tomei isso como regra pra uma vida feliz como uma escritora que ama o que faz é: escreva aquilo que gostaria de ler. 

É isso não vale só pra histórias não, vale também para aquilo que vem pro blog. A primeira pessoa que o seu trabalho precisa agradar é você mesmo, isso é um grande gancho sobre aquilo que falei em amar o que você faz. 

Se você não gosta de histórias criminais, por que vai escrever sobre o assunto? Se você não gosta de fazer resenhas de filmes, por que vai escrever sobre isso? Primeiro que vai ser uma tortura desenvolver o assunto, se você se quer se esforça pra gostar dele. Segundo, se você não gosta daquilo as chances de você o fazer de qualquer jeito, prejudicando a qualidade do trabalho, é bem grande. Leia o que você escreveu, se fosse você o leitor, ia gostar do que está ali? Ou já largaria mão logo no início, porque a leitura é desagradável? 

Escreva sobre o que você gostaria de ler. “Mas não estou escrevendo pra mim!”. Mas esta escrevendo pra uma infinidade de pessoas que gostam das mesmas coisas que você. Não comece algo porque “é o que todo mundo está lendo”, sempre vai existir aquele assunto que parece universal, mas de longe ele não é. Vou dar o exemplo de vampiros, há um tempo eles eram aquilo pelo o que todo mundo buscava, nos livros, filmes e séries. Hoje eles já não estão com essa bola toda. 

Não escreve algo, porque é o que todo mundo quer, vai ter pessoas pra suprir a necessidade deles, não precisa você se sacrificar por isso. 

Esse post faz parte do projeto BEDA – Blog Every Day August, que consiste em postar algo todos os dias durante todo o mês de Agosto, promovido pelo grupo Rotaroots.
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Não sei se já falei por aqui que não costumo assistir séries, mas caso não, eu falo agora. Não tenho costume algum de acompanhar séries, por motivos de preguiça. Pra eu acompanhar uma série, eu não posso só gostar muito dela não, isso não é suficiente, eu tenho que sentir que morrerei se não continuar acompanhando ela, tem que rolar um sentimento de necessidade extrema. Caso não, ela cai no esquecimento e depois de muito tempo, em algum momento de reflexão sobre a vida, surge um rápido pensamento em minha mente “eu acho que acompanhava aquela série... Mas se o a Terra é redonda, por que a água não sai pro espaço e inunda tudo?”. 

Depois do parágrafo gigantes de cima, até parece que vou falar sobre a minha preguiça, ou sobre a teoria do porque a água da Terra não cai no espaço. Na verdade eu quero falar de UNBREAKABLE KIMMY SCHMIDT! 


Eu já estava de olho nessa série desde que comecei a usar o Netflix, mas por conta da minha preguiça, eu não tinha encarado assistir muitas séries, apenas Daredevil, que roubou a minha vida durante um fim de semana e depois a minha felicidade por uma semana. E anteontem eu decidi deixar a preguiça de lado e encarar a Kimmy, ainda mais depois de ver que cada episódio tem no máximo 30 minutos. 

A série é sobre Kimmy Smidth, uma mulher que passou 15 anos em um abrigo, por causa de um seita que dizia que o mundo iria acabar. Ela era apenas uma adolescente quando foi para o abrigo e agora, como uma mulher pra completar seus 30 anos, ela precisa encontrar o seu lugar no mundo e ela decide viver em nada menos do que New York City. 

Achei o primeiro episódio rápido no sentido das coisas acontecerem rápido de mais, se fechasse os olhos eu perdia alguma coisa, mas continuei E EM UMA NOITE EU TERMINEI A PRIMEIRA TEMPORADA. Alguns pensaram “ah, mas uma temporada de 13 episódio, com 30 minutos cada é fácil”, mas é surpreendente pra uma pessoa que NÃO assiste séries. Kimmy me forçou a bater o seu recorde de um fim de semana, Matt, sorry.


