• Home
  • Awesome
Email

Cats Can't Write


Há algum tempo (tipo: mais de um mês), fui indicada pela Anna, do Jeito de uma adolescente, para responder a TAG de tudo um pouco. Agora vocês serão agraciados com mais informações sobre mim, coisa que eu sei que as pessoas são LOUCAS para saber (coitada de mim).


Regras
  • Responder todas as perguntas;
  • Indicar no mínimo 11 blogs com menos de 500 seguidores;
  • Colocar o selo da TAG;
  • Colocar o link de quem te indico.

01. Qual o seu estilo de música preferido?
Essa é uma pergunta difícil de responder, se olhar a playlist do meu celular ela é bem variada, mas acho que dá pra nomear o Pop como o carro chefe.

02. Qual é sua peça preferida?
Vou considerar que seja de roupa... No momento são as minhas saias e vestidos. Teve uma época que eu simplesmente fugia desse tipo de peça, achava que saias não eram para mim e do nada eu criei um apego imenso por elas, tanto que até no inverno usei muito, dava um jeito de usar e não passar frio. 

03. Qual o seu sapato preferido?
As minas botas! Principalmente a over the knee, que foi a parceira dos meus vestidos e saias durante o inverno.

04. Camisa ou camisola? Calça ou calção? 
Tem dia que estou pra camisa e tem outros que estou pra camisola. Calça, sem dúvida, eu AMO calça agarrada, apertada, daquelas que faz as pessoas perguntarem como entrou no corpo. 

05. Cabelo estiloso ou tradicional? Liso ou encaracolado?
Uma mistura dos dois, talvez? Minha única opção é encaracolado, porque primeiro que eu gosto dele natural, segundo que eu não tenho paciência alguma para ficar cuidando, então se eu preferisse liso estaria na merda. 

06. Brigadeiro ou sorvete?
Brigadeiro sem sombra de dúvida! Se tem uma coisa que o ser humano fez direito foi inventar o brigadeiro. 

07. Doce ou salgado?
Nossa, essa é difícil. Tem horas que eu prefiro mil vezes um doce, aquele momento que dá aquela dor de cabeça de fome, o estômago está se revirando, nesse momento um salgado vai bem. Mas não posso ignorar os doces... A verdade é: sendo uma coisa que eu gosto, está ótimo!

08. Como você define seu estilo?
As vezes fofa, as vezes trevosa. Meu guarda-roupas é um mix, tem desde calça preta rasgada, até vestido coloridos e florais, então tem dia que estou para as trevas, então é all star preto, calça rasgada, camiseta... Em outros quero ser fofa, então é vestido e sapatilha. 

09. Você é consumista ou só compra o básico?
Na época das vacas gordas eu era meio gastona, nunca me endividei, nem nada, mas vivia no shopping, saia pra comer todo fim de semana praticamente... Agora não tenho nem muito para o básico hshauhaus

10. Você se considera vaidosa?
Ah, mais ou menos. Eu não sou desleixada, mas eu não vou muito além do comum.

Os meus indicados ao Oscar: 
  • Fleur de Lune 
  • O Outro Lado da Raposa 
  • My Universe
  • Pequenos Vicios 
  • Parolar 
  • Escrita de Verão 
  • Vestindo o Tédio
Talvez eu tenha quebrado algumas regras, mas é aquele ditado:

Share
Tweet
Pin
Share
4 comentários


Ultimamente parece que a única coisa que sei fazer é ficar horas em frente a Netflix, assistindo algum filme ou série, alguém discorda de que isso seja muito bom? ACHO QUE NÃO. Eu costumo falar individualmente dos filmes que assisto, mas como o ritmo de assistir filmes está bem mais rápido que o de escrever, vou mais uma vez fazer um apunhado dos últimos filmes e falar sobre os mesmos. Então segue uma lista de filmes incríveis para se ver na Netflix:

