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Cats Can't Write


Semana passada o NaNoWrimo chegou ao fim, mas aquilo que aprendi durante o mês de novembro espero carregar comigo pelo resto da vida. 

No ano passado, quando tive um desafio um tanto frustrado, apesar de ter ficado chateada, eu já estava prometendo a mim mesma que no próximo ano entraria preparada e focada no NaNo. Eu realmente planejei, praticamente dois meses antes eu já estava com a história escolhida e aos poucos fui definindo os pontos mais importantes da mesma, anotava algumas cenas que me vinham a cabeça e poderiam ser úteis, escrevi um pouco sobre cada personagem e quando finalmente chegou o dia primeiro de novembro eu estava preparada para começar a jornada rumo as 50 mil palavras. 

Bom, se você leu o post sobre a primeira semana do NaNo sabe bem que o planejamento não deu em nada, pois no terceiro dia, depois de lutar para escrever e sentir alguma ligação com aquela história, eu decidi mudar de uma hora para outra e comecei uma história nova, que não era tão nova assim. Então aqui vamos a primeira grande lição do NaNo:

Não se force a escrver uma história que não está rolando um feeling.
Inicialmente, eu achei que não estava gostando muito da história por ainda ser apenas o começo da mesma, eu costumo sentir isso as vezes, fico tão animada com algo que vai acontecer mais para frente, que o começo realmente parece chato e maçante. Mas eu estava enganada e por sorte percebi isso antes que fosse tarde de mais. Se não está rolando um feeling, se você não está tendo uma conexão com a história, não força a barra!
Se você ficar se forçando a escrever uma coisa que não está em sintonia com você, vai ser um trabalho torturante, quando na verdade deveria ser uma coisa prazerosa (escrever, no caso). Existe uma infinidade de possibilidades de porquês da história não estar acontecendo, as vezes você não está no momento para desenvolver a mesma, as vezes a história realmente não é boa... Enfim, escreva aquela história que te faz sorrir igual um bobo apaixonado sempre que pensa nela.

Primeira história frustrada, eu parti para uma velha conhecida, que eu já tinha começado a escrever no meio do ano, mas acabei largando, pois a mesma não estava dando em nada, então resolvi dar um tempo nela e depois pensar melhor na mesma. Então, de repente, ela parecia a minha saída para finalmente conseguir vencer o desafio das 50K e vamos a mais uma lição:

A paciência é amiga da perfeição.
Acho que essa frase nunca fez mais sentido na minha vida, uma história que eu simplesmente larguei, pois não estava dando em nada e isso estava me incomodando profundamente, eu dei tempo para lentamente ir lapidando a ideia principal, entenda, eu não parei de repente de pensar na mesma, vezes ou outra uma ideia nova surgia, então eu anotava essa ideia em um lugar e ali ela ficaria guardada até a hora certa, em que eu dissesse “ok, agora vou voltar à essa história”.
Esse tempo que eu dei para a história foi crucial para que um material melhor fosse pensado, a essência da história original ainda está ali, mas procurei elementos melhores para fazer tudo ter mais sentido e parecer mais interessante. Então não desista de uma ideia, principalmente quando você sente que ela é boa, pense que ela é uma pedra preciosa, você vai ter que lapidá-la e poli-la, para que então possa tirar o que de melhor ela tem a oferecer. Seja paciente! 

Eu havia encontrado a história perfeita para aquele momento, ela estava saindo com uma naturalidade inexplicável e assim como eu havia lido em um post de preparação para o NaNoWrimo, eu estava quase vendo os personagens. O tempo todo estava pensando na história, melhorando algumas cenas, criando novas... Eu estava tão focada na história, que chegava a escrever quatro/cinco mil palavras por dia e nesse ponto provavelmente encontramos a maior lição que tirei desse mês.