Como vi algumas pessoas na internet comentarem e super concordo, a série é repleta de um humor ácido (by Tina Frey). Apesar dos personagens não seguirem um estereótipo, suas falas são carregas de uma ironia sobre os esteriótipos. 


Eu adorei o jeito extrovertido da Kimmy, é extremamente engraçado a forma como ela vai descobrindo o mundo após 15 anos reclusa. E temos o divertidíssimo Titus, um cara gay e negro, com quem Kimmy divide um apartamento. Ele tem o sonho de ser um grande artista e Kimmy é a pessoa responsável por devolver o seu sonho e a inspiração pra seguir em frente, depois de ter desistido. Os dois formam uma bela e divertidíssima dupla. 

Além do humor da série, existem muitas referências a cultura pop, principalmente o que diz respeito aos últimos 15 anos, o mundo que Kimmy ainda está descobrindo. 

Mais do recomendo essa série, ela é maravilhosa e olha que são palavras de uma pessoa difícil pra séries! E antes de dizer tchau, Unbreakable Kimmy Schmidt tem umas das melhores musicas de abertura, sério (pelo menos eu gostei)! Deem play:


Uma versão estendida da música... 

E um bônus by Titus e todo o seu brilho.

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TÍTULO: Paris-Manhattan
GÊNERO: Comédia romântica
DIREÇÃO: Sophie Lellouche
LANÇAMENTO: 4 de janeiro de 2013
SINOPSE: Alice (Alice Taglioni) é uma mulher bonita e apaixonada pelo seu trabalho como farmacêutica, seu único problema é que continua solteira. Ela se refugia do mundo com a paixão por Woody Allen, chegando ao ponto de recomendar seus filmes às pessoas que procuram a farmácia em busca de algum medicamento e até mesmo conversar com o diretor, em seus pensamentos. A família de Alice insiste em lhe arranjar pretendentes, mas ela constantemente ignora os apelos da família para que se case. No entanto, o encontro com Victor (Patrick Bruel) pode mudar a sua vida...

Essa semana eu adicionei uma porrada de filmes e séries na minha lista do Netflix, já vi muitas pessoas fazendo piadas sobre adicionar os filmes na lista e nunca assistir. Eu também achei que não conseguiria realizar isso em minha vida, mas digamos que estou salvando o mundo um filme/episódio por vez. 

Ontem assisti um filme francês chamado “Paris-Manhattan”, por motivos de estar entre os de mias filmes de comédias românticas e como vocês já devem ter percebido, eu gosto muito de comédias românticas. 

Basicamente, o filme é sobre uma farmacêutica francesa, Alice, na casa dos 30, que os pais vivem tentando lhe arranjar um namorado, enquanto sua irmã já é casa e tem uma filha adolescente. 

Falando com sinceridade eu não gostei muito do filme. Ok, a história é legal, eu me identifiquei totalmente com a Alice, porque acho que sou parecida com ela, mas ao invés de ter diálogos com Woody Allen, que por sinal é citado muito no filme (Alice é super fã dele), eu converso sozinha mesmo, porque acho que a voz de nenhum famoso quer ser minha amiga imaginaria. Mas eu não sei, achei a história meio confusa em algumas partes, como as coisas acontecerem do nada, levando um tempo pra entender o que está se passando, também sendo um pouco entediante em outros momentos. 

Não vou dizer que ninguém deva assistir, porque acho que cada um deve ter a sua experiência. Também não vou dizer que me arrependi do tempo que gastei vendo o filme, foi legal pela experiência de assistir um longa francês, pois não me lembrava de ter assistido algum antes e vou admitir que no começo era meio desconcertante o áudio francês, porque acostumei com o inglês que até dá pra entender e o francês por ser bem diferente, causou um choque de identidade no meu ouvido, mas ele superou rápido. 

E também valeu pela personagem principal, porque, como falei, eu me identifiquei muito com ela. Se você tem o Netflix, ou sei lá, tem costume de baixar filmes, assiste online, etc, está aí uma opção de filme europeu. 

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