Hush – A morte ouve – 2015 
Sinopse: A autora Maddie Toung (Kate Siegel) vive uma vida isolada desde que perdeu sua audição quando era adolescente, se colando em um mundo de total silêncio.Porém, quando um rosto mascarado de um assassino psicótico aparece em sua janela, Maddie precisa ir além dos seus limites físicos e mentais para conseguir sobreviver.
Direção: Mike Flanagan
Gênero: Terror, suspense
Provavelmente o mais recente da lista, foi um filme que me surpreendeu de um jeito espantoso. Você não entende o nível de tensão que o filme passa até você assisti-lo, imagine só: uma escritora, surda e muda, vive isolada em uma casa no meio do nada, uma de suas vizinhas e amiga faz uma visita e vai embora, então nossa escritora está tranquilamente limpando a cozinha da sua casa, quando essa mesma amiga aparece do nada na sua porta gritando por socorro e toda ensanguentada, a porta está trancada, ela bate, grita, mas como falei, a escritora é surda. Agora você tem uma noção de como o filme segue, é cheio de cenas agonizantes, você vai se retorcer sim, vai querer entrar no filme e dar um help para a escritora, vai se retorcer mais um pouco. O que eu digo é: assista o filme.


O que fizemos do nosso feriado? – 2014 
Sinopse: O casal Doug e Abi decide viajar às planícies da Escócia com os três filhos pequenos, para comemorar o aniversário do pai de Doug. No entanto, os dois têm um segredo a esconder do resto da família, mas não será nada fácil manter a informação escondida com as crianças por perto...
Direção: Guy Jenkin, Andy Hamilton
Gênero: Comédia dramática
Não sei se já falei, mas sou super fã de filmes de comédia envolvendo família loucas, cheias de briguinhas internas e juntando isso à uma viagem, não tem como eu amar mais. Se você tem algum fraco por sotaque inglês, pois faça o favor de assistir o filme legendado e se deliciar com o sotaque de David Tennant e Rosamund Pike. Nesse filme, é impossível você não se encantar pelas três crianças (Lottie, Mickey e Jess), que roubam a cena com as suas travessuras, principalmente a pequena Jess e as coisas malucas que saem da sua boca. 


Amor a toda prova – 2011 
Sinopse: Cal Weaver (Steve Carell) tem quarenta e poucos anos e leva uma vida perfeita, com um bom emprego, filhos e um casamento com a namorada do colégio, Emily (Julianne Moore). Até que, ao descobrir que Emily o está traindo e quer o divórcio, sua vida desaba por completo. Forçado a voltar ao mundo dos solteiros, ele enfrenta as dificuldades habituais de quem não sabe mais como se portar para se aproximar de uma mulher. É quando entra em cena Jacob Palmer (Ryan Gosling), um amigo que passa a lhe dar algumas dicas.
Direção: John Requa, Glenn Ficarra
Gênero: Comédia, romance
Esse sem dúvida entrou para a minha lista de comédias românticas preferidas de todos os tempos. Logo de cara vemos um casal, Cal e Emily, Emily quer se separar, o que deixa Cal desconcertado e a partir desse ponto sua vida vai indo de mal a pior. Cal conhece Jacob, um sedutor, que passar a lhe ensinar essa arte, Jacob tem certo interesse em Hannah, uma garota que conheceu no bar um dia, a qual está pouco se lixando para Jacob. E temos Jessica, que é apaixonada por Cal, mas ela é apenas uma adolescente, enquanto ele tem idade para ser seu pai e como se já não fosse loucura suficiente, o filho do meio de Cal, Robbie, é apaixonado por Jessica, que é sua babá.  Se tem uma coisa que não vai faltar nesse filme é confusão e risada.

Penso o mesmo.