Eu POSSO ter o controle sobre a minha criatividade e inspiração.
Generalizar eu não posso, talvez tenha sido um golpe de sorte, mas seja lá o que for, a verdade durante esse mês foi uma só: adeus bloqueio criativo.
Eu venho já há alguns meses lutando fortemente contra a ideia do bloqueio criativo, ou falta de inspiração, já até falei sobre isso, e quanto mais eu venho reforçando isso, mais tem se provado real. No Tumblr eu meio que estava fazendo um diário do NaNoWrimo, todo dia falava do desempenho do dia anterior, fazia alguns comentários e um desses comentários foi sobre um leve temor de a história falhar em algum momento, eu dar com os burros na água, assim como aconteceu no ano passado (que por sinal eu culpei o tal bloqueio criativo). Agora sendo bem sincera, não teve um dia se quer que falhou, todas as vezes que eu sentei de frente ao notebook, todas essas vezes eu escrevi e não foi pouco.
Admito, algumas vezes eu tive que dar uma forçada para a escrita sair, pois não sabia bem como abordar aquela cena, ou como começar, mas eu dava uma forçada, escrevia qualquer coisa e continuava, até que as coisas entravam no trilho novamente e tudo corresse bem. 

E falando sobre “escrever qualquer coisa e continuar”, vamos a outra lição:

Foque unicamente em escrever e finalizar o que começou.
Nunca, em hipótese alguma, pare para ficar relendo o que escreveu. Se você quer terminar o que começou, não fique parando para ler aquilo que acabou de escrever, primeiro que acaba cortando totalmente o momento, você está todo empolgado, seu cérebro está no automático, seus dedos digitando aquilo que a mente manda, parar para ler aquilo que saiu é um balde de água fria naquele ritmo frenético de escrita. E outra, como falei, você está eufórico, colocando as ideias no papel, dificilmente aquilo que acabou de ser escrito vai ser o melhor que você tem a oferecer, então você para ler e pensa “cara, isso está horrível”, apaga tudo o que escreveu e começa de novo. Me diga, que progresso teve nisso?
Você tem que entender que o primeiro texto não é o produto final, imagine ele como um esqueletinho daquilo que o seu texto pode se tornar. Então mais importante do que ter o melhor texto possível é ter o texto escrito, foque em colocar a ideia principal ali e finaliza-la. Depois que você escreveu a última linha, descanse a cabeça, vá fazer outras coisas por alguns dias, ou até mesmo semanas, então você vai voltar com seu olhar mais crítico possível e ai sim você vai começar a trabalhar de verdade naquilo que vai vir a ser o produto final. Você vai revisar toda história, tirar aqueles parágrafos e cenas desnecessários, acrescentar aquilo que faltou, colocar mais informações e sentimento nos parágrafos, melhorar os diálogos.
Entenda, não estou dizendo “escreve qualquer porcaria”, LONGE DISSO! Repetindo, escreva a ideia principal, as cenas principais, dê vida a essa história, quando ela chegar ao final vai ser uma pedra bruta, então você vai passar a lapidá-la e poli-la, assim tirando o melhor que tiver daquele imenso rascunho (o exemplo da pedra de novo...). 

E como o NaNoWrimo nada mais é do que um grande desafio, vamos a última lição:

Desafie-se!
Acredito que uma coisa que ajudou eu alcançar as 50 mil palavras, foi o meu lado competitivo, eu tinha que provar para mim que podia sim chegar aos 50 mil, era quase como se a minha honra estivesse em jogo. Se desafiar um pouco nunca é de mais e eu já falei uma porção de vezes o quanto esse tipo de concurso (nem sei se dá para chamar assim) ajuda. É o momento que você vai descobrir como trabalha sob pressão, eu, por exemplo, descobri que consigo lidar muito bem sob a pressão de uma meta e uma data, e o fato de se ter um certo período para trabalhar na história, te obriga a ter um mínimo de organização, seja estipulando uma meta diária de palavras/páginas, ou tendo um roteiro mais detalhado da história.
Eu acredito fielmente que só crescemos como escritores quando participamos desses desafios, desde sendo algo grande como NaNoWrimo, ou aquele concurso simples da galera do Tumblr. Desde que encarei aquele Challenge em agosto de 2015, eu tenho me mantido aberta à qualquer desafio que me faça crescer como escritora. 

E apenas para fechar o post, como escritor você sabe quais são as suas limitações, o que você precisa melhorar seja na sua escrita mesmo, ou na sua responsabilidade como escritor. Trabalhe naquilo que você tem dificuldade, usando a minha pessoa como exemplo, sou bem o tipo de pessoa procrastinadora, que ao invés de escrever, fica fazendo vários nadas e sabemos bem que escritor que não escreve fica estagnado e não se desenvolve. Eu venho diariamente trabalhando nisso, lutando contra esse sentimento procrastinador, porque não é só questão de querer melhorar, mas sim de precisar. 