Ligados pelo amor – 2012 
Sinopse: Esta comédia dramática apresenta um escritor de sucesso (Greg Kinnear) que se torna cada vez mais obcecado por sua ex-esposa (Jennifer Connelly), a ponto de criar problemas em sua nova família.
Direção: Josh Boone
Gênero: Comédia dramática
E esse é o segundo filme da lista onde temos escritores, mas dessa vez é uma família de escritores (já fica a dica para os meus filhos que não existem ainda). Aqui nos deparamos com um família que foi afetada pela separação dos pais, o que acabou deixando o pai em um estado de espera, pois o mesmo acredita que sua esposa vai voltar, a filha mais velha não quer ver a mãe nem pintada de ouro, por conta de como as coisas terminaram, e o filho mais novo me pareceu estar meio perdido no meio disso tudo, vivendo a sombra da irmã, que está para publicar o primeiro livro, ele só quer se encontrar. É um filme sentimental e muito emocionante. 


Donnie Darko – 2001 
Sinopse: Donnie (Jake Gyllenhaal) é um jovem brilhante e excêntrico, que cursa o colegial mas despreza a grande maioria dos seus colegas de escola. Donnie tem visões, em especial de um coelho monstruoso o qual apenas ele consegue ver, que o encorajam a realizar brincadeiras destrutivas e humilhantes com quem o cerca. Até que um dia uma de suas visões o atrai para fora de casa e lhe diz que o mundo acabará dentro de um mês. Donnie inicialmente não acredita na profecia, mas momentos depois um avião cai bem no telhado de sua casa, quase matando-o. É quando ele começa a se perguntar qual o fundo de verdade da sua previsão.
Direção: Richard Kelly
Gênero: Drama, suspense
Eu terminei esse filme com um imenso ponto de interrogação no meio da cara, apesar dele ter ficado um bom tempo na minha lista do Netflix, o que realmente me convenceu em assisti-lo foi o Pipocando, que para quem não conhece, é um canal do YouTube que basicamente fala de filmes (muito bom o canal, diga-se de passagem). O filme fala sobre viagem no tempo, coisas estranhas acontecendo, por exemplo, um coelho sinistro aparecendo para Donnie e dizendo coisas estranhas, tipo a data em que o mundo vai acabar, mas para toda essa loucura existem teorias, que podem ou não ajudar o filme fazer mais sentido em sua cabeça (no Pipocando tem um vídeo sobre isso).

Olha o nipe do filme...

Chicago – 2003 
Sinopse: Velma Kelly (Catherine Zeta-Jones) é uma famosa dançarina que é também a principal atração da boate onde trabalha. Após matar seu marido, Velma entra em uma seleta lista de assassinas de Chicago, a qual é controlada por Billy Flynn (Richard Gere), um advogado que busca sempre se aproveitar ao máximo da situação. Ao contrário do se esperava, o assassinato faz com que a fama de Velma cresça ainda mais, tornando-a uma verdadeira celebridade do showbizz. Enquanto isso a aspirante a cantora Roxie Hart (Renée Zellweger) sonha com um mundo de glamour e fama, até que mata seu namorado após uma briga. Billy fica sabendo do crime e decide adiar ao máximo o julgamento de Velma, de forma a poder explorar os dois assassinatos ao máximo nos jornais. Assim como ocorreu com Velma, Roxie também se torna uma estrela por causa de seu crime cometido, iniciando uma disputa entre as duas pelo posto de maior celebridade do meio artístico.
Direção: Rob Marshall
Gênero: Comédia musical, drama
Esse é mais um da lista que ficou muito tempo guardado na minha lista da Netflix e eu assisti por causa do Pipocando. Eu gosto muito de musicais e quando Chicago foi citado no vídeo do Pipocando, sobre as melhores danças em filmes, eu pensei “hmm, vou assistir!”. É divertida a forma como a filme pega a realidade em que as personagens se encontram, na cadeia, e transforma tudo em um grande show, elas cantam suas histórias como se estivessem sobre um palco. 