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Vamos falar de música? Vamos falar de música. Esse é um tema que eu particularmente gosto muito e manjo de menos, para mim música boa é aquela que eu ouço e ela me conquista, e como faz muito tempo que não falo nada sobre música no blog, quero falar sobre isso hoje. 

Em tempos onde Lady Gaga lança um álbum arrasador e John Mayer milagrosamente lança uma música nova, não falar sobre o tema é quase um crime, então hoje quero fazer uma humilde recomendação de músicas novas e nem tão novas, que ultimamente está impossível de eu parar de ouvir. 

LOVE ON THE WEEKEND – John Mayer [Single]
É claro que o primeiro da lista não poderia ser outra pessoa, o dono das músicas que me definem e do melhor álbum que tive o prazer de ouvir, John chegou com uma música nova e viciante, que eu coloquei na repetição eterna, provavelmente pela eternidade. 


COME TO MAMA – Lady Gaga [Joane]
Como falei, Lady Gaga chegou chegando com um álbum novo, na verdade eu não faço ideia do que a crítica especializada falou sobre Joanne, mas a crítica lesada (aka eu) simplesmente amou e junto com Love On The Weekend, o álbum está na repetição eterna por toda a eternidade. Come To Mama se tornou, até o momento, a minha música preferida, junto com a já conhecida Perfect Illusion e Diamond Heart. 


FORMATION – Beyoncé [Lemonade]
Olha, não é muito difícil eu me encontrar na situação em que uma música faz um sucesso estrondoso, mas eu só vou realmente ouvir ela, e talvez viciar, um tempo depois. Formation foi um desses casos.


AGORA EU QUERO IR – Anavitória [ANAVITÓRIA]
Sim, eu tenho uma música br na minha playlist e isso é um milagre, não sei quando foi a última vez que tive uma música br no eu celular (mentira, eu lembro, é que era música da Ludmilla e eu tenho uma reputação a zelar). Conheci essas garotas lindas e charmosas através da minha irmã, que conheceu por causa de Tiago Iorc, e tenho que dizer: valeu Julia!


ME, MYSELF AND I (feat. Bebe Rexha) – G-Eazy [When It's Dark Out]
Outro exemplo de música que eu descubro depois de um tempo e simplesmente vicio. 


SHOUT OUT TO MY EX – Little Mix [Glory Days]
Little Mix está sendo exatamente como foi com One Direction, cada álbum novo que lançam, eu vou curtindo mais, eu já era bem fã do Get Weird, do qual eu já falei aqui no blog, agora elas vêm e jogam em nossa cara (e talvez na do Zayn) Shout Out To My Ex.


THE GREATEST (feat. Kendrick Lamar) – Sia [This Is Acting]
Além de Sia ter uma voz maravilhosa, clipes que até hoje não entendi o que querem dizer e músicas incríveis, uma coisa que sempre me atraiu ainda mais para, principalmente, ver os seus clipes é a maravilhosa Maddie, é um show a parte ver essa garota dançando (vou nem dizer que assisto Dance Moms só para ver ela dançando e as outras mães com sangue nos zóio, porque Abby dá todos os solos para a garota). 


THE HILLS – The Weeknd [Beauty Behind the Madness]
Sabe-se lá quando foi que The Weeknd realmente estourou, provavelmente na época em que 50 Tons de Cinza estreava no cinema, apenas nessas últimas semanas eu realmente vim dar valor à algumas músicas do rapaz, especificamente The Hills. 


YOU GOTTA NOT – Little Mix [Glory Days]
Como falei, Little Mix vem tomando aos poucos o meu coração com suas músicas (e suas roupas que fazem eu querer assaltar o closet de cada uma), nada mais digno do que citar outra música que vem conquistando o meu frágil coração. 


MISERY – Maroon 5 [Hands To Muself]
Essa é uma música que vai e volta em um ciclo vicioso em minha playlist, foi a música que realmente me fez tomar conhecimento da banda lá na época do seu lançamento, eu gostava tanto do clipe, que ela se concretizou com uma das minhas preferidas dos garotinhos bonitos. 