A primeira vez – 2012 
Sinopse: Dave (Dylan O'Brien) é platonicamente apaixonado pela melhor amiga Jane (Victoria Justice). Já Aubrey (Britt Robertson) namora Ronny (James Frecheville), um músico que não a compreende. Em uma sexta à noite, os caminhos de Dave e Aubrey se entrelaçarão, e ao longo do fim de semana muitas descobertas serão feitas pelo casal.
Direção: Jon Kasdan
Gênero: Romance, drama, comédia
Comecei a assistir esse filme sem qualquer expectativa, não sabia bem o que esperar dele, A primeira vez se mostrou um filme divertido, apaixonante e delicado, se é que posso chamar assim. Aubrey é uma garota com um jeito lindo de se ver o mundo, conforme Dave a vai conhecendo, você vai se encanto por Aubrey na mesma medida que o rapaz. Apenas assista!


O lobo de Wall Street – 2013 
Sinopse: Durante seis meses, Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) trabalhou duro em uma corretora de Wall Street, seguindo os ensinamentos de seu mentor Mark Hanna (Matthew McConaughey). Quando finalmente consegue ser contratado como corretor da firma, acontece o Black Monday, que faz com que as bolsas de vários países caiam repentinamente. Sem emprego e bastante ambicioso, ele acaba trabalhando para uma empresa de fundo de quintal que lida com papéis de baixo valor, que não estão na bolsa de valores. É lá que Belfort tem a ideia de montar uma empresa focada neste tipo de negócio, cujas vendas são de valores mais baixos mas, em compensação, o retorno para o corretor é bem mais vantajoso. Ao lado de Donnie (Jonah Hill) e outros amigos dos velhos tempos, ele cria a Stratton Oakmont, uma empresa que faz com que todos enriqueçam rapidamente e, também, levem uma vida dedicada ao prazer.
Direção: Martin Scorsese
Gênero: Biografia, drama
Por muito tempo me senti como a única pessoa no mundo que ainda não havia assistido esse filme, até que finalmente tomei vergonha na cara e dei o maldito play. É como dizem, é um filme que você jamais deve assistir na presença dos pais, mas vendo que já assisti Game Of Thrones com a minha mãe, acho que já superei isso. É um filme louco, com dinheiro voando para todo lado, você quase fica doidão junto de tanta droga que os caras usam, tem sexo adoidado, nunca vi tantos peitos em um único lugar. 


Quais filmes da lista vocês já assistiram? E quais ainda pretender ver?
Share
Tweet
Pin
Share
12 comentários

TÍTULO ORIGINAL: Precious - Based on the Novel 'Push' by Sapphire
SINOPSE: 1987, Nova York, bairro do Harlem. Claireece "Preciosa" Jones (Gabourey Sidibe) é uma adolescente de 16 anos que sofre uma série de privações durante sua juventude. Violentada pelo pai (Rodney Jackson) e abusada pela mãe (Mo'Nique), ela cresce irritada e sem qualquer tipo de amor. O fato de ser pobre e gorda também não a ajuda nem um pouco. Além disto, Preciosa tem um filho apelidado de "Mongo", por ser portador de síndrome de Down, que está sob os cuidados da avó. Quando engravida pela segunda vez, Preciosa é suspensa da escola. A sra. Lichtenstein (Nealla Gordon) consegue para ela uma escola alternativa, que possa ajudá-la a melhor lidar com sua vida. Lá Preciosa encontra um meio de fugir de sua existência traumática, se refugiando em sua imaginação.
DIREÇÃO: Lee Daniels
ELENCO: Gabourey Sidibe, Mo'Nique, Paula Patton
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 16 anos

Eu sumi? Sim! Eu sumi mais uma vez, mas isso tem uma explicação: meu notebook queria se aposentar. Então acabei levando alguns dias (muitos na verdade) para resolver esse b.o., era para essa resenha ter saído há semanas, mas como dizem, antes tarde do que nunca, então vamos lá:

Preciosa é um filme que eu vinha há um bom tempo querendo assistir, pois comecei a vê-lo uma vez que o Telecine ficou free (dias felizes!), mas deu que eu tive que parar e nunca mais fui atrás para ver, até que a Netflix (já falei que amo?!) colocou o filme no seu catálogo, eu não sai correndo assistir, porém o dia chegou e finalmente fui agraciada com a honra de ver esse filme. 

Preciosa – Uma história de esperança conta a história de Claireece Precious, uma adolescente, que vive no Harlem na década de 80. Aos 16 anos, Presious está a espera do seu segundo filho e por conta disso é suspensa da escola, no entanto, a diretora dá a ela a opção de ingressar em uma escola alternativa, um lugar que acaba virando a rota de escape da realidade cruel em que vive. 

Eu acredito que Preciosa é um daqueles filmes que é impossível você não sentir nada assistindo, eu senti raiva, compaixão, apreensão. Meu nível de indignação foi lá em cima ao ver a realidade com a qual Presious tinha que lidar, ela é violentada pelo próprio pai, o que resulta em duas gravidez, a mãe deixa bem claro que a odeia e pasmem: a odeia porque o marido prefere a filha do que ela!!!!!!! Tem coisa mais digna de raiva do que isso? 

Se você já assistiu O bom filho à casa retorna vai reconhecer logo de cara a louca da Betty, dessa vez como Mary, a odiada mãe de Preciosa. Betty foi uma personagem que me fez rir horrores, agora como Mary, Mo’Nique me fez querer esgana-la. Ela é aquele personagem horrível, que você nunca sabe ao certo o que esperar dele e sem querer dar spoiler, tem uma cena que você fica com o coração na mão, pois não faz ideia do que Mary pode estar planejando fazer. Pois prepare o coração, essa personagem vai te fazer quase enfartar de tanta raiva. 

Mas nem só de personagens cruéis o filme é feito, além da incrivelmente valente Preciosa, temos a maravilhosa Ms. Rains, a professora que leciona na escola alternativa, ela tem um papel importantíssimo na vida de Preciosa, indo muito além da sala de aula. 

Como pode ver, o filme trata de um assunto bem pesado, mas se engana quem pensa que é um drama do inicio ao fim, pelo contrário. Toda a trama é narrada pela Precious, ou seja, temos uma visão bem pessoal e particular sobre os acontecimentos, então em vários momentos do filme temos a protagonista divagando a respeito daquilo que ela acredita, sobre o que está passando e principalmente sobre como ela queria que sua vida fosse, que acaba rendendo cenas divertidíssimas dela se imaginando como uma pessoa famosa, sendo cortejada por um rapaz que goste dela, cria-se um contraste incrível entre a dura realidade em que ela se encontra, com um mundo colorido dentro de sua mente. 

Presious trás uma história linda sobre superação, mostra que com um pouquinho de força de vontade e com boas pessoas a sua volta, podemos chegar onde quisermos. E o filme termina com uma frase dizendo que é uma homenagem para todas as Preciosas do mundo, tem como não amar?

Share
Tweet
Pin
Share
2 comentários

TÍTULO ORIGINAL: Don't Breathe
SINOPSE: Três adolescentes sempre escaparam de seus roubos, todos perfeitamente planejados. No entanto, quando realizam seu último crime, assaltando a casa de um senhor cego, o jogo muda. Encarcerados no local, eles precisam lutar por suas vidas contra um psicopata cheio de segredos e terrivelmente habilidoso.
GÊNERO: Terror, suspense
DIREÇÃO: Fede Alvarez
ELENCO: Stephen Lang, Jane Levy, Dylan Minnette
CLASSIFICAÇÃO: Não recomendado para menores de 14 anos

A primeira vista, seja pelo nome, ou pelo cartaz do filme, O homem nas trevas pode parecer um filme de terror, porém ele tem uma pegada maior no suspense. O longa nos apresenta três jovens que praticam roubos em casas de luxo, quando eles decidem cada um seguir o seu caminho, surge a tentadora oportunidade de assaltar a casa de um velho cego, onde dizem ter uma bolada em dinheiro, que o mesmo ganhou de indenização após o acidente de carro que causou a morte de sua filha. O olho cresce e decidem fazer esse último assalto antes de seguirem com suas vidas, o que ninguém esperava é que um velho cego, e detalhe, um veterano de guerra, fosse dar um baile neles. 