UNDER PRESSURE (feat. David Bowie) – Queen
Recentemente falei sobre o filme Se enlouquecer, não se apaixone e se você viu o post, notou que o vídeo que eu coloquei no post é uma cena onde os personagens cantam essa música, pois então, baixei essa música por causa do filme e ela se tornou uma grande companheira na jornada até as 50 mil palavras do NaNoWrimo, quando finalmente completei o desafio, comemorei ao som dessa música, então ela meio que ganhou um pedaço no meu coração.



Fecho a minha lista por aqui, você deve se perguntar “mas por que raios essa garota comenta tantas coisas sem importância sobre as músicas?”, a resposta é simples: só porque eu falo até pelos cotovelos. Depois de você passar por essa torturante experiência de me ver fazendo comentários nada profissionais ou técnicos sobre música, que tal me dizer o que você tem ouvido ultimamente? 


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E chegamos a terceira semana do NaNoWrimo, se alguém rolou um pouco pelo blog, pode talvez ter visto o quadrinho onde deixei uma atualização praticamente em tempo real do meu desempenho no desafio, ou se rolou um pouco mais pode ver na caixinha do Twitter um claro tweet de comemoração, ou indo mais longe, talvez me siga no Tumblr, já está mais do que por dentro do que houve. 

EU CONSEGUI!!1111!1!!!11!


Sim! Eu fiz aquilo que eu não achei que conseguiria fazer, completei o desafio das 50 mil palavras ainda faltando um pouco mais de uma semana para fechar o mês. EU CONSEGUI! 

Acordei na segunda-feira já possuída pela expectativa, na verdade, esperava ter conseguido fechar no domingo, mas não foi possível, então combinei comigo mesma que não passaria da segunda-feira. Enfrentei uma pia de louça de almoço do dia anterior ainda, uma pilha imensa de roupas para passar, que eu não passei nem metade, e parti cumprir o meu desafio. Eu estava determinada que naquele dia eu alcançaria o desafio. 

Então, às vinte e uma horas e sabe-se lá quais minutos, eu finalmente alcancei as almejadas 50 mil palavras, coloquei fones de ouvido e dei play em Under Pressure, que foi uma grande companheira nessa jornada e comemorei silenciosamente, afinal tinha pessoas pela casa, gritar feito uma louca não parecia uma boa opção. 

Eu chorei, chorei feito uma criança, mas uma criança tomada pelo mais puro sentimento de conquista, eu não conseguia acreditar que tinha conseguido completar o desafio, queria gritar para o mundo inteiro o quanto estava orgulhosa da minha conquista, uma conquista que eu não acreditava que conseguiria, ao menos não no dia 21 de novembro. Eu fora tão mal no NaNo anterior, que entrei esse ano pensando “vou até onde conseguir, que ainda assim vai ser mais do que qualquer coisa que tentei até hoje” e eu provei para mim que eu posso sim. 

É um sentimento indescritível, que só me faz pensar “Deus, quero passar a minha vida escrevendo”, eu quero poder sentir mais disso!

Terminei a noite falando sobre a minha conquista no grupo oficial do NaNo no Brasil, afinal é algo para se comemorar e quem sabe até inspirar outras pessoas a continuarem o desafio até o dia 30. E tenho que dizer: agora ninguém me segura!

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Basicamente era para esse post ter saído no dia 16, mas digamos que eu meio que esqueci completamente, principalmente por ter passado o feriado em um acampamento, quase esqueci da vida fora dele. 

A primeira semana do NaNoWrimo foi finalizada com muita felicidade, eu estava com a animação em níveis que nunca tinha sentido, e terminei o dia 09 com cerca de 18 mil palavras, o que era um número bem surpreendente para quem não tinha chego nesse número na edição anterior do NaNo. Falei sobre o temor de toda essa animação ir embora em algum momento, pois quem costuma escrever histórias entende bem o quero dizer quando falo que tem hora que desanima e você não quer mais escrever aquela história, pois fiquei com um baita medo disso acontecer, mas segui escrevendo. 

Eu estaria mentindo se dissesse que em alguns momentos eu não me senti um pouco cansada, ou pensava “será que essa história é legal mesmo?”, as vezes batia um leve desanimo, porém é com felicidade que digo que foi coisa momentânea, pois eu mesma fazia o favor de espantar esse sentimento escrevendo ainda mais e continuando a planejar as partes ainda não muito definidas da história.