Eu assisti esse filme totalmente ao acaso, fui no cinema com planos de assistir Águas rasas e me deparei com a situação chata do filme ter saído de cartaz, eu acho que não ficou nem três semanas em exibição, então para não desperdiçar a viagem, já que moro no fim do mundo, decidimos assistir outro filme e deu que O homem nas trevas foi a nossa escolha. 

Então entrei na sessão sem expectativa alguma para o filme, na verdade não tinha nem muita noção sobre o que seria o filme, só sabia que o velho ia meter porrada nos novinhos. Tenho que dizer que fiquei impressionada com o resultado, teve algumas coisas que não gostei muito, mas o importante é que o filme causou uma sensação agradável de surpresa. 

Acho que um dos maiores pontos do filme é o ar sufocante de suspense que causa no expectador, é sério, o filme te deixa apreensivo, faz você se contorcer na poltrona, a respiração trava, parece que você é uma quarta pessoa em cena. O filme consegue seguir sem ser previsível, porque assistir um filme de suspense e você adivinhar a trama nos primeiros quinze minutos de tela é MUITO frustrante. 

Outra coisa que achei maneiríssimo é que o filme apresenta uma história, que se você tentar encontrar a lógica de “pessoa boa” e “pessoa ruim” da trama, você simplesmente não encontra. Você pode até começar pensando “os três são bandidos, pessoas ruins, o velho é uma vítima”, porém a partir do momento que o velho tranca os jovens dentro da casa, ele automaticamente deixa o papel de vítima e você percebe que tem caroço nesse angu, E QUE CAROÇO! O que mais eu disser a partir daqui vai ser spoiler bravo, então me limito a dizer: o buraco é bem mais em baixo (literalmente, diga-se de passagem). 

O homem nas trevas foi um agradável surpresa, pode até ter escorregado em alguns pontos, mas pode-se dizer que cumpriu muito bem o seu papel de suspense, ao menos eu estava quase enfartando na minha poltrona x_x 

Share
Tweet
Pin
Share
6 comentários

Eu nunca fiz muito o estilo de escritora que planeja tudo nos mínimos detalhes, na verdade até admiro quem consegue fazer isso com suas histórias. Sempre tive o problema de tentar planejar de mais e acabar escrevendo de menos, eu tentava criar cada mínimo detalhe, porém parecia que quanto mais eu tentava planejar, mais bagunçado a coisa ficava, menos sentido tudo fazia, até que finalmente tomei a decisão de me apegar menos aos detalhes e ir quase no improviso. 

Já devo ter dito aqui uma centena de vezes, tudo o que eu faço é definir um começo, definir o final e criar algumas cenas chaves, quanto ao resto é aquilo que me vier a mente no momento que estiver escrevendo. Deu certo? Pode-se dizer que sim, afinal escrevi Aniquilação, No Man’s Land e algumas outras histórias nesse meio tempo, todas com sucesso chegaram ao seu final. 

E é agora que vem a má a notícia, isso não parece mais estar dando tão certo quanto antes. Se alguém olhar aqui, ou no Tumblr, na página de projetos tem três histórias, uma delas eu estou há meses parada, ela está parecendo a Fenix, a coisa vai indo bem, ai o negócio pega fogo, vira cinzas e renasce, não vou nem entrar em detalhes sobre quantas versões ela já teve nesses últimos meses, é até vergonhoso. 

A provisoriamente chamada de Lost Stars, se eu mostrar o doc dela à alguém, a pessoa vai olhar aquele embolado de textos e anotações e se perguntar “um dicionário vomitou em cima disso?”, porque está uma completa bagunça. Tem uma coisa acontecendo aqui, ai do nada ela pula para outra coisa, ai tem cena repetida, mas escrita de um jeito diferente, isso tudo sem contar que o personagem principal parece um tanto sem personalidade... A única que não está parecendo que quem está escrevendo é uma criança de quatro anos sendo alfabetizada é a Sem Nome (ela não tem nem nome provisório haha), mas acredito que seja por eu mal ter escrito ela ainda. 

Afinal o que eu quero dizer com tudo isso? Desabafar? Provavelmente. Na verdade eu quero sair correndo e gritando, mas estou me mantendo bem sentada na cadeira do computador e me esforçando para simplesmente parar de bagunçar tanto as coisas, implorando para o cérebro parar de ter ideias que vão me obrigar a mudar novamente algumas coisas, só me deixe chegar ao final da história e ai vemos o que dá para mudar, ok cérebro? 

Eu me vi obrigada a planejar um pouco mais a fundo a história, não o suficiente para me fazer surtar e não escrever nada, e nem o mínimo para ir deixando vários buracos na história com anotações do tipo “VOLTAR AQUI DEPOIS”, e detalhe: com um grifado bem gritante para eu ver que tem que voltar ali. Estou a procura do meio termo entre o de mais e o de menos, estou criando resumos um pouco mais detalhados da trama, conhecendo melhor o passado dos personagens e criando linhas do tempo com mais acontecimentos, porque a verdade é uma só: se eu não mudar, de três história, no fim terei mil versões de cada e nem uma delas escrita. 

Share
Tweet
Pin
Share
2 comentários
Newer Posts
Older Posts

SOBRE

Divagando sobre a imprevisibilidade da vida e como ela pode nos tornar criativos sofredores.

ARQUIVO DO BLOG

  • ▼  2020 (1)
    • ▼  abril (1)
      • PLANEJANDO: Criar uma história do zero
  • ►  2019 (1)
    • ►  março (1)
  • ►  2018 (1)
    • ►  novembro (1)
  • ►  2017 (4)
    • ►  março (2)
    • ►  fevereiro (2)
  • ►  2016 (79)
    • ►  dezembro (1)
    • ►  novembro (6)
    • ►  outubro (3)
    • ►  setembro (2)
    • ►  agosto (21)
    • ►  julho (7)
    • ►  junho (6)
    • ►  maio (9)
    • ►  abril (5)
    • ►  março (9)
    • ►  fevereiro (5)
    • ►  janeiro (5)
  • ►  2015 (43)
    • ►  dezembro (4)
    • ►  novembro (5)
    • ►  outubro (8)
    • ►  setembro (5)
    • ►  agosto (21)

POSTS MAIS POPULARES

  • WHEN I MET DESTINY
    Como eu havia citado rapidamente no post anterior (se não leu, clica ) e se você não clicou, eu lhe apresento um rápido flash back: “...
  • TAG: 20 MÚSICAS
    Em clima de BEDA temos que sair garimpando pela blogosfera ideias de posts, porque não é fácil ter inspiração para os 31 dias do mês. Mú...
  • BLOG DAY!
    Depois de um mês com posts todos os dias, alguns melhores que outros, chegamos ao fim do BEDA. É com tristeza que digo isso, pois foi um...
  • 5ON5: ROSA [PINK IS THE NEW BLACK!]
    Olá, amiguinhos. Hoje tenho uma novidade: ESTOU PARTICIPANDO DE UM PROJETO FOTOGRÁFICO!  Aos menos entendedores, esse projeto consi...

SEGUIDORES

CATEGORIAS

BEDA the drama queen Rotaroots filmes dicas cinema fotografia Netflix resenha escrever música MEME fanfic livros tag aos escritores escrita nanowrimo recomendo séries filme recomendação criar dica de escrita ficstape inspiração recomendações sobre mim design história indico links lista top 5
Tecnologia do Blogger.

Created with by ThemeXpose