Pois fecho essa madrugada de 18 de novembro com incríveis 39.676 palavras, é o mais longe que eu em algum momento cogitei chegar. Cada vez que eu olho esse número, ou aquele pequeno número que falta para completar as 50 mil palavras, meu queixo vai no chão e volta, não imaginei que chegaria tão longe, principalmente com todos esses temores de bater um desânimo, ou acabar com os burros na água em algum momento da história. 

Conforme a história vai andando, e diga-se de passagem, está meio escrito de qualquer jeito, o negócio vai crescendo ainda mais, que acredito que dificilmente vai parar nas 50 mil palavras, mas independente se tenham que ser 55 mil palavras, ou 100 mil, o importante está sendo todo esse sentimento de felicidade que esse desafio está me trazendo, estou dando um tapa na minha própria cara e mostrando que posso sim escrever muito se eu me esforçar, eu só preciso parar de escutar aquela voz da preguiça que sussurra no meu ouvido quando penso em escrever. É como aquela frase faça a sua própria sorte, pois estou fazendo a minha própria inspiração. 

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Eu vi essa tag no blog da Beatriz, o Vestindo o Tédio (que por sinal, se você não conhece, confere aí!), e acho que não deve ser segredo algum que eu sou fã da Netflix, estou sempre falando dos filmes e séries que vejo no site, é muito amor que mal cabe em mim, então como boa fã que eu sou, não podia simplesmente deixar essa tag passar.


Quais são seus seriados favoritos para assistir no Netflix?
Não assisto muitas séries e as que assisto basicamente são originais da Netflix, não tem como eu escolher apenas uma, então vou dizer Demolidor e Stranger Things, meus bebezinhos.

Qual foi o último filme ou seriado assistido no Netflix? O que achou?
Até o momento que estou escrevendo esse post são: Very Good Girls (filme) e The Crown (série). Sobre Very Good Girls eu até pretendo falar sobre mais para frente, mas já adiantando, é um filme interessante, mas eu não gostei muito, não rolou um feeling entre nós e eu dei play nele pensando justamente o contrário, que eu gostaria por conta do tema. Quanto a The Crown, eu só assisti um episódio ainda, mas se a Netflix pagou 10 milhões de obamas para produzir a série, não deve ser algo ruim (quem está assistindo na verdade é minha mãe e ela está curtindo).


Vale deixar um gif desse moço bonito de Very Good Girls.

Se você pudesse escolher qualquer série, antiga ou nova para estar no Netflix, qual seria?
Eu acho que New Girl, assisti alguns episódios na televisão outro dia e achei a série divertida, procurei na Netflix e fiquei chateada por descobrir que não tinha. Eu peguei a série totalmente ao acaso na televisão, era um daqueles momentos que você fica zapeando procurando o programa menos pior e deu que descobri New Girl em uma dessas aventuras, mas não gosto de acompanhar série pela televisão, então já fica a dica Netflix ;)

Qual a sua maior reclamação sobre o Netflix?
Eu gosto tanto da Netflix, que praticamente não reclamado dessa linda, de verdade! Talvez poderiam atualizar com mais frequência filmes mais recentes, mas não é algo que me incomoda pra valer, pois com tanto filme para ver e rever (isso sem citar as séries), posso me distrair facilmente enquanto espero algo novo.

Quais são seus itens essenciais para uma maratona no Netflix?
Um sofá vago para me esticar e um pote de pipoca.

Você já assistiu alguma série original Netflix? Gostou?
Eu praticamente assisto só as originais, ver aquele “Original Netflix” parece que me atrai para a série (e os filmes também). Eu estou simplesmente amando essa parceria Marvel/Netflix, eles estão fazendo um trabalho maravilhoso com os heróis, Demolidor é a minha preferida, outras originais que assisti e gostei muito foram Stranger Things e Unbreakable Kimmy Schmidt, basicamente já falei das três séries aqui no blog.

Qual foi o último filme que você adicionou ao 'minha lista'?
O Maior Amor do Mundo.

Qual sua indicação de filme ou série?
Stranger Things sempre! Além de Unbrekable Kimmy Schmidt, para quem gosta de algo mais curto e quer dar muita risada, Demolidor, outra que vou sempre recomendar. Tem Luke Cage também, série incrível, com uma trilha sonora digna, e não nos esqueçamos de Jessica Jones. De filme tem The Fundamentals Of Caring, com o Paul Rudd, que também já falei sobre aqui no blog.